Três pessoas morrem após naufrágio em São José do Norte – Portal Plural
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Segurança

Três pessoas morrem após naufrágio em São José do Norte

Pável Bauken

Publicado

em



 

Três pessoas, ainda não identificadas, morreram na manhã desta quinta-feira após o naufrágio de uma embarcação em São José do Norte, na Zona Sul do Rio Grande do Sul. A informação foi divulgada pela Marinha do Brasil. O Comando do 5º Distrito Naval relatou que o acidente ocorreu por volta das 6h40min e ainda deixou um desaparecido. Os corpos teriam sido encontrados na praia do Cassino.

A embarcação pesqueira naufragou com sete tripulantes a bordo, entre a praia de Sarita e o Farol de Sarita. Logo após a comunicação do desaparecimento do barco, uma aeronave e uma embarcação da Marinha do Brasil auxiliaram no resgate de três pessoas que sobreviveram, mas outras três foram encontradas sem vida.

As buscas pelo tripulante desaparecido continuam nesta quinta.

Naufrágio entre Itapiranga e Barra do Guarita 

Na noite dessa quarta-feira, um barco que transportava 13 estudantes da Unidade Central De Educação Faem Faculdade (UCEFF) entre a cidade catarinense de Itapiranga e o município gaúcho de Barra do Guarita naufragou. O acidente deixou um jovem de 19 anos desparecido nas águas do rio Uruguai e causou pânico entre os passageiros.

A Corporação afirmou que passageiros relataram que ninguém estaria usando colete salva vidas no momento do naufrágio. Uma mulher que estava na embarcação teria sofrido um ferimento na cabeça, mas já estaria fora de perigo assim como o restante dos estudantes que conseguiram sair do rio Uruguai.

CP
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Destaque

Mulher tenta suicídio no centro de Santa Rosa

Silvio Brasil

Publicado

em



Uma triste cena ocorreu na manhã desse sábado (30/05), no centro de Santa Rosa, uma mulher subiu em uma árvore entre a Avenida Rio Branco e Rua Buenos Aires, amarrou uma corda em um tronco e outro lado no pescoço ameaçando cometer suicídio, o Corpo de Bombeiros e Brigada Militar foram acionadas, as equipes de resgate começaram a conversar para a calmar a mulher a qual revelou que queria cometer o ato devido aos seus cães terem sido recolhidos.

Durante a conversa com a mulher as equipes de segurança conseguiram cortar a corda retirando a mulher em segurança do local sendo encaminhada a UPA. A mulher solicitou a presença do repórter Silvio Brasil do Portal Plural no hospital para conversar.

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Segurança

Detentos tentam colocar fogo em padrasto acusado de matar bebê de 9 meses

Detentos tentam colocar fogo em padrasto acusado de matar bebê de 9 meses em Erechim

Reporter Cidades

Publicado

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Detentos do Presídio Estadual de Erechim, tentaram agredir o acusado de matar bebê de apenas 9 meses na última quarta-feira(27), no bairro do Aeroporto, em Erechim.

Conforme informações, os detentos jogaram pedras contra F. G. E. que estava isolado. Além das pedras, os detentos atearam fogo em dois colchões, e jogaram para dentro da cela do acusado.

Diante do fato, os agentes penitenciários retiraram o acusado e colocaram o mesmo em outra cela. Os próprios agentes contiveram as chamas usando extintores. Segundo os agentes, o clima é de revolta entre os detentos, pela crueldade do crime que o homem teria cometido.

Portal Tchê

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Segurança

Ligue 180 registra aumento de 36% em casos de violência contra mulher

Reporter Cidades

Publicado

em

© Edgard Garrido/Reuters/Direitos reservados

Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos parecem confirmar o que diversas autoridades, incluindo a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, já vinham apontando: a necessidade das pessoas permanecerem mais tempo em casa devido à pandemia da covid-19 pode estar contribuindo para o aumento da violência doméstica contra mulheres.

Segundo a ouvidoria, na comparação com janeiro de 2019, o número de denúncias registradas por meio do Ligue 180 diminuíram 4,5% em janeiro deste ano. Já em fevereiro, houve um aumento de 15,6% das notificações quando comparado ao mesmo mês do ano passado. A tendência se manteve em março, quando o novo coronavírus chegou ao país e algumas unidades da federação começaram a adotar medidas para isolar a população e, assim, tentar conter a disseminação da doença.

Comparativamente, o número de denúncias registradas pelo Ligue 180 em março deste ano foi 15% superior ao de março de 2019. Segundo o ouvidor nacional de Direitos Humanos, Fernando César Pereira Ferreira, considerando o que acontecera em países atingidos pela doença antes do Brasil, os resultados de janeiro a março já eram, de certa forma, esperados. Mesmo assim, o desempenho registrado em abril surpreendeu negativamente: as denúncias de violações aos direitos e à integridade das mulheres aumentaram 36% se comparado a abril de 2019.

“Em janeiro, o número de denúncias estava praticamente estabilizado, com uma queda de 4,5%. Em fevereiro houve um crescimento [que se repetiu em março], e que já era esperado. Inclusive, porque também houve uma melhoria significativa no atendimento e, com isto, as pessoas passam a ligar mais”, disse Ferreira, hoje (29), ao divulgar o balanço geral dos atendimentos do Ligue 180 em 2019.

“Mas a partir de março, com o fenômeno da covid-19 e [adoção de] medidas que passaram a impactar seriamente no número de denúncias, o número de casos disparou. Provavelmente, por causa do confinamento”, acrescentou Ferreira, referindo-se ao fato de mulheres vítimas de agressão doméstica se verem forçadas a passar mais tempo junto a seus agressores. Os dados da Ouvidoria apontam que, em geral, as denúncias recebidas pelo Ligue 180 tratam, na maioria das vezes, de casos de violência doméstica e familiar (em 2019, elas somaram 79% do total de notificações).

Gráfico aponta escalada de violência contra mulheres durante isolamento social.

A ministra Damares Alves frisou que, a partir da experiência internacional, o ministério e o governo federal se anteciparam, reorganizando serviços para manter o atendimento durante à crise sanitária; orientando a rede de acolhimento e proteção à mulher e realizando campanhas para estimular as mulheres em situação de violência a procurarem ajuda e denunciarem seus agressores. Um dos receios é que, mesmo considerando a maior procura aos serviços de orientação e proteção, a situação torne ainda mais difícil para as vítimas de violência se desvencilharem e buscarem apoio.

“Estamos atuando de forma efetiva. Nossa ação de contingenciamento e de combate à pandemia, especificamente na ações de prevenção à violência doméstica [conta com] inúmeras ações que já estão sendo feitas”, disse a ministra, lamentando que, conforme indicam os dados de 2019, para além da pandemia, “o dia a dia vem demonstrando para todo mundo que a violência contra as mulheres é crescente no Brasil.”

ebc

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