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Cultura

Sesc Santa Rosa promove capacitação com temáticas negras e indígenas para docentes

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Educadores de Santa Rosa e região terão a oportunidade de participar do Seminário Diálogos Multiculturais, uma formação de professores para as temáticas negras e indígenas. Nos dias 19 e 20 de julho, nove palestras on-line serão disponibilizadas para debater, principalmente, o papel dos educadores na promoção de novos olhares a respeito das culturas que formam a sociedade. Promovido pelo Sesc Santa Rosa, o evento já conta com a participação confirmada de profissionais de treze municípios da região.

O projeto visa capacitar os professores no que tange às Leis 10.639/2003, de obrigatoriedade do Ensino da Cultura Afro-brasileira no currículo da Educação Básica, e 11.645/2008, que insere a Cultura Indígena nos conteúdos escolares, além de atender às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação para as Relações Étnico-Raciais. Entre os temas propostos estão Literatura Negra, Literatura Negra Feminina, Griôs Africanos, Bonecas Abayomi, Poéticas Periféricas, Área Indígena e Cosmologias Indígenas Guaranis e Kaingangs.

Estão confirmados os docentes dos municípios de Três de Maio, Porto Lucena, Campina das Missões, Tuparendi, Tucunduva, Horizontina, Independência, São Martinho, Três Passos, Redentora, Sede Nova, Tenente Portela e Barra do Guarita. As prefeituras interessadas em possibilitar a participação de seus educadores podem contatar o Sesc Santa Rosa pelo telefone (55) 3512-6044 ou pelo e-mail [email protected].

Durante todo o ano de 2020, mesmo em meio à pandemia, o Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac esteve como sempre bem próximo à comunidade gaúcha. Seguindo as recomendações das autoridades e mantendo os cuidados com a saúde de todos, os serviços continuaram sendo entregues e fizeram diferença na vida das pessoas. Para 2021, a entidade deseja que os gaúchos vistam seus melhores sorrisos e tenham esperança no novo ciclo. O portal www.pertodevc.com.br segue com programação on-line e gratuita em variadas áreas como: empreendedorismo, educação, esporte, saúde, cultura, lazer e ação social.

Seminário Diálogos Multiculturais | Data: 19 e 20 de julho | Transmissão: YouTube Sesc RS

Programação 

19/07, 8h: Literatura Negra – Ronald Augusto

19/07, 10h30: Literatura Negra Feminina – Lilian Rocha

19/07, 14h: Griôs Africanos –Jonatan Ortiz Borges

19/07, 15h30: Bonecas Abayomi – Clarice Tomaz

20/07, 8h: Poéticas Periféricas – Richard Serraria, Chiquinho Divilas e Cristina Rosa

20/07, 10h30: Área Indígena – Xadalu Tupã Jekupé

20/07, 14h: Cosmologias Indígenas Guaranis – Douglas Barbosa

20/07, 15h30: Cosmologias Indígenas Kaingangs – Joseane Sales

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Cultura

Município recebe inscrições para o Fundo de Cultura

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Estão abertas as inscrições para quem tem interesse em aprovar projetos no Fundo Municipal de Cultura. O recebimento das propostas acontece até o dia 25 de junho. Os envelopes com os projetos e documentos devem ser entregues no protocolo do Departamento de Cultura, no Centro Cívico Cultural Antônio Carlos Borges.

Os participantes podem se habilitar em duas linhas: até R$ 10 mil para pessoa jurídica (e nesse caso o CNPJ da empresa ou estatuto da entidade deve prever a natureza cultural) e até R$ 5 mil para pessoa física. É permitida a captação complementar, em até 30% sobre esse valor. Os aprovados terão até seis meses para executar as ações propostas. A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, destinará R$ 150 mil para o Edital de Incentivo à Produção Cultural e Artística, “Em um momento econômico tão delicado, é uma grande conquista conseguirmos manter o aporte ao Fundo de Cultura”, enfatizou Lires Zimmermann.

Os projetos devem estar enquadrados em um dos 10 segmentos culturais listados no edital, que está no site da Prefeitura. Poderão se inscrever quaisquer empreendedores culturais, no caso de pessoa física com idade igual ou superior a dezoito anos completos, ou pessoa jurídica de direito privado, com ou sem fins lucrativos, que venham a realizar programas, projetos ou ações culturais. O projeto deve ser executado dentro dos limites da cidade de Santa Rosa e o responsável residir ou possuir sede no município.

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Cultura

Professor aposentado segue em busca da origem do nome de Três de Maio

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No dia do aniversário de 66 anos de Três de Maio, a Rádio Colonial entrevistou o professor universitário aposentado Leomar Tesche, que tem se dedicado a estudar a história do nosso município. E a origem do nome Três de Maio têm intrigado ele e muitas pessoas que gostariam de saber o motivo que levou as lideranças políticas da época da emancipação a escolherem esse nome para dar ao novo município. Poderia ter sido Buricá, já que antes de se emancipar de Santa Rosa o nome era justamente Vila Buricá.

Existe uma versão que teria sido realizado os moradores teriam sido consultados em um plebiscito para a escolha do nome. E as opções eram duas. Três de Maio ou Buricá.

Mas porquê esta data era tão significativa para os primeiros moradores do então segundo distrito de Santa Rosa? É isso que Tesche vem tentando descobrir ao longo dos anos.

 

Durante muito tempo difundiu-se a teoria que o nome do município deveu-se ao lançamento da pedra fundamental do Clube Buricá em 1930 e por ser a data do aniversário da associada e esposa do primeiro presidente da entidade, Nely Dahne Logemann, que muito se esforçou na construção da primeira sede social. Tesche refuta esta hipótese desde que procurou a família Logemann e ficou sabendo que Nely, na verdade, nasceu no dia 25 de dezembro.

 

Outra possível explicação para Três de Maio ter esse nome seria a construção da primeira residência de alvenaria da cidade após a conclusão da medição oficial dos terrenos da nova área que estava sendo urbanizada. Porém, Tesche questiona se esse marco teria realmente sido assim tão importante a ponto de dar o nome do municípios, pois já existiam casas aqui antes definição dos lotes.

 

Segundo Leomar Tesche, o mistério sobre a origem do nome Três de Maio ainda não foi desvendado.

 

– A hipótese da construção da primeira casa após o término da medição da vila me parece a mais provável. É preciso comprovar isso junto a cartografia oficial. O que sabemos é que Três de Maio não foi fundada por empresas, como alguns municípios criados na época. Aqui as famílias foram chegando e se estabelecendo aos poucos. O que também ainda está claro – conta Tesche.

 

Seria uma homenagem à arrojada construção do Clube Buricá ou para marcar a edificação da primeira casa de tijolos? Ou será que teria sido meramente aleatório?

 

O professor defende que a Prefeitura organize um arquivo público para documentar e conservar devidamente por meio dos documentos e registros oficiais a memória do nosso município.

Fonte: Rádio Colonial

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Cultura

Brasileiro está lendo mais na pandemia, diz Sindicato dos Editores

Hoje se comemora o Dia Mundial do Livro

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© Jorge Luiz Garcia /Direitos reservados

O Dia Mundial do Livro, comemorado hoje (23), apresenta dois quadros no Brasil: um muito positivo e outro preocupante, segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Marcos da Veiga Pereira. A data foi escolhida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para celebrar o livro, incentivar a leitura, homenagear autores e refletir sobre direitos legais.

“O quadro muito positivo é que o brasileiro está lendo mais. Desde julho do ano passado, as vendas têm crescido e continuaram crescendo este ano, o que, para mim, evidencia uma reconexão com o livro e com a leitura. É como se as pessoas descobrissem o prazer de ler, porque estão mais em casa, porque têm mais tempo. E ao redescobrir o prazer de ler, elas redescobrem o hábito da leitura; colocam o livro no seu hábito diário. Isso faz com que as pessoas leiam mais. Estão consumindo mais livros. Isso é super positivo”, disse Marcos da Veiga à Agência Brasil.

Preocupação

Os números revelados pelas pesquisas promovidas pelo Snel mostram todo o varejo online se movimentando para criar promoções e eventos com o objetivo de chamar as pessoas ainda mais para o livro. Em contrapartida, o lado preocupante é o das livrarias físicas, disse Marcos da Veiga. “Nos cerca de 14 meses da pandemia do novo coronavírus (covid-19), as livrarias físicas passaram, pelo menos, metade desse tempo ou fechadas ou com muitas restrições, o que gera forte impacto econômico-financeiro”, disse.

Feira do livro de Brasília
Feira do livro de Brasília – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

De acordo com o presidente do Snel, o funcionamento precário das lojas físicas tem efeito também no próprio hábito do leitor, uma vez que impede as livrarias de chamar o público de volta para ter o prazer do convívio, de manusear os livros, de encontrar autores nos lançamentos de obras, de conversar com outras pessoas e com os livreiros. “Essa é a parte difícil da pandemia, que continua”, disse o presidente do Snel.

A pesquisa mensal do varejo realizada para o sindicato mostra a consistência das vendas do setor. No primeiro trimestre deste ano, em comparação a igual período do ano passado, houve expansão de 25% em exemplares vendidos, com cerca de 12 milhões de livros, contra 9,6 milhões no acumulado de janeiro a março de 2020. Em valor, o aumento foi menor, e alcançou cerca de 15,5%. No primeiro trimestre de 2021, a receita com a venda de livros somou R$ 544 milhões, contra R$ 471,5 milhões no mesmo período de 2020.

Segundo Marcos da Veiga, isso pode ser explicado porque se vendeu mais obras gerais e menos livros escolares, que são mais caros. Além disso, segundo ele, houve concentração no varejo online, que tem uma prática de descontos para o consumidor muito agressiva.

Pré-adolescentes

Embora o brasileiro esteja lendo mais em razão da pandemia, a pesquisa “Retratos da leitura no Brasil”, divulgada em setembro do ano passado pelo Instituto Pró-Livro e relativa ao ano anterior, revela que pouco mais da metade dos brasileiros têm hábito de leitura (52%). Por idade, a pesquisa mostrou que a única faixa etária que ampliou o total de leitores foi a de crianças entre 5 e 10 anos de idade, que passou de 67%, em 2015, para 71%, em 2019.

Todas as demais faixas leram menos em relação à pesquisa anterior. Apesar da queda, a faixa etária que mais lê no Brasil é a dos pré-adolescentes de 11 a 13 anos de idade (81%, em 2019, contra 84%, em 2015). Em termos de escolaridade, os leitores com curso superior permanecem como os que lêem mais, mesmo com redução entre as edições da pesquisa (68%, em 2019, contra 82%, em 2015).

O presidente do Snel, Marcos da Veiga, confirmou que está ocorrendo um ressurgimento forte de livros juvenis, para faixa pré-adolescente de 11 a 13 anos de idade.

Marcos da Veiga disse que a crise contribuiu para a redescoberta da leitura. Para ele, a palavra, a partir de agora, não pode ser mais oportunidade mas, sim, responsabilidade. “Nós, enquanto indústria, precisamos manter o livro presente na vida das pessoas, precisamos entrar nas casas das pessoas através das mídias sociais das livrarias, das editoras, que são muito fortes. Isso nos permite estar convidando o leitor a conhecer mais livros, fazendo promoções”.

O presidente do Snel disse que quando as pessoas puderem circular mais livremente, a ideia é criar mais eventos com autores, “porque é sempre uma experiência muito bacana ter seu livro autografado e tirar foto com o escritor. Acho que essa é nossa responsabilidade. Acho que temos que aproveitar a crise e criar um mercado mais robusto, reconquistar um pouco o que a gente perdeu de 2015 para cá”.

Incentivo

campanha das livrarias
Campanha das livrarias – Divulgação Leitura

A produtora de moda da agência de modelos Max Fama, Carolina Souza, promoveu um editorial para incentivar a criançada a aumentar o gosto pela leitura. Segundo Carolina, a leitura é fundamental “para atingirmos uma sociedade mais justa, igual, desenvolvida. E tudo isso começa com os pequenos”, disse, acrescentando que “o incentivo à leitura é uma obrigação de todos nós para que os nossos filhos tenham mais oportunidades na vida adulta”.

A pedagoga Bruna Duarte Vitorino, por sua vez, defende que a leitura com as crianças reforça os laços familiares e contribui para o desenvolvimento infantil.

Para deixar o momento da leitura mais gostoso, ela dá algumas dicas para os pais: Procure ler com frequência para a criança em casa; estimule brincadeiras sobre o livro lido, como desenhar a cena que mais gostou ou utilizar bonecos para reproduzir a história; utilize a história do livro para associar à vivência da criança, durante um passeio ao parque, ou chamando a atenção para algo que apareceu no livro, como uma flor, ou um trem, para incentivar uma conversa sobre o assunto e explorar o conhecimento adquirido com o exemplar; não force a leitura; escolha livros com um conteúdo pelo qual elas se interessem, para proporcionar um momento prazeroso em família; deixe os livros acessíveis para que a criança possa pegá-los a qualquer momento, mesmo que ela ainda não leia; deixe-a experimentar a sensação de folhear um livro e imaginar a história.

A pedagoga lembra que mesmo quando a criança já está conhecendo algumas palavras, “é importante cultivar esse momento de interação com as crianças”

Bruna Vitorino disse que além do desenvolvimento motor, a criança deve ser instigada à capacidade cognitiva, ou seja, a capacidade de interpretar os estímulos do ambiente para tomada de decisões. “Por isso, é importante introduzir a leitura desde os primeiros anos de vida”, recomenda.

ebc

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