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Economia

RS tem uma das menores taxas médias de desemprego em 2019, diz IBGE

Pável Bauken

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RS apresentou índice de 7,1% de desemprego no quatro trimestre de 2019 | Foto: Gabriel Bandeira / SMDSE PMPA / CP Memória


A taxa de desocupação do Brasil no 4º trimestre de 2019 foi de 11%, caindo 0,8 ponto percentual em relação ao trimestre de julho-setembro (11,8%). Conforme dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Rio Grande do Sul tem uma das menores taxas médias anuais de desemprego, com 8%, assim como os estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Esses três territórios só perdem para Santa Catarina, com 6,1%. 

Segundo o IBGE, considerando-se as variações mais significativas na comparação do 4º trimestre com os três meses anteriores, o índice de desemprego caiu em nove das 27 unidades da federação. O Rio Grande do Sul, com 7,1%, teve queda de -1,7 p.p., a exemplo do Paraná. O registro no sentido de redução também apareceu nos estados do Maranhão (-2,0 p.p.), Pará (-2,0 p.p.), Alagoas (-1.8 p.p.), Pernambuco (-1,8 p.p.), Mato Grosso (-1,6 p.p.), Ceará (-1,2 p.p.) e Rio de Janeiro (-0,8 p.p.). 

A pesquisa do IBGE também mostrou que no 4º trimestre de 2019, no Brasil, a taxa composta de subutilização da força de trabalho – o percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada – foi de 23%. O estado gaúcho está entre os territórios que apresentaram a menor taxa, com 14,6%, perdendo apenas para Santa Catarina (10,2%) e Mato Grosso (12,9%). 

De acordo com o levantamento divulgado hoje, o percentual de empregados com carteira de trabalho assinada era de 74% do total de empregados no setor privado do país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (87,7%), Paraná (81,2%) e Rio Grande do Sul (80,7%) e os menores, no Maranhão (47,2%), Piauí (52,5%) e Pará (52,6%).

Homens e mulheres 

A taxa de desocupação no Brasil, no 4° trimestre de 2019, foi de 11,0%, mas com diferenças significativas entre homens (9,2%) e mulheres (13,1%). Taxas mais elevadas entre as mulheres foram observadas em todas as grandes regiões. As mulheres também se mantiveram como a maior parte da população fora da força de trabalho, tanto no país (64,7%) tanto em todas as regiões.

O percentual de mulheres na população desocupada no 4º trimestre de 2019 foi de 53,8%. Entre as Grandes Regiões, observou-se também o predomínio feminino, com destaque para o Centro-Oeste (55,8%).

No 4º trimestre de 2019, o nível da ocupação dos homens, no Brasil, foi estimado em 65,0% e o das mulheres, em 46,2%. O comportamento deste indicador entre homens e mulheres foi verificado nas cinco Grandes Regiões, com destaque para a Norte, onde a diferença entre homens e mulheres foi a maior (23,9 p.p), e Sul, com a menor diferença (17,1 p.p).

Desemprego entre pretos e pardos supera média nacional 

No 4° trimestre de 2019, a taxa de desocupação dos que se declararam brancos (8,7%) ficou abaixo da média nacional, enquanto a dos pretos (13,5%) e a dos pardos (12,6%) ficou acima. No 1º trimestre de 2012, quando a taxa média foi estimada em 7,9%, a dos pretos correspondia a 9,6%; a dos pardos a 9,1% e a dos brancos era 6,6%.

O contingente dos desocupados no Brasil no 1º trimestre de 2012 foi estimado em 7,6 milhões de pessoas; quando os pardos representavam 48,9% dessa população, seguido dos brancos (40,2%) e dos pretos (10,2%). No 4º trimestre de 2019, esse contingente subiu para 11,6 milhões de pessoas e a participação dos pardos passou a ser de 51,8%; a dos brancos reduziu para 34,2% e dos pretos subiu para 13,0%.

Correio do Povo

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Economia

Receita paga hoje restituição do lote residual do IRPF de 2008 a 2019

Pável Bauken

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© Marcello Casal JrAgência Brasil

A Receita Federal paga hoje (17) o lote residual de restituição multiexercício do Imposto sobre a Renda Pessoa Física (IRPF), referente aos exercícios de 2008 a 2019. O crédito bancário será feito para 116.188 contribuintes, somando mais de R$ 297 milhões.

Desse total, R$ 133,467 milhões serão liberados para os contribuintes com preferência no recebimento: 2.851 idosos acima de 80 anos, 14.541 entre 60 e 79 anos, 1.838 com alguma deficiência física, mental ou doença grave e 6.052 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Para saber se teve o crédito liberado, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146.

Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, com entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones, que facilita consulta às declarações do IR e à situação cadastral no Cadastro de Pessoa Física (CPF).

Com o aplicativo, é possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contactar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento, por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

EBC

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Economia

Taxa de desemprego cai em 16 estados, revela IBGE

Reporter Cidades

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© WILSON DIAS-ABR

A taxa média de desemprego fechou 2019 em queda em 16 estados, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios–Contínua (PNAD-Contínua), divulgada hoje (14), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A menor taxa média anual de desemprego ficou com Santa Catarina: 6,1%.

Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso aparecem em seguida, todos com 8%. Já os maiores percentuais foram observados no Amapá (17,4%) e na Bahia (17,2%).

A população ocupada cresceu em 23 unidades da federação. Apesar da queda da taxa de desemprego e da ocupação, 20 estados tiveram taxa recorde de informalidade, isto é, os empregados sem carteiras, os trabalhadores por conta própria sem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) e os familiares auxiliares. A maior taxa foi anotada no Pará (62,4%), bem acima da média brasileira (41,1%). Atualmente, há no país 12,6 milhões de desempregados.

Informalidade cresce

Segundo a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy, o aumento do emprego no país tem sido puxado pelo crescimento da informalidade. “Em vários estados a gente observa que a taxa de informalidade é superior ao crescimento da população ocupada. No Brasil, do acréscimo de 1,819 milhão de pessoas ocupadas, um milhão é de pessoas na condição de trabalhador informal”, afirmou.

Na passagem do terceiro para o quarto trimestre de 2019, a taxa de desemprego caiu em nove unidades da federação, com destaque para Maranhão (que recuou de 14,1% para 12,1%) e Pará (caiu de 11,2% para 9,2%). Nos demais estados, manteve-se estável.

Já na comparação com o quarto trimestre de 2018, houve queda em sete estados, com destaque para o Amapá (recuo de 19,6% para 15,6%). Apenas Goiás teve alta na taxa de desemprego neste tipo de comparação. Passou de 8,2% para 10,4%.

EBC

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Economia

Vendas nos supermercados do país crescem 3,62% em 2019, diz Abras

Para presidente da associação, resultado foi positivo

Pável Bauken

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© Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

As vendas nos supermercados do país cresceram 3,62% no ano passado, informou hoje (12) a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Considerando apenas o mês de dezembro, o crescimento foi 2,30% em comparação com o mesmo mês de 2018 e de 16,36% na relação com novembro.

Para o presidente da Abras, João Sanzovo Neto, o resultado foi positivo. “Ficou acima da nossa projeção inicial, de 3%. Quando falamos em vendas, todo número superior ao esperado é sempre bom”, disse.

A expectativa da associação para este ano é de crescimento de 3,90%.

Abrasmercado

Em dezembro, o Abrasmercado, indicador que analisa os preços dos 35 produtos mais consumidos no autosserviço, registrou crescimento de 8,11% na comparação com novembro, chegando ao valor de R$ 522,35.

No último mês do ano as maiores quedas nos preços foram registradas nos itens: cebola (-8,21%), cerveja (-0,96%) e café torrado e moído (-0,77%). As maiores altas foram verificadas no tomate (20,19%), carne dianteiro – acém, cupim, paleta ou músculo (16,71%), feijão (16,23%) e carne traseiro – alcatra, filé mignon, picanha, coxão mole e patinho (15,56%).

 Índice de Confiança

O otimismo dos empresários de supermercado alcançou a quarta alta consecutiva em dezembro, de acordo com o Índice de Confiança do Supermercadista. Numa escala de 0 a 100, em que acima de 50 representa otimismo, a pesquisa registrou 63,6 pontos. 

Na avaliação anterior, em outubro, o índice estava em 56,6 pontos. 

EBC

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