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Santa Rosa recebe Força-tarefa Interinstitucional de Combate ao Feminicídio

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Na sexta-feira, 13 de setembro, a Força-tarefa Interinstitucional de Combate ao Feminicídio, grupo ligado à Comissão de Segurança e Serviços Públicos do Legislativo (CSSP), promove a primeira reunião regional, a ser realizada no município de Santa Rosa. A iniciativa, que foi lançada no dia 22 de agosto, com o apoio do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, tem por objetivo identificar os principais motivos do crescente número de feminicídios no RS. Para tal, deverá percorrer o estado, promovendo reuniões em diversas regiões gaúchas.

Em Santa Rosa, soma-se ao objetivo principal, a intenção de organizar a participação e comprometer cidadãs e cidadãos, entidades, lideranças locais e entes públicos com o tema para favorecer a redução deste tipo de crime no município e arredores. Como adianta o presidente da CSSP, deputado estadual Jeferson Fernandes, a ideia é criar uma “rede” de atenção ao feminicídio. “A exemplo do que fizemos, com as Caravanas da Cidadania, queremos organizar as pessoas, os entes públicos que podem contribuir na solução deste grave problema para observar e identificar de que forma ele ocorre e unir esforços para combatê-lo”, detalhou o parlamentar, citando iniciativa da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos, as Caravanas da Cidadania, que percorreu o estado apoiando a formação de redes de proteção a mulheres, crianças, adolescentes e idosos, na época em que ele era presidente do órgão técnico.

A Força Tarefa de Combate ao Feminicídio já tem cronograma de trabalho aprovado, contando com encontros e reuniões técnicas que devem culminar em um seminário sobre o tema, no final de 2019. “A situação é extremamente preocupante. Estamos recebendo denúncias e constatando, pelos índices oficiais da segurança pública gaúcha, que o número de mulheres vítimas de feminicídio vem crescendo. O papel do Parlamento é, portanto, articular os Poderes e a sociedade para enfrentar esta situação. “A integração do Senado e da Câmara dos Deputados nesta iniciativa é uma importante demonstração de que a vida das mulheres e sua dignidade precisam estar na agenda política do RS. Esse é o objetivo da Força Tarefa”, destaca Jeferson Fernandes.

Como surge a Força-Tarefa
O crescimento do número de feminicídios tem chamado a atenção em todo o Brasil. No RS, o número dobrou em 2019, se comparado ao mesmo período de 2018. Em virtude desta situação, autoridades e movimentos sociais vem se reunindo em um Grupo de Trabalho (GT), instituído pela CSSP, para discutir ações conjuntas de enfrentamento aos crimes. A Força-Tarefa origina-se deste trabalho, em parceria com autoridades de segurança, Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Movimento de Mulheres, entre outras entidades ligadas ao tema. O objetivo principal é articular e mobilizar Poder Público, movimentos sociais, conselhos da sociedade civil e diversas entidades, discutindo e apresentando alternativas, como políticas públicas para combater a morte de mulheres, em razão da sua condição de gênero.

O evento em Santa Rosa acontece às 9h, na Câmara de Vereadores. A atividade é aberta a todas e todos os interessados, sem necessidade de inscrição prévia.

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Curiosidades

Exercício ilegal da profissão é crime? Saiba Mais

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Todo profissional que exerce uma profissão regulamentada por lei e não possui formação específica ou uma habilitação legal ( registro, inscrição) está trabalhando de forma ilegal.
Por tanto, para exercer funções regulamentadas não basta apenas aprender ou ter uma habilidade, é necessário preencher as condições exigidas por lei.
De acordo com a lei de contravenções penais, esse tipo de atitude é considerado crime e a pena é de 15 dias à 3 meses ou multa.

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Mantei libera R$ 1 milhão em obras

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Santa Rosa comemorou nesta quarta-feira (10), 91 anos de emancipação. No dia do aniversário do município, quem recebeu os presentes foi a comunidade. O Prefeito Anderson Mantei autorizou na manhã do feriado municipal, o início de mais duas obras. Mais de R$ 1 milhão vão ser investidos para facilitar a mobilidade urbana e melhorar a infraestrutura da cidade.
O bairro Central vai ser contemplado com 5.757,26 m² de pavimentação asfáltica, sinalização, drenagem e serviços complementares. As melhorias vão ser implementadas nas Ruas Ângelo Zenni (965,54 m²), Ijuí (1.120,26 m²), Tapera (690,51 m²), São José (845,49 m²), Farroupilha (722,79 m²) e Francisco Meinerz (1.412,67 m²). Ao todo, vão ser investidos R$ 774.601,15. O Prefeito Anderson Mantei, ressaltou os projetos em andamento e os novos desafios que têm o objetivo de preparar a Santa Rosa do centenário, “Nossa cidade vive um momento ímpar de evolução e desenvolvimento. É uma alegria poder, no dia em que Santa Rosa completa seus 91 anos, assinar o início de novas obras que vão melhorar a infraestrutura do município. Estamos trabalhando para deixar aos nossos filhos e para as futuras gerações, uma cidade próspera e cada dia melhor para se viver”.
A segunda ordem de início assinada na quarta-feira, vai beneficiar os moradores da Vila Progresso. O projeto contempla a realização da obra de drenagem pluvial na Rua Marechal Floriano, no bairro Cruzeiro. O município está investindo com recursos próprios, R$ 310.759,57, para a implementação das melhorias. O prazo de execução para as duas obras, é de 90 dias corridos, conforme contrato. A empresa responsável pela execução dos serviços, é a ENPHASE PAVIMENTAÇÕES LTDA.
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Bebê “gigante” nasce com 5,5 quilos no RS

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O nascimento de um bebê com 5,580 quilos e medindo 53 centímetros, em Sapiranga, no Vale do Sinos, chamou a atenção no município.  Mariana Luana veio ao mundo em 1º de agosto e as fotos da “bebê gigante” atraem olhares curiosos. A mãe, Denise Luana Krummenauer, 32 anos, conta que tem outros cinco filhos, e que todos foram considerados grandes ao nascer.

O menor deles nasceu com 3,900 quilos, outros dois nasceram com mais de 4 quilos e os outros dois com mais de 5 quilos.

De acordo com o médico pediatra e obstetra William Hara, responsável pela cesárea, Denise tem pressão alta e apresentou diabetes gestacional, condição se deve ao aumento da resistência insulínica causada pelos hormônios da gestação e é comum em casos de bebês grandes. Nas gestações anteriores Denise não apresentou hipertensão nem diabetes.

Para garantir a chegada de Mariana com saúde ao mundo, Denise teve a diabetes gestacional controlada por meio da alimentação, com dieta, sem necessidade de medicação.

De acordo com a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, o peso médio dos bebês ao nascerem fica entre 3 quilos e 3,3 quilos.

Depois do parto, Mariana Luana ficou em observação por 48 horas, mas não apresentou hiperglicemia (nível alto de glicose no sangue) nem hipoglicemia (nível baixo de glicose), e recebeu alta.

O pai, Leomar Farias, afirma que a reação do casal foi de muita alegria com o nascimento da filha e que não esperavam tanta repercussão pelo tamanho e peso da menina ao nascer.

A gestação foi de 41 semanas, e Denise conta que teve de  parar de trabalhar quando chegou aos oito meses porque estava difícil até para se movimentar.

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