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Samuel L. Jackson mostra história do tráfico de escravos em nova série

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O ator Samuel L. Jackson é o protagonista da série Escravidão: Uma história de Injustiça, que estreia nessa sexta-feira, 20, às 21h no canal National Geographic. Na produção, o ator mostra a história do tráfico de pessoas escravizadas, ao mesmo tempo em que procura suas origens e de seus antepassados na África.

Já no começo do primeiro episódio, uma das integrantes da série destaca qual o objetivo da produção: “dar voz a quem não tinha voz, porque as vozes também foram escravizadas. Ensinar as pessoas, chamar atenção”.

Indo além da história por trás dos mais de 12 milhões de africanos que foram escravizados e levados para a América, a produção foca em um lado mais esquecido desse período: os 2 milhões de africanos, aproximadamente, que morreram no Oceano Atlântico, enquanto faziam a travessia continental.

Assim, enquanto Jackson mostra, com um tom bastante pessoal, sua própria história, da sua família e de seus ancestrais que foram escravizados, a produção acompanha um grupo de mergulhadores que busca destroços de naufrágios de navios negreiros, como ficaram conhecidas as embarcações que transportavam pessoas escravizadas

Com viagens por diversos locais ao redor do mundo, a série começa com uma viagem de Samuel para o Gabão, pouco depois de descobrir que seus ancestrais viviam no território do atual país antes de serem capturados e levados para os Estados Unidos. O ator passa por um processo bastante introspectivo e emocionante enquanto se reconecta à cultura e etnia de seus antepassados, que lhe foram negadas devido à escravidão.

Ao mesmo tempo, o espectador acompanha o primeiro trabalho da equipe de mergulhadores: encontrar os restos de um navio negreiro espanhol que naufragou próximo da atual Flórida. O trabalho de detetive, meticuloso e desgastante, também será mostrado em outros episódios da série, com viagens para o Reino Unido, Jamaica e outras localidades.

O próprio Samuel L. Jackson, tentando entender melhor a história e efeitos do tráfico de escravos iniciada com a colonização da América por países da Europa, visitou o Brasil, um dos países americanos que mais recebeu pessoas escravizadas, e se junta à equipe de “detetives mergulhadores”.

Conhecido por atuar em prol dos direitos humanos, Jackson não apenas embarca em uma jornada de autoconhecimento e descobrimento, de ligação com suas raízes, mas também realiza um projeto educacional que, como ele mesmo diz, ajuda a “trazer à luz a sua história esquecida”, se referindo aos milhões de mortos ao longo dos séculos de tráfico.

A visita do ator ao Brasil ocorre no terceiro episódio da série. Após a estreia, todos os outros cinco episódios de Escravidão: Uma história de Injustiça serão exibidos semanalmente no mesmo dia e horário do primeiro, às 21h, nas sextas-feiras.

Estadão

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Índice Global de Terrorismo de 2020: Mortes por terrorismo atingem o mínimo em cinco anos, mas surgem novos riscos

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Philippe Wojazer/Reuters

  • As mortes por terrorismo em todo o mundo caíram pelo quinto ano consecutivo em 2019 totalizando 13.826, uma redução de 15% em relação ao ano anterior
  • Na América do Norte, Europa Ocidental e Oceania, os ataques de extrema direita aumentaram 250% desde 2014, os números agora são mais altos do que em qualquer momento dos últimos 50 anos
  • 63 países registraram pelo menos uma morte por terrorismo, o menor número desde 2013
  • O impacto econômico global do terrorismo foi de US$ 16,4 bilhões em 2019, uma redução de 25% em relação ao ano anterior
  • O centro de gravidade do Estado Islâmico do Iraque e Levante (Islamic State of Iraq and the Levant, ISIL) é transferido para a África Subsaariana com o aumento de 67% no total de mortes na região pelo ISIL
  • Em 2019, o ISIL e seus afiliados também foram responsáveis por ataques em 27 países

O Índice de Terrorismo Global de 2020 (Global Terrorism Index, GTI) constatou que as mortes por terrorismo caíram pelo quinto ano consecutivo desde o pico em 2014. O número de mortes agora diminuiu 59% desde 2014 para 13.826. Os conflitos continuam sendo o principal motivador do terrorismo, sendo que mais de 9% das mortes por terrorismo em 2019 ocorreram em países já em conflito.

IEP Logo

O Índice Anual de Terrorismo Global, agora em seu oitavo ano, é desenvolvido por um grupo de reflexão líder do Instituto de Economia e Paz (Institute of Economics and Peace, IEP) e oferece o recurso mais abrangente sobre as tendências do terrorismo global.

As maiores reduções nas mortes ocorreram no Afeganistão e na Nigéria, no entanto, eles ainda são os únicos dois países que sofreram mais de 1.000 mortes por terrorismo. A queda no número de mortes também foi refletida nas pontuações dos países, com 103 de melhoria comparado a 35 de piora. Este é o maior número de países a registrar melhoria ano a ano desde o início do índice.

Apesar da queda geral no impacto global, o terrorismo continua sendo uma ameaça significativa e séria em muitos países. Em 2019, houve 63 países que registraram pelo menos uma morte em um ataque terrorista, e o maior aumento no terrorismo ocorreu em Burkina Faso, onde as mortes aumentaram 590%. Outros países que deterioraram substancialmente são Sri Lanka, Moçambique, Mali e Níger.

Algumas outras principais descobertas são:

  • Os dez países sob maior impacto do terrorismo são: Afeganistão, Iraque, Nigéria, Síria, Somália, Iêmen, Paquistão, Índia, República Democrática do Congo e Filipinas
  • Pelo segundo ano consecutivo, o Sul da Ásia é a região sob maior impacto do terrorismo, enquanto a América Central e o Caribe registraram o menor impacto
  • A região do Oriente Médio e Norte da África (Middle East and North Africa, MENA) registrou a maior melhoria regional no terrorismo pelo segundo ano consecutivo, registrando o menor número de mortes desde 2003

Steve Killelea, presidente executivo do IEP : “Ao entrarmos em uma nova década, estamos vendo o aparecimento de novas ameaças de terrorismo. A ascensão da extrema direita no Ocidente e as deteriorações no Sahel são exemplos importantes. Além disso, como visto no recentes ataques na França e na Áustria, muitos grupos menores simpatizantes das filosofias do ISIL ainda estão ativos. Para romper essas influências, três iniciativas principais são necessárias: quebrar a cobertura da mídia e redes sociais on-line, interromper o financiamento e diminuir o número de simpatizantes.”

O GTI usa uma série de fatores para calcular sua pontuação, incluindo o número de incidentes, fatalidades, ferimentos e danos materiais. O Taleban continuou sendo o grupo terrorista mais mortal do mundo em 2019; no entanto, as mortes de terroristas atribuídas ao grupo diminuíram 18%. A força e a influência do ISIL também continuaram a diminuir, pela primeira vez desde que se tornou ativo, o grupo foi responsável por menos de mil mortes em um ano.

Apesar da redução na atividade do ISIL no Oriente Médio e Norte da África, os grupos afiliados do ISIL permanecem ativos em todo o mundo, com 27 países registrando um ataque pelo ISIL ou seus afiliados. A África Subsaariana foi a região mais atingida, com sete dos dez países apresentando os maiores aumentos de mortes por terrorismo na região. Os afiliados do ISIL são os principais responsáveis pelo aumento, com 41% de todas as mortes relacionadas ao ISIL que houve na África Subsaariana.

Na América do Norte, Europa Ocidental e Oceania, a ameaça do terrorismo político de extrema direita tem aumentado nos últimos cinco anos. Nessas regiões, os incidentes de extrema direita aumentaram 250% entre 2014 e 2019. Houve 89 mortes atribuídas a terroristas de extrema direita em 2019. Na última década, as medidas de resiliência social têm diminuído em muitas das economias economicamente avançadas. É provável que essa tendência continue em razão da prolongada desaceleração econômica causada pela COVID-19, que provavelmente aumentará a instabilidade política e a violência.

Desde que a COVID-19 foi declarada uma pandemia global pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em março de 2020, os dados preliminares sugerem queda tanto em incidentes quanto em mortes por terrorismo na maioria das regiões do mundo. No entanto, a pandemia da COVID-19 provavelmente apresentará desafios de combate ao terrorismo novos e distintos. É importante que as iniciativas de combate ao terrorismo não sejam restringidas devido às reduções nos gastos do governo resultantes da desaceleração econômica. As reduções na assistência internacional para operações de combate ao terrorismo na região MENA e na África Subsaariana podem ser contraproducentes.

Thomas Morgan, pesquisador sênior do IEP, explica os resultados: “Entre 2011 e 2019, as rebeliões e manifestações violentas no Ocidente aumentaram 277%. Há sérias preocupações de que a deterioração das condições econômicas resultará em mais pessoas alienadas e suscetíveis à propaganda extremista.”

A queda do terrorismo também foi acompanhada por uma redução de 25% no impacto econômico global do terrorismo, que totalizou US$ 16,4 bilhões em 2019. Comparado a outras formas de violência, como homicídio, conflito armado e despesas militares, o terrorismo é uma pequena porcentagem do custo global total da violência, que foi de US$ 14,5 trilhões em 2019. No entanto, o impacto econômico real do terrorismo é muito maior, uma vez que esses números não levam em conta o impacto indireto sobre os negócios, investimentos e custos associados a agências de segurança no combate ao terrorismo.

Notas aos editores

O relatório completo do GTI 2020 e o mapa interativo estão disponíveis em:visionofhumanity org ou economicsandpeace.org

Índice Global de Terrorismo (GTI)

O GTI do Institute for Economics & Peace oferece um resumo abrangente das principais tendências e padrões globais do terrorismo nos últimos 18 anos. O relatório classifica 163 países (99,7% da população mundial) de acordo com o impacto imposto pelo terrorismo. Os indicadores incluem o número de incidentes terroristas, mortes, feridos e danos materiais.

Banco de Dados de Terrorismo Global
O GTI usa dados do Banco de Dados de Terrorismo Global (Global Terrorism Database, GTD) sobre terrorismo do Consórcio Nacional para o Estudo do Terrorismo e Respostas ao Terrorismo (Study of Terrorism and Responses to Terrorism, START), um Centro de Excelência do Departamento de Segurança Interna liderado pela  Universidade de Maryland. O banco oferece o recurso mais abrangente sobre as tendências terroristas globais.

Institute for Economics & Peace

O Instituto para Economia e Paz (Institute for Economics & Peace, IEP) é o grupo de reflexão líder mundial dedicado ao desenvolvimento de métricas para analisar a paz e quantificar seu valor econômico. Isso é feito desenvolvendo índices globais e nacionais, incluindo o Índice de Paz Global anual, calculando o custo econômico da violência e entendendo a Paz Positiva, que são as atitudes, instituições e estruturas que criam e sustentam sociedades pacíficas.

Estadão

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Mundo

Rússia acusa navio de guerra americano de violar suas águas territoriais

Reporter Global

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A Rússia afirmou nesta terça-feira, 24, que um de seus navios de guerra identificou e afastou um destróier americano que operava ilegalmente em suas águas territoriais no Mar do Japão (Mar do Leste). A Marinha dos EUA negou irregularidades nas manobras de seu navio e acusou Moscou de fazer reivindicações marítimas excessivas.

O Almirante Vinogradov, um caça-submarino russo, advertiu verbalmente o USS John S. McCain, um destróier da Marinha dos EUA, e o ameaçou para forçá-lo a deixar a área, levando-o a retornar às águas neutras, informou Moscou.

O navio USS John S. McCain, que navegava havia vários dias no Mar do Japão, “violou as águas territoriais da Federação Russa no Golfo de Pedro o Grande”, afirmou em um comunicado o Ministério da Defesa de Moscou.

O incidente ocorreu no início da madrugada desta terça-feira (hora de Brasília), quando o navio americano penetrou mais de 2 km em águas russas sem respeitar as fronteiras marítimas, de acordo com o ministério.

O Almirante Vinogradov, da Frota russa do Pacífico, enviou uma mensagem de advertência ao navio americano, ameaçando-o com “uma manobra de estocada para expulsá-lo de suas águas jurisdicionais”, de acordo com o comunicado. O navio americano retornou imediatamente às águas neutras, acrescentou.

Por sua vez, a Frota do Pacífico americana afirmou em um comunicado que o USS John S. McCain “fez valer seus direitos de navegação” nesta área disputada desde 1984, que seu país não reconhece como parte das águas russas.

Esses incidentes entre navios dos dois países, acusando-se mutuamente de realizar manobras perigosas, ocorrem com frequência, mas principalmente no Mar Báltico e no Mediterrâneo.

No verão (hemisfério norte) de 2019, um navio de cruzeiro americano e um destróier russo se aproximaram perigosamente no Mar da China, de acordo com as marinhas russa e americana, que se culparam reciprocamente pelo incidente.

Os incidentes também destacam as fracas relações diplomáticas e militares entre a Rússia e os Estados Unidos, cujos laços têm chegado ao mais baixo nível desde o fim da Guerra Fria.

O último grande pacto de controle de armas entre os antigos adversários deve expirar em fevereiro, apesar de meses de negociações para encontrar um substituto. Além disso, o presidente Vladimir Putin ainda não deu os parabéns ao presidente eleito dos EUA, Joe Biden, por sua vitória nas eleições de 3 de novembro contra o presidente Donald Trump.

(COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)
Por Redação

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Mundo

China reage a Eduardo Bolsonaro e diz que Brasil poderá ‘arcar com consequências’

Reporter Global

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A Embaixada da China em Brasília reagiu nesta quarta-feira, 24, à acusação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, de que praticaria espionagem por meio de sua rede de tecnologia 5G. Pequim acionou o Itamaraty para reclamar de uma publicação de Eduardo nas redes sociais, posteriormente apagada por ele.

Para a diplomacia chinesa, o parlamentar “solapou” a relação amistosa entre os países com declarações “infames”, e o Brasil poderá “arcar com consequências negativas”. Esse é o segundo atrito diplomático com a China criado pelo deputado, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, por causa de militância virtual.

Na mensagem, Eduardo Bolsonaro fez menção à adesão simbólica do Brasil à Clean Network (Rede Limpa), iniciativa diplomática do governo Donald Trump para tentar frear o avanço de empresas chinesas no mercado global de 5G. O filho 03 de Bolsonaro, como é chamado pelo pai, celebrou o fato como um sinal de que o Brasil “se afasta da tecnologia da China”. “O governo Jair Bolsonaro declarou apoio à aliança Clean Network, lançada pelo governo Trump, criando uma aliança global para um 5G seguro, sem espionagem da China”, escreveu o parlamentar, nesta segunda-feira, dia 23. Ele também listou o Partido Comunista Chinês como “entidade agressiva e inimiga da liberdade”.

“Na contracorrente da opinião pública brasileira, o deputado Eduardo Bolsonaro e algumas personalidades têm produzido uma série de declarações infames que, além de desrespeitarem os fatos da cooperação sino-brasileira e do mútuo benefício que ela propicia, solapam a atmosfera amistosa entre os dois países e prejudicam a imagem do Brasil”, escreveu a embaixada, em nota.

“Acreditamos que a sociedade brasileira, em geral, não endossa nem aceita esse tipo de postura. Instamos essas personalidades a deixar de seguir a retórica da extrema direita norte-americana, cessar as desinformações e calúnias sobre a China e a amizade sino-brasileira, e evitar ir longe demais no caminho equivocado, tendo em vista os interesses de ambos os povos e a tendência geral da parceria bilateral. Caso contrário, vão arcar com as consequências negativas e carregar a responsabilidade histórica de perturbar a normalidade da parceria China-Brasil.”

O programa de Washington tenta convencer governos estrangeiros – por meio de pressão política e até com oferta de financiamento – a somente permitir em suas redes 5G equipamentos de fornecedores não-chineses, que eles consideram “confiáveis”. O governo norte-americano acusa as empresas de origem chinesa, como Huawei e ZTE, de serem obrigadas a permitir acesso do governo comunista a suas redes, o que supostamente abriria uma brecha para vigilância. Os Estados Unidos trabalham para que Bolsonaro decrete o banimento da Huawei como fornecedora após o leilão do 5G previsto para 2021, o que ainda não foi decidido pelo Palácio do Planalto.

Segundo Pequim, a iniciativa do governo Donald Trump “discrimina a tecnologia 5G da China”. A empresa Huawei é uma das principais fornecedoras de estrutura de telecomunicações no Brasil, usada pelas maiores operadoras de telefonia, tendo por isso vantagens no entendimento de executivos do setor.

“O governo chinês incentiva empresas chinesas a operar com base em ciência, fatos e leis enquanto se opõe a qualquer tipo de especulação e difamação injustificada contra empresas chinesas. Os EUA têm um histórico indecente em matéria de segurança de dados. Certos políticos norte-americanos interferem na construção da rede 5G em outros países e fabricam mentiras sobre uma suposta espionagem cibernética chinesa, além de bloquear a Huawei visando alcançar uma hegemonia digital exclusiva. Comportamentos como esses constituem uma verdadeira ameaça à segurança global de dados”, reagiu a China.

A diplomacia reativa orientada pelo presidente chinês Xi Jinping afirmou que as declarações de Eduardo Bolsonaro são “infundadas” e “prestam-se a seguir os ditames dos EUA no uso abusivo do conceito de segurança nacional para caluniar a China e cercear as atividades de empresas chinesas”. “Isso é totalmente inaceitável para o lado chinês e manifestamos forte insatisfação e veemente repúdio a esse comportamento. A parte chinesa já fez gestão formal ao lado brasileiro pelos canais diplomáticos”, informou o porta-voz da embaixada.

Parceiro brasileiro

É a segunda vez que a diplomacia chinesa reage a publicações de Eduardo Bolsonaro. Ele chegou a culpar o governo do país e o Partido Comunista Chinês pela pandemia da covid-19. Na ocasião, o embaixador Yang Wanming reagiu na rede social e disse que o deputado estava infectado por um “vírus mental”. Na ocasião, o chanceler Ernesto Araújo, porém, repreendeu a atitude do embaixador.

A embaixada chinesa citou dados da relação bilateral entre os países, como a condição de maior parceiro comercial de Brasília há 11 anos, e o fornecimento de materiais e compartilhamento de experiências durante a pandemia da covid-19. Entre janeiro e outubro, afirmou Pequim, as exportações brasileiras foram de US$ 58,4 bilhões, ou 33,5% do total de exportado pelo Brasil.

“As cooperações na telecomunicação e em outros setores foram construídas sobre bases sólidas e alcançaram avanços a passos largos. A China é um amigo e um parceiro do Brasil e que a cooperação bilateral impulsiona o progresso de ambos os países e traz benefícios para os dois povos”, afirmou a embaixada.

O deputado Fausto Pinato (PP-SP), presidente da Frente Parlamentar Brasil-China, disse que Eduardo é “irresponsável” e cobrou providências no Legislativo e no Judiciário. Crítico da ideologia na política externa bolsonarista, ele preside a Comissão de Agricultura na Câmara e vê riscos a produtores brasileiros que têm a China como principal mercado.

“Até quando vamos dar asas a esse irresponsável? O pior é que o pai nada faz. Estão colocando em risco o País com essa ideologia insana. 5G e vacina chinesa. Os Bolsonaros vão perder ambas batalhas, pois perderam o instrutor de loucos chamado Trump, e a cada dia os Bolsonaros perdem credibilidade e apoio, tanto no Brasil, como no mundo”, reclamou Pinato. “Acho que chegou a hora de a Câmara dos Deputados e o STF tomarem providências urgentes. Não é crível que um deputado federal irresponsável e sem noção possa colocar em risco a já combalida economia do Brasil e ninguém faz nada para cessar as calúnias postadas contra nossa maior parceira comercial, a China.”

Por Felipe Frazão – Estadão

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