Senado aprova Dino e Gonet, indicados de Lula ao STF e à PGR
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Senado aprova Dino e Gonet, indicados de Lula ao STF e à PGR

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Foto: Reprodução.

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O Senado aprovou ontem (13) as indicações de Flávio Dino para o STF e de Paulo Gonet para a PGR.

Os senadores aprovaram Dino, por 47 votos a 31, e Gonet, por 65 votos a 11. Cada um precisava de pelo menos 41 votos para a aprovação. Foi registrada uma abstenção nas duas votações.

Cabe ao presidente Lula agora publicar as indicações no Diário Oficial da União. Depois disso, o Supremo e Procuradoria-Geral da República agendam a posse.

As votações foram secretas. Portanto, não é possível saber como cada parlamentar se posicionou.

Mais cedo, os nomes de ambos passaram na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. Na comissão, Dino foi aprovado por 17 votos a 10, enquanto Gonet teve 23 votos a favor e 4 contrários.

Dino, 55, poderá ficar no Supremo por vinte anos. Se as regras atuais forem mantidas, ele terá cadeira na Corte até abril de 2043, quando completará 75 anos.

Gonet, por sua vez, terá um mandato de dois anos na PGR. Ao final desse prazo, ele poderá ser novamente indicado por Lula e reconduzido ao cargo.

Como foi a votação dos atuais ministros do STF no plenário do Senado

2023 – Cristiano Zanin: 58 a 18

2021 – André Mendonça: 47 a 32

2020 – Nunes Marques: 57 a 10

2017 – Alexandre de Moraes: 55 a 13

2015 – Edson Fachin: 52 a 27

2013 – Luís Roberto Barroso: 59 a 6

2011 – Luiz Fux: 68 a 2

2009 – Dias Toffoli: 58 a 9

2006 – Cármen Lúcia: 55 a 1

2002 – Gilmar Mendes: 57 a 15.

Em comparação com os atuais ministros do STF, Dino foi o indicado com mais votos contrários na CCJ. O recordista de “não” até então era André Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro — ele teve 9 votos contrários em 2021.

Dino vai comemorar a aprovação de seu nome para o STF com costela. Ele participará de um jantar na casa do senador Weverton Rocha (PDT-MA).

O anfitrião da festa é o senador que escreveu o relatório para a indicação do futuro ministro do STF. Ambos são do mesmo estado e o jantar estava marcado desde antes da votação como um evento de final de ano.

Sabatina dupla durou 10 horas

Apesar de indicados para cargos diferentes, Dino e Gonet foram sabatinados em conjunto. A decisão pela audiência dupla foi tomada pelo senador Davi Alcolumbre (União-AP), presidente da CCJ, e criticada pela oposição.

A sessão na CCJ durou cerca de 10 horas. A sabatina de Dino e Gonet começou por volta das 10h e terminou pouco antes das 20h.

O ministro disse que “toga não muda de cor”. Dino afirmou que, como integrante do STF, atuará de forma diferente do Flávio Dino “político”. “Não sou inimigo pessoal de rigorosamente ninguém. Eu almocei com Bolsonaro. Foi normal. Tive várias audiências com ele. Qualquer adversário que chegar lá [em processo no STF] terá evidentemente o tratamento que a lei prevê”, disse o ministro, acrescentando que “quando temos campanhas eleitorais, vestimos camisas de diferentes cores. No Supremo isso não acontece”.

 

Fonte: Uol.

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Brasil se aproxima de 6 milhões de casos e 4 mil mortes por dengue em 2024

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Foto: Divulgação
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O painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde registra 5.968.224 casos prováveis de dengue e 3.910 mortes confirmadas pela doença ao longo de 2024. Além disso, há 2.970 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência da dengue no Brasil atualmente é de 2.939 casos para cada 100 mil habitantes.

Faixas Etárias Mais Afetadas

A maioria dos casos de dengue ocorre entre jovens de 20 a 29 anos, seguidos pelas faixas etárias de 30 a 39 anos, 40 a 49 anos e 50 a 59 anos. As menores incidências são observadas em menores de um ano, indivíduos com 80 anos ou mais, e crianças de um a quatro anos.

Incidência por Região

Em números absolutos, São Paulo lidera com 1.813.282 casos, seguido por Minas Gerais com 1.607.043 casos e Paraná com 614.713 casos. Quando considerado o coeficiente de incidência, o Distrito Federal apresenta o maior índice, com 9.547 casos por 100 mil habitantes, seguido por Minas Gerais (7.824) e Paraná (5.371).

Chikungunya

O painel também registra 220.828 casos prováveis de chikungunya em 2024, com 121 mortes confirmadas e 139 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência de chikungunya é de 108,8 casos por 100 mil habitantes.

Zika

Quanto à zika, foram contabilizados 8.466 casos prováveis em 2024, sem mortes confirmadas ou em investigação. O coeficiente de incidência é de 4,2 casos por 100 mil habitantes.

Este monitoramento é crucial para entender a dinâmica das arboviroses no Brasil e orientar ações de prevenção e controle.

Fonte: Agência Brasil

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Quase um quarto do território brasileiro foi atingido por incêndios entre 1985 e 2023

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Foto: Joédson Alves/ Agência Brasil
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Entre 1985 e 2023, quase um quarto do território brasileiro foi atingido por incêndios pelo menos uma vez, totalizando 199,1 milhões de hectares, o equivalente a 23% da extensão territorial do país. Desse total, 68,4% era vegetação nativa, enquanto 31,6% apresentava presença de atividades humanas, principalmente a agropecuária. Cerrado e Amazônia são os biomas mais afetados, representando juntos 86% da área queimada.

Principais Biomas Afetados

Os dados, obtidos através de comparação de imagens de satélite, fazem parte de um estudo divulgado pelo MapBiomas Fogo, uma rede que reúne universidades, ONGs e empresas de tecnologia. As imagens de satélite permitem analisar o tamanho e o padrão histórico das áreas incendiadas, mas não determinam a causa dos incêndios. A coordenadora do MapBiomas Fogo e diretora de Ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Ane Alencar, explicou que a maioria das queimadas não tem origem natural, sendo a atividade humana a principal responsável.

A alta concentração de incêndios ocorre entre agosto e setembro, período seco em biomas como Cerrado, Amazônia e Pantanal, onde a ocorrência de descargas elétricas das tempestades é menos provável. Entre julho e outubro, 79% das queimadas acontecem, com setembro concentrando um terço do total.

Impactos e Distribuição das Áreas Queimadas

A maior parte da vegetação nativa incendiada permanece sem ocupação humana, com apenas uma pequena parte transformada em áreas de pastagem. Quase metade (46%) da área queimada está concentrada em três estados: Mato Grosso, Pará e Maranhão. Corumbá (MS), São Félix do Xingu (PA) e Formosa do Rio Preto (BA) são os municípios com maiores áreas queimadas entre 1985 e 2023.

Biomas Mais Atingidos

  • Cerrado: Representa 44% da área queimada, com 88,5 milhões de hectares. Apesar de ser uma vegetação adaptada ao fogo, a alta frequência de incêndios compromete o ecossistema.
  • Amazônia: Teve 82,7 milhões de hectares queimados, equivalente a 19,6% do bioma. A recuperação das áreas florestais é lenta, aumentando a vulnerabilidade a novos incêndios.
  • Pantanal: Proporcionalmente, foi o bioma mais afetado, com 59,2% da área incendiada, totalizando 9 milhões de hectares. A principal causa são as secas prolongadas.

Consequências das Queimadas

Além de danificar a vegetação e alterar o equilíbrio ambiental, as queimadas contribuem significativamente para o efeito estufa, liberando carbono armazenado na biomassa para a atmosfera na forma de CO₂. A partir da década de 1990, o conceito de “cicatrizes” foi utilizado para descrever grandes áreas afetadas por um único incêndio, sendo o Pantanal o bioma com maiores cicatrizes.

Combate e Prevenção

Muitas queimadas são atividades ilegais que seguem o desmatamento. O uso do fogo para a queima de pastagens é permitido com licença, mas requer cuidado para que a queimada seja controlada. A gestão ambiental ajudou a reduzir queimadas e desmatamento na primeira década dos anos 2000, mas a partir de 2019 houve um aumento expressivo desses eventos.

Medidas Governamentais

Recentemente, o governo federal criou uma sala de crise para monitorar queimadas e secas, especialmente no Pantanal e na Amazônia. Em abril, foi lançado o programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia, com investimentos de R$ 730 milhões para promover o desenvolvimento sustentável e combater esses problemas em 70 municípios prioritários. Em março, um pacto foi firmado com governadores do Cerrado para combater o desmatamento, prevendo a criação de uma força-tarefa para ações conjuntas.

Fonte: Agência Brasil

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CBF divulga tabela detalhada das próximas rodadas do brasileirão

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Foto: Divulgação/CBF
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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a tabela detalhada das próximas rodadas do Brasileirão. O confronto entre Internacional e Atlético-MG pela 12ª rodada ocorrerá no Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma, na quarta-feira (26), às 21h30. O próximo jogo com mando do Grêmio, contra o Fluminense pela 13ª rodada, está marcado para domingo (30), às 16h, com o local ainda “a definir”.

O Internacional voltará a jogar no Heriberto Hülse, mas como visitante, enfrentando o Criciúma no domingo (30), às 18h30. O duelo contra o Fluminense, no Maracanã, foi agendado para 4 de julho, às 21h. O jogo da 15ª rodada, entre Internacional e Vasco, com mando do clube gaúcho, ainda aparece na tabela com o local “a definir” para 8 de julho. Após a partida contra o Palmeiras, em 4 de julho, com local ainda indefinido, o Grêmio jogará contra o Juventude no Alfredo Jaconi, no domingo (7), às 16h.

Próximos Jogos da Dupla Gre-Nal

Grêmio

  • 10ª rodada: 19/6 (quarta-feira), 20h – Fortaleza x Grêmio – Arena Castelão, Fortaleza
  • 11ª rodada: 22/6 (sábado), 17h30 – Grêmio x Inter – Couto Pereira, Curitiba
  • 12ª rodada: 26/6 (quarta-feira), 20h – Atlético-GO x Grêmio – Antônio Accioly, Goiânia
  • 13ª rodada: 30/6 (domingo), 16h – Grêmio x Fluminense – Local a definir
  • 14ª rodada: 4/7 (quinta-feira), 19h – Grêmio x Palmeiras – Local a definir
  • 15ª rodada: 7/7 (domingo), 16h – Juventude x Grêmio – Alfredo Jaconi, Caxias do Sul

Internacional

  • 10ª rodada: 19/6 (quarta-feira), 21h30 – Inter x Corinthians – Orlando Scarpelli, Florianópolis
  • 11ª rodada: 22/6 (sábado), 17h30 – Grêmio x Inter – Couto Pereira, Curitiba
  • 12ª rodada: 26/6 (quarta-feira), 21h30 – Inter x Atlético-MG – Heriberto Hülse, Criciúma
  • 13ª rodada: 30/6 (domingo), 18h30 – Criciúma x Inter – Heriberto Hülse, Criciúma
  • 14ª rodada: 4/7 (quinta-feira), 21h – Fluminense x Inter – Maracanã, Rio de Janeiro
  • 15ª rodada: 8/7 (segunda-feira), 21h – Inter x Vasco – Local a definir

    Fonte: CBF

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