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TikTok violou regras de privacidade de crianças, dizem entidades – Portal Plural
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Tecnologia

TikTok violou regras de privacidade de crianças, dizem entidades

Reporter Cidades

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| Foto: Kon Karampelas/Unsplash


Um grupo de organizações de defesa da privacidade está apresentando uma queixa na Federal Trade Commission (FTC) (agência independente de defesa do consumidor nos EUA) nessa semana, alegando que o popular aplicativo TikTok violou um decreto de consentimento e uma lei que protege a privacidade das crianças online.

O Center for Digital Democracy, o Campaign for a Commercial-Free Childhood e outros grupos disseram que o TikTok não conseguiu tirar do ar todos os vídeos feitos por crianças menores de 13 anos, como concordou em fazer sob um acordo de consentimento com a FTC anunciado em fevereiro de 2019.

A porta-voz da TikTok, Hilary McQuaide, disse em resposta à nova reclamação que “levamos a privacidade a sério e estamos comprometidos em ajudar a garantir que o TikTok continue sendo uma comunidade segura e divertida para nossos usuários”.

Como parte do acordo de consentimento, a FTC havia dito que o TikTok, então conhecido como Musical.ly, sabia que crianças pequenas usavam o aplicativo e eles não possuíam o consentimento dos pais para coletar seus nomes, endereços de e-mail e outras informações pessoais. A empresa pagou uma multa de US$ 5,7 milhões.

Mas, segundo os defensores da privacidade, o TikTok falhou em excluir informações pessoais sobre usuários com 12 anos ou menos, conforme prometido como parte do acordo de consentimento.

“Descobrimos que o TikTok atualmente tem muitos usuários com menos de 13 anos de idade e muitos deles ainda têm vídeos de si que foram enviados em 2016, anos antes do decreto de consentimento”, disseram na denúncia.

A decisão do TikTok de criar contas para crianças menores de 13 anos com menos funcionalidade não cumpriu os requisitos da Lei de Proteção à Privacidade Online das Crianças, porque a empresa ainda coleta informações, que são compartilhadas com terceiros que as usam para publicidade. Além disso, as crianças podem facilmente evitar o uso da versão infantil do aplicativo não assinalando sua verdadeira idade, disseram os grupos.

“O TikTok continua sendo um dos aplicativos mais populares do mundo, e é amplamente usado por crianças e adolescentes nos Estados Unidos, por isso é especialmente importante que a FTC investigue rápida e minuciosamente as práticas do TikTok e tome medidas efetivas de aplicação”, disseram os grupos em sua queixa.

Agência Brasil

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Mundo

Pequeno investidor já pode comprar ações da Apple, Amazon e Microsoft

Reporter Global

Publicado

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Foto: Angela Weiss / AFP / CP

 

A partir desta quinta-feira, BDRs, certificados que representam papeis de empresas estrangeiras, poderão ser negociados com valores mais acessíveis

 

Os pequenos investidores brasileiros finalmente poderão ampliar sua carteira, comprar ações de companhias estrangeiras e “ser sócios” de empresas como Apple, Amazon e Microsoft, a partir desta quinta-feira. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou as últimas mudanças no Regulamento para Listagem de Emissores e Admissão à Negociação de Valores Mobiliários da B3 (bolsa de valores brasileira), o que permitiu a liberação.

Até então, os Brazilian Depositary Receipts (BDRs), certificados negociados na B3 que representem ações de empresas estrangeiras ou ETFs negociados em um “mercado reconhecido”, somente podiam ser comprados por investidores qualificados, aqueles com mais de R$ 1 milhão em patrimônio investido, ou por profissionais do mercado financeiro.

A autorização para compra dos BDRs entrou em vigor em 1º de setembro, mas precisava de uma regulamentação da B3 para que fosse possível estabelecer o conceito de “mercados reconhecidos”. Posteriormente, a bolsa de valores avaliará a inclusão de outras bolsas estrangeiras como “mercados reconhecidos”. Entre as exigências da B3 para a inclusão das companhias, estão: volume mínimo de negociação, divulgação contábil e a exigência de que o ETF seja listado em um país que tenha celebrado acordo de cooperação com a CVM.

O investidor terá 670 opções de BDRs lastreados em grandes companhias, segundo o diretor de relacionamento com clientes da B3, Felipe Paiva. “Chegou a tão esperada data para que os BDRs possam ampliar a carteira de investimentos da pessoa física, possibilitando a aquisição de ações internacionais. Esse movimento leva o mercado de capitais brasileiro para um novo patamar, tornando-o ainda mais forte e abrangentes”, afirma Paiva.

De acordo com a B3, o BDR “é uma alternativa para diversificação de portfólio, pois ele pode ser acessado de forma simples, pelos sistemas das corretoras, sem a necessidade de mandar dinheiro para o exterior e sem a preocupação com a conversão do câmbio”. O investidor não será tributado pelo IOF e não terá custos para enviar dinheiro ao exterior.

 

Investir em BDRs exigem conhecimento, diz especialista

Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor-executivo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), destacou que os BDRs são mais indicados para os investidores qualificados. É um investimento que exige mais conhecimento sobre o mercado financeiro, acrescenta Oliveira, porque tem risco. “O investidor estará comprando ações de empresas internacionais que passam por toda a volatividade e os riscos do mercado financeiro.”

OIiveira disse que as negociações de BDRs são positivas e trazem benefícios para o mercado brasileiro, porém, exigem cautela do investidor como qualquer aplicação.

 

 

Correio do Povo

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Tecnologia

Clonagem de WhatsApp afeta mais de 15 mil brasileiros por dia

Reporter Global

Publicado

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Clonagem de WhatsApp afeta mais de 15 mil brasileiros por dia

 

O dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, realizou um levantamento sobre o cenário da cibersegurança no Brasil referente a setembro deste ano e divulgou os resultado na última quinta-feira.

De acordo com os dados coletados, mais de 473 mil brasileiros foram vítimas do golpe de clonagem de WhatsApp. Somente no último mês, uma média de mais de 15 mil pessoas por dia foram vítimas desse tipo de ação. Em comparação com agosto deste ano, o número atual foi 25% maior.

O estado de São Paulo, o mais populoso do país, concentrar o maior volume de ataques, com 107 mil vítimas. Na sequência, aparece o estado do Rio de Janeiro, com 60 mil, e Minas Gerais com 43 mil.

 

Crimes pela internet podem ter penas mais severas no Brasil

”A clonagem de WhatsApp é um golpe que começa com a engenharia social, um método de ataque em que uma pessoa mal-intencionada faz uso da manipulação psicológica para induzir alguém a realizar ações específicas, como compartilhar informações pessoais, baixar aplicativos falsos ou abrir links maliciosos. No caso da clonagem, o cibercriminoso pede especificamente os dados pessoais, número de celular e o código de confirmação que dá acesso ao WhatsApp da vítima”, explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

De posse do número de celular e do código de confirmação, o cibercriminoso pode acessar o WhatsApp da vítima. Após acessar o aplicativo de troca de mensagens, o golpista inicia conversas com os contatos da vítima. O executivo do dfnfdr lab conta que, em posse dos dados pessoais do dono da conta, novamente a Engenharia Social é usada para convencer amigos e familiares a prestar favores, visando ganho financeiro.

Como se proteger

Para se proteger de criminosos que querem invadir o WhatsApp, uma das formas mais eficiente é pela autenticação em dois fatores, dessa forma é necessário digitar uma senha pessoal além do código de segurança enviado pela plataforma quando for habilitar o perfil em outro smartphone.

Outra orientação importante é nunca enviar algum código de segurança que é enviado sem ter sido solicitado pelo próprio usuário. Caso receba uma mensagem contendo essa sequência numérica, não compartilhe ou repasse para terceiros.

A própria empresa disponibiliza na internet dicas e orientação sobre como proceder em caso de ter a conta roubada e como garantir a segurança durante a troca de mensagens.

 

Correio do Povo

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Tecnologia

WhatsApp lança pacote de figurinhas para as eleições 2020

Pacote tem 23 stickers sobre data e horário de votação, condutas proibidas e medidas sanitárias para votar com segurança por conta da pandemia

Pável Bauken

Publicado

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O pacote traz 23 figurinhas que fornecem orientações para eleitores | Foto: Divulgação / CP

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o WhatsApp anunciam nesta sexta-feira (16) o lançamento de um pacote de figurinhas sobre as eleições municipais de 2020.

O pacote Eleições 2020 traz 23 figurinhas que fornecem orientações sobre data e horário de votação, alertam para condutas proibidas como boca de urna e reforçam medidas sanitárias para votar com segurança por conta da pandemia de covid-19.

Os desenho também estimulam os usuários a verificarem a veracidade de qualquer informação compartilhada na plataforma, além de reforçar o lema da campanha sobre o voto consciente.

O download do pacote completo de figurinhas pode ser feito aqui.

“Parafraseando Milton Nascimento, a Justiça Eleitoral deve estar aonde o povo está. E fazer uso de todos os meios, canais e formatos que se aproximem da realidade dos eleitores, entregando informações relevantes de maneira objetiva e simples. Nesse sentido, a disseminação das figurinhas é mais um passo para cumprir a missão da nossa comunicação, pública, gratuita, de qualidade e a serviço da sociedade”, explica o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE.

A iniciativa faz parte de uma parceria inédita entre o TSE e o WhatsApp para reforçar o combate à desinformação e incentivar a circulação de informações oficiais, verídicas e checadas sobre o processo eleitoral.

Tirando dúvidas

Recentemente anunciada, a aliança entre a Corte Eleitoral e o aplicativo de mensagens privadas engloba a criação do “Tira-dúvidas no WhatsApp“, um chatbot – assistente virtual – para facilitar o acesso dos eleitores a informações relevantes, que vão desde data, horário e local de votação, à checagem de notícias falsas sobre as eleições municipais de 2020.

Além do chatbot, foi desenvolvido um canal específico para que o TSE colete denúncias sobre contas suspeitas de realizar disparos em massa, uma conduta proibida pela lei eleitoral e pelos Termos de Serviço do aplicativo. Após o recebimento das denúncias, o WhatsApp conduzirá uma apuração interna para verificar se as contas indicadas violaram as políticas do aplicativo e, se for o caso, bani-las da plataforma.

ebc

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