São José ou Santo Antônio: Qual o Santo Ideal para Pedir um Amor?
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São José ou Santo Antônio: Qual o Santo Ideal para Pedir um Amor?

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Hoje, 12 de junho, celebramos o Dia dos Namorados e, amanhã, 13 de junho, é o Dia de Santo Antônio. Conhecido popularmente como o santo casamenteiro, Santo Antônio pode não ser a melhor opção para quem busca um amor verdadeiro. Conversamos com devotos para descobrir qual santo é mais indicado para diferentes objetivos amorosos.

Santo Antônio, conhecido como o queridinho, pode ajudar aqueles que desejam encontrar um namorado ou namorada. No entanto, ele não garante que essa escolha seja o par ideal. Segundo a tradição, Santo Antônio atende a qualquer um que faça a promessa, sendo considerado uma solução rápida para acabar com a solidão momentânea. A fé em Santo Antônio é reforçada por práticas populares, como comer o bolo de Santo Antônio na esperança de encontrar a medalha que, segundo a lenda, trará o par perfeito. Muitas pessoas também colocam a imagem do santo de cabeça para baixo ou retiram o bebê Jesus de seus braços para “forçá-lo” a ajudar na busca pela alma gêmea.

Para aqueles que desejam um casamento sólido e duradouro, a tradição recomenda São José, venerado como um exemplo de marido e pai. Muitos acreditam que São José pode ajudar a encontrar o parceiro ideal, pois, como esposo da Virgem Maria, é visto como um homem virtuoso e prudente.

O mais importante, segundo o Padre José Nery, é pedir a Deus que Sua vontade seja feita. Embora os santos possam ajudar, é fundamental aceitar o que Deus nos dá. Quanto às simpatias, para aqueles que estão com pressa, algumas práticas populares incluem o uso da imagem de Santo Antônio, banhada em água de rosas, ou a amarração de uma fita branca à imagem do santo, que deve ser guardada de cabeça para baixo no armário de roupas.

Fonte: G1

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Pesquisa revela presença de álcool em pães de forma

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Foto: Divulgação
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De acordo com um levantamento divulgado nesta quinta-feira (11) pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), diversos produtos de marcas populares de pães de forma contêm álcool.

Se esses pães fossem bebidas, cinco marcas seriam consideradas alcoólicas, com teor de álcool superior a 0,5%: Visconti (3,37%), Bauducco (1,17%), Wickbold 5 Zeros (0,89%), Wickbold Sem Glúten (0,66%), Wick Leve (0,52%) e Panco (0,51%).

Dependendo da quantidade consumida, alguns desses pães poderiam resultar em uma leitura positiva em um teste do bafômetro. O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) estabelece que a quantidade segura de álcool no sangue seja abaixo de 3,3 gramas (g). Segundo a pesquisa, duas fatias de pão de forma da marca Visconti contêm o equivalente a 1,69 g de álcool; da Bauducco, 0,59 g; e da Wickbold 5 Zeros, 0,45 g.

O texto da pesquisa alerta que, para grávidas e lactantes, a ingestão recorrente de álcool, mesmo em baixas doses, pode afetar o aprendizado e causar problemas de memória, além de potencialmente levar à síndrome alcoólica fetal (SAF).

O estudo também aponta que, se os pães fossem medicamentos fitoterápicos, oito marcas brasileiras necessitariam de advertências em suas embalagens devido à presença de álcool. Segundo diretrizes pediátricas europeias, a taxa limite de álcool para crianças é de 6 miligramas por quilo (mg/kg) de peso corporal. Uma fatia de pão excede esse limite nas marcas Visconti (843 mg de etanol), Bauducco (293 mg), Wickbold 5 Zeros (233 mg), Wickbold Sem Glúten (165 mg), Wickbold Leve (130 mg), Panco (128 mg), Seven Boys (125 mg) e Wickbold (88 mg).

A contaminação dos pães com álcool pode ocorrer durante a adição de conservantes. O álcool usado para diluir o conservante deve evaporar antes do consumo, mas um excesso na quantidade de antimofo ou na sua diluição pode resultar em um pão com teor elevado de etanol.

Em nota, a Pandurata Alimentos, fabricante dos produtos Bauducco e Visconti, afirmou adotar rigorosos padrões de segurança alimentar e possuir a certificação BRCGS (British Retail Consortium Global Standard). A empresa segue toda a legislação e regulamentações vigentes.

Fonte: Agência Brasil

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Candidato perde vaga em processo seletivo por demorar mais de 15 minutos para responder recrutadora

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Reprodução/Victor Bairros
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O consultor de projetos Victor Barrios desabafou nas redes sociais sobre sua experiência frustrante com um processo seletivo. Ele relatou ter sido reprovado por demorar mais de 15 minutos para responder a uma mensagem da recrutadora.

Victor explicou que recebeu um convite para participar do processo seletivo para uma vaga de Gestão de Projetos (PMO). No entanto, a mensagem não continha informações detalhadas sobre a vaga, como descrição das atividades, benefícios ou requisitos. Aproximadamente uma hora depois, Victor respondeu solicitando mais informações e expressando seu interesse.

Após sua resposta, Victor não recebeu nenhum retorno e, depois de cerca de uma semana, decidiu contatar a recrutadora novamente para saber se ainda havia interesse em seu perfil. A recrutadora respondeu que a empresa tinha optado por seguir com outros candidatos. Intrigado, Victor questionou o motivo de seu descarte e pediu feedback.

Victor publicou uma captura de tela da conversa, onde a recrutadora justificou que a empresa buscava “perfis proativos e com senso de urgência”, selecionando apenas candidatos que responderam à primeira mensagem em até 15 minutos.

“Esse foi o retorno que eu obtive, mesmo sem ninguém sequer solicitar meu currículo ou conversar comigo, decidiram que eu não sou proativo e que não tenho senso de urgência, afinal demorei uma hora para responder a mensagem”, escreveu Victor.

Victor, que é consultor de projetos há cinco anos, formado em Segurança da Informação e pós-graduado em Gestão Estratégica de Projetos e Metodologias Ágeis, disse que se sentiu indignado com a resposta da recrutadora e optou por encerrar a conversa.

Em sua publicação, ele destacou que a avaliação das qualificações de um candidato não deve se basear no tempo de resposta a uma mensagem. Ele também argumentou que estar “open to work” (aberto a trabalhar) não significa que os candidatos possam estar disponíveis 24 horas por dia para responder prontamente, pois têm outras responsabilidades e obrigações.

Fonte: CNN Brasil

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Álcool interfere na eficácia dos antibióticos?

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É comum surgir a dúvida se é seguro consumir álcool enquanto se está em tratamento com antibióticos. Embora não haja uma interação que anule diretamente o efeito dos antibióticos, combinar álcool e esses medicamentos pode representar alguns riscos significativos.

Segundo a médica endocrinologista Milena Miguita Paulino, não existem estudos abrangentes sobre a interação de todas as classes de antibióticos com o álcool. Contudo, é sabido que doses elevadas de álcool podem interferir na metabolização dos antibióticos pelo organismo, potencialmente reduzindo sua eficácia. Além disso, certos antibióticos não devem ser combinados com álcool devido a efeitos colaterais severos.

O uso simultâneo de álcool e antibióticos pode prejudicar o sistema imunológico do paciente, comprometendo a capacidade de combater infecções bacterianas. A ingestão de álcool também pode intensificar a desidratação, especialmente em casos de febre, o que agrava ainda mais o estado do paciente.

Ambas as substâncias são metabolizadas pelo fígado, e o consumo conjunto pode sobrecarregar esse órgão vital. Isso não apenas aumenta o risco de danos hepáticos, mas também pode causar sintomas gastrointestinais como náuseas, vômitos e dor abdominal.

A infectologista Lorena Faro alerta que a combinação de álcool e antibióticos pode potencializar efeitos colaterais comuns a ambos, como tontura, confusão mental e fraqueza, além de aumentar o risco de complicações graves como o efeito antabuse, especialmente associado ao metronidazol, que pode levar a sintomas como palpitações, hipotensão e até mesmo dificuldade respiratória.

Por fim, especialistas recomendam evitar o consumo de álcool por até três dias após a última dose do antibiótico. Da mesma forma, é aconselhável não ingerir álcool nas 24 horas que antecedem o início do tratamento, para minimizar os riscos de interação negativa entre as duas substâncias.

Assim, é crucial que pacientes sigam as orientações médicas específicas para cada tipo de antibiótico e evitem o consumo de álcool durante o tratamento, garantindo a eficácia do medicamento e a saúde geral do organismo.

Fonte: CNN Brasil

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