Síndrome de Burnout – Portal Plural
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Inclusão, Ciência e Cognição

Síndrome de Burnout

Raquel Basso Aquino

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Na matéria de hoje, convido vocês a conhecer um pouco mais sobre a síndrome de Burnout. É de conhecimento geral, que o trabalho excessivo a longo prazo pode acarretar sérios problemas de saúde que caracterizam essa síndrome, talvez pouco conhecida. Muitas vezes a longa jornada de trabalho, as horas extras, cumprir o expediente mesmo estando doente ou com o psicológico abalado pode não parecer algo preocupante, porém em alguns desses casos pode ter um impacto negativo e tornar-se uma doença: Síndrome de Burnout.

Essa síndrome se caracteriza pelo esgotamento, cobranças diárias e pressão no ambiente de trabalho. Afinal, o ambiente de trabalho não deveria ser um espaço de harmonioso? Quando isso não acontece, os profissionais são submetidos a situações exaustivas, acumulando emocional e mentalmente situações do seu dia a dia que num futuro próximo se traduzem num estado físico agravado de exaustão.

As empresas e instituições públicas ou privadas, devem saber manter um equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, além disso é importante dedicar um momento para exercer atividades diferentes e de interação que aliviam o stress e melhoram a saúde emocional dos profissionais.

Um dos caminhos para prevenir a síndrome de Burnout é organizar e gerenciar o tempo da melhor forma, essa mudança além de evitar o excesso de horas extras pode ser uma forma de beneficiar a realização de tarefas simples e melhorar significativamente a qualidade de vida, sem interferir de forma negativa nos seus projetos diários. É possível ser produtivo, criando um cronograma e uma rotina que pode também ser dividida em etapas, realizando um pouco a cada dia e determinando quais são suas prioridades.

Para se organizar melhor e estabelecer prazos, uma dica é criar lembretes em locais estratégicos da casa ou mesmo utilizar a tecnologia a ser favor, por meio de celular ou aplicativos afins, que serão essenciais para auxiliar no cumprimento das tarefas. Sempre que sentir necessidade, mude a rotina, se permita realizar atividades que não fazem parte do seu cronograma, inclua lazer e atividades físicas regularmente para manter-se saudável, cuide da alimentação, faça pausas entre as atividades, reserve momentos em família e com os amigos, e cuide da saúde emocional.

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Inclusão, Ciência e Cognição

Porque as crianças repetem filmes, brincadeiras, livros?

Raquel Basso Aquino

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Um tanto inusitado para nós adultos que conseguimos memorizar facilmente filmes, brincadeiras, músicas, livros, comidas preferidas, lugares, e outros, parecendo monótono quando as crianças ficam obcecadas por assistir mil vezes a mesma coisa.

E você, já reparou isso no seu filho(a)? Vou explicar de uma maneira bem simples: as crianças memorizam o que assistem por meio da repetição, elas precisam reproduzir várias vezes a mesma brincadeira ou história para aprender e consolidar tal aprendizagem. Na primeira vez que assistem um determinado desenho por exemplo, observam as cores e o cenário em que se passa a história, após assistir mais de duas vezes, começam a perceber a narrativa, linguagem e moral da história. Isso parece curioso, porém o que para nós parece uma repetição diária, para as crianças consiste em reelaborar de diferentes formas a mesma situação, pois a cada momento sua percepção fica mais aguçada.

Até mesmo uma brincadeira inventada pelo pai ou pela mãe, faz com que a criança goste e peça para repetir outras vezes, isso, porque ela se sente bem e através da brincadeira busca conhecer a si mesma. Quando essa troca se torna recíproca, os laços de afeto se estreitam possibilitando momentos únicos e de muita descontração.

Não há nada de errado em repetir, criar novas ideias e expandir o repertório da criança pode auxiliar de forma positiva na aprendizagem, pois trabalha diretamente com o real interesse da criança. Na maioria desses casos a repetição é saudável para o desenvolvimento infantil, porém se durante o filme ou brincadeira a criança apresentar irritabilidade e continuar repetindo incansavelmente, os pais devem estar atentos, já que este tipo de comportamento é semelhante em crianças do espectro autista.

O diagnóstico deve ser feito com um especialista, o que requer consultas e avaliações minuciosas, portanto pais, as crianças terem suas preferências, não deixando de assistir ou brincar de coisas diferentes com frequência é uma fase fundamental da infância, lembrando que cada criança se desenvolve no seu tempo.

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Inclusão, Ciência e Cognição

Flexibilização curricular nas escolas

Raquel Basso Aquino

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Em meio a pandemia e cenário atual, a tecnologia e educação podem andar de mãos dadas, a maioria das instituições já se valem das ferramentas digitais para diversificar o ensino, produzir aulas mais atraentes e criativas, estimular os alunos em relação a produtividade do conhecimento, e, neste momento dar continuidade ao ensino e aprendizagem a distância. Flexibilizar o currículo oportuniza adaptar o ensino às necessidade individuais de cada aluno, tornando assim a sala de aula um espaço de inclusão.

É essencial lembrar-se de que cada ser humano é único, e o investimento na educação inclusiva nos remete a repensar o desenvolvimento do currículo escolar, a fim de oferecer um ensino de qualidade a todos os educandos.

Os professores muitas vezes sentem-se despreparados e sem apoio para atender alunos com deficiência, enquanto os pais buscam encontrar uma escola que reconheça e respeite os direitos educacionais dos seus filhos. Ainda que seja desejável, nem todas as escolas contam com uma estrutura profissional para atender alunos portadores de deficiências ou transtornos, mas isso não significa que o processo de inclusão esteja totalmente inviabilizado.

Você já identificou os benefícios de usar a tecnologia para inclusão? Com certeza os alunos terão um avanço no desempenho escolar. A tecnologia assistiva pode ser entendida a partir de recursos utilizados para se locomover como uma simples bengala, até os aplicativos e softwares mais bem desenvolvidos, tais aplicativos são aliados não apenas na aprendizagem, mas também muito utilizados para diversificar e flexibilizar o currículo escolar, pois permite que o conteúdo seja apresentado de diferentes formas aos alunos.

É bem provável que você utilize várias tecnologias assistivas no seu dia a dia, sem se dar conta disso, como por exemplo: recursos que informam sobre acessibilidade dos estabelecimentos, auxiliam e dão suporte para navegar na internet, relógios inteligentes, transição de áudio para texto, leitura de rótulos e muitos outros que sem perceber nos fazem interagir facilmente com o mundo globalizado. Uma das dicas é: evite que as crianças usem a tecnologia sem um objetivo ou em tempo integral, promovendo a funcionalidade e participação de todos.

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Inclusão, Ciência e Cognição

Tecnologia e Educação

Raquel Basso Aquino

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A tecnologia se faz presente na educação há muito tempo, porém nos dias de hoje surge como uma alternativa para dar continuidade ao ano letivo, corrompido pela pandemia. Será que os professores se sentem preparados para administrar aulas totalmente online? Será que todos os alunos tem acesso a computadores e internet, e aqueles que tem, será que estão se adaptando? Além das vídeo aulas as escolas tem como alternativa organizar um portfólio de atividades para casa, um método também para aqueles que não tem acesso a recursos tecnológicos. Promover a aprendizagem mediada a distancia tem sido uma realidade desafiadora para alguns pais e alunos, a constante preocupação com os conteúdos e o “fracasso” escolar, nos da a impressão de estarmos sem rumo, a mercê de dias melhores. O que muitos pais não observam é que além das questões relacionadas ao desenvolvimento intelectual, precisamos estar atentos ao desenvolvimento psicológico, e isso, muitas vezes foge da compreensão das crianças. Diferentes formas práticas e de orientação vem sendo utilizadas com as crianças, atividades para preencher o tempo livre, cronograma de horários, na tentativa de mascarar a situação preocupante e exaustiva que estamos vivendo.

Veja, promover a aprendizagem é tão importante quanto desenvolver um olhar reflexivo sobre seu filho(a), neste momento busque estreitar os laços afetivos e conhece-lo melhor. Para os pais que não podem ficar em casa durante a pandemia, pois nem todos podem permanecer em casa, reservem aquele momento do dia para transmitir confiança de que todos passaremos por isso juntos. O diálogo nos une, é preciso definir um momento do seu dia para as principais atividades como, praticar exercícios físicos, brincadeiras, leituras, jogos, filmes, música. Manter as atividades educativas durante o período de pandemia, é crucial para minimizar os prejuízos na ausência das aulas presenciais, e, que tal acompanhar mais de perto o desenvolvimento do sei filho(a), sempre atento para que ele não perca o foco e mantenha sobretudo sua saúde mental. Que saibamos usufruir o melhor desses dias difíceis, e teremos uma experiencia bem sucedida.

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