Reunião na FUMSSAR avaliou o digiSUS do Ministério da Saúde – Portal Plural
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Medicina & Saúde

Reunião na FUMSSAR avaliou o digiSUS do Ministério da Saúde

Pável Bauken

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Uma estratégia digital implantada pelo Ministério da Saúde(MS) para todo o País visa a melhoria constante da qualidade dos serviços ofertados, dos processos e da atenção à saúde. Assim, conforme expressa o documento da estratégia, a Visão de e-Saúde para o Brasil é sintetizada da seguinte forma: “Até 2020, a e-Saúde estará incorporada ao SUS como uma dimensão fundamental, sendo reconhecida como estratégia de melhoria consistente dos serviços de Saúde por meio da disponibilização e uso de informação abrangente, precisa e segura que agilize e melhore a qualidade da atenção e dos processos de Saúde, nas três esferas de governo e no setor privado, beneficiando pacientes, cidadãos, profissionais, gestores e organizações de saúde”. MS.

Esta semana o presidente da FUMSSAR Délcio Stefan, reuniu-se com diretores e servidores da instituição para fazer uma avaliação sobre as ações de alimentação e atualização de dados no sistema da saúde no município de Santa Rosa. Délcio afirmou que vários setores e servidores estarão envolvidos no processo que irá qualificar o atendimento uma vez que dados precisos estarão a disposição de todos para a melhoria da qualidade de vida da população.

O Presidente destacou ainda que o governo municipal busca sempre aprimorar-se com ferramentas atualizadas para a melhoria das ações, visando a melhoria da qualidade de vida da população permitindo mais transparência e acesso aos usuários.

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Medicina & Saúde

Santo Ângelo chega a 44 casos de Coronavírus

Reporter Cidades

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O município de Santo Ângelo começa a viver um surto de Coronavírus. A cada dia vem se confirmado mais casos na cidade. De ontem para hoje foram mais 4 casos positivos.

Dos 44 pacientes que tiveram a doença na Capital das Missões desde o início da pandemia, 3 acabaram morrendo, 16 estão curados e 15 se recuperam em casa e outros 6 estão internados no HSA e no Hospital da Unimed Missões.

Rádio Cidade SA
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Medicina & Saúde

Especialistas recomendam reduzir o uso de lentes de contato durante a pandemia

Quando em contato com a mucosa dos olhos, mãos podem transmitir o Coronavírus

Reporter Cidades

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| Foto: Martin Slavoljubovski/Pixabay

Uma das principais forma de contaminação pelo novo Coronavírus são as mãos. Quando contaminadas, elas se tornam meio para que o vírus entre em nosso sistema imunológico especialmente pela boca, nariz e olhos. Por isso, a recomendação constante das autoridades para a lavagem e higienização das mãos.

Os olhos, em especial nessa época de aumento das alergias, necessitam de cuidados especiais e já se sabe que a COVID-19 pode ser transmitida também após o contato das mãos com a conjuntiva, que é a mucosa que reveste os olhos. Nesse cenário, surgem dúvidas em relação ao uso de lentes de contato: posso continuar usando as lentes de contato? Como devemos higienizá-la?

A médica oftalmologista Caroline Fabris, coordenadora do departamento de oftalmologia do Hospital Moinhos de Vento, informa que a Sociedade Brasileira de Lentes de Contato (SOBLEC) e a Academia Americana de Oftalmologia (AAO) recomendam evitar ao máximo o uso de lentes de contato, priorizando o uso de óculos neste período de pandemia. “O motivo é que as lentes precisam ser manipuladas e o contágio da Covid-19 ocorre justamente no contato entre as mãos e os olhos no momento de colocar ou tirar as lentes de contato”, explica a médica. As extremidades e aplicadores de embalagens também merecem cuidados, uma vez que muitas vezes acabam encostando na área dos olhos.

Se não for possível ficar sem as lentes, substitua aqueles de troca mensal ou anual por lentes de uso descartável diário.  A maquiagem está liberada, desde que de forma moderada, justamente para evitar possíveis irritações. Também está vetado o compatilhamento de maquiagens. “Evite grandes quantidades de maquiagem nos olhos e limpe diariamente a área, com a remoção total do produto através de soluções demaquilantes”, acrescenta.

Como higienizar as lentes de contato?

Caroline Fabris orienta que a higienização das lentes de contato seja feita com produtos específicos. “Jamais use álcool para limpá-las. O álcool causa desepitelização da córnea e queimadura química”, acrescenta. Anote mais algumas recomendações da médica e redobre os cuidados:

  • Lave as mãos com água e sabão e as seque com uma toalha limpa ou descartável antes de manipular as lentes de contato;
  • Retire as lentes antes de nadar ou tomar banho de chuveiro ou banheira;
  • Não enxague as lentes em água corrente, soro fisiológico ou gotas
  • umidificante – essas substâncias não são desinfectantes. Não as coloque na boca para limpar;
  • Use o método “esfregar e enxaguar” orientado por oftalmologistas
  • e use sempre uma solução nova para preservar as lentes no estojo;
  • Enxague o estojo das lentes com solução de limpeza nova e não com água. Seque-o com o lenço descartável limpo e deixe-o em ambiente limpo
  • e seco ao ar livre;
  • Troque os estojos mensalmente;
  • Não use lentes com rasgos ou imperfeições.
Bella+ | Correio do Povo, por Fabiane Madeira

@fabianemadeira é apaixonada por comida, mas vira e mexe briga com a balança. Adora cinema, mas não é cinéfila. É empresária, dinda e tia babona. É editora do Bella Mais e gremista desde sempre.

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Medicina & Saúde

Problemas circulatórios aumentam no inverno

Prática de exercícios, mesmo em casa, é uma das principais dicas para minimizar os problemas

Reporter Cidades

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Com a aproximação do inverno, a atenção à saúde deve ser redobrada, pois as baixas temperaturas podem influenciar diretamente no sistema vascular da população, uma vez que, na tentativa de manter o corpo aquecido, os vasos sanguíneos se contraem em um mecanismo chamado vasoconstrição. Consequentemente, o sangue tem mais dificuldade para circular e chegar às partes extremas do corpo, como pernas e pés.

Por isso, pessoas que moram em regiões mais frias, naturalmente, devem preocupar-se com a saúde vascular durante todo o ano.

Essas condições deixam o organismo mais propício a desenvolver o fenômeno de Raynaud, em que o estreitamento dos vasos sanguíneos reduz o fluxo sanguíneo para as extremidades e determina uma diminuição da oxigenação dos tecidos. “A pele pode ficar fria, pálida ou cianótica (arroxeada). Sintomas como dor e formigamento persistentes, além de feridas nos dedos, devem alertar para a necessidade de avaliação com um cirurgião vascular, pois denotam maior gravidade do quadro”, afirma o médico Luciano Amaral Domingues, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular.

De acordo com o especialista, a doença acomete de 3% a 5% da população, mas as probabilidades aumentam em mulheres jovens e pessoas que sofrem com estresse emocional e ansiedade. Outros problemas vasculares, como a doença arterial obstrutiva periférica (Daop), a isquemia cardíaca e a hipertensão podem se agravar nos períodos de frio intenso. Fatores preexistentes como a obesidade, colesterol alto, diabetes e tabagismo também contribuem para o surgimento de doenças cardiovasculares.

Exercícios físicos

Luciano Domingues destaca que exercícios físicos são aliados na manutenção da circulação sanguínea. É importante que, mesmo no inverno e com a situação de isolamento social, as pessoas pratiquem exercícios físicos regularmente em casa, para evitar o comprometimento da circulação sanguínea, sobretudo as que têm predisposição à trombose venosa profunda.

“As principais dicas para a diminuição desse risco são manter a hidratação corporal, bebendo bastante água, evitar bebidas alcoólicas, tabagismo e o uso de roupas muito apertadas. E, principalmente, fazer caminhadas, mesmo dentro de casa, exercícios na ponta dos pés com extensão e flexão, assim como movimentos para alongar as pernas, mesmo estando sentado”, afirma o médico.

Segundo Domingues, nas baixas temperaturas, o aquecimento e o alongamento antes das atividades físicas  são indispensáveis. Também é indicado acompanhar a frequência cardíaca, pois é comum que no frio o coração trabalhe mais intensamente para manter o calor do corpo. Então, ao perceber que os batimentos estão muito acelerados, deve-se fazer uma pausa ou diminuir o ritmo das atividades.

A doença não tem relação com a covid-19, que é causada pelo novo coronavírus. “O fenômeno de Raynaud não parece ter relação com contágio ou gravidade da covid-19”, salientou o médico.

Tratamento de varizes

Apesar dos inúmeros cuidados, o frio pode ser um aliado na diminuição dos sintomas de alguns problemas vasculares. E, também, favorável ao tratamento de vasinhos e varizes, uma vez que o paciente, após os procedimentos, deve evitar a exposição ao sol.

“O frio não é só o vilão nas doenças vasculares. Varizes, linfedema [inchaço causado por deficiência na drenagem da linfa] e pacientes com sequelas de tromboses em geral têm mais sintomas no verão, pois o calor que gera a vasodilatação pode agravar os sintomas”, explica Domingues.

Agência Brasil

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