Trump sugere “green card automático” para estrangeiros formados em universidades dos Estados Unidos
Connect with us

Política

Trump sugere “green card automático” para estrangeiros formados em universidades dos Estados Unidos

Publicado

em

portal plural trump sugere “green card automático” para estrangeiros formados em universidades dos estados unidos
Foto: Reprodução

banner plano0 goldNuvera15 topo humberto pluralFAST AÇAÍAcademia Persona

O ex-presidente dos Estados Unidos e candidato republicano, Donald Trump, declarou em uma entrevista publicada nesta quinta-feira (20) que pretende conceder green cards a estudantes estrangeiros que se graduarem em universidades americanas, uma mudança significativa em relação à sua habitual retórica anti-imigrante.

“Os graduados deveriam receber automaticamente – como parte de seu diploma – o ‘green card’ para poderem permanecer neste país”, afirmou Trump no podcast “All-In” quando questionado sobre planos para facilitar a contratação de “os melhores e mais brilhantes” por empresas americanas.

O green card é o documento que permite a residência permanente nos Estados Unidos, abrindo caminho para que estrangeiros possam obter a cidadania americana.

Imigração tem sido um tema central na campanha de Trump para as eleições de 2024. Sua proposta de oferecer green cards a possivelmente centenas de milhares de graduados estrangeiros representa uma significativa ampliação do sistema de imigração dos EUA, divergindo amplamente de suas mensagens habituais sobre estrangeiros.

Trump já acusou imigrantes ilegais de cometer crimes, roubar empregos e recursos do governo, e até mesmo “envenenar o sangue do nosso país”. Ele prometeu realizar a maior operação de deportação da história dos Estados Unidos se for reeleito.

Essas declarações surgem poucos dias após seu rival democrata, o presidente Joe Biden, anunciar uma medida similar. Biden declarou na terça-feira (18) que pretende acelerar o processo de visto de trabalho para determinados migrantes com diploma de ensino superior nos Estados Unidos e oferta de emprego no país, além de medidas de regularização que poderiam beneficiar centenas de milhares de pessoas.

Trump e seus aliados costumam distinguir entre pessoas que entram ilegalmente e aquelas que entram legalmente. No entanto, durante seu governo, Trump também propôs restrições à imigração legal, como nos casos de vistos familiares e o programa de loteria de vistos.

Logo após assumir em 2017, ele emitiu a ordem executiva “Buy American and Hire American”, orientando membros do Gabinete a sugerir reformas para garantir que os vistos de negócios fossem concedidos apenas aos candidatos mais bem pagos ou mais qualificados, visando proteger os trabalhadores americanos.

Anteriormente, Trump criticou o programa de vistos H1-B, amplamente utilizado por empresas para contratar temporariamente trabalhadores estrangeiros, afirmando que era “muito ruim” e explorado por empresas de tecnologia para contratar estrangeiros por salários mais baixos.

Na entrevista ao “All-In,” Trump culpou a pandemia por não conseguir implementar essas medidas durante sua presidência. Ele mencionou histórias de pessoas que se graduaram nas melhores universidades americanas, desejam permanecer no país, mas não conseguem obter vistos, sendo obrigadas a retornar aos seus países de origem, citando especificamente a Índia e a China. Ele afirmou que essas pessoas retornam e se tornam multibilionárias, empregando milhares de trabalhadores.

“Você precisa de um grupo de pessoas para trabalhar para sua empresa”, disse Trump. “E elas precisam ser inteligentes. Nem todo mundo pode ser menos que inteligente. Você precisa de pessoas brilhantes.”

Fonte: Jornal o Sul

Compartilhe

Política

Milei sobre cântico racista dos jogadores: “Ninguém diz o que a Seleção Argentina deve fazer”

Publicado

em

portal plural milei sobre cântico racista dos jogadores “ninguém diz o que a seleção argentina deve fazer”
Foto: Reprodução
FAST AÇAÍNuveraAcademia Personabanner plano0 gold15 topo humberto plural

Após a vitória da Seleção Argentina na Copa América contra a Colômbia, os jogadores enfrentaram duras críticas por cantarem músicas de cunho racista. Mesmo com a pressão, incluindo a do subsecretário de esportes Julio Garro, o presidente Javier Milei criticou a exigência de um pedido de desculpas: “Nenhum governo pode dizer o que comentar”, afirmou.

O incidente ocorreu logo após a conquista do título. Na segunda-feira (15), o jogador Enzo Fernández transmitiu ao vivo nas redes sociais, mostrando membros da seleção cantando músicas racistas e transfóbicas. A letra incluía frases como: “Eles jogam pela França, mas são de Angola. Que bom que eles vão correr, se relacionam com transexuais. A mãe deles é nigeriana, o pai deles cambojano, mas no passaporte: francês.”

A repercussão foi imediata, com a Federação Francesa de Futebol apresentando uma queixa por racismo à Fifa. Esse cântico já havia sido alvo de polêmica em 2022, quando a Argentina venceu a França na Copa do Mundo.

Em resposta, a Fifa anunciou uma investigação sobre a live de Enzo Fernández, afirmando condenar qualquer forma de discriminação. Julio Garro, subsecretário de Esportes da Argentina, também se manifestou, dizendo que Messi e os demais jogadores deveriam se retratar publicamente.

Contudo, essa postura não foi bem recebida pelo governo. Na quarta-feira (17), o presidente Javier Milei demitiu Garro, declarando que nenhum governo pode ditar o comportamento da Seleção Argentina ou de qualquer cidadão. “Por isso, Julio Garro deixa de ser Subsecretário de Esportes da Nação”, informou o gabinete presidencial em uma rede social.

Antes do anúncio, já havia sinais de que Milei demitiria Garro. O presidente republicou críticas a Garro em seu perfil no X (antigo Twitter), destacando que pedir desculpas por uma canção era contra a ideologia defendida.

A vice-presidente Victoria Villarruel também se alinhou a Milei, chamando os críticos de “hipócritas” e afirmando que nenhum país colonialista intimidaria a Argentina por uma canção ou por dizer verdades incômodas.

Apesar do apoio do governo, Enzo Fernández foi às redes sociais para pedir desculpas, afirmando que o cântico não representa suas crenças e que ele se deixou levar pela euforia do momento.

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Política

Lula foi monitorado pelo governo dos Estados Unidos

Publicado

em

portal plural lula foi monitorado pelo governo dos estados unidos
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Nuverabanner plano0 goldAcademia PersonaFAST AÇAÍ15 topo humberto plural

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos revelou a existência de pelo menos 819 documentos, totalizando cerca de 3 mil páginas, relacionados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Esses documentos foram produzidos ao longo de décadas de monitoramento por vários órgãos do governo norte-americano, com a maior parte, 619 documentos, proveniente da Agência Central de Inteligência (CIA).

As informações foram solicitadas pelo jornalista e escritor Fernando Morais, com a assistência do escritório de advocacia Pogust Goodhead. Morais, autor de várias biografias, incluindo as do presidente Lula, Assis Chateaubriand e Olga Benário, está buscando acesso aos documentos confidenciais sobre Lula com base na Freedom of Information Act (Lei de Acesso à Informação dos EUA). Os documentos abrangem o envolvimento político, atividades, afiliações e carreira de Lula de 1966 a 2019.

Além da CIA, os pedidos foram direcionados ao Departamento Federal de Investigação (FBI), à Agência Nacional de Segurança (NSA) e à Rede de Combate a Crimes Financeiros (FinCEN).

“A solicitação refere-se especialmente aos três períodos de Lula como presidente do Brasil, suas campanhas presidenciais, sua atuação como líder sindical nos anos 70, a participação na criação do Partido dos Trabalhadores, as acusações criminais enfrentadas na justiça brasileira e seu período na prisão”, informou o Pogust Goodhead ao Terra.

Segundo o escritório, dezenas de documentos dos EUA envolvem a relação entre Lula e a ex-presidente Dilma Rousseff (2011-2016), seus contatos com autoridades do Oriente Médio e da China, planos militares brasileiros e produção de petróleo da Petrobras. Foram solicitados acessos a relatórios, levantamentos, e-mails, cartas, atas de reuniões, registros telefônicos e outros materiais.

O escritor planeja usar esses dados sigilosos para escrever um segundo livro sobre Lula, ainda sem data de lançamento. O primeiro volume da biografia, intitulado “Lula”, foi publicado em 2021.

“Meu objetivo é obter essas informações que vão mostrar claramente o olhar dos Estados Unidos da América em relação ao presidente Lula ao longo dos anos. Sabemos que o governo norte-americano analisou de perto o cenário político brasileiro nas últimas décadas, e o Lula é um dos personagens mais marcantes e importantes da história da América Latina”, disse Fernando Morais.

O Pogust Goodhead informou que o próprio presidente assinou um documento autorizando as agências a encaminharem a Morais “quaisquer registros localizados e passíveis de divulgação que respondam a uma solicitação” da lei de acesso.

As solicitações dos documentos foram feitas no dia 5 deste mês, e o jornalista ainda não teve acesso integral aos registros. A legislação dos EUA estipula que os órgãos governamentais têm até 20 dias úteis, prorrogáveis por mais 20 dias, para informar se vão disponibilizar os dados. Segundo o advogado Felipe Hotta, todas as condições necessárias para obter os documentos foram cumpridas.

Fonte: Jornal o Sul

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Geral

Brasil terá 155 milhões de eleitores nas eleições municipais deste ano

Publicado

em

portal plural brasil terá 155 milhões de eleitores nas eleições municipais deste ano
Foto: TSE/Divulgação
banner plano0 goldNuvera15 topo humberto pluralAcademia PersonaFAST AÇAÍ

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou nesta quinta-feira (18), em Brasília, que o Brasil terá 155,9 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições municipais de outubro. Esses eleitores irão eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

Conforme o TSE, esse número representa um aumento de 5,4% em relação às eleições de 2020. Em nota à imprensa, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, afirmou que o crescimento do eleitorado demonstra a natureza democrática e auditável das eleições no Brasil.

“O elevado número de eleitoras e eleitores confirma o que se tem demonstrado na história brasileira, especialmente desde a Constituição de 1988 e nos últimos 28 anos com o desenvolvimento do sistema eletrônico de votação, que são eleições democráticas, livres, auditáveis, transparentes e eficientes em seus resultados”, disse a ministra.

O primeiro turno das eleições ocorrerá em 6 de outubro, com um segundo turno possível em 27 de outubro para municípios com mais de 200 mil eleitores, onde nenhum candidato a prefeito tenha obtido mais da metade dos votos válidos no primeiro turno.

Borá, em São Paulo, terá o menor número de eleitores, com 1.094 pessoas aptas a votar. São Paulo capital terá o maior eleitorado, com 9,3 milhões de eleitores, seguido pelo Rio de Janeiro, com 5 milhões.

Limite de gastos

O TSE também divulgou os limites de gastos de campanha para os cargos de prefeito e vereador, definidos por município. O mínimo é de R$ 100 mil para prefeito e R$ 10 mil para vereador.

Em Borá, por exemplo, os candidatos à prefeitura poderão gastar até R$ 159 mil, enquanto os candidatos a vereador poderão gastar até R$ 15,9 mil.

Em São Paulo, os candidatos ao cargo de prefeito poderão gastar até R$ 67,2 milhões no primeiro turno e R$ 26,9 milhões no segundo turno. Os candidatos a vereador poderão gastar até R$ 4,7 milhões.

Os recursos para as campanhas virão do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que destinará R$ 4,9 bilhões para os partidos financiarem suas campanhas em todo o país.

Fonte: Jornal o Sul

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Compartilhe

[DISPLAY_ULTIMATE_SOCIAL_ICONS]

Trending

×

Entre em contato

×