Secretaria de Educação premia as escolas destaque em aprendizagem de 2023
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Secretaria de Educação premia as escolas destaque em aprendizagem de 2023

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A equipe da Secretaria de Educação e Cultura premiou no ano letivo de 2023, as escolas destaque em aprendizagem e desempenho dos estudantes. A ação fez parte do projeto: “Educação: um olhar para o futuro de Santa Rosa” que foi desenvolvido com o objetivo de motivar os alunos e professores da Rede Municipal de Ensino neste processo.

As ações realizadas pelas escolas ao longo do ano, contribuíram para a melhoria do desempenho dos estudantes, impulsionando positivamente os índices de qualidade de ensino. A Secretária Lires Zimmermann, destacou que o projeto também oportunizou novas estratégias de diagnóstico educacional através das avaliações realizadas em forma de simulados aos moldes do Sistema de Avaliação da Educação Básica – SAEB, “Esta é mais uma estratégia que desenvolvemos para evoluirmos na qualidade de ensino ofertada aos nossos alunos”.

As escolas que se destacaram no primeiro semestre de 2023 foram: EMEF Nossa Senhora da Glória (anos iniciais) e EMEF Paul Harris (anos finais do Ensino Fundamental). Já no segundo semestre, foram destaque: EMEF Santa Rosa de Lima (anos iniciais) e pela segunda vez consecutiva, a EMEF Paul Harris (anos finais).

 

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Ensino

MEC quer testar escolas pré-fabricadas para substituir colégios destruídos no Rio Grande do Sul

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Foto: Prefeitura de Florianópolis/Divulgação
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O governo federal pretende utilizar construções industrializadas, como as casas pré-fabricadas comuns nos Estados Unidos, em obras de escolas públicas. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) planeja iniciar um projeto-piloto com escolas no Rio Grande do Sul utilizando esse modelo.

O FNDE identificou que pelo menos 39 escolas foram completamente destruídas pelas enchentes históricas que atingiram o estado no mês passado e precisam ser reconstruídas. Diante dessa situação, autoridades locais têm questionado o governo federal sobre o tempo e o modelo de construção utilizado.

Atualmente, o FNDE não permite obras nesse formato em seus projetos de financiamento. No entanto, o órgão está agilizando os trâmites para viabilizar a possibilidade de construções industrializadas a partir de 2025. Enquanto isso, a reconstrução de algumas escolas deve ocorrer no modelo tradicional, mas o FNDE pretende habilitar o novo formato para acelerar o processo.

“Temos sido muito pressionados pelo pessoal do Rio Grande do Sul para construir de forma mais rápida. Tivemos 39 escolas destruídas. Elas precisarão ser reconstruídas do zero. Imagina começar agora e entregar daqui a quatro anos? O que faremos com essas crianças nesse meio tempo? Não faz sentido. Talvez esse seja um primeiro laboratório para desenvolver algo inovador”, afirmou ao Estadão a presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba.

Construções tradicionais podem levar anos, enquanto projetos industrializados podem ser concluídos em até 90 dias. Além disso, esse modelo permite que uma obra possa ser “transportada” para outro local, com uma perda mínima da estrutura construída. Contudo, essas construções tendem a ser mais caras. O FNDE ainda está levantando os custos, mas estima que possam ser cerca de 15% mais caras.

No início do mês, o FNDE realizou um encontro com especialistas no tema, em parceria com a Caixa Econômica, para começar a definir os critérios para adoção das chamadas “construções inovadoras”. Participaram pesquisadores da Universidade de Brasília, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e membros do governo.

O FNDE já identificou cerca de 20 empresas que podem oferecer esse serviço no Brasil, com base em um chamamento público feito no mês passado. O processo envolve questionar a vida útil das construções, comprovação científica de segurança contra incêndios, tipos de cobertura, revestimento, impermeabilização, entre outros aspectos. O FNDE também discutirá com autoridades locais onde serão reconstruídas as escolas destruídas, seja no modelo tradicional ou modular.

“Não é simplesmente dizer ‘vamos reconstruir’, mas sim onde. Não podemos investir recursos públicos para, em outubro, enfrentar outro evento semelhante que destrua tudo novamente”, analisa Pacobahyba.

A perspectiva do FNDE é que na próxima adesão a obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em janeiro, os municípios já possam acessar a construção rápida de escolas. O FNDE estima financiar cerca de 400 obras, a um custo de R$ 2 bilhões, que corresponde a 20% do orçamento destinado pelo PAC para essa área. O objetivo é disponibilizar pelo menos dois modelos de creche e um modelo de escola em tempo integral, que são os principais focos do PAC.

Além das necessidades do Rio Grande do Sul, o modelo de construção industrializada está sendo considerado pelo governo como uma alternativa rápida para a entrega de obras na área da educação. Neste ano, o governo federal foi criticado pelo ritmo lento de conclusão de obras retomadas.

Desde o início do mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou como prioridade a retomada de cerca de 4 mil obras paralisadas e inacabadas na área da Educação, mas o progresso em 2023 foi limitado.

O FNDE atribui parte da lentidão às decisões do Congresso, já que a Medida Provisória do Pacto Nacional pela Retomada de Obras e Serviços de Engenharia Destinados à Educação Básica caducou, forçando o governo a enviar um projeto de lei, aprovado apenas em outubro.

“A retomada efetiva começa mesmo a partir de janeiro, pois até 22 de dezembro ainda estava aberto o prazo de adesão dos estados e municípios. Hoje, já temos quase 200 obras retomadas”, afirma Pacobahyba.

No passado, a ex-presidente Dilma Rousseff foi criticada por promover a construção de creches pré-fabricadas, que foram pejorativamente chamadas de “creches de plástico”. O modelo incluía estruturas de Concreto-PVC, Compósitos-Pultrudado e Steel Frame-Placas Cimentícias.

Agora, o governo quer garantir que o processo seja acompanhado por órgãos como o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e a academia.

“Com a urgência das creches, não podemos esperar muito para construir, pois as crianças crescem e precisam de outro tipo de escola. Então, estamos aprofundando a questão das metodologias inovadoras. O governo federal já tentou uma compra em escala, mas o mercado ainda não atende a uma demanda tão grande”, afirma a presidente do FNDE.

Um exemplo considerado pelo FNDE é o modelo utilizado na construção de uma escola de 3 mil metros quadrados em Florianópolis, Santa Catarina. Com 18 salas e um custo de R$ 17 milhões, a escola foi construída em 42 dias para atender à demanda por vagas. A prefeitura utilizou o modelo “Steel Panel”, com painéis de aço revestidos com manta termoacústica, lã de vidro, placa cimentícia e gesso. O secretário adjunto de Educação de Florianópolis, Luciano Formighieri, apresentou o projeto ao FNDE.

“Acabei de entregar uma creche no modelo tradicional que comecei com o FNDE em 2016 e ficou pronta agora. Foram oito anos de obra, com falência de uma das empresas e três diferentes construtoras envolvidas. No mesmo bairro onde entreguei essa escola”, relata Formighieri.

Ele destaca que o custo da escola foi 25% maior do que o de uma construção tradicional, um ponto que o governo está analisando ao adotar o novo modelo. O processo será feito em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU).

“Nós temos quase 4 mil obras espalhadas pelo Brasil desde 2007 que ainda não foram concluídas. Algumas com mais de dez anos. Isso nos levou a repensar nossa abordagem”, conclui Pacobahyba.

Fonte: Estadão

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Ensino

MEC reabre inscrições do Enem para estudantes do Rio Grande do Sul

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Foto: Reprodução/Redes Sociais
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O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep) reabriram as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) especificamente para estudantes do Rio Grande do Sul (RS) que ainda não conseguiram se inscrever.

A decisão foi anunciada neste domingo (16) através das páginas oficiais das instituições nas redes sociais. Os moradores do RS têm até as 23h59 da próxima sexta-feira (21) para se inscrever.

A prorrogação ocorre em resposta às recentes enchentes históricas no estado, que deixaram milhares de pessoas desabrigadas, sem energia elétrica e sem acesso à internet, entre outras consequências devastadoras.

As inscrições para os moradores do RS são gratuitas, também em razão das enchentes.

Nota do MEC e do Inep sobre o Enem na íntegra

⚠ Moradores do Rio Grande do Sul que desejam realizar as provas do Enem 2024 e ainda não se inscreveram no exame, fiquem atentos!

O Ministério da Educação e o Inep reabriram a Página do Participante, neste domingo (16), para que estudantes do estado tenham mais oportunidades de participar do exame. O prazo para se inscrever vai até as 23h59 da próxima sexta-feira, 21 de junho. Vale lembrar que a inscrição é gratuita para quem mora no RS.

Para se inscrever, acesse: enem.inep.gov.br/participante

Mais informações em: gov.br/inep

Fonte: G1

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Ensino

Enem 2024: prazo de inscrição termina HOJE

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Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
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As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terminam às 23h59 desta sexta-feira, 14 de junho. Interessados em participar devem se inscrever na Página do Participante. O prazo para pagamento da taxa de inscrição foi estendido e pode ser realizado até a próxima quarta-feira, 19 de junho.

Inicialmente, o prazo de inscrição se encerraria no dia 7 de junho, mas foi prorrogado por mais uma semana para permitir que mais estudantes pudessem se inscrever.

O Enem é uma importante via de acesso para cursar uma graduação em instituições públicas federais, instituições privadas com bolsas de 100% ou 50% pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) ou obter financiamento estudantil pelo Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).

Todos os candidatos não isentos devem pagar uma taxa de R$ 85 até 19 de junho para confirmar a inscrição. O pagamento pode ser realizado através de:

  • Boleto bancário
  • Cartão de crédito
  • Pix

Quem está isento da taxa precisa se inscrever no Enem?

Sim. Todos que desejam realizar a prova e concorrer a uma vaga no ensino superior devem se inscrever na Página do Participante, incluindo aqueles que têm direito à isenção da taxa. A isenção não garante a inscrição automática no Enem.

As inscrições podem ser feitas até às 23h59 desta sexta-feira, 14 de junho.

O Enem será realizado nos dois primeiros domingos de novembro.

3 de novembro:

  • 45 questões de linguagens (40 de língua portuguesa e 5 de inglês ou espanhol)
  • 45 questões de ciências humanas
  • Redação

10 de novembro:

  • 45 questões de matemática
  • 45 questões de ciências da natureza

Horários (no fuso de Brasília):

  • Abertura dos portões: 12h
  • Fechamento dos portões: 13h
  • Início das provas: 13h30
  • Término das provas no 1º dia: 19h
  • Término das provas no 2º dia: 18h30

Não perca o prazo e garanta sua participação no Enem 2024!

Fonte: Exame

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