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Saúde

RS tem só 4 cidades sem mortes por Covid-19 um ano e dois meses depois do 1º óbito pela doença

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Um ano e dois meses depois da primeira morte por Covid-19 no estado, 27.624 pessoas já perderam a vida para doença. Apenas quatro das 497 cidades gaúchas ainda não registraram óbitos pelo coronavírus: Pedras Altas, na Região da Campanha; Guabiju, na Serra; e Novo Tiradentes e Benjamin Constant do Sul, no Norte.

 

Em comum, todas têm cerca de 2 mil habitantes, o que facilita o distanciamento. Mas não apenas isso: estratégias de monitoramento de casos e vacinação ajudam a controlar a pandemia.

 

Em Guabiju, os primeiros casos de coronavírus foram registrados em junho de 2020. O serviço de saúde tem um posto e um hospital de pequeno porte. Em casos mais graves, é preciso viajar 45 quilômetros até Nova Prata ou acionar a central de leitos do estado.

 

“Foi uma coisa nova no começo, um sintoma simples, parecia que não era nada. Mas é uma doença muito grave. Eu fui bem atendido, encaminhado rapidamente, para ter um novo acesso em um hospital com mais recursos”, conta o funcionário público Mauro Prigol Ribeiro, o segundo morador a ser diagnosticado com a doença.

 

Atualmente são três casos ativos na cidade, todos monitorados.

 

“A gente entra em contato com eles praticamente todos os dias para ver a evolução do quadro, como estão se sentindo. Se teve alguma alteração clínica, a gente pede para retornar para reavaliar”, afirma o médico Vinicius Menegon, diretor do Hospital Beneficente São Pedro.

Além disso, mais da metade da população está imunizada. Os profissionais da saúde ligam para a casa do morador avisando sobre a vacina.

 

Como a atividade agropecuária é responsável por mais de 80% da economia do município, pelo menos metade dos moradores vive mais afastada do centro. Isso significa que a circulação de pessoas na cidade é bem baixa e raramente ocorrem aglomerações.

 

  • “Algo que está muito relacionado ao número de casos é a circulação de pessoas. Quanto menos circulação de pessoas houver, menos casos vai ter e, consequentemente, menos óbitos. Se a gente tem municípios do interior que não têm lugares para socialização, em que as pessoas estão mais afastadas umas das outras, convivem mais com as pessoas que moram no mesmo domicílio, a gente vai ter menos circulação, consequentemente menos circulação do vírus, menos casos e menos óbitos. Isso diminui a transmissibilidade, que acaba sendo intra-familiar”, explica a infectologista Andréa Dal Bó.

Já Pedras Altas tem 46 casos ativos de coronavírus. O trabalho preventivo foi, segundo a prefeitura, o principal motivo para não ter nenhuma morte na cidade.

 

“Fizemos um trabalho incansável de prevenção, de entrega de kits de higiene, de orientação e entrega de máscara. Estamos trabalhando para que essa pandemia passe e a gente fique com os números zerados em óbitos na população”, projeta o secretário municipal de Saúde, Celso Caetano.

Em Benjamin Constant do Sul, a vacinação avança rápido. Pelo menos 40% dos moradores já recebeu a primeira dose. A aposta da prefeitura também é em um atendimento mais próximo.

 

“A nossa equipe médica, nossa equipe de enfermeiros tem ido na casa desses pacientes uma, duas, cinco vezes, o quanto for necessário, e tem feito esse acompanhamento mais de perto. Eu acho que, entre outras ações, essa é uma que talvez tenha tido resultado”, estima Ari José Gasparetto, secretário de Saúde de Benjamin Constant do Sul.

 

Novo Tiradentes também não tem registro de mortes no estado. A cidade possui apenas dois casos ativos da doença. Mesmo imunizado, quem venceu a Covid sabe o que tem que fazer.

 

“Tem que se cuidar, porque, se ele pega para valer, o cara sente uma vez e não quer pegar mais”, comenta o agricultor Luiz Antonio Frizon.

 

Fonte: G1

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Saúde

Anvisa autoriza vacina da Pfizer para crianças a partir de 12 anos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a indicação da vacina Comirnaty, da Pfizer, para crianças com 12 anos de idade ou mais. Com isso, a bula da vacina passará a indicar essa nova faixa etária para o Brasil.

 

De acordo com a agência, a ampliação foi aprovada após a apresentação de estudos desenvolvidos pelo laboratório que indicaram a segurança e eficácia da vacina para esse grupo. Os estudos foram desenvolvidos fora do Brasil e avaliados pela Anvisa.

 

Antes, a vacina Comirnaty estava autorizada para pessoas com 16 anos de idade ou mais. Até o momento, esta é a única entre as vacinas autorizadas no Brasil com indicação para menores de 18 anos.

 

A vacina da Pfizer foi a primeira a receber o registro definitivo para vacinas contra covid-19 no Brasil.

Fonte: Rádio Colonial

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Saúde

Número de novos casos de Covid cai, mas internações aumentam em Três de Maio

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Boletim divulgado pela Secretaria Municipal da Saúde de Três de Maio nesta quarta-feira (09/06) confirmou 14 novos infectados pela Covid-19 no município.

 

É o menor número de registros diários desde 19 de maio, quando foram informados 12 casos.

Agora, são 2.970 casos registrados desde o início da pandemia, com 2.796 recuperados, 138 ativos e 36 mortes.

Além disso, 259 pessoas com sintomas gripais estão em acompanhamento.

Dez moradores de Três de Maio diagnosticados com Covid-19 estão internados e outros dois aguardam resultados dos exames laboratoriais. Ontem, eram nove internações.

Conforme o Mapa de Leitos do governo do RS, a taxa de ocupação da UTI do Hospital São Vicente de Paulo na noite de hoje (09/06) chega a 109,1%, isto é, a instituição já ultrapassou a sua capacidade máxima de atendimento.

 

FONTE: RADIO COLONIAL

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Saúde

CASE de Santo Ângelo enfrenta surto de Covid-19

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De acordo com o diretor da instituição, Rodrigo Medeiros, no momento são 17 funcionários afastados e três hospitalizados. “Estamos em quarentena até o dia 16 de junho”, destacou. Segundo ele, houve dez casos de internos infectados, que já se recuperaram.

Medeiros contou, ainda que quando começou o problema a instituição entrou com um pedido para que o município vacinasse os trabalhadores do local. “A Susepe vacinou no mês de abril. Estamos pedindo vacina desde então. Praticamente todos os outros Cases do Estado já vacinaram. Seremos os últimos”, desabafou, acrescentando que os casos começaram a surgir em meados de maio na instituição.

Medeiros também contou que devido a esta situação, os internos não podem ter aula presencial e nem receber visitas familiares

Fonte: Redação Grupo Sepé

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