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Rio Grande do Sul lidera ranking nacional de serviços digitais

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O Rio Grande do Sul alcançou um resultado inédito por meio do seu projeto de transformação digital, o portal rs.gov.br.

 

O Estado figura em primeiro lugar no ranking nacional Índice de Oferta de Serviços Digitais 2021 da Abep-TIC (Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação), divulgado na sexta-feira (02).

De acordo com o Ranking dos Governos Estaduais e Distrital, o RS conquistou 91 pontos, se tornando o único Estado enquadrado no nível ótimo da escala de maturidade apresentada pelo indicador. Bahia e Paraná, que conquistaram segundo e terceiro lugares, respectivamente, foram considerados muito bons nos quesitos avaliados.

“Essa posição no ranking é um reconhecimento a um trabalho que norteia nossa gestão. Queremos ser, cada vez mais, um governo digital, mais simples e menos burocrático, que está na palma da mão das pessoas. O primeiro lugar é uma motivação para seguir esse caminho”, comemora o titular da SPGG (Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão), Claudio Gastal.

Atualmente, o Rio Grande do Sul oferece 484 serviços estaduais – 61% deles em formato digital, somando 4,46 milhões de acessos mensais. Tudo isso acessível pelo portal rs.gov.br, com cartas de serviço atualizadas. A meta é chegar a 100% das funcionalidades também na forma digital até o fim de 2022.

Além de conquistar a primeira posição na avaliação nacional, o RS figura no topo do ranking nas dimensões Capacidades para a Oferta Digital de Serviços (que mede a implementação do portal único ou do portal de serviços, a carta de serviços e outros fatores habilitadores) – empatado com a Bahia – e Regulamentação sobre Modernização para a Oferta de Serviços Públicos (focada em dispositivos legais ou infralegais relacionados à temática de governo digital).

Esta é a segunda edição do índice, divulgado pela primeira vez em 2020, quando o RS figurou na terceira posição, atrás de Minas Gerais e Santa Catarina. De forma geral, os Estados evoluíram em relação ao panorama do ano passado.

“Isso qualifica ainda mais a performance gaúcha, uma vez que essa saudável competição está cada vez mais acirrada. Todos ganhamos com os resultados, tanto em termos de facilidade e conveniência para o cidadão como no aspecto da economicidade e da eficiência do serviço público”, avalia Hiparcio Stoffel, diretor-geral do Escritório de Desenvolvimento de Projetos, autarquia responsável pela execução da Estratégia Digital rs.gov.br.

 

FONTE: O SUL

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Correios ficarão com o “osso” se não forem privatizados, diz ministro

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O ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse que, caso não ocorra a privatização dos Correios, a tendência é que outras empresas “abocanhem” o filé dos serviços de logística, que é a entrega de encomendas, deixando para a estatal “apenas o osso” de seus serviços, a entrega de correspondências.

Segundo o ministro, essa tendência já vem sendo percebida e foi reforçada durante os períodos em que os servidores dos Correios fizeram paralisações, o que levou empresas como Mercado Livre e Magalu a buscarem alternativas para a entrega de encomendas. “Quando a greve acaba, essas empresas não voltam para os Correios”, disse o ministro durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. O projeto de privatização dos Correios já foi aprovado na Câmara, mas está parado no Senado.

Faria teceu elogios aos Correios, mas defendeu sua privatização. “É a única empresa que está presente nos 5.568 municípios brasileiros, entregando cartas e encomendas nas regiões mais remotas do país, principalmente na Região Amazônica, onde temos dificuldades de logística”, disse.

Ele lembrou que, das 31 mil lojas virtuais que existem no Brasil, 27,5 mil utilizam os Correios para enviarem suas encomendas. “São 2,5 milhões de pequenos negócios que fazem com que, a cada quatro encomendas, três sejam entregues pelos Correios, o que mostra a capilaridade e a importância dessa empresa para o país”, disse o ministro antes de criticar as greves e paralisações dos trabalhadores da estatal.

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O drama das crianças brasileiras deportadas ao Haiti que o Brasil quer repatriar

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84 crianças brasileiras foram enviadas para o Haiti pelos EUA; governo brasileiro quer trazê-las ao Brasil em dez dias. No México, há outras 1,7 mil crianças haitiano-brasileiras que podem cruzar a fronteira com os EUA a qualquer momento.

 

As certidões de nascimento de Carlos* e Laura*, de três e um ano de idade, indicam Rondonópolis, no Estado de Mato Grosso, como a cidade em que ambos vieram ao mundo. Apesar disso, há poucas semanas, as duas crianças brasileiras foram deportadas pelo governo dos Estados Unidos para o Haiti, país de origem de seus pais, que moraram por mais de cinco anos no Brasil.
A deportação foi o ponto final de uma viagem de migração que incluiu passagens por mais de uma dezena de países, feitas de ônibus e a pé, em meio à fome e à violência.
“Na Colômbia, o homem me apontou a pistola, mas eu falei que a gente não tinha dinheiro, a gente não tem nada, e ele liberou a gente pra seguir”, relata Patrick*, o pai de Carlos e Laura, sobre a passagem pelo perigoso estreito de Darien, trajeto de 100 quilômetros em mata amazônica até o Panamá, que eles levaram 14 dias para percorrer.
Depois de atravessar o Panamá, a Costa Rica, a Nicarágua, Honduras e Guatemala, a família até tentou se estabelecer no México.

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Delegado da 3ª DPR faz reunião virtual com colegas do sistema penal de Missiones-Argentina

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Foi realizado uma conferência virtual de integração entre servidores do sistema prisional gaúcho e do sistema penal argentino. Na ocasião, o delegado penitenciário da 3ª Região, Ederson Dornelles, e o administrador do Presídio Estadual de Santa Rosa, Rubesmar Goebel, trocaram informações com o Chefe do Serviço Penitenciário de Missiones, General Manuel Dutto, e com o chefe do departamento de Inteligência e informação, Major José Caceres.

Um dos objetivos da reunião foi proporcionar aos participantes trocas de informações relativas aos sistemas penais de ambos os países, evoluir na integração entre os entes de segurança, assim como partilhar conhecimentos na área da segurança e do sistema penal.

Segundo o delegado Ederson Dornelles, a conversa foi muito produtiva, pois, segundo ele “é fundamental a integração e a troca de conhecimentos entre os dois países. Essas reuniões aproximam os referidos gestores e os capacitam mutuamente segundo suas experiências”.

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