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Santo Cristo tem 123 e Santa Rosa 7 casos confirmados de Dengue

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A Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa (FUMSSAR), divulgou o boletim atualizado de casos de dengue nesse sábado (28/03). Foram notificados 35 casos, 11 foram investigados, 17 foram descartados e 7 casos confirmados sendo 2 importados.

Os municípios de abrangência da 14ª CRS notificam casos de dengue anualmente. Em relação ao período de 2007 a 2019, o ano de 2016 apresentou o maior número de casos notificados e confirmados.

Na região de abrangência da 14ª Coordenadoria Regional de Saúde (14ª CRS), foram notificados, 297 casos suspeitos de Dengue, sendo 138 casos confirmados e 55 casos descartados. Entre os casos confirmados, 129 casos são autóctones e 09 são importados. Ainda, 102 casos seguem em investigação.

Todos os municípios da região da 14ª CRS são infestados pelo vetor Aedes aegypti . Em janeiro de 2020 foi mensurado o índice de infestação predial (IIP) do Aedes , através dos levantamentos de índice (LIRAa/LIA). Este índice avalia o percentual de imóveis com presença do vetor.

A partir deste cenário, a 14ª CRS reforçou as ações de controle do Aedes e prevenção de novos casos de dengue, visando interromper a cadeia de transmissão, principalmente nos municípios com maior circulação viral.

As ações preconizadas pelo protocolo do Ministério da Saúde para prevenção e controle da Dengue vem sendo realizadas a nível municipal, das quais destaca-se: Pesquisa vetorial especial, bloqueio de transmissão viral, mutirões de limpeza comunitária,reuniões e capacitações das equipes de saúde, mobilização de estudantes eacompanhamento dos casos por mapeamento. Tais ações são desenvolvidas a partir dasuspeição do caso.

Do mesmo modo, a conduta clínica é orientada a partir da identificação dos sintomas compatíveis com a doença, não sendo necessário aguardar a confirmação laboratorial.

Orienta-se a comunidade sobre a importância das medidas de prevenção, eliminando potenciais criadouros de mosquitos. Destaca-se alguns cuidados para evitar o acúmulo de água onde o mosquito pode se reproduzir.

A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul (SES/RS), por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS/RS) registrou até a Semana Epidemiológica (SE 12), 1.224 casos suspeitos de Dengue, 410 casos confirmados, sendo 341 casos autóctones dos municípios de Novo Hamburgo e São Leopoldo (1ª CRS); Porto Alegre (2ª CRS); Rio Grande (3ª CRS); Sobradinho (8ª CRS); Cruz Alta, Ibirubá, Quinze de Novembro e Selbach (9ª CRS); Santana do Livramento (10ª CRS); Cerro Largo, Rolador e Santo Ângelo (12ª CRS); Santa Rosa e Santo Cristo (14ª CRS); Boa Vista das Missões, Constantina, Jaboticaba e Miraguaí (15ª CRS); Humaitá, Ijuí e Panambi (17ª CRS); Capão da Canoa e Santo Antônio da Patrulha (18ª CRS); Frederico Westphalen, Palmitinho, Taquaruçu do Sul, Tiradentes do Sul e Três Passos (19ª CRS), 306 descartados, 29 inconclusivos e 479 continuam aguardando investigação (Tabela 1). Todos os municípios com casos autóctones são considerados infestados pelo Aedes aegypti.

Em uma série histórica de 2000 até 2020, observa-se, no RS, um aumento significativo no número de município infestado pelo mosquito Aedes aegypti.

Até a SE 12 de 2020, o Rio Grande do Sul, notificou 58 casos de Febre de Chikungunya, 02 casos confirmados importados, 30 foram descartados e 18 ainda continuam em investigação diagnóstica.

As notificações de casos suspeitos ocorreram em 29 municípios de 13 Coordenadorias Regionais de Saúde.

14ª CRS:
Alecrim, Alegria, Boa Vista do Buricá, Campina das Missões, Cândido Godói, Doutor Maurício Cardoso, Giruá, Horizontina, Independência, Nova Candelária, Novo Machado, Porto Lucena, Porto Mauá, Porto Vera Cruz, Santa Rosa, Santo Cristo, São José do Inhacorá, São Paulo das Missões, Senador Salgado Filho, Três de Maio, Tucunduva e Tuparendi.

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Novas cargas com doações de feno são enviadas a municípios atingidos pelas enchentes

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Carregadas de feno e solidariedade, mais duas carretas saíram de Santa Rosa nesta sexta-feira (14/06), em um movimento para a alimentação de animais de regiões atingidas pelas enchentes do RS. Ao compreender as dificuldades enfrentadas, agricultores do Noroeste gaúcho atenderam ao chamado da Campanha de Coleta de Feno, coordenada na região de Santa Rosa pela Emater/RS-Ascar e pela Fenasoja.

Até o momento mais de 50 toneladas de feno (aproximadamente 3.600 fardos) já foram coletadas, além de sacas de milho grão e farelo de arroz. Para que as doações cheguem até Teutônia, no Vale do Taquari, e Nova Santa Rita, na região Metropolitana, no sábado (15/06), a Coopermil e a Taborda Transportes colocaram carretas de suas frotas à disposição. Lá, equipes da Emater/RS-Ascar aguardam para a destinação das doações a propriedades rurais que estão enfrentando dificuldade na oferta de alimentos para os animais.

A corrente do bem para que o movimento se tornasse possível contou com o engajamento de diversos voluntários. Prefeituras dos municípios de Independência, Ubiretama, Santo Antônio das Missões, Caibaté e Senador Salgado Filho auxiliaram no transporte do feno até Santa Rosa. A Emater/RS-Ascar ficou responsável pela mobilização, apoio no carregamento e organização das doações que foram arrecadadas em propriedades rurais. A Fenasoja apoiou a mobilização, assim como a Prefeitura de Santa Rosa cedeu o espaço para a armazenagem.

A Empresa Ketten Bebidas disponibilizou a empilhadeira para o carregamento das carretas. Além das cargas enviadas hoje, a Sintralog assumiu a logística do transporte à região Central de um primeiro lote enviado no início de junho.

Um volume ainda maior de doações deve ser encaminhado nos próximos dias, uma vez que se trata de uma demanda expressiva, especialmente quando se fala em alimentação de animais de grande porte.

Agricultores do Noroeste do Estado, interessados em doar, ou produtores das regiões atingidas que estejam precisando de feno, podem buscar informações junto ao escritório da Emater/RS-Ascar de seu município.

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Estudo revela que cesarianas antecipadas no Brasil aumentam riscos para bebês

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Foto: Divulgação
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As evidências mostram que, no Brasil, muitas cesáreas programadas para ocorrer durante o feriado de carnaval são antecipadas ou adiadas. Pesquisadores do Insper Instituto de Ensino e Pesquisa investigaram os efeitos dessa manipulação da data do parto na saúde dos bebês, com resultados publicados este mês no periódico Health Economics.

O estudo revela que a postergação de partos aumenta a idade gestacional e reduz a mortalidade neonatal. Por outro lado, a antecipação dos partos reduz a idade gestacional e o peso ao nascer dos bebês, especialmente em gestações de alto risco e entre os bebês de menor peso ao nascer. Em média, as festividades de carnaval aumentam o tempo gestacional em 0,06 dia e reduzem as taxas de mortalidade neonatal e neonatal precoce em 0,30 e 0,26 por 1 mil nascidos vivos, respectivamente.

Conduzido por Carolina Melo e Naercio Menezes Filho, ambos economistas e professores do Insper, o estudo demonstrou que a manipulação das datas dos partos em função do carnaval envolve principalmente mulheres com maior nível educacional. Melo explica que a tendência entre essas mães é a antecipação dos partos para evitar o feriado, o que pode encurtar artificialmente a gestação e colocar os bebês em risco.

Quando não é possível antecipar os nascimentos, muitas gestantes esperam mais e acabam tendo partos vaginais, resultando em melhores desfechos em termos de maturidade gestacional e sobrevivência neonatal. Melo observa que um aumento líquido de 3,5 dias no tempo gestacional dos partos manipulados pode levar a um ganho de peso de 60 gramas. Os efeitos positivos são provavelmente maiores para os partos postergados.

A pesquisa destaca que a manipulação das datas de parto devido a um feriado pode alterar significativamente indicadores como a mortalidade neonatal, sugerindo que muitos nascimentos no Brasil ocorrem precocemente, geralmente por meio de cesáreas eletivas, resultando em bebês com condições de saúde inferiores às que teriam se a gestação fosse prolongada.

Nos hospitais privados do Brasil, 86% dos partos são cesarianas, um índice muito superior à média nacional de 55%, que já é alta. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a proporção de cesáreas não exceda 15%. Com seus 55%, o Brasil tem a segunda maior taxa de cesarianas no mundo, atrás apenas da República Dominicana (58,1%).

Embora o estudo tenha focado no período do carnaval, Melo acredita que a tendência de antecipar partos se estende além dos feriados. A média gestacional no Brasil é de 38,5 semanas, abaixo das 39 semanas recomendadas pela OMS, indicando que muitos bebês nascem antes do tempo seguro.

A pesquisa enfatiza a necessidade de políticas públicas que restrinjam a antecipação de partos sem justificativas médicas, visando minimizar os riscos associados a nascimentos prematuros e baixo peso ao nascer.

O estudo recebeu apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) por meio de Bolsa de Pós-Doutorado concedida a Carolina Melo e do Centro Brasileiro para o Desenvolvimento na Primeira Infância (CPAPI), um Centro de Pesquisa Aplicada (CPA) coordenado por Menezes Filho em parceria com a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal.

Fonte: CNN Brasil

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Operação conjunta resulta em apreensão de 330 kg de maconha e prisão em Tuparendi

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Na noite de quarta-feira, 13 de junho, uma ação conjunta entre a Brigada Militar e a Polícia Civil, através do 4º BPAF e da Operação Hórus, resultou na apreensão de 500 tijolos de maconha, totalizando 330 kg da droga, e na prisão de um homem identificado como G.K.

A ação ocorreu em Lajeado Grande, distrito de Tuparendi, após o monitoramento de veículos e suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas. Na tentativa de abordagem, o condutor do veículo VW Polo empreendeu fuga, capotando no Rio Lajeado Grande. O homem foi preso em flagrante e a droga apreendida.

O prejuízo estimado ao crime, considerando o valor da droga e do veículo apreendido, é de R$ 3.322.678,00.

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