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River vence Boca com autoridade e fica perto da final da Libertadores

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O duelo já seria quente ao natural, pelo tamanho do Superclássico em uma fase tão aguda da competição continental. Os visitantes queriam uma revanche pela derrota na final do ano passado, em Madri. Mas foram os donos da casa quem levaram a melhor, mandando no jogo e vencendo com autoridade. Na noite desta terça-feira, o River Plate bateu o Boca Juniors por 2 a 0 em um Monumental lotado, no jogo de ida da semifinal da Libertadores, e ficou muito perto da finalíssima em Santiago.

Na etapa inicial, de pênalti, após consulta ao VAR, Borré abriu o placar. O segundo foi marcado por Ignácio Fernández, após bela jogada pela direita, decretando o 2 a 0 no marcador.

Agora, o River leva grande vantagem para o segundo duelo. Pode perder por até um gol de diferença que se garante na finalíssima da competição, em jogo único em Santiago, no mês de novembro. O jogo de volta da semifinal acontece na terça-feira, 22 de outubro, às 21h30min, na Bombonera, em Buenos Aires.

River marca e Boca pouco consegue produzir

Dúvida antes da partida, o zagueiro Pinola, do River, foi confirmado menos de uma hora antes do jogo. Já o atacante Lucas Pratto, ídolo da torcida, voltou de lesão mas começou no banco de reservas. Do lado do Boca, o volante De Rossi, uma das principais contratações da temporada, vindo da Roma, ficou fora inclusive do grupo de suplentes.

E a primeira polêmica em um confronto disputadíssimo ocorreu logo no início do confronto. Após cobrança de lateral pela direita, Ignacio Fernández foi derrubado por trás pelo lateral Más dentro da área. Após consulta ao VAR, o brasileiro Raphael Claus confirmou a penalidade máxima para os donos da casa. Com muita categoria, Borré bateu alto, forte, no meio, abrindo o placar sem chances para o goleiro Andrada.

Com o meio campo bastante congestionado, em disputa intensa por espaço, as duas equipes passaram a apostar em ligações diretas. Mas foi o River quem teve vantagem nessas tentativas, especialmente pelo lado esquerdo. Aos 23 minutos, após cobrança de escanteio, o River pediu novo pênalti, desta vez em De La Cruz. O brasileiro Raphael Claus nada marcou.

A partida, que começou movimentada, caiu um pouco de produção de parte a parte depois dos 20 minutos. O River ficou mais com a bola, mas não conseguiu criar grandes chances de marcar. Já os visitantes tentaram em vão explorar os contra-ataques, já que a ligação direta não funcionou. A estratégia também não surtiu efeito, e o Boca pouco conseguiu produzir ofensivamente.

Apesar disso, o jogo ficou franco nos minutos finais.  Aos 41 minutos, Borré recebeu lançamento da direita dentro da área, limpou a marcação e bateu forte, no alto, obrigando Andrada a espalmar para escanteio. No minuto seguinte, a resposta, na única grande chance do Boca no primeiro tempo. Ábila foi lançado, avançou com a bola dominada e achou Capaldo no lado esquerdo. O atacante saiu na cara de Armani, mas perdeu gol incrível, contribuindo para levar o jogo com placar de 1 a 0 ao intervalo.

Donos da casa seguem dominando e ampliam

O segundo tempo começou muito parecido com o primeiro. O River voltou mantendo mais posse de bola, enquanto o Boca se preocupou em fechar melhor os espaços, algo feito com pouca qualidade nos 45 minutos iniciais. No entanto, manteve a principal dificuldade. Não conseguia explorar seus jogadores de meio nem a velocidade dos seus ponteiros, o que impedia a saída de trás.

Para tentar mudar o cenário, Gustavo Alfaro lançou a campo o ídolo Carlitos Tévez no lugar de Soldano, que pouco conseguiu fazer ofensivamente. Mas foi o River quem quase marcou logo após a troca. Montiel tentou cruzamento pela direita, a bola pegou efeito e surpreendeu o goleiro, tocando na trave direita de Andrada. Na sequência, Ignacio Fernández pegou de primeira e isolou.

E o River deixou de ampliar ao seguir perdendo gols. Após jogada pela esquerda, a bola foi cruzada por De La Cruz, visando a pequena área. Os zagueiros do Boca se atrapalharam e quase marcaram contra após tentar o corte. A bola chegou a bater na cabeça de Andrada antes de sair caprichosamente para escanteio, passando rente ao pé da trave esquerda.

A superioridade na etapa final foi traduzida no gol com justiça aos 24 minutos. A bela jogada do gol de Ignácio Fernández foi iniciada por ele próprio. O meia achou Suárez no lado direito, que foi até a linha de fundo e escorou para o próprio Ignácio Fernández. O autor do gol fez movimentação inteligente para vencer a zaga do Boca e, de primeira, rasteiro, marcar 2 a 0.

Na tentativa de diminuir o prejuízo, os visitantes se jogaram ao ataque. Ao mesmo tempo, o Boca passou a ceder espaço para as jogadas em velocidade do River nos contragolpes. No entanto, não houve tempo para reação. O River administrou a vantagem, venceu por 2 a 0 e está muito perto de ir à Santiago, em novembro, para a finalíssima em jogo único da Copa Libertadores 2019.

Libertadores – Semifinal

River Plate 2

Armani; Montiel, Martínez Quarta, Pinola e Casco; Enzo Pérez, Palacios, De La Cruz (Álvarez) e Ignacio Fernández; Borré (Scocco) e Matías Suárez. Técnico: Marcelo Gallardo

Boca Juniors 0

Andrada; Weigandt, Lisandro López, Izquierdoz e Más; Marcone, Capaldo, Mac Allister (Zárate), Soldano (Tévez) e Reynoso (Salvio); Ábila. Técnico: Gustavo Alfaro

Gols: Borré (7/1T) e Ignácio Fernández (24/2T)

Cartões amarelos: Más, Izquierdoz e Lisandro López (Boca Juniors); Enzo Pérez, Ignácio Fernández e Pinola (River Plate)

Cartão vermelho: Capaldo (Boca Juniors)

Árbitro: Raphael Claus (FIFA/BRA)

Local: Monumental de Nuñez, em Buenos Aires (ARG)

CP
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Santa Rosa Sicredi Futsal em busca do acesso

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Neste sábado, às 20h, o Santa Rosa Sicredi Futsal inicia a disputa da Taça de Inverno, torneio rápido que vai dar ao campeão acesso antecipado para a primeira divisão do Gauchão de Futsal.

Como a equipe santa-rosense terminou em segundo lugar na chave, vai enfrentar fora de casa o primeiro colocado do outro grupo: a AGE, de Guaporé.

O capitão Fabinho sabe que o desafio é grande, afinal o adversário teve uma das melhores campanhas da primeira fase no Gauchão Série B: “sabemos da nossa qualidade, da importância dessa partida. Estamos focados, trabalhando firme, porque são apenas dois jogos para conquistar o acesso antecipado. Já fizemos bons resultados fora de casa e, pela experiência da nossa equipe, não vamos sentir a pressão de jogar longe de Santa Rosa.”

O vencedor desse jogo único se classifica para a final e enfrenta Fontoura Xavier Futsal ou Sercca (Casca), também em jogo único, valendo a tão sonhada vaga. Em caso de empate no tempo normal, a decisão vai para a prorrogação, seguido de pênaltis.

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Inter leva gol no fim, empata com o Bragantino, mas ingressa no G-6

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Time colorado abriu o placar no primeiro tempo, mas foi castigado nos acréscimos no Beira-Rio.

O Inter entrou no G-6, mas não da forma que queria. O empate em 1 a 1 com o Bragantino até coloca o time de Diego Aguirre na sexta posição, à frente do Corinthians pelo saldo de gols, mas a forma como veio, com um gol no último instante, deixa a frustração da perda de dois pontos, que inclusive o teriam feito saltar para quinto. Mauricio marcou para os colorados e Bruninho deixou tudo igual aos 50.

Houve surpresa na escalação do Inter. E estreia. Justificando o desgaste e a prevenção de possíveis lesões, Aguirre deixou Mercado no banco, dando a primeira oportunidade para Kaique Rocha vestir a camisa colorada. No meio, Dourado teve um desconforto muscular e Lindoso formou dupla com Johnny na frente de da defesa. Mauricio substituiu o suspenso Edenilson enquanto Lomba permaneceu no gol na vaga do lesionado Daniel.

O começo da partida foi pegado, com disputa ferrenha pela posse de bola. O árbitro, nos primeiros minutos, permitiu disputas firmes — mas leais —, dando mais ritmo. O Bragantino incomodou aos cinco, quando Cuello entrou na área pela direita e cruzou, mas Lomba interceptou com firmeza.

O Inter assustou pela primeira vez aos 13. Moisés cobrou escanteio da esquerda, Cuesta ajeitou para o meio da área e Kaique cabeceou nas mãos do goleiro. Yuri Alberto estava absolutamente livre atrás. Aos 15, a melhor oportunidade. Mauricio recebeu de Taison, ajeitou e bateu da entrada da área. Cleiton conseguiu se recuperar e fez grande defesa. No rebote, Taison perdeu sem goleiro, mas já havia sido marcado impedimento.

Quatro minutos mais tarde, outro contra-ataque. Era escanteio para o Bragantino, Moisés cortou e lançou Yuri Alberto, que desviou para Patrick. Ele passou a Taison, que tentou uma vez, a defesa afastou parcialmente, Taison conseguiu tocara para Mauricio, que bateu de bico e Cleiton defendeu. Eram momentos frenéticos, e o visitante respondeu em jogada pela esquerda, que Hurtado, dentro da área, cruzou rasteiro e Eric Ramires concluiu para fora.

Novamente o time paulista fez Lomba trabalhar, aos 23. Pedrinho recebeu na esquerda, trouxe da esquerda para o meio, abriu espaço e bateu no cantinho. Lomba se esticou todo e salvou. O goleiro precisou fazer outra defesa em chute de fora da área. Helinho foi quem arriscou.

O jogo era muito parelho, lá e cá, e talvez até o Bragantino estivesse melhor. Mas foi o Inter quem marcou. Eram 38 minutos, quando Saravia recuperou a bola no campo ofensivo quase na linha lateral. Ele passou a Yuri, que fez o pivô perfeito para Mauricio chegar batendo e superar Cleiton: 1 a 0.

A vantagem foi mantida até o intervalo. E time que está ganhando pode ser mexido sim. Do vestiário, o Inter voltou com duas mudanças: saíram Moisés e Patrick, entraram Paulo Victor e Palacios.

Com a nova formação do lado esquerdo, o Inter começou tentando com as caras novas. Palacios recebeu na ponta e cruzou rasteiro, Yuri chegou levemente atrasado. Aos seis, um lance polêmico. Saravia fez boa jogada pela direita e levantou para a área, a defesa afastou, Johnny pegou a sobra, Fabricio Bruno rebateu mal e Saravia dividiu com Edimar. O argentino ficou pedindo pênalti, mas a arbitragem considerou o lance normal.

O Bragantino, usando a estratégia do Inter, incomodou aos 10. Em contragolpe rápido, Helinho recebeu pela direita e bateu, Lomba defendeu sem rebote.

Aguirre precisou fazer outra substituição aos 14. Lindoso sentiu dores na perna e Zé Gabriel entrou em seu lugar. Paulo Victor fez boa jogada, pouco depois, invadiu a área pela esquerda e cruzou rasteiro. Cleiton conseguiu salvar instantes antes de Yuri Alberto empurrar para a rede.

Na metade do segundo tempo, Aguirre tirou Taison e colocou Boschilia. O camisa 21, em uma de suas primeiras participações, puxou bom contra-ataque, entregou a Yuri, que virou para Palacios, um pouco forte demais. O chileno encostou para Zé Gabriel, que bateu, mas o chute saiu longe da trave.

A partida ficou mais morna, mas o Bragantino esteve perto do empate aos 35. A zaga do Inter parou em um ataque pela direita, Helinho bateu cruzado e Alerrandro, que havia entrado no lugar de Hurtado, não alcançou por pouco.

No final, Aguirre ainda tirou Mauricio para colocar Caio Vidal. O time conseguia administrar a vantagem e chegou a perder dois contra-ataques. No último lance, a bobeada que não havia ocorrido. Alerrando recebeu em um buraco na direita e chutou cruzado, Bruninho completou para a rede. Tudo igual e fim de jogo.

Fonte: GZH

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SOJÃO Basquete em competições estaduais

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No final de semana as categorias de base do clube estiveram novamente nas competições estaduais da FGB – Federação Gaúcha de Basquete.
O Sub12 – Misto (meninos e meninas) foi a Caxias do Sul enfrentar o CEAT/Bira (Lajeado) e o Clube Comercial (Passo Fundo)
Já o Sub 15 foi a Santa Maria enfrentar o BBC (Bagé) e o Clube Comercial (Passo Fundo).

Sub12
SOJÃO 17 x 47 CEAT
SOJÃO 30 x 33 Comercial

Sub15
SOJÃO 44 x 47 Bagé
SOJÃO 60 x 66 Comercial.

Segundo o Prof. Giovani, um dos técnicos das categorias de base, a evolução é constante e as diferenças nos placares seguem diminuindo a cada jogo.
O projeto das categorias de base envolve quase 200 crianças e adolescentes nas diversas categorias de base e é realizado via Lei de Incentivo ao Esporte – Programa Pró Esporte, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

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