Secretarias da Saúde e Educação orientam escolas sobre a prevenção ao coronavírus – Portal Plural
Connect with us

Destaque

Secretarias da Saúde e Educação orientam escolas sobre a prevenção ao coronavírus

Reporter Cidades

Publicado

em

Medidas de higiene e comportamento ajudam na prevenção. - Foto: Freepik.com


As secretarias da Saúde e Educação (SES e Seduc) divulgam a partir de hoje uma nota informativa conjunta às escolas públicas e privadas com medidas de prevenção ao novo coronavírus. O material traz orientações principalmente sobre a higiene das mãos e a etiqueta respiratória, que é o conjunto de atitudes que devem ser tomadas ao tossir ou espirrar.

As recomendações são fundamentais para ambientes escolares, de qualquer nível de ensino, tendo em vista que as escolas são ambientes fechados, com grande número de pessoas e com realização frequente de atividades coletivas. Além do novo coronavírus, as medidas são importantes ferramentas para prevenir outras doenças de transmissão respiratória, como a gripe (influenza), o sarampo e a meningite bacteriana.

Veja aqui material completo que está disponível no site da SES

A nota explica que a doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) apresenta sintomas semelhantes às demais gripes: febre acompanhada de algum desconforto respiratório (tosse, coriza ou dificuldade de respirar, por exemplo). A transmissão, pelo que se tem de conhecimento científico até o momento, acontece pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo (toque ou aperto de mão) e contato com objetos ou superfícies contaminadas seguido de contato com a boca, nariz ou olhos. Por isso, hábitos de higiene são as principais formas de prevenção.

Medidas individuais para profissionais, alunos e responsáveis

A recomendação a quem frequenta esses ambientes – independente se aluno, professor ou funcionário – é higienizar as mãos com água e sabão antes das refeições, após tossir, espirrar ou usar o banheiro. Quando a mão não estiver mais com alguma sujeira visível, o álcool gel é um complemento à higienização. Também deve ser evitado tocar em olhos, nariz ou boca após tossir ou espirrar ou após contato com superfícies, assim como não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.

Ao tossir ou espirrar, proteger boca e nariz com a parte interna do cotovelo ou com lenços (preferencialmente descartáveis). Isso é o que se chama de etiqueta respiratória e é essencial para evitar a disseminação de gotículas das secreções no ambiente.

A nota também faz a advertência de que o uso de máscaras por pessoas sem sintomas não representa uma medida de prevenção quando adotada de forma isolada. A lavagem de mãos e a etiqueta respiratória se constituem em medidas de maior efetividade. Além disso, o uso da máscara sem os outros hábitos de higiene e comportamento pode prejudicar sua eficácia na redução do risco de transmissão.

Medidas institucionais

Às instituições de ensino, recomenda-se a promoção de atividades educativas sobre higiene de mãos e etiqueta respiratória. O hábito pode ser estimulado provendo, conforme as possibilidades, lavatório ou pia com dispensador de sabonete líquido, suporte com papel toalha, lixeira com tampa de acionamento por pedal e dispensadores de álcool gel em pontos de maior circulação (recepção,
corredores e refeitório).

A limpeza e desinfecção das superfícies das salas de aula e demais espaços da escola (classes, cadeiras, mesas, aparelhos, bebedouros e equipamentos de educação física) deve ser feita após o uso. Preconiza-se a limpeza com detergente neutro, seguida de desinfecção (álcool 70% ou hipoclorito de sódio).

Equipamentos de consumo de água de contato direto da boca com torneiras e bebedouros também não são recomendados. Deve ser, dentro do possível, estimulado o uso de recipientes individuais para o consumo. As demais orientações são para manter os ambientes arejados por ventilação natural (portas e janelas abertas) e evitar atividades que envolvam grandes aglomerações em ambientes fechados, durante o período de circulação dos agentes causadores de síndromes gripais, como o novo coronavírus.

Alunos ou profissionais que apresentem febre e sintomas respiratórios (como tosse e coriza) são orientados a procurar atendimento em serviço de saúde e, conforme recomendação médica, manter afastamento das atividades. Em caso de dúvidas ou outros tipos de solicitação, a Secretaria da Saúde conta com o serviço do Disque Vigilância, através do telefone 150. Mais informações também estão disponíveis no site saude.rs.gov.br/coronavirus.

Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Destaque

Estado registra primeiro óbito por síndrome inflamatória em criança associada ao coronavírus

Reporter Cidades

Publicado

em



A Secretaria da Saúde (SES) divulgou no boletim epidemiológico da Covid-19 desta semana o primeiro óbito no Estado por Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P). Trata-se de um menino de 7 anos residente em Alto Feliz, na Serra. A doença está associada ao coronavírus, com manifestações tardias após a infecção, podendo ou não a criança ter apresentado sintomas respiratórios de Covid-19. No Rio Grande do Sul, desde agosto, quando iniciou a investigação dessa síndrome no país, já foram confirmados 25 casos, dos quais 24 já tiveram a evolução de alta hospitalar. As idades variam de 0 a 15 anos.

A doença é caracterizada por febre persistente acompanhada de sintomas que podem incluir gastrointestinais (dor abdominal), conjuntivite, exantema (manchas vermelhas na pele), erupções cutâneas, dentre outros. Os sintomas respiratórios não estão presentes em todos os casos.

O caso do menino de Alto Feliz iniciou com uma internação em 1º de janeiro com quadro clínico inicialmente suspeito de apendicite. Contudo, exames descartaram essa e outras possíveis causas, tendo a comprovação para a SIM-P após exames de sangue específicos (que apontaram marcadores inflamatórios característicos), além de teste positivo para o coronavírus, mesmo sem nenhum sintoma respiratório prévio ou no momento na internação. A criança recebeu tratamento com imunoglobulina, precisou de internação em UTI, vindo a óbito em 11 de janeiro.

Perfil dos casos no RS

Sexo
Feminino: 8
Masculino: 17

Idades
Menores de 1 ano: 3
Entre 1 e 5 anos: 7
Entre 6 e 10 anos: 11
Entre 11 e 15 anos: 4

Municípios de residência
Alto Feliz: 1
Alvorada: 1
Cachoeirinha: 1
Canoas: 1
Encantado: 1
Gravataí: 1
Guaporé: 1
Miraguaí: 1
Nova Petrópolis: 1
Parobé: 2
Porto Alegre: 9
Santa Maria: 1
Santo Antônio da Patrulha: 1
São Leopoldo: 1
Tramandaí: 1
Viamão: 1

Histórico

Durante pico da pandemia da Covid-19 na Europa, em abril de 2020, houve alertas sobre a identificação de uma nova apresentação clínica em crianças, possivelmente associada à infecção pelo Sars-CoV-2 (vírus causador da Covid-19). Posteriormente, foi definida Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P). Diante da emergência, em julho do ano passado, o Ministério da Saúde, implantou o monitoramento nacional da ocorrência da SIM-P temporalmente associada à Covid-19.

Embora tenha o quadro clínico bastante semelhante à Síndrome de Kawasaki, a SIM-P geralmente ocorre em crianças mais velhas, com alterações evidentes dos marcadores inflamatórios e disfunção cardíaca. A maioria dos casos relatados apresentam exames laboratoriais que indicam infecção atual ou recente pelo Sars-CoV-2 (por biologia molecular ou sorologia) ou vínculo epidemiológico com caso confirmado para Covid-19.

Até a última atualização por parte do Ministério da Saúde (em 24 de outubro), já eram 511 casos no país com 35 óbitos entre eles.

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Destaque

Novo sistema de transporte de refeições possibilita momentos mais familiares aos pacientes do HVS

Pável Bauken

Publicado

em



Pacientes internados no Hospital Vida & Saúde estão recebendo as refeições de forma diferente em 2021. Os tradicionais pratos térmicos estão sendo substituídos por pratos comuns, tornando o momento da refeição mais familiar e agradável. A mudança se deu em função do novo modelo de transporte para dieta alimentar adquirido pelo Hospital, que possui controle eletrônico de temperatura e câmara independente aquecida e refrigerada.

Anteriormente, os pratos térmicos eram utilizados para conservar a temperatura ideal da refeição – medida desde a cozinha até o momento de servir o paciente – uma vez que o transporte era realizado em equipamento que não possuía este tipo de tecnologia.

O velho ditado de “comer com os olhos” se aplica a este caso: “Essa nova forma de servir os alimentos aos pacientes causa a melhor aceitabilidade da dieta, já que a aparência do alimento se torna mais agradável”, explica a nutricionista Patrícia Marchalek, responsável pela Cozinha do Hospital e que tem ouvido elogios dos pacientes em relação a mudança.

O novo sistema de transporte acomoda 24 bandejas. Cada bandeja acondiciona a dieta específica de cada paciente, prescrita pelo médico de acordo com as patologias existentes. As refeições são servidas no prato, enquanto alimentos líquidos são servidos separadamente em cumbucas, além da salada, separada em saladeiras e a sobremesa, que também é individualizada.

O diretor de Infraestrutura do Hospital, Rodrigo Calixto, explica que a instituição está sempre pensando em melhorias efetivas para o dia a dia dos pacientes internados. “Buscamos investir em qualidade para que os nossos pacientes se sintam acolhidos. Pequenas atitudes de humanização fazem sim a diferença para quem está internado”, destaca.

“Nossa preocupação é o bem-estar do paciente! Através do Serviço de Nutrição e Dietética, estamos sempre em busca de alternativas para tornar o momento da internação mais humanizado, aliado ao atendimento qualificado das equipes assistenciais”, complementa a diretora-geral do Vida & Saúde, Vanderli de Barros.

 

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Destaque

Com alta da covid, INSS volta a adiar prova de vida

Pável Bauken

Publicado

em



O INSS deve habilitar nos próximos dias 5 milhões de beneficiários para fazer a prova de vida de forma digital, sem necessidade de sair de casa, para continuar a receber suas aposentadorias e pensões, segundo apurou o Estadão/Broadcast. Enquanto a tecnologia não fica disponível para todos os segurados, o órgão prorrogou a suspensão da obrigatoriedade do recadastramento presencial e seguirá pagando os benefícios a quem deixar de cumprir a exigência.

Com a nova suspensão, o governo quer evitar que milhões de segurados compareçam a agências bancárias do próprio INSS num momento de alta no número de casos e mortes pela covid-19. A nova dispensa vale até o fim de fevereiro de 2021.

A prova de vida é feita pelo segurado a cada 12 meses para comprovar que ele está vivo. Esse procedimento é obrigatório para que o benefício continue sendo pago. O recadastramento é feito geralmente na agência bancária, de forma presencial. Em casos de impossibilidade de locomoção ou se o segurado tiver mais de 80 anos, o procedimento pode ser feito em seu domicílio por um servidor do INSS.

A exigência foi suspensa em março de 2020, quando a pandemia se agravou no Brasil, já que os segurados que precisariam fazer o recadastramento compõem o grupo de risco para a covid-19. A previsão era que a prova de vida voltasse a ser cobrada no início deste ano, mas os números da doença levaram a uma reavaliação dessa decisão.

Digital

Em paralelo, o INSS começou no ano passado a testar um projeto de prova de vida digital. O piloto, antecipado pelo Estadão/Broadcast, começou a rodar em agosto com cerca de 500 mil beneficiários, o equivalente a 1,5% do total de segurados do INSS.

O mecanismo é feito por meio de reconhecimento facial, com o uso da câmera do celular, para quem já tem carteira de motorista ou título de eleitor digital – ou seja, os dados já estão em uma base digital do governo e poderão ser conferidos pelo sistema. No futuro, o INSS também pretende incorporar o uso da biometria por meio da chamada “digital viva”.

Agora, esse projeto terá uma nova fase, com liberação em larga escala. Os cerca de 5 milhões que poderão fazer a prova de vida digital correspondem a quase 14% dos 36 milhões de beneficiários do INSS.

Embora a obrigatoriedade da prova de vida esteja temporariamente suspensa, o segurado que desejar fazer o recadastramento pode efetuá-lo mesmo assim, seja da forma digital (se habilitado), seja de forma presencial. A dispensa tem como objetivo de evitar que os segurados circulem em suas localidades num momento de recrudescimento da pandemia no País.

O governo também decidiu manter suspensa a comprovação de prova de vida para militares inativos. A dispensa da atualização cadastral anual valeria até dezembro de 2020, mas portaria do Ministério da Defesa prorrogou a suspensão até 30 de junho. Com isso, ficam suspensos também bloqueios dos proventos por falta do recadastramento.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

ENQUETE

Trending

© 2020 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


error: Conteúdo protegido, para ter acesso seja nosso parceiro entre em contato no whats (55) 984161736
×