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Tite diz que seleção brasileira busca novas formas de atuar

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A seleção brasileira de futebol enfrenta nesta sexta-feira (6), às 21h30, a Colômbia, em amistoso, em Miami, nos Estados Unidos. Em entrevista coletiva, o técnico Tite disse que a seleção colombiana foi o adversário que deu mais trabalho ao Brasil nas eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

“Quando nos enfrentamos nas eliminatórias, foi a seleção [com] que mais embate técnico nós tivemos. Os dois jogos foram muito difíceis, mas com competição física e lealdade técnica. Nós enfrentamos agora uma seleção que continua sólida”, afirmou Tite, ao lembrar a vitória por 2 a 1 contra os colombianos em Manaus, e o empate em 1 a 1 em Barranquilla.

Durante a fase eliminatória, a Colômbia era comandada por José Pekerman. No amistoso de amanhã no Hard Rock Stadium, quem dará as ordens ao time será o português Carlos Queiroz, treinador atual da equipe. De acordo com Cléber Xavier, o auxiliar técnico da seleção brasileira, Queiroz “tem experiência e qualidade nos trabalhos que realizou até aqui. Estamos acompanhando a Colômbia desde os amistosos para a Copa América. É uma equipe renovada em termos de idade, que tem jogadores de velocidade e força.”

Na entrevista, Tite falou sobre o estilo de jogo da seleção brasileira, que também tem buscado novas formas de atuar e mudou a sua característica em relação aos dois últimos confrontos. “Hoje nós jogamos com uma composição com quatro homens no meio de campo, e o quarto é o Firmino. É um desenho diferente do que tínhamos. Isso exige tempo até coordenar, acompanhar raciocínio de cada um, rapidez.”

A expectativa é de casa cheia na noite de sexta-feira no Hard Rock Stadium, palco dos jogos do Miami Dolphins, time de futebol dos Estados Unidos.

*Com informações da CBF – Agência Brasil

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Esportes

VOLTA DO ESPORTE EM SANTA ROSA ⚽

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– Passeio ciclístico
– Futebol de Várzea
– Nova sede da Secretaria de Esportes

No IMPRENSA LIVRE desta terça-feira, 27, às 14h, o Secretário de Esportes de Santa Rosa, FERNANDO CLASSMANN, fala dos projetos para retomada do esporte em Santa Rosa.

IMPRENSA LIVRE, apresentação, ANDRÉ CHRISTENSEN GARCIA, no Portal Plural (Facebook e Youtube)

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Esportes

Novos esportes em Tóquio: 16 brasileiros competem no surfe e no skate

As outras três novas modalidades olímpicas não têm atletas nacionais

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© Gaspar Nóbrega/COB/Direitos Reservados

Vai ter onda, vai ter rampa. E torcida por manobras radicais, em 360 graus, por exemplo. Surfe e skate, que estão entre as cinco modalidades que estreiam na Olimpíada de Tóquio, terão, ao todo, 16 atletas brasileiros – alguns dos favoritos ao pódio. Nas outras três novidades (karatê, escalada e beisebol/softbol), não teremos representantes, mas as provas também vão despertar a curiosidade do público. 

No surfe, as ondas japonesas terão as presenças de quatro brasileiros acostumados a vitórias e títulos: Silvana Lima, Tatiana Weston-Webb (segunda colocada no ranking mundial entre as mulheres), Gabriel Medina (o primeiro na liga entre os homens) e Ítalo Ferreira. Eles têm chances reais de brilho nos mares e nos pódios para o Brasil. As baterias começam no domingo (25), e estão previstas para ocorrer até o dia 28, podendo se estender até o dia 1º de agosto (no surfe, o calendário prevê janelas para que as provas aconteçam, por conta da necessidade de condições meteorológicas ideais).

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) considera que o Brasil está entre as três potências do surfe, e carrega em suas pranchas três títulos mundiais, com Gabriel Medina (2014 e 2018), que estará em Tóquio, e com Adriano de Souza, o Mineirinho (2015). Um adversário forte para os brasileiros pode ser o norte-americano Kelly Slater (11 títulos mundiais), que é reserva na equipe do seu país.

Mesmo estreando apenas em 2021, em Estocolmo (1912), o surfe ficou conhecido porque o norte-americano Duke Kahanamoku, praticante da modalidade, ganhou duas medalhas na natação. No Brasil, a primeira prancha que se tem notícia foi feita na década de 1930, em Santos.

Saiba mais sobre o surfe no #EBCemTóquio:

“Prancha” com rodinha

No skate, 12 brasileiros vão competir nas rampas na primeira experiência do esporte em Jogos Olímpicos. Os competidores (feminino e masculino) estão em duas categorias: park (com Dora Varella, Isadora Pacheco, Yndiara Asp, Luiz Francisco, Pedro Barros e Pedro Quintas) e street (com Letícia Bufoni, Pâmela Rosa, Rayssa Leal, Felipe Gustavo, Giovanni Vianna e Kelvin Hoefler).

Trata-se de um esporte com DNA norte-americano, e inspirado no surfe. Quando precisavam lidar com a falta de ondas, surfistas na Califórnia passaram a simular em prancha de madeira com rodinhas os movimentos que queriam fazer nos mares. Os primeiros skates brasileiros só chegaram na década de 1960, e a Confederação Brasileira de Skate está estabelecida desde 1999.

O Brasil entra forte para a briga por medalhas no skate: no street feminino Pâmela Rosa (primeira), Rayssa Leal (segunda) e Letícia Bufoni (quarta) estão entre as melhores do mundo. Kelvin Hoefler é o quarto colocado no ranking mundial no street masculino e Luiz Francisco (terceiro) e Pedro Barros (quarto) estão no topo desta lista no park masculino. Dora Varella, em nono, é a brasileira melhor colocada no ranking do park feminino.

Entenda a origem e a disputa do skate no #EBCemTóquio:

Taco e bolinha

Não haverá atletas brasileiros nas outras três modalidades estreantes nos Jogos de Tóquio, mas fazer parte do programa olímpico é algo que pode encorajar futuras participações nacionais. As competições de beisebol/softbol, escalada e karatê colocarão mais medalhas em disputa.

No caso do beisebol/softbol, não é tão inédito assim. A modalidade apareceu na Olimpíada pela primeira vez em 1992 (em Barcelona, com o time de Cuba levando o ouro). Em 1996 (Atlanta, com título para os anfitriões norte-americanos), o softbol estreou. Mas, em Londres 2012, as modalidades deixaram de ser olímpicas – e retornam agora em Tóquio.

Veja também: Japão abre Olimpíada com vitória sobre Austrália no softbol

A diferença entre beisebol e softbol relaciona-se ao espaço, à organização e algumas regras. O softbol permite a prática em ginásios cobertos e campos fechados e menores. A bola é maior e o tempo de jogo menor. Outra diferença é que o arremesso é feito com um movimento com o braço de baixo para cima (com o punho, abaixo, e o cotovelo obrigatoriamente alinhados verticalmente), de acordo com o Comitê Olímpico do Brasil.

No softbol, os Estados Unidos conquistaram três ouros (Atlanta 1996, Sidney 2000 e Atenas 2004). No beisebol, três títulos são de Cuba (Barcelona 1992, Atlanta 1996 e Atenas 2004). A Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol organiza o esporte por aqui.

Sabia que o beisebol é o esporte mais popular no Japão? Descubra neste episódio do #EBCemTóquio:

Nova luta no tatame

Um esporte que estreia no Japão é uma prática do próprio anfitrião. E no início do século 19 já era praticado como atividade para prática de educação física. No Brasil, chegou com os imigrantes japoneses no início do século 20. Nas telas do cinema, a sabedoria do mestre Miyagi para ensinar o aprendiz Daniel San, em Karatê Kid, comoveram o mundo e chamaram atenção para o esporte.

De acordo com a Confederação Brasileira de Karatê, a palavra japonesa que dá nome ao esporte significa “mãos vazias”, e prevê o “mais eficaz uso de todas as partes do corpo para fins de autodefesa (…).  Nos últimos anos, foram formuladas regras de combate simulado para se evitar ferimentos graves, com o propósito de introduzir o karatê como um esporte competitivo”.

Olhar para cima

A escalada é outra debutante nos jogos de Tóquio. A modalidade tem três categorias: velocidade, dificuldade e bouldering. Todos os competidores olímpicos participarão nas três. A classificação final leva em conta o resultado de todas juntas.

Em relação à velocidade, dois atletas fazem um percurso numa parede de 15 metros. Vence quem chega primeiro. Na dificuldade, os atletas tentam subir o mais alto possível em uma parede com mais de 15 metros de altura em um tempo fixo. No bouldering, os competidores têm outro desafio: seguir uma rota fixa em uma parede de 4 metros de altura em um tempo determinado. A Associação Brasileira de Escalada Esportiva divulga a modalidade no país.

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Esportes

Prefeitura organiza atividades esportivas para Cruzeiro

As inscrições para as ações que serão realizadas no CEU estão abertas para karatê e futebol

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As Secretarias de Esporte e de Assistência Social estão trabalhando em conjunto para o desenvolvimento de ações em Cruzeiro. A ideia é voltar com as atividades físicas. Aulas de Karatê e Futebol estão previstas para serem desenvolvidas nesse semestre. As ações devem ocorrer no espaço CEU das Artes do Bairro Cruzeiro.

Estimular crianças e jovens para a prática de ações esportivas. Esse é o objetivo da Prefeitura com as realizações das aulas de esporte para os moradores de Cruzeiro. Estes, têm um espaço qualificado para a realização das atividades no CEU das Artes. O local possui uma ampla área destinada ao desenvolvimento social, cultural e esportivo para crianças e jovens. Também possui uma biblioteca moderna, um laboratório de informática, pista de Skate, sala de anfiteatro, sala de jogos e quadra de esporte. As inscrições são gratuitas e realizadas diretamente no CEU das Artes pelo fone 3511-5133 a partir desta segunda-feira(19).

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