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Tecnologia

Samsung abandona aplicativos de realidade virtual

Serviço será totalmente encerrado até setembro.

Pável Bauken

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Processo de encerramento das plataformas de realidade virtual acontecerá em etapas — Foto: Melissa Cruz/TechTudo


A Samsung decidiu encerrar aplicativos de realidade virtual que possibilitavam formas diferentes de interagir com conteúdo virtual. A gigante sul-coreana informou ao público que vai abandonar o serviço Samsung XR, plataforma elaborada com o objetivo de oferecer experiência de vídeos em 360 graus pelo smartphone. De acordo com a nota oficial, o processo passará por algumas etapas até ser concluído totalmente.

A data final para encerramento completo está prevista para 30 de setembro. A partir deste dia, as contas cadastradas serão desativadas permanentemente e todos os vídeos serão removidos.

O processo já está em vigor. A empresa começou por retirar a opção de envio de novos vídeos e compras de conteúdo premium. Além disso, as atualizações que iriam ser disponibilizadas ao público também foram arquivadas.

Os passos seguintes acontecerão até 30 de junho, quando o aplicativo Samsung VR Video não funcionará nos aparelhos Oculus Go, Oculus Rift e Oculus Quest. Além disso, o app Samsung XR também será retirado da Galaxy Store e Google Play Store. Nesta mesma data, o suporte para o aplicativo VR Video no Samsung Gear VR e Windows Odyssey também será interrompido.

O Samsung Gear VR foi desenvolvido por meio de uma uma parceria com a empresa Oculus, conhecida por fabricar óculos de realidade virtual (VR, em inglês). Em decorrência da colaboração, a Samsung passou a oferecer o headset junto com os celulares Galaxy mais avançados. No entanto, com o lançamento de smartphones mais recentes como Galaxy Note 10 e Galaxy Note 10 Plus, a empresa sul-coreana encerrou a compatibilidade com o dispositivo.

O diretor de tecnologia da Oculus, John Carmack, aponta que o Gear VR teve uma quantidade significativa de vendas até 2017. Contudo, a versão para celular não estava fazendo tanto sucesso. Por outro lado, ele afirma que óculos de realidade virtual independentes como o Oculus Go e o Oculus Quest tiveram grande popularidade.

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Tecnologia

Sabe quanto custa produzir os novos iPhones?

Reporter Global

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O modem 5G é o componente mais caro, seguido do ecrã OLED

 

O iPhone 12 e o iPhone 12 PRO são os dois novos tops de linha da Apple e, como tal, não ficarão baratos a quem pretende adquiri-los. Porém, sabe quanto custa à Apple produzir os dois smartphones?

O site japonês Fomalhaut Techno Solutions (via GSMArena) revela que enquanto o iPhone 12 custa 373 dólares (312 euros), produzir o iPhone 12 Pro chega aos 406 dólares (339 euros). De recordar que a versão base do iPhone 12 custa 929 euros e o iPhone 12 Pro tem um preço a partir dos 1.179 euros.

A publicação refere que o componente mais caro destes iPhones é o modem 5G que custa 90 dólares (75 euros), seguido do ecrã OLED que custa 70 dólares (58 euros).

 

 

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Tecnologia

Teles cobram transparência do governo na definição de tecnologia do 5G

Pável Bauken

Publicado

em



Após semanas de sinalizações de alinhamento com os Estados Unidos por parte do governo Jair Bolsonaro na política de banir a chinesa Huawei do 5G, as principais teles que atuam no País decidiram cobrar transparência nas decisões a respeito da tecnologia. Preocupadas com as “incertezas” no processo, o Conexis Brasil Digital divulgou nota oficial em que pede para que as operadoras participem das discussões e pregou que elas sejam feitas de forma ampla e a partir de critérios técnicos.

“Diante do nosso papel fundamental na implementação da tecnologia no País, e preocupadas com as incertezas geradas por essas discussões, ressaltamos a necessidade de transparência de todo o processo, prezando assim pelo princípio fundamental da livre iniciativa presente em nossa Constituição Federal”, diz a nota do Conexis Brasil Digital. “Esse ambiente de incertezas pode impactar o desempenho do setor, pois eventuais restrições implicarão potenciais desequilíbrios de custos e atrasos ao processo, afetando diretamente a população.”

Na nota, as empresas não citam a empresa chinesa, mas mencionam preocupações com preço, escala e inovação, que são características atribuídas à Huawei, líder mundial no 5G.

“Questões como preço, escala mundial e inovações tecnológicas dos fornecedores hoje presentes no País são determinantes para que as melhores soluções e custos competitivos do serviço possam ser oferecidos pelas operadoras aos cidadãos”, diz a nota.

Também sem fazer referência direta à Huawei, as operadoras destacam que “todos os fornecedores globais já atuam no País nas tecnologias 4G, 3G e 2G”.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estima que a empresa chinesa esteja em algo entre 35% a 40% das redes brasileiras atualmente em operação. As operadoras, no entanto, afirmam que essa fatia é ainda maior, de 45% a 65% entre as maiores, e de até 100% dependendo da região.

No Reino Unido, o banimento à Huawei custará 250 milhões de libras, cerca de R$ 1,8 bilhão, para substituir os equipamentos da companhia pelos de outros fornecedores. No Brasil, os gastos associados a uma decisão como essa ainda não foram levantados, mas a decisão pode atrasar o 5G e comprometer os serviços já prestados, dizem as teles.

“Uma eventual restrição a fornecedores do 5G pode atingir também a integração com a infraestrutura já em operação, com consequências diretas nos serviços oferecidos e custos associados, mais uma vez prejudicando os cidadãos brasileiros usuários dessa infraestrutura”, diz a nota. “É necessário ainda ressaltar que as operadoras, em sua grande maioria, são empresas de capital aberto e a transparência das discussões é fundamental para gerar segurança aos investidores e seguir atraindo novos investimentos para o País.”

As teles afirmam ainda que podem contribuir com sua expertise técnica nos debates sobre a nova tecnologia e sobre a política pública para o 5G. Até agora, as discussões no governo acontecem a portas fechadas, sem a participação das empresas.

“As principais operadoras do País possuem ampla expertise técnica e grande experiência nos mais elevados e críticos quesitos de privacidade e segurança de rede, e podem contribuir com soluções técnicas eficazes nas discussões que envolvem toda nossa cadeia de produtos e serviços, preservando a segurança do País”, diz a nota. “Por fim, cumpre-nos destacar que representamos cerca de 4% do PIB e já investimos no País mais de R$ 1 trilhão de reais desde a privatização, o que nos permitiu dar uma resposta robusta à atual crise. Somos um setor que emprega quase dois milhões de profissionais, diretos e indiretos, e um dos que mais contribuem com pagamentos de tributos ao erário público.”

Por Anne Warth

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Tecnologia

Os detalhes dos novos MacBooks e o novo chip próprio da Apple

Pável Bauken

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A Apple, empresa mais valiosa do mundo e primeira a ultrapassar U$ 2 trilhões em valor de mercado, nem sempre foi pioneira. Ela não criou o primeiro computador pessoal nem o primeiro smartphone. O que caracteriza a empresa é sua capacidade de reinventar-se, produzindo algo ainda mais original.

Exatamente quando seus rivais como Amazon, Google e Facebook se voltam para a produção de tecnologias emergentes como a realidade virtual aumentada e a Inteligência Artificial, a empresa vem sendo questionada qual será seu próximo lance de efeito para manter seu status e concorrer com os gigantes.

Respondendo aos anseios de todos, a fabricante acaba de lançar seus novos modelos de Macbooks em um evento online chamado “One more thing” (“Mais uma coisa”, em tradução do inglês), uma apresentação previamente gravada e transmitida exclusivamente online na terça-feira (dia 10), por conta da pandemia do coronavírus,

Os novos modelos são os primeiros equipados com processadores desenvolvidos internamente. A empresa apresentou os novos chips pela primeira vez em sua Conferência Mundial de Desenvolvedores em junho, com o CEO Tim Cook dizendo que lançaria os primeiros computadores equipados com os novos chips até o final do ano e completaria toda a transição em dois anos.

O primeiro chip interno da empresa, baseado nos chips da série A que vêm sendo usados em iPhones e iPads há anos, é chamado M1. Cook o descreveu como “de longe o chip mais poderoso que já criamos.” A empresa revelou três novos dispositivos movidos pelos chips M1. Mas o que muda e quais são os dispositivos que introduzem a nova construção da empresa?

MacBook Air

A Apple usou os novos chips para reiniciar um de seus notebooks mais populares. O novo MacBook Air de 13 polegadas foi o primeiro dispositivo revelado. Contando com o novo chip M1, o equipamento será, segundo a empresa, “até 3,5 vezes mais rápido” do que os modelos anteriores – e até três vezes mais rápido do que um notebook similar com o sistema operacional Windows, da Microsoft

O tamanho menor e a maior eficiência do chip também permitiram à Apple remover a ventoinha que mantém seus laptops resfriados, com a empresa se vangloriando de que o novo Air é “completamente silencioso”. Games sabidamente pesados, a exemplo de League of Legends, além de plataformas de cassino online, agora rodarão de forma que o usuário jamais notará o ventilador funcionando.

MacBook Pro

A Apple também está adicionando o novo chip a um de seus modelos mais sofisticados. O M1 agora irá alimentar o MacBook Pro de 13 polegadas, melhorando ainda mais seu desempenho e velocidade. Outros recursos habilitados pelo novo chip incluem reprodução mais rápida para vídeo de 8K e melhores recursos de aprendizado de máquina.

Os novos chips também proporcionam o que a Apple diz ser “a bateria mais longa de todos os tempos em um Mac”. O novo Pro é capaz de 17 horas de navegação na web e 20 horas de reprodução de vídeo.

Mac Mini

O último dispositivo a funcionar pelos chips internos é o computador de mesa compacto da Apple, o Mac mini. O sistema desktop, equipado com portas USB-C que permitem a conexão a um monitor de sua escolha, oferece uma alternativa de alto desempenho para usuários que preferem trabalhar em monitores maiores e precisam que seus computadores façam um trabalho mais pesado do que um laptop.

Uma opção para editores de foto e vídeo, operadores de plataformas que necessitam de visualizações extensas, e até para os amantes de jogos de apostas online, que conseguem uma imersão sem igual e com um processamento de deixar o usuário de queixo caído.

Os analistas dizem que a mudança para seus próprios chips dará à Apple e a seus usuários várias vantagens, incluindo melhor desempenho e duração da bateria. Como a Apple já usa seus chips internos no iPhone e no iPad, trazer essa capacidade para sua linha de Mac dará à Apple mais controle sobre as atualizações e experiência do usuário, e permitirá que os aplicativos funcionem de forma mais integrada entre os dispositivos.

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS – Estadão

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