Trem do RS leva passageiros para explorar vinícola na fronteira com Uruguai
Connect with us

Turismo

Trem do RS leva passageiros para explorar vinícola na fronteira com Uruguai

Publicado

em

portal plural trem do rs leva passageiros para explorar vinícola na fronteira com uruguai
Foto:Flow Films

15 topo humberto pluralNuveraAcademia PersonaFAST AÇAÍbanner plano0 gold

Viajar pelas paisagens do Cerro Palomas e pelas típicas planícies gaúchas, além de degustar vinhos da região, é um excelente passeio para as férias de inverno em julho. O Trem do Pampa, proporcionará essa experiência a partir de 20 de julho. Com aproximadamente três horas de duração, os passageiros partirão de Sant’Ana do Livramento e chegarão até a Vinícola Almadén, localizada na fronteira com Rivera, no Uruguai.

O trem tem capacidade para cem pessoas e percorrerá um trajeto de 20 quilômetros aos sábados, destacando as belas paisagens gaúchas do Cerro de Palomas. Os vagões são nomeados em homenagem às uvas da região, “Tannat” e “Cabernet”, onde os passageiros poderão desfrutar de apresentações musicais de artistas locais e degustar vinhos e sucos da Almadén.

O pacote básico custa R$ 135 por pessoa.

A visita à vinícola terá aproximadamente uma hora de duração. Os passageiros poderão participar de degustações de vinhos, receber informações detalhadas sobre a história do local com guia especializado, visitar o museu do vinhedo e conhecer o processo de produção das bebidas, explorando a estrutura local.

É importante notar que o trecho de trem não é de ida e volta, sendo necessário utilizar uma passagem de ônibus inclusa no pacote para retornar ao ponto de partida, seja da Estação Palomas ou de Sant’Ana do Livramento.

Os moradores de Sant’Ana do Livramento e Rivera desfrutam de um desconto especial de 50% durante o primeiro ano do Trem do Pampa, pagando apenas R$ 67,50. Para adquirir o ingresso com este benefício, é necessário apresentar um comprovante de residência recente em um ponto de venda autorizado.

Fonte: CNN Brasil

Compartilhe

Destaque

Governo e Sicredi unem forças para impulsionar o turismo no interior gaúcho

Publicado

em

portal plural governo e sicredi unem forças para impulsionar o turismo no interior gaúcho

NuveraFAST AÇAÍ15 topo humberto pluralAcademia Personabanner plano0 gold

Em uma parceria estratégica, o governo do Estado, por meio do Badesul, e o Sicredi uniram forças para ampliar o acesso ao crédito para o setor turístico no interior do Rio Grande do Sul. O acordo, assinado nesta terça-feira (16/7), visa facilitar a concessão de crédito do Fungetur Emergencial, do Ministério do Turismo, para empresas do setor afetadas pela recente catástrofe meteorológica.

Com mais de R$ 20 milhões disponíveis, o fundo tem como objetivo financiar negócios localizados em cidades em estado de calamidade pública. A parceria com o Sicredi, que possui uma ampla rede de cooperativas no estado, permitirá que os recursos cheguem de forma mais rápida e eficiente aos empresários do setor.

O governador Eduardo Leite destacou a importância do turismo para a recuperação econômica e a autoestima do estado, enfatizando o duplo caráter do setor: gerar empregos e renda, ao mesmo tempo em que impulsiona o otimismo e a mobilização pela reconstrução.

A iniciativa, viabilizada pelas secretarias de Turismo e de Desenvolvimento Econômico, reforça o compromisso do governo em apoiar os setores mais afetados pela crise e promover o desenvolvimento econômico do estado.

A parceria entre Badesul e Sicredi trará benefícios para ambas as instituições, ampliando o alcance da agência de fomento e permitindo que a cooperativa de crédito opere com os recursos do Fungetur.

Durante a cerimônia de assinatura, também foram firmados dois contratos por meio do Fungetur, com empresas do setor turístico, totalizando R$ 3,49 milhões em crédito.

 

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Destaque

Tragédia gera “cidades fantasma” e turismo gaúcho tenta sobreviver às chuvas

Publicado

em

portal plural tragédia gera “cidades fantasma” e turismo gaúcho tenta sobreviver às chuvas

Nuverabanner plano0 goldAcademia PersonaFAST AÇAÍ15 topo humberto plural

O inverno gaúcho em Gramado, na região das Hortênsias do Rio Grande do Sul, pode não ser aquecido pelo fluxo de visitantes que costuma preencher a cidade nesta época do ano. As chuvas que atingem o estado estavaziaram este e outros polos turísticos gaúchos.

Proprietário de três restaurantes na cidade, Josiano Schmitt ilustra o esvaziamento da cidade ao comparar o cenário à pandemia de Covid-19. “Claro, a consequência é muito menor desta vez, preservamos as vidas, naquela época a dor era maior, mas a aflição com o vazio é muito parecida”.

A história de Schmitt e de Gramado é a história de uma série de empresários e cidades no estado. De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), 94% destes estabelecimentos registram queda no faturamento. Isso sem contar que metade está sem água, e um terço, sem luz.

Por estar localizada na Serra Gaúcha, em área montanhosa, não houve registro de enchentes e alagamentos em Gramado. As principais consequências das precipitações acima da média na região foram deslizamentos de encostas, que deixaram mortos e desabrigados.

Assim, a maior dificuldade para a recuperação da atividade em Gramado — e em uma porção de cidades do estado — é a logística. Por semanas, em decorrência dos deslizamentos, estradas estiveram destruídas ou interditadas, mas no momento o principal gargalo é a operação do Aeroporto Salgado Filho.

Em normalidade, o terminal internacional de Porto Alegre opera cerca de 130 voos diários, sendo que metade tem como destino a Serra Gaúcha. A malha emergencial criada pelo governo para enfrentar as chuvas, se utilizando de outros aeródromos, viabiliza movimentar este mesmo volume de viagens em uma semana.

O Salgado Filho segue sem previsão de retorno, e isso é o que mais assusta o turismo neste momento, segundo Schmitt. “Hoje se uma pessoa quiser comprar uma viagem para vir ao Rio Grande do Sul em dezembro, no Natal, não consegue”, disse.

Além da logística, outra preocupação externada pelos setores de bares e restaurantes, por meio da Abrasel, e hoteleiro, com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), é a publicidade. Empresários temem que as imagens da catástrofe afastem os viajantes dos destinos gaúchos por período mais longo que o necessário.

 

Ajuda do governo

Os restaurantes do proprietário de Gramado atuam hoje em regime de revezamento. Um acordo dos empresários com o sindicato laboral da região permitiu a antecipação de férias, feriados e folgas e até a suspensão por 60 dias do contrato de trabalho.

Metade dos funcionários saem de férias por 15 dias e, quando retornam, os demais vão a recesso. Com a demanda suprimida, este foi o caminho encontrado para preservar os empregos nos restaurantes.

A flexibilização destas condições é a principal demanda do turismo e de outros setores da economia gaúcha para a manutenção dos empregos. Os empresários pedem uma nova “Lei do Bem”. Utilizada na pandemia, o mecanismo permitia acordos para reduzir jornadas e, proporcionalmente, salários, além de suspensão de contratos.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, desde o início da tragédia no estado, tem apadrinhado a demanda. O Executivo Federal, por outro lado, afirma que vai acelerar debates sobre manutenção de empregos na próxima semana, mas sinaliza ser avesso à medida.

Além disso, em reunião no último dia 22, Leite pediu ao ministro do Turismo, Celso Sabino, recursos na ordem de R$ 1 bilhão do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) para socorrer a atividade no estado. Até o momento, foram previstos pelo governo federal R$ 200 milhões em ajuda.

 

Fonte: CNN Brasil.

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Geral

O inverno gaúcho em Gramado é impactado por chuvas intensas; turismo gaúcho tenta sobreviver

Publicado

em

portal plural o inverno gaúcho em gramado é impactado por chuvas intensas; turismo gaúcho tenta sobreviver
Foto: Divulgação/ Prefeitura de Gramado
banner plano0 gold15 topo humberto pluralAcademia PersonaFAST AÇAÍNuvera

O inverno em Gramado, na região das Hortênsias do Rio Grande do Sul, está longe de ser aquecido pelo fluxo de visitantes que costuma preencher a cidade nesta época do ano. As chuvas intensas que atingem o estado esvaziaram este e outros polos turísticos gaúchos.

De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), 94% dos estabelecimentos registram queda no faturamento. Além disso, metade está sem água e um terço sem luz.

Embora localizada na Serra Gaúcha, em área montanhosa, Gramado não sofreu com enchentes e alagamentos. As principais consequências das chuvas acima da média foram deslizamentos de encostas, resultando em mortes e desabrigados.

A maior dificuldade para a recuperação em Gramado e outras cidades do estado é a logística. Por semanas, estradas foram destruídas ou interditadas devido aos deslizamentos. Atualmente, o principal gargalo é a operação do Aeroporto Salgado Filho. Em tempos normais, o terminal internacional de Porto Alegre opera cerca de 130 voos diários, metade com destino à Serra Gaúcha. A malha emergencial criada pelo governo para enfrentar as chuvas viabiliza esse volume de viagens em uma semana.

O Salgado Filho segue sem previsão de retorno, o que preocupa o turismo. “Hoje, se uma pessoa quiser comprar uma viagem para vir ao Rio Grande do Sul em dezembro, no Natal, não consegue”, disse Schmitt.

Além da logística, setores de bares, restaurantes e hotéis, representados pela Abrasel e pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), temem que as imagens da catástrofe afastem os viajantes dos destinos gaúchos por um período mais longo que o necessário.

Ajuda do governo

Os restaurantes de Gramado operam em regime de revezamento. Um acordo com o sindicato laboral permitiu a antecipação de férias, feriados e folgas, e até a suspensão por 60 dias dos contratos de trabalho. Metade dos funcionários sai de férias por 15 dias e, quando retornam, os demais vão a recesso. Com a demanda suprimida, essa foi a solução encontrada para preservar empregos.

A flexibilização dessas condições é a principal demanda do turismo e outros setores da economia gaúcha para a manutenção dos empregos. Os empresários pedem uma nova “Lei do Bem”, similar à utilizada na pandemia, que permitia acordos para reduzir jornadas e salários proporcionalmente, além da suspensão de contratos.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, tem apoiado essa demanda desde o início da tragédia no estado. O Executivo Federal, por outro lado, afirma que vai acelerar debates sobre a manutenção de empregos, mas sinaliza ser avesso à medida.

Em reunião no último dia 22, Leite pediu ao ministro do Turismo, Celso Sabino, recursos na ordem de R$ 1 bilhão do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) para socorrer a atividade no estado. Até o momento, o governo federal previu R$ 200 milhões em ajuda. José Justo, diretor da Abih-RS, enfatiza a necessidade de mais recursos: “Muitas empresas ficaram sem caixa e precisam pagar a folha de salários e fornecedores. Isso demanda crédito facilitado e agilidade do setor financeiro, o que não estamos vendo. Mesmo com os anúncios do governo, têm chegado muitas reclamações por causa dessas dificuldades no relacionamento com a rede bancária”.

Fonte: CNN Brasil

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Compartilhe

[DISPLAY_ULTIMATE_SOCIAL_ICONS]

Trending

×

Entre em contato

×