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Política

Sonia pede nomeação de policiais ao governador do Estado

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Na contramão da interiorização do crime organizado e do crescimento da população, o Rio Grande do Sul apresenta um dos menores números de policiais civis dos últimos 40 anos. O Estado tem 873 agentes e delegados a menos do que no início dos anos 1980. São menos de 5 mil agentes responsáveis por investigar crimes, 48% abaixo do ideal. Há, em média, um servidor para cada 2.276 gaúchos. Na Brigada Militar, o cenário é similar: são 15 mil PMs a menos, o que significa ausência de 47% em relação ao previsto em lei.

Além disso, com os indicativos de reforma na Previdência e a insegurança dos agentes acerca do futuro, o movimento de aposentadorias pode levar o Estado a um déficit ainda maior, tendo em vista que somente neste ano, quase 700 agentes estão aptos a se aposentar. Nos últimos cinco anos, 1.683 policiais civis deixaram a ativa no Estado.

Diante deste quadro, a vereadora Sonia Conti propôs o envio de documento ao Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e ao Secretário Estadual de Segurança Pública, Ranolfo Vieira Jr., manifestando apoio à Comissão dos aprovados no concurso da Polícia Civil/RS 2018, em suas reivindicações pela convocação para cursar a Academia de Polícia e ingressar na Instituição, ajudando a amenizar o déficit de efetivo e minimizar os prejuízos sofridos pela sociedade em decorrência do crescimento exponencial da criminalidade. Foram 2.418 candidatos aprovados em todas as fases do certame, que oferecia 1.200 vagas para os cargos de Escrivão e Inspetor de Polícia Civil.

Segundo a vereadora, com o chamamento de todos os aprovados neste concurso, seria possível o suprimento de pelo menos a metade do déficit existente, visto que a defasagem atual do quadro de servidores das carreiras do Estado nestes cargos é de quase 5 (cinco) mil agentes.

A Moção, subscrita por todos os vereadores, partiu de pedido da Comissão dos aprovados no último concurso da Polícia Civil do RS, e se somará a outros 37 municípios do Estado que reivindicam pelas nomeações.

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Política

Bolsonaro quer novas térmicas a carvão, mas BNDES nega financiamento

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Plano do Ministério de Minas e Energia prevê investimento de R$ 20 bilhões para renovar o parque de usinas a carvão mineral, fonte reconhecida como uma das mais poluentes da matriz elétrica

O plano do governo Bolsonaro de renovar o atual parque de usinas térmicas de carvão mineral do País, fonte reconhecida como uma das mais poluentes da matriz elétrica, prevê a injeção de R$ 20 bilhões nessas operações nos próximos dez anos. A questão é saber de onde sairá o dinheiro para financiar um negócio que tem encolhido em todo o mundo devido à urgência na redução de emissões de gases de efeito estufa. O BNDES, principal banco estatal de apoio e financiamento ao setor elétrico, está fora dessa aposta, diz que só apoia energia limpa e que, até segunda ordem, não pretende colocar nenhum centavo naquele que é um dos principais programas energéticos do governo federal.

Para evitar atritos, o Ministério de Minas e Energia (MME) justifica que a decisão do banco teria relações com a definição de “prioridades” de investimento, devido à “restrição de recursos” financeiros do banco. O BNDES, porém, deixa claro que não se trata de falta de recursos, mas da forma como encara o assunto. No setor de energia, disse o banco, “tal visão está necessariamente alinhada com os esforços para construir uma matriz energética diversificada e limpa”.

Fonte: terra

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Política

Incentivos para os Biodigestores

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A deputada estadual Zilá Breitenbach se reuniu nesta quinta-feira (14), com o Chefe da Casa Civil, Artur Lemos Junior, tratando da pauta que defende desde 2017 para que o Governo do RS tenha um programa de incentivos visando a disseminação do uso dos Biodigestores.

“Tenho insistido nesta pauta que representa além de todos os benefícios ambientais com a destinação correta dos dejetos animais e preservação da água, uma renda extra ao nosso produtor rural. Vivemos uma crise hídrica nunca vista antes, precisamos pensar em soluções sustentáveis, para seguirmos crescendo com nossa produção e ainda garantir agua potável para o futuro”, explicou Zilá que também é presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa Gaúcha.

Na oportunidade a deputada solicitou que o governo analise as propostas que já foram encaminhadas através da Frente Parlamentar da Matriz Produtiva dos Biodigestores para que os incentivos para a instalação da tecnologia estejam contemplados no Avançar, que deve ser lançado em breve na área da Agricultura e Sustentabilidade.
Os deputados titulares da Comissão de Agricultura da ALRS apoiam esta iniciativa, por saberem da importância dos Biodigestores tanto na economia quanto fonte de energia renovável.

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Política

Centrão duela com evangélicos por liberação de jogos de azar

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Tema inclui de cassinos a regulação do jogo do bicho, e pode levar proposta a voto em novembro

O avanço das discussões no Congresso sobre a legalização de jogos de azar colocou em campos opostos dois dos principais grupos aliados do governo Jair Bolsonaro. De um lado, o Centrão age para aprovar uma proposta ampla, que inclui até a liberação do jogo do bicho, sob a justificativa de que vai alavancar a economia e o turismo. Do outro, evangélicos afirmam que o vício nos jogos prejudica as famílias e vai de encontro aos valores religiosos que eles defendem. No meio deles, o Palácio do Planalto evita se posicionar, mas o próprio filho mais velho do presidente, senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), é um dos defensores de tornar a jogatina legal no País.

Os jogos de azar são proibidos no Brasil desde 1946, quando o então presidente Eurico Gaspar Dutra afirmou que a “tradição moral, jurídica e religiosa” do Brasil não combinava com a prática, além de considerá-los “nocivos à moral e aos bons costumes”. Desde então, diversas propostas foram apresentadas para legalizar a jogatina, mas nenhuma avançou.

Fonte: terra

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