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Economia

Trabalho temporário deve abrir 400 mil vagas até o fim do ano

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Trabalho temporário deve abrir 400 mil vagas até o fim do ano | Foto: Marcos Santos / USP Imagens / CP


Expectativa da Associação Brasileira do Trabalho Temporário é que ocorra aquecimento da indústria e do comércio com o Natal

A abertura de vagas temporárias deve chegar a 400 mil no último trimestre do ano. Segundo a Associação Brasileira do Trabalho Temporário, os principais segmentos que buscam reforços de trabalhadores temporários em outubro são alimentos, farmacêutico, embalagens, metalurgia, mineração, automobilístico e agronegócio.

A explicação é que neste mês o setor da indústria ainda deve puxar as contratações para suprir a alta demanda do mercado. Já nos meses de novembro e dezembro, o destaque será o comércio, seguido pelo setor de serviços para pessoas físicas.

“Com a proximidade do Natal, o comércio abrirá muitas vagas temporárias. Assim, quem está desempregado deve ficar atento a essas oportunidades que vão surgir”, afirma o presidente da associação, Marcos de Abreu.

Ele orienta o trabalhador a procurar uma agência de trabalho temporário por meio do site da Asserttem, que lista agências associadas e registradas no Ministério da Economia, dividas por estado.

Fonte: Correio Do Povo

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Economia

Brasileiro vai poder ter conta em dólar? Com a nova lei do câmbio, sim

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Empresas e pessoas físicas poderão ter conta em dólar (Thomas Trutschel/Getty Images/Getty Images)

Marco legal do setor deverá ser votado em regime de urgência; lei irá simplificar as operações de crédito e ampliar concorrência no mercado

Não foi dessa vez, mas o assunto continua na pauta. O requerimento de urgência para a votação do marco legal do câmbio, que tramita no Congresso desde 2019, não foi alvo da atenção dos parlamentares nesta terça, 27, diferentemente do que estava previsto. Mas a expectativa é que o tema seja encaminhado até o final do ano. A nova lei vai permitir que os brasileiros tenham conta bancária em moeda estrangeira.

Há ainda um outro ponto positivo, na visão de analistas financeiros. Ao permitir que um leque maior de instituições possam realizar ou receber transferências em moedas de outos países, o novo marco do setor deverá incentivar a concorrência.

A expectativa é que fintechs, que geralmente têm custos mais enxutos, e uma diversidade de agentes do setor financeiro tenha autorização do Banco Central para fazer operações cambiais. “Hoje, boa parte mercado de câmbio, operado por grandes bancos, cobra taxas um pouco salgadas pelas transferência de valores, o que acaba encarecendo o custo das empresas”, diz Gabriel Barros, economista do BTG Pactual.

“Cabe ressaltar que, uma vez autorizado pelo Congresso Nacional mediante a aprovação desse projeto de lei, a permissão para ampliar o leque de contas em moeda estrangeira no Brasil será conduzida de forma gradual e prudente, alinhada ao processo de aprofundamento dos fundamentos macroeconômicos e financeiros da economia brasileira”, informou o Banco Central em nota.

A expectativa é que haja um período de transição de dois a três anos, de forma escalonada. As empresas deverão ter prioridade. Em seguida, o novo conjunto de regras deverá ser aplicado a operações envolvendo pessoas físicas.

Segundo o Banco Central, o projeto de lei deverá simplificar processos como o registro de operações de crédito externo de baixos valores, geralmente realizadas por famílias para a transferência ou recebimento de pequenas quantias monetárias. Ainda de acordo com o Banco Central, o marco legal do câmbio deverá “facilitar a participação de investidores estrangeiros nos mercados financeiro e de capitais, ao tornar mais eficiente o processo de registros no Banco Central”.

A população, no entanto, precisará estar atenta à oscilação de moedas estrangeiras, já que o câmbio é bastante volátil. “Provavelmente, a liberação para ter conta em dólar, o que já é uma realidade em outros países, deverá ser feita de forma gradual e cuidadosa”, diz Barros.

 

  FONTE EXAME

 

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Economia

Alta do dólar tem um lado bom para o governo federal

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GAZETA POVO

Após certa calmaria entre agosto e setembro, o dólar voltou a subir nas últimas semanas, influenciado pelo temor de crise fiscal no Brasil. E ganha impulso extra com as preocupações sobre o impacto, na economia global, da disseminação da Covid-19 na Europa e nos EUA. A alta tem uma série de efeitos sobre o cotidiano de empresas e pessoas. Para exportadores, ela é boa. Para quem compra matéria-prima ou produto importado, é ruim – com isso, afeta a inflação e pressiona os juros. Quem deve em dólar é obviamente prejudicado. Mas, para o governo federal, a cotação mais alta tem um lado excelente.

Ao contrário do que ocorria décadas atrás, hoje o grosso da dívida pública é “interna”, em reais. A “externa”, em moeda estrangeira, é relativamente baixa. Além disso, como as reservas internacionais do país são cotadas em dólar, a valorização da divisa norte-americana eleva o valor, em moeda brasileira, desse estoque – e esse ganho pode ser usado periodicamente no abatimento da dívida pública.

Recentemente o Banco Central foi autorizado a repassar R$ 325 bilhões para o Tesouro usar na gestão da dívida. Esse dinheiro é parte do lucro obtido, no primeiro semestre, com a valorização das reservas. Se o avanço do dólar persistir, nova transferência poderá ser feita mais adiante. De janeiro a junho, o dólar comercial medido pela taxa Ptax deu um salto de 36%. Do início de julho até 28 de outubro, o avanço acumulado foi de 5%.

 

FONTE Gazeta do Povo.

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Economia

Dólar opera em alta atento à Covid-19 e atinge R$ 5,63

Reporter Plural

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Foto: Agência Brasil

O dólar comercial opera em alta frente ao real, após oscilar sem direção única na abertura dos negócios, com investidores digerindo à alta de casos confirmados de covid-19 na Europa e nos Estados Unidos, indicando a incidência de uma segunda onda de contaminação, o que pode frear a recuperação econômica nas regiões. Às
vésperas das eleições nos Estados Unidos, o mercado acompanha as negociações em torno do novo pacote de estímulo fiscal no país.

Às 9h51 (de Brasília), a moeda norte-americana operava em alta de 0,39% no mercado à vista, cotada a R$ 5,6360 para venda, enquanto o contrato para novembro oscilava em alta de 0,17%, a R$ 5,6370.

O economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa, avalia que a segunda onda de contaminação por Covid-19 pesa nos mercados, em especial no europeu. Enquanto isso, a demora para o Congresso norte-americano chegar a um acordo sobre pacote fiscal afeta os preços de ativos por lá.

“O receio em relação à segunda onda de covid-19, que alguns estudiosos dizem que pode ser pior do que a primeira, pesa sobre os mercados. Porém, governos seguem relutantes em tomar medidas mais rígidas de distanciamento
social iguais às adotadas em março e abril devido à oposição política e fadiga da população com essas medidas”, avalia.

O analista da corretora Mirae Asset, Pedro Galdi, destaca que investidores também seguem atentos ao aumento de casos do novo coronavírus nos Estados Unidos e, como nas semanas anteriores, nas discussões em torno do pacote de estímulo fiscal trilionário que “não anda” por conta da proximidade da eleição, na semana que vem.

Hoje, começa a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) no qual o mercado espera a manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 2,00% pela segunda vez seguida.

Para o economista-chefe da Infinity Asset, Jason Vieira, o encontro traz à autoridade monetária o desafio de alterar o discurso insistente de abertura de espaço para futuros cortes de juros e definir por um “fechamento definitivo
da porta” no curto prazo, em meio aos desafios inflacionários e fiscais.

 

FONTE AGENCIA BRASIL

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