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RS contará com Câmara de Comércio e orientação da UFSM para projetos de negócios com a China

Pável Bauken

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“Quem quer vencer, tem de ter estratégia e um bom projeto, um foco e uma agenda exitosa”, com estas dicas, o presidente da Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil/ China, Fábio Hu iniciou sua fala no Seminário “Construindo a estratégia Brasil/China no RS”, organizado pela Frente Parlamentar Brasil China, presidida pelo deputado Jeferson Fernandes (PT), na tarde desta segunda-feira (12/08), no Legislativo gaúcho. “Temos muita experiência em projetos. Este é o nosso ramo de negócios”, completou Hu, lembrando que a entidade irá apoiar as movimentações da Frente Parlamentar em favor da geração de empregos e renda no RS.

O evento, que lotou a sala Adão Pretto, contou com participações representativas, como a de Thiago Gorski, prefeito de Santiago, município que já está adiantado na relação com o país asiático, a ponto de já receber investimentos chineses para empreendimentos como uma fábrica de rações e de dispor de uma agência municipal de Desenvolvimento para projetar o crescimento local. “Se nas relações com a China de cima para baixo não estamos muito bem (Brasil), de baixo para cima nós vamos fazer a diferença. A China é grande e tem espaço para todos. O futuro do nosso estado passa pela possibilidade desta relação comercial, que não é de partido A ou B, mas de todos”, disse o prefeito.

Durante o evento, Paulo Marcelo Tigre, acompanhado de um grupo de empresários gaúchos instituiu uma Câmara de Comércio Brasil China no RS voltada, ligada à Câmara paulista e voltada a ajudar no desenvolvimento prático de projetos. “Nossa especialidade é desenvolver projetos efetivamente e fechar os negócios. Viemos aqui para evoluir, concretizar propostas e avançarmos juntos”, reforçou Tigre. Ele entende que o momento é de união, de pensar um projeto de estado, de desenvolvimento. E informou que, de 2007 a 2017, o estado recebeu R$ 98 bilhões da China, a partir de 150 projetos. “O RS participa geograficamente de 11% dos negócios que a China faz com o Brasil, perdendo para os 50% da região sudeste e 17% da centro-oeste. Temos que trabalhar juntos para sermos mais competitivos, para criar um ambiente positivo e atrair investimentos”, conclamou.

O reitor da Universidade Federal de Santa Maria, Paulo Burmann, que assinou 3 termos de cooperação entre a entidade e uma Cooperativa; a Associação de Saúde Santo Antônio, de Tenente Portela e a Assembleia Legislativa, todos voltados ao apoio à construção de projetos direcionados à relação com a China, entende que aquele país dá mostras claras de desenvolvimento, especialmente em termos de tecnologia. “Nosso país depende de ciência e tecnologia. E nós não somos uma ilha. Como Universidade, devemos fortalecer parcerias como estas, que são positivas não só para formação dos nossos estudantes, mas para geração de conhecimento, de trabalho de renda”, detalhou, avisando que já em setembro a UFSM deverá firmar novas cooperações na China.

O secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rubens Bender, que representou o secretário estadual Ruy Irigaray no seminário, entende que o Brasil tem potencial de expansão, especialmente do agronegócio. Mas lembrou que há 30 anos, o Brasil exportava R$ 2 bilhões para a China e que agora este número caiu para R$ 900 milhões. “Cabe a nós tornarmos este país novamente competitivo. Para o RS, a única saída é o comércio internacional. Ou nos aliamos à China e avançamos ou vamos ficar parados na história”, decretou.

O prefeito de Santa Rosa, Alcides Viccini saudou a iniciativa da Frente Parlamentar. “É estimulante ver este movimento porque nos municípios estamos chegando ao esgotamento financeiro. Sou prefeito pela 5ª vez e nunca tinha sentido tanta dificuldade em administrar”, confidenciou. Ele crê que a perspectiva de negócios com a China mostra uma possibilidade real de ajuda aos prefeitos, para ampliar a atividade econômica e os empregos. “Vemos com muita esperança a participação do governo do estado, da área empresarial e de deputados de vários partidos. Estaremos juntos nesta empreitada”, assinalou.

O presidente da Assembleia Legislativa, Luís Augusto Lara mostrou compromisso da Casa em trabalhar pela simplificação e redução tributária. “É preciso garantir que a relação não só com a China mas com outros países possa ser facilitada. Há espaço para crescer na área da energia, de comércio, na exportação de carne, etc”, disse Lara.

Por fim, o deputado Jeferson reforçou sugestão do prefeito de Rio Grande Alexandre Lindenmeyer (PT) de manter a Frente Parlamentar Brasil China itinerante pelo interior gaúcho. “Demos um passo a mais na preparação do RS para estabelecer uma relação comercial e cultural positiva com a China. Temos agora uma Câmara de Comércio gaúcha para reforçar os projetos, com a orientação da paulista; e o conhecimento da academia. Mas o trabalho continua. Temos muitas prefeituras a mobilizar. Vamos em frente!”, concluiu o parlamentar.

Participaram também o presidente da Acisap, Odaylson Eder; o presidente da Fumssar, Anderson Mantei, entre outros.

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156 países aderem à iniciativa para universalizar vacina contra covid-19, diz OMS

Reporter Cidades

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 21, que 156 países aderiram oficialmente à Covax, aliança global que visa acelerar o desenvolvimento de vacinas contra à covid -19 e fazer uma distribuição equitativa do imunizante.

“Mais de 156 economias trabalharão juntas para garantir a vacina por meio da Covax”, disse Seth Berkley, CEO da Vaccine Alliance, órgão que colidera a iniciativa junto com a OMS. O número é menor do que havia sido anunciado no início do mês, quando 165 nações tinham interesse de participar da aliança.

Berkley ainda informou que nos próximos dias os países membros assinarão os termos do acordo e que outras 38 nações confirmarão se vão aderir à Covax. “Em seguida (aos acordos assinados com os países), na próxima fase dos trabalhos, começaremos a assinar os acordos formais com os produtores e desenvolvedores das vacinas”, complementou.

Estados Unidos, China e Rússia estão entre os países que não fazem parte da lista de membros. Já o Brasil aparece na relação dos que manifestaram interesse de participar da iniciativa.

Durante a coletiva de imprensa, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ainda lembrou que a Covax é um mecanismo que garantirá uma coalizão global e cobrou por mais cooperação política e financeira.

“Uma vacina ajudará a controlar a pandemia, a salvar vidas e a garantir a verdadeira retomada econômica. Isso (a cooperação financeira) não é caridade, é uma ação que representa o melhor interesse para todos os países. Nós precisamos de um fortalecimento expressivo do compromisso político e financeiro dos países. Não é apenas a coisa certa a ser feita, é a opção mais inteligente a ser tomada”, falou.

Ele também informou que a organização já conseguiu US$ 3 bilhões para o Acelerador de Acesso às Ferramentas (ACT) por meio de parcerias com governos e instituições privadas, mas ressaltou que a entidade ainda precisa de R$ 15 bilhões “imediatamente” para iniciar os trabalhos da Covax nos próximos dias. Esses US$ 15 bilhões seriam usados para “cumprir com nossos prazos ambiciosos”, disse o diretor-geral.

Em relação à vacina, a OMS reafirmou nesta segunda que a meta é ter 2 bilhões de doses para serem distribuídas até o fim de 2021 A diretora do Departamento de Imunização e Vacina da entidade, Kate O´Brien, explicou que essa “quantidade se baseia em vacinas que precisam de duas doses”, mas ponderou que ainda não há um número exato de doses que serão compradas, já que é preciso ter certeza de quantos países irão aderir ao mecanismo Covax. Segundo a OMS, a Covax tem 9 vacinas no portfólio.

Estadão Conteúdo

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AMUFRON: Sim ou Não, ao retorno das Atividades escolares?

Pável Bauken

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Na manhã desta segunda-feira, 21/09 realizou-se mais uma reunião em ambiente Virtual, dos prefeitos da AMUFRON – Associação dos Municípios da Fronteira Noroeste, convocada pelo presidente Vilmar Sidinei Horbach – Prefeito de Boa Vista do Buricá, com o objetivo de debater sobre a retomada das atividades escolares na região.

Como convidados, o coordenador Regional dos Secretários de Educação, Secretário Valmir de São José do Inhacorá e a Vice Coordenadora Secretária de educação Zenaide de Independência, que explanaram para os prefeitos as inúmeras dificuldades e preocupações que vem afligindo grande parte dos secretários municipais, caso aconteça o retorno das atividades escolares, em meio a pandemia.

Segundo os coordenadores, alguns municípios chegaram a realizar pesquisas entre os pais, sobre serem favoráveis ou não ao retorno das aulas. Como resultado, cerca de 75% dos pais estão determinados a não mandar os filhos para a escola, pois temem a contaminação. Outra alegação diz respeito ao quadro de pessoal, que tem muitos servidores afastados pois pertencem ao grupo de risco. Ainda a necessidade de adequação aos protocolos pré-estabelecidos, demandam mais monitores para trabalhar, tanto no transporte escolar como em sala de aula, o que no momento não pode ser suprido, pois estamos em período eleitoral e as contratações estão vedadas.

Muitas dúvidas pairam sobre os mandatários municipais, em relação ao retorno ou não das atividades escolares. Dos 18 municípios que participaram da reunião de hoje, cerca de 60 % acham que não seria o momento de retomar as atividades presenciais nas escolas, enquanto 30 % autorizaram o funcionamento das instituições de ensino particulares, e /ou planejam algumas atividades presenciais, como forma de recuperar conteúdo, ou ainda, aguardam o resultado de pesquisas municipais para tomada de decisão.

Como encaminhamento, definiu-se que a AMUFRON promoverá nova reunião no dia 01/10, oportunidade em que com mais informações sobre os prós e contras que o retorno escolar deve impactar, a região possa fazer a melhor escolha, que sempre será a pela VIDA.

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Residência Multiprofissional em Saúde da Família de Santa Rosa seleciona novos residentes

Pável Bauken

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O Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família, ofertado pela Unijuí em parceria com a Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa (FUMSSAR), abre edital para seleção de novos residentes nesta segunda-feira, dia 21 de setembro. O período de inscrições encerra dia 23 de novembro de 2020.

Podem inscrever-se no processo seletivo profissionais graduados e registrados em seu respectivo Conselho Profissional, nas áreas de Educação Física (bacharelado), Enfermagem, Farmácia, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Serviço Social. Também podem se inscrever candidatos em fase de conclusão do curso de graduação, das áreas acima indicadas, desde que a comprovação de sua colação de grau ocorra até o primeiro (1o) dia do período letivo de ingresso no Programa de Residência e a comprovação de inscrição no Conselho Profissional respectivo ocorra até 15 dias após ter iniciado as atividades da residência. O curso tem duração de dois anos, inicia em 01/03/2021 e finaliza em 28/02/2023.

Quadro de vagas:

– 1 vaga para a área de Educação Física (bacharelado);

– 4 vagas para a área de Enfermagem;

– 1 vaga para a área de Farmácia;

– 1 vaga para a área de Nutrição;

– 2 vagas para a área de Odontologia;

– 1 vaga para a área de Psicologia e

– 1 vaga para a área de Serviço Social.

O processo de seleção às vagas é composto de quatro etapas: Prova Escrita Objetiva, Carta de Interesse, Análise de Títulos e Entrevista. Esta prova escrita será aplicada em 05 de dezembro de 2020, no Campus Santa Rosa, com início às 9h. O resultado final da seleção será divulgado, no Portal da Unijuí, até o dia 04 de janeiro de 2021. Confira os detalhes do edital e faça a inscrição na Página do Programa, clicando neste link.

Mais sobre a proposta da Residência

O Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família é um curso em nível de Pós-Graduação Lato Sensu que forma profissionais para atuarem preferencialmente na atenção básica à saúde. O curso é realizado através de uma parceria entre a UNIJUÍ e Prefeitura Municipal de Santa Rosa, por meio da Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa (FUMSSAR). O programa oferece bolsas de estudo financiadas pelo Ministério da Saúde para profissionais de sete áreas da saúde. O curso exige dedicação de 60 horas semanais em Atividades de Formação e Atividades de Ensino em Serviços desenvolvidas nas Unidades e Serviços de Saúde de Santa Rosa.

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