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RGE altera local de atendimento ao cliente em Santa Rosa

Pável Bauken

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A RGE, distribuidora do Grupo CPFL Energia, que atende 381 municípios gaúchos, irá disponibilizar um novo local de atendimento ao consumidor em Santa Rosa. A partir da segunda-feira, 15 de julho, os clientes do município que desejarem atendimento presencial deverão comparecer à nova loja credenciada da distribuidora, localizada na Rua Santa Rosa, nº 1416, junto à Eletro Nitsche, no Centro da cidade.

O novo ponto de atendimento em unidade credenciada irá beneficiar os mais de 12 mil clientes da RGE na cidade de Santa Rosa. No local serão ofertados todos os serviços disponíveis nos canais presenciais, como ligação nova, alteração de titularidade, religação, impressão de segunda via entre outros. O horário de atendimento será de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30.

Serviços podem ser solicitados sem sair de casa
Oferecendo comodidade e conforto aos seus clientes, a RGE também disponibiliza mais de 30 serviços por meio de seus canais digitais de atendimento. No aplicativo para celulares e tablets CPFL Energia e no site da RGE, os consumidores podem também solicitar serviços como segunda via, ligação nova e alteração de titularidade, além de relatar interrupção no fornecimento de energia e acidentes na rede.

Disponíveis 24 horas por dia, 7 dias na semana, os canais oferecem comodidade a todos os consumidores da RGE, oferecendo atendimento sem a necessidade de deslocamento até agência ou ligação para o call center. Outra vantagem é o armazenamento dos dados cadastrais, não precisando recorrer à conta de luz para obter o código do cliente a cada solicitação.

Além disso, para o registro da falta de energia, uma das formas mais rápidas e eficientes é o SMS. Enviando o Seu Código (disponível na conta de energia) para o número 27350, os sistemas da distribuidora irão identificar, automaticamente, que a sua residência ou comércio está sem energia e a informação irá para o Centro de Operações Integrado, responsável por despachar todas as equipes que fazem os atendimentos.

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ET de Varginha completa 25 anos e ufólogo diz ter novas evidências.

Reporter Regional

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Basta ouvir o nome de Varginha que a pergunta não tarda: “Essa não é a cidade do ET?”. A história do ET de Varginha completa 25 anos nessa quarta-feira (20). O evento que deu visibilidade mundial à cidade de Varginha, ainda desperta curiosidade e espanto anos depois. Atualmente, alguns ufologistas creem em uma versão que ainda não foi contada.

Marco Aurélio Leal é membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU). Ele afirma que o caso de Varginha é muito difícil de ser concluído. Segundo ele, a falta de testemunhos oficiais dificulta a resolução do caso.

“O que se sabe é somente 40% de tudo o que ocorreu. Isto graças às narrativas de testemunhas civis e militares. Enquanto uma autoridade que participou do evento na época não aparecer para falar como os fatos aconteceram, não saberemos o que realmente foi capturado em Varginha. Afinal, podem ser outras questões como até experimento militar”, disse Marco.

O estudioso no assunto e corretor de imóveis João Marcelo Marques Rios acompanha o caso Varginha desde 2014. João e outros três amigos possuem um grupo em que falam com testemunhas sobre o dia 20 de janeiro de 1996. Eles afirmam ter reunido um material bastante esclarecedor e com depoimentos de pessoas que atuaram na cidade durante a suposta aparição.

“Conversamos em duas oportunidades com um militar da reserva do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e ele nos confirmou pela 1ª vez e, de forma histórica, que realmente houve uma ligação para a central por volta de 9h da manhã informando a presença de algo estranho no bairro Jardim Andere”, contou.

João Marcelo também contou que uma testemunha, que na época tinha 14 anos, viu o exército isolando uma área abaixo da Rua Suécia, a 50 metros de distância de uma linha férrea desativada.

“Ele notou que algo foi transportado dentro de um saco. Outra autoridade da época disse também que ficou sabendo da movimentação estranha e resolveu checar. Ao se aproximar do Hospital Humanitas, teria visto tudo isolado pelo exército e algo sendo transportado e colocado na caçamba de um caminhão”, disse.

Essa mesma testemunha tentou saber o que era, mas recebeu a informação de que o assunto era de segurança nacional.

“Essa importante testemunha teria uma foto da criatura capturada. Infelizmente, e como ocorreu muitas vezes durante nossa investigação, o depoente se afastou e não atende mais a nossas ligações”, lamentou Marcelo.

Marcelo contou ao G1 que também ouviu a população de Varginha sobre o aparecimento do extraterrestre. Ainda de acordo com o estudioso no assunto, o funcionário de um hospital também confirmou a presença do exército no local. O médico que teria atendido a criatura também foi localizado pela equipe de pesquisa.

Fonte: G1

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Confiança do empresário do comércio cai 2,2% em janeiro, diz CNC

Reporter Global

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Efeitos da pandemia influenciam desempenho do setor

 

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 2,2% em janeiro de 2021 e passou para 105,8 pontos. Segundo explicou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que mede o indicador, ainda que tenha registrado a segunda queda mensal consecutiva, o índice permanece no patamar de otimismo, que é acima de 100 pontos pelo quarto mês consecutivo. Na comparação anual houve variação negativa de 16,4%.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, destacou que os efeitos da pandemia ainda influenciam a confiança dos comerciantes. Ele disse que, tradicionalmente, janeiro é um mês mais modesto para o consumo. “Passado o período natalino e diminuído o efeito do aumento da renda com o 13º salário, as famílias estão mais dispostas a realizar gastos nos serviços de lazer, por força das férias escolares”, comentou.

O índice referente à satisfação dos comerciantes com as condições atuais e o que avalia as expectativas no curto prazo registraram quedas e, por serem dois dos principais índices do Icec, impactaram o resultado negativo do indicador principal.

Enquanto o referente à satisfação dos comerciantes com as condições atuais passou para 80,5 pontos com o recuo de 5,8%, o indicador que avalia as expectativas no curto prazo apresentou retração pela segunda vez consecutiva, agora de 2,3% e atingiu 142,1 pontos. Mesmo assim, é o único dos indicadores do Icec acima dos 100 pontos.

O economista da CNC responsável pela pesquisa, Antonio Everton, considerou entre os motivos para a influência que levou ao resultado negativo podem estar o aumento do dólar, o endividamento das empresas, o reajuste dos aluguéis e a cautela do consumidor nas compras.

“A predominância das percepções adversas também pode ter relação com a necessidade de se fazer investimentos em tecnologia e logística para avançar no e-commerce”, acrescentou.

 

 

Investimentos

O único a apresentar resultado positivo (1%) foi o índice que mede as intenções de investimento. Com isso, alcançou 94,9 pontos, voltando a crescer após ligeiro recuo em dezembro. Um outro destaque também foi a intenção de contratação de pessoal. Esse índice teve alta de 2,1% e fechou o mês com 121 pontos.

O economista informou que, nos últimos quatro anos, a intenção de aumentar o quadro de funcionários tem registrado variações positivas em janeiro.

“O planejamento dos empresários pode incluir aumento do número de pessoal para os próximos meses se a recuperação do emprego, consumo e da geração de renda permanecer em um ritmo satisfatório”, finalizou.

 

 

FONTE: Agencia Brasil

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Nova portaria muda regras para PRF atuar em operações conjuntas

Reporter Global

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) publicou hoje (19), no Diário Oficial da União (DOU), uma nova portaria que estabelece diretrizes para a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em operações conjuntas com outros órgãos federais, estaduais e municipais.

 

 

A portaria (42/2021) substitui outra (739/2019) que chegou a ser suspensa em janeiro do ano passado pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, enquanto ele estava responsável pelo plantão judicial.

À época, Toffoli atendeu pedido da Associação de Delegados da Polícia Federal (ADPF), para quem a norma autorizava a PRF a realizar investigações e atuar na prevenção e repressão a crimes federais, o que seria competência exclusiva da PF, no entender dos delegados.

A suspensão acabou depois derrubada pelo relator do caso, ministro Marco Aurélio, que atendeu pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e restabeleceu a vigência da portaria. Essa decisão foi depois confirmada pelo plenário do Supremo.

Agora, contudo, a nova portaria, que substitui a antiga, passa a não trazer menção à participação da PRF em operações conjuntas caso “os crimes objetos de apuração tenham sido praticados em rodovias federais, estradas federais ou em áreas de interesse da União”.

A norma – publicada nesta terça-feira (19) – tampouco elenca a “investigação de infrações penais” entre as hipóteses que autorizam a PRF a prestar apoio operacional, conforme constava na norma anterior.

 

 

Outras diferenças

A antiga portaria (739/2019) estabelecia diretrizes para a PRF atuar em operações conjuntas com órgãos do Ministério Público, da Receita Federal e do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) – como PF, Força Nacional e polícias Civil e Militar dos estados.

Agora, o novo texto inclui no rol de cooperação, além dos integrantes do Susp, “outros órgãos das esferas federal, estadual, distrital ou municipal”, sem especificar quais.

Outro trecho suprimido foi o que circunscrevia a atuação da PRF a “operações conjuntas nas rodovias federais, estradas federais ou em áreas de interesse da União”, conforme constava na antiga portaria. Agora, a nova norma estabelece diretrizes para a atuação do órgão somente em “operações conjuntas”, sem fazer referência a local.

Outro trecho da antiga norma, agora revogada, autorizava a PRF a atuar, especificamente, “em vias urbanas, rodovias, terminais rodoviários, ferrovias e hidrovias federais, estaduais, distrital ou municipais, portos e aeroportos”.

Novamente, a nova portaria não traz esse tipo de especificação, estabelecendo como condição para a atuação do órgão em operações conjuntas apenas a autorização de seu diretor-geral, que deve considerar “a pertinência, a conveniência e a necessidade da medida”.

Pela nova portaria, a PRF pode: designar efetivo para integrar equipes na operação conjunta; prestar apoio logístico; atuar na segurança das equipes e do material empregado; ingressar nos locais alvos de mandado de busca e apreensão, mediante previsão em decisão judicial; lavrar termos circunstanciados de ocorrência; e praticar outros atos relacionados ao objetivo da operação conjunta.

 

 

FONTE: Agencia Brasil

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