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Esportes

Skatistas brasileiros iniciam temporada visando aos Jogos de Tóquio

Etapa que abre circuito nacional no ano vale ponto em ranking olímpico

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© Julio Defeton/STU/Direitos Reservados


A cidade de Criciúma (SC) recebe até domingo (24) a primeira etapa do STU Nacional, que é o circuito brasileiro de skate de street e park, as duas provas olímpicas da modalidade. As disputas começaram nesta sexta-feira (22) com as eliminatórias do street masculino e do park feminino e masculino.

O torneio vale pontos na disputa para representar o Brasil na Olimpíada de Tóquio (Japão), que marca a estreia do skate no evento. Cada país poderá levar aos Jogos até 12 atletas que estejam entre os 20 melhores do ranking da World Skate (federação internacional da modalidade), sendo seis por prova (três homens e três mulheres).

No park feminino, oito skatistas garantiram nesta sexta-feira a classificação à final da etapa, que será neste sábado (23), às 17h30 (horário de Brasília): Dora Varella, Victoria Bassi, Erica Leguizamon, Isadora Pacheco, Emily Antunes, Camila Borges, Raicca Ventura e Maitê Demantova. Dora, Victoria e Isadora estão entre as 30 melhores do ranking mundial da prova e fazem parte da seleção brasileira principal, enquanto Raicca e Maitê integram as seleções de base.

“É muito bom começar o ano com uma competição em uma pista de alto nível, depois de tanto tempo sem campeonatos. Espero que eu consiga uma boa colocação e comece o ano bem para a corrida olímpica”, afirmou Dora, em depoimento ao site da Confederação Brasileira de Skate (CBSk). Também neste sábado, as eliminatórias do street feminino começam às 10h e as semifinais do  masculino ocorrem a partir das 13h. As disputas podem ser acompanhadas pelo canal oficial do evento no YouTube. À tarde, antes de final das mulheres, será realizada a semifinal do park masculino, às 15h30.

O domingo será aberto com a final do park masculino, às 10h. Na sequência, às 12h, ocorre a decisão do street feminino. Já às 13h30, os melhores skatistas do street masculino brigam pelo título no encerramento do evento. As duas finais de street também serão transmitidas no canal oficial do STU Nacional.

O street é um estilo de skate praticado com obstáculos de rua, como escadarias ou corrimões. O Brasil tem metade das atletas que integram o top-10 do ranking mundial. Entre elas, Rayssa Leal (número dois do mundo) e Virginia Fortes Aguas (décima), que estão em Criciúma. Já no masculino, a dupla da seleção Lucas Rabelo (19º do mundo) Felipe Gustavo (21º) e João Lucas Alves, o Xuxu, atual campeão brasileiro, são os destaques na competição em Santa Catarina.

“Além da importância natural do STU, que é o maior campeonato de skate do Brasil, ainda terá pontuação válida para a classificação olímpica. Acabei ficando de fora da última etapa em São Paulo, em função de uma lesão no tornozelo, mas fiz tratamento durante as festas de final de ano e pisei no skate novamente dia 16 agora”, disse Rabelo, ao site da CBSk.

Já no park, a pista tem formato similar a de uma piscina, com paredes e elementos de rua. Oito dos inscritos na etapa de Criciúma entre os homens figuram no top-30 mundial da prova, sendo três entre os dez primeiros: Luiz Francisco (segundo), Pedro Barros (quarto) e Pedro Quintas (sexto). Eles integram a seleção masculina, assim como Mateus Hiroshi (13º do mundo), Murilo Peres (16º) e Héricles Fagundes (24º), que também brigam pelo título neste fim de semana.

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Esportes

VOLTA DO ESPORTE EM SANTA ROSA ⚽

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– Passeio ciclístico
– Futebol de Várzea
– Nova sede da Secretaria de Esportes

No IMPRENSA LIVRE desta terça-feira, 27, às 14h, o Secretário de Esportes de Santa Rosa, FERNANDO CLASSMANN, fala dos projetos para retomada do esporte em Santa Rosa.

IMPRENSA LIVRE, apresentação, ANDRÉ CHRISTENSEN GARCIA, no Portal Plural (Facebook e Youtube)

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Esportes

Novos esportes em Tóquio: 16 brasileiros competem no surfe e no skate

As outras três novas modalidades olímpicas não têm atletas nacionais

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© Gaspar Nóbrega/COB/Direitos Reservados

Vai ter onda, vai ter rampa. E torcida por manobras radicais, em 360 graus, por exemplo. Surfe e skate, que estão entre as cinco modalidades que estreiam na Olimpíada de Tóquio, terão, ao todo, 16 atletas brasileiros – alguns dos favoritos ao pódio. Nas outras três novidades (karatê, escalada e beisebol/softbol), não teremos representantes, mas as provas também vão despertar a curiosidade do público. 

No surfe, as ondas japonesas terão as presenças de quatro brasileiros acostumados a vitórias e títulos: Silvana Lima, Tatiana Weston-Webb (segunda colocada no ranking mundial entre as mulheres), Gabriel Medina (o primeiro na liga entre os homens) e Ítalo Ferreira. Eles têm chances reais de brilho nos mares e nos pódios para o Brasil. As baterias começam no domingo (25), e estão previstas para ocorrer até o dia 28, podendo se estender até o dia 1º de agosto (no surfe, o calendário prevê janelas para que as provas aconteçam, por conta da necessidade de condições meteorológicas ideais).

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) considera que o Brasil está entre as três potências do surfe, e carrega em suas pranchas três títulos mundiais, com Gabriel Medina (2014 e 2018), que estará em Tóquio, e com Adriano de Souza, o Mineirinho (2015). Um adversário forte para os brasileiros pode ser o norte-americano Kelly Slater (11 títulos mundiais), que é reserva na equipe do seu país.

Mesmo estreando apenas em 2021, em Estocolmo (1912), o surfe ficou conhecido porque o norte-americano Duke Kahanamoku, praticante da modalidade, ganhou duas medalhas na natação. No Brasil, a primeira prancha que se tem notícia foi feita na década de 1930, em Santos.

Saiba mais sobre o surfe no #EBCemTóquio:

“Prancha” com rodinha

No skate, 12 brasileiros vão competir nas rampas na primeira experiência do esporte em Jogos Olímpicos. Os competidores (feminino e masculino) estão em duas categorias: park (com Dora Varella, Isadora Pacheco, Yndiara Asp, Luiz Francisco, Pedro Barros e Pedro Quintas) e street (com Letícia Bufoni, Pâmela Rosa, Rayssa Leal, Felipe Gustavo, Giovanni Vianna e Kelvin Hoefler).

Trata-se de um esporte com DNA norte-americano, e inspirado no surfe. Quando precisavam lidar com a falta de ondas, surfistas na Califórnia passaram a simular em prancha de madeira com rodinhas os movimentos que queriam fazer nos mares. Os primeiros skates brasileiros só chegaram na década de 1960, e a Confederação Brasileira de Skate está estabelecida desde 1999.

O Brasil entra forte para a briga por medalhas no skate: no street feminino Pâmela Rosa (primeira), Rayssa Leal (segunda) e Letícia Bufoni (quarta) estão entre as melhores do mundo. Kelvin Hoefler é o quarto colocado no ranking mundial no street masculino e Luiz Francisco (terceiro) e Pedro Barros (quarto) estão no topo desta lista no park masculino. Dora Varella, em nono, é a brasileira melhor colocada no ranking do park feminino.

Entenda a origem e a disputa do skate no #EBCemTóquio:

Taco e bolinha

Não haverá atletas brasileiros nas outras três modalidades estreantes nos Jogos de Tóquio, mas fazer parte do programa olímpico é algo que pode encorajar futuras participações nacionais. As competições de beisebol/softbol, escalada e karatê colocarão mais medalhas em disputa.

No caso do beisebol/softbol, não é tão inédito assim. A modalidade apareceu na Olimpíada pela primeira vez em 1992 (em Barcelona, com o time de Cuba levando o ouro). Em 1996 (Atlanta, com título para os anfitriões norte-americanos), o softbol estreou. Mas, em Londres 2012, as modalidades deixaram de ser olímpicas – e retornam agora em Tóquio.

Veja também: Japão abre Olimpíada com vitória sobre Austrália no softbol

A diferença entre beisebol e softbol relaciona-se ao espaço, à organização e algumas regras. O softbol permite a prática em ginásios cobertos e campos fechados e menores. A bola é maior e o tempo de jogo menor. Outra diferença é que o arremesso é feito com um movimento com o braço de baixo para cima (com o punho, abaixo, e o cotovelo obrigatoriamente alinhados verticalmente), de acordo com o Comitê Olímpico do Brasil.

No softbol, os Estados Unidos conquistaram três ouros (Atlanta 1996, Sidney 2000 e Atenas 2004). No beisebol, três títulos são de Cuba (Barcelona 1992, Atlanta 1996 e Atenas 2004). A Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol organiza o esporte por aqui.

Sabia que o beisebol é o esporte mais popular no Japão? Descubra neste episódio do #EBCemTóquio:

Nova luta no tatame

Um esporte que estreia no Japão é uma prática do próprio anfitrião. E no início do século 19 já era praticado como atividade para prática de educação física. No Brasil, chegou com os imigrantes japoneses no início do século 20. Nas telas do cinema, a sabedoria do mestre Miyagi para ensinar o aprendiz Daniel San, em Karatê Kid, comoveram o mundo e chamaram atenção para o esporte.

De acordo com a Confederação Brasileira de Karatê, a palavra japonesa que dá nome ao esporte significa “mãos vazias”, e prevê o “mais eficaz uso de todas as partes do corpo para fins de autodefesa (…).  Nos últimos anos, foram formuladas regras de combate simulado para se evitar ferimentos graves, com o propósito de introduzir o karatê como um esporte competitivo”.

Olhar para cima

A escalada é outra debutante nos jogos de Tóquio. A modalidade tem três categorias: velocidade, dificuldade e bouldering. Todos os competidores olímpicos participarão nas três. A classificação final leva em conta o resultado de todas juntas.

Em relação à velocidade, dois atletas fazem um percurso numa parede de 15 metros. Vence quem chega primeiro. Na dificuldade, os atletas tentam subir o mais alto possível em uma parede com mais de 15 metros de altura em um tempo fixo. No bouldering, os competidores têm outro desafio: seguir uma rota fixa em uma parede de 4 metros de altura em um tempo determinado. A Associação Brasileira de Escalada Esportiva divulga a modalidade no país.

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Esportes

Prefeitura organiza atividades esportivas para Cruzeiro

As inscrições para as ações que serão realizadas no CEU estão abertas para karatê e futebol

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As Secretarias de Esporte e de Assistência Social estão trabalhando em conjunto para o desenvolvimento de ações em Cruzeiro. A ideia é voltar com as atividades físicas. Aulas de Karatê e Futebol estão previstas para serem desenvolvidas nesse semestre. As ações devem ocorrer no espaço CEU das Artes do Bairro Cruzeiro.

Estimular crianças e jovens para a prática de ações esportivas. Esse é o objetivo da Prefeitura com as realizações das aulas de esporte para os moradores de Cruzeiro. Estes, têm um espaço qualificado para a realização das atividades no CEU das Artes. O local possui uma ampla área destinada ao desenvolvimento social, cultural e esportivo para crianças e jovens. Também possui uma biblioteca moderna, um laboratório de informática, pista de Skate, sala de anfiteatro, sala de jogos e quadra de esporte. As inscrições são gratuitas e realizadas diretamente no CEU das Artes pelo fone 3511-5133 a partir desta segunda-feira(19).

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