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Seminário reúne representantes de cooperativas da região

Pável Bauken

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O Seminário Regional de Cooperativismo realizado nesta quinta-feira (10/10), durante a programação do 33º Encontro Estadual de Hortigranjeiros, em Santa Rosa, oportunizou aos participantes espaços de debate e construção de conhecimentos que evidenciaram a importância da intercooperação entre representantes de cooperativas de diferentes pontos da Fronteira Noroeste e Missões.

O Seminário foi promovido pela Emater/RS-Ascar, através da Unidade de Cooperativismo, que executa o Programa Mais Gestão vinculado à Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) e à Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead). O evento contou também com o apoio da Cotrirosa e Coopermil.

O presidente do 33º Encontro Estadual de Hortigranjeiros, o vice-presidente do evento e coordenador da Unidade Regional de Cooperativismo, Marcos Servat, o gerente regional da Emater/RS-Ascar, Ademir Renato Nedel e o presidente da Cotrirosa Eduíno Wilkomm estiveram entre as lideranças que prestigiaram o evento.  Servat reiterou que esta é uma das ações, promovidas através do Programa Mais Gestão, que reitera a importância do cooperativismo e da cooperação na prática cotidiana, permitindo que seja construído mais conhecimento para qualificar o trabalho que já vem sendo realizado com muita dedicação pelas cooperativas da região.

A participação das famílias associadas na cooperativa: um pilar estratégico na gestão democrática foi o tema da palestra da assessora de comunicação, educação e marketing, Zélia Savoldi.

Os participantes também tiveram a oportunidade de esclarecer mais informações sobre a importância e a forma de atuação do Conselho Fiscal na cooperativa, através da fala do auditor interno da Coopermil, José Guilherme Pretto.

O 33º Encontro Estadual de Hortigranjeiros segue até o domingo (13/10), no Parque Municipal de Exposições Alfredo Leandro Carlson, em Santa Rosa. O evento promovido pela Emater/RS-Ascar, Prefeitura de Santa Rosa e Associação dos Produtores de Hortigranjeiros de Santa Rosa (Aprhorosa), possui entrada gratuita.

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“AS BANDEIRAS NÃO SERVEM PARA NADA”, DIZ OSMAR TERRA

Não existe nenhuma comprovação científica que isso funcione

Pável Bauken

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O Modelo de Distanciamento Controlado do Rio Grande do Sul foi construído com base em critérios de saúde e de atividade econômica, sempre priorizando a vida. Criou-se então. no dia 30 de abril de 2020 um sistema de bandeiras, com protocolos obrigatórios e critérios específicos a serem seguidos pelos diferentes setores econômicos.

Segundo o Deputado Federal Osmar Terra, “o Rio Grande do Sul teve uma circulação mais tardia do vírus, começou em junho, no inverno, o pico no estado foi no dia 20 de julho, e até novembro ou dezembro não havia passado.

As bandeiras não tem impacto nenhum, o vírus contaminou muito mais depois deste sistema de bandeiras. As bandeiras não servem para nada, se me provarem que uma bandeira dessas, independente da cor, salvou vidas eu te dou um “Prêmio Nobel’, pois não salvou vida nenhuma.

Este sistema é coisa de burocrata, sentados na mesa fazendo “continhas”, e na sexta-feira o Governador chega e dia, agora Santa Rosa é bandeira vermelha ou laranja, e as prefeituras tendo curtíssimo tempo para recorrer. Não existe nenhuma comprovação científica que isso funcione”.

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Governo do RS pagará salários de janeiro em dia.

Reporter Regional

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Pelo terceiro mês consecutivo, o governo do Estado pagará em dia a integralidade da folha dos servidores do Executivo. A boa notícia foi confirmada pelo governador Eduardo Leite (PSDB) durante ato de entrega de 46 ônibus rurais escolares. Ao agradecer o apoio dos deputados que votaram os projetos como as reformas Administrativa e da Previdência, iniciativas que auxiliaram no pagamento em dia das folhas de novembro e dezembro, Leite fez o anúncio da quitação integral também neste mês.

Os depósitos serão realizados na sexta-feira, dia 29 pelo Tesouro do Estado aos cerca de 339,8 mil vínculos. Desde a retomada dos pagamentos em dia, Leite, o vice, Ranolfo Vieira Júnior (PTB) e o secretário da Fazenda, Marco Aurélio Cardoso, têm adotado tom cauteloso em relação à manutenção da medida. Especialmente devido aos cenário incerto em função da pandemia do novo coronavírus.

Além das reformas e outras iniciativas do governo, a reação no desempenho do ICMS, constatada há alguns meses, está sendo decisiva para os pagamentos. Até dezembro, o ICMS, em valores nominais, se manteve estável em relação ao mesmo período de 2019. No acumulado do ano, a arrecadação do ICMS encerrou praticamente igual ao ano passado. Até abril, o caixa do Estado também conta com o reforço dos pagamentos do IPVA.

As cobranças, especialmente neste mês, no caso de atraso ou parcelamentos, seriam ampliadas, devido à aprovação, em dezembro, pela Assembleia, da manutenção das alíquotas do ICMS por mais um ano. O desfecho no plenário, que impediu a volta das alíquotas aos patamares originais, e que impediu queda de cerca de R$ 2,8 bilhões na arrecadação, foi diretamente vinculado ao cenário envolvendo os salários em dia. Como as alíquotas foram mantidas, a continuidade dos pagamentos dos servidores continuará será exigida no campo político.

Fonte: Correio do Povo

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Desembargador é condenado indenizar guarda de Santos que chamou de ‘analfabeto’

Reporter Global

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Após a repercussão do caso, o desembargador foi afastado das funções por decisão do Conselho Nacional de Justiça, que abriu processo administrativo disciplinar.

 

A Justiça de São Paulo condenou nesta quinta-feira, 21, o desembargador Eduardo Siqueira, afastado do Tribunal de Justiça do Estado, a pagar indenização de R$ 20 mil por danos morais ao guarda municipal Cícero Hilario Roza Neto, a quem chamou de ‘analfabeto’ após receber multa por andar sem máscara de proteção facial obrigatória na pandemia do novo coronavírus.

Na avaliação do juiz José Alonso Beltrame Júnior, da 10ª Vara Cível de São Paulo, que assina a sentença, não há ‘controvérsia sobre as práticas ofensivas’. A abordagem do guarda e a conduta do desembargador foram registradas em vídeo que repercutiu nas redes sociais.

“A série de posturas teve potencial para humilhar e menosprezar o guarda municipal que atuava no exercício da delicada função de cobrar da população posturas tendentes a minimizar os efeitos da grave pandemia, que a todos afeta”, diz um trecho da decisão.

“Não é preciso esforço para compreender os sentimentos de humilhação e menosprezo vivenciados pelo requerente”, acrescenta o juiz.

Após a repercussão do caso, o desembargador foi afastado das funções por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que abriu processo administrativo disciplinar para aprofundar as investigações sobre a conduta do magistrado no episódio. Durante o período, ele seguirá ganhando regularmente o salário bruto mensal de R$ 35,4 mil (sem considerar penduricalhos, vantagens indevidas, gratificações e outros benefícios).

Siqueira também é alvo de um inquérito aberto para apurar se ele cometeu abuso de autoridade no caso. O procedimento está suspenso por determinação do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), até que o plenário analise um habeas corpus formalizado pela defesa do desembargador.

Ao Supremo, os advogados alegaram que não foram ouvidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), responsável por autorizar a investigação, antes do julgamento que determinou a instauração do inquérito – o que, em última instância, configuraria violação aos princípios constitucionais da ampla defesa e do contraditório.

 

Relembre o caso

Flagrado sem máscara enquanto caminhava em uma praia de Santos, no litoral paulista, o desembargador Eduardo Almeida Prado Rocha Siqueira chamou de ‘analfabeto’ o guarda civil municipal que lhe pediu que colocasse o equipamento de proteção individual, obrigatório em locais públicos da cidade durante a pandemia de covid-19. Um decreto editado pela prefeitura, em abril, impõe multa de R$ 100 em caso de descumprimento.

“Decreto não é lei”, respondeu Siqueira ao guarda na ocasião, como mostra o vídeo que circulou nas redes sociais. O desembargador chegou a desafiar os agentes a multá-lo e a insinuar que jogaria a autuação ‘na cara’ de um dos agentes caso ele insistisse na notificação.

O desembargador também ligou para o secretário de Segurança Pública do município, Sérgio Del Bel, e evocou um suposto irmão procurador de Justiça para intimidar o guarda. No telefonema, diz: “Estou aqui com um analfabeto de um PM seu. Eu falei, vou ligar para ele (Del Bel) porque estou andando sem máscara. Só estou eu na faixa de praia que eu estou. Ele está aqui fazendo uma multa. Eu expliquei, eles não conseguem entender”.

Em nota pública após a repercussão do episódio, Siqueira pediu desculpas por ter se exaltado durante a abordagem da guarda municipal e admitiu que nada justifica os ‘excessos’ que cometeu. No entanto, em resposta aos processos no CNJ, afirmou que sua reação se deu por conta de sua ‘indignação com o desrespeito a questões jurídicas’. O magistrado alega que os agentes teriam cometido ‘abuso de autoridade’.

Os guardas municipais Cícero Hilário e Roberto Guilhermino, humilhados pelo desembargador, foram homenageados pelo então prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), com medalhas pela ‘conduta exemplar’ no episódio.

 

 

FONTE: Noticias ao Minuto

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