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Renato: Grêmio não vai mudar modo de jogar contra “seleção” do Flamengo

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Na véspera da semifinal da Libertadores – e último jogo do Grêmio na Arena pela competição –, o técnico Renato Portaluppi não poupou elogios ao adversário Flamengo, mas exaltou que seu time chegou, sem muitos investimentos, na mesma fase que um clube milionário. Para o comandante gremista, será uma partida “entre as duas melhores equipes do Brasil”, que buscam o gol a todo momento e atuam de maneira parecida: têm como base a posse de bola e a troca de passe. Mesmo contra um rival poderoso, ele garante que o Tricolor manterá seu estilo dentro de campo.

“O Grêmio tem a maneira de jogar, não vai mudar porque é o Flamengo, assim como acredito que eles não vão mudar. Se chegamos jogando dessa forma, vamos mudar para quê? O que está certo não se muda. O Grêmio não escolhe adversário e local, não joga de uma maneira em tal lugar e de outra em outra. Nosso sucesso é isso”, resumiu, acrescentando que quer ver como os comandados de Jorge Jesus se comportarão diante de uma equipe que ataca, porque quase todas jogam se defendendo contra eles.

Renato afirmou que o Rubro-Negro é o favorito para os duelos, por causa dos investimentos feitos na temporada. “Todo mundo sabe que o Flamengo é uma máquina, uma seleção brasileira. Gastaram muito e montaram um grande e elenco. A maioria já jogou na Europa, esteve na seleção”, avaliou. “É favorito, mas isso não credencia na outra fase. As duas equipes estão frente a frente, são 180 minutos. Nem sempre o favorito vence e nunca vou deixar de dar moral para meu grupo. Eles têm a melhor do equipe em termos de elenco, mas dentro do campo são 11 contra 11”, completou.

Apesar dos elogios ao adversário, o treinador disse que os cariocas têm seus defeitos como todas as equipes. “Hoje, fiquei uma hora passando vídeo com meu grupo. São poucos, mas o Flamengo tem pontos fracos. Também apontei os fortes, que são inúmeros. Tiveram mais atenção do que com qualquer outro adversário pela qualidade deles. Preparei minha equipe para enfrentar esse Flamengo poderoso”, garantiu.

Diante de tal cenário, o técnico parabenizou o clubepor chegar à semifinal sem gastar muito. “Descobrimos talentos aqui dentro. É mérito de todos. Me orgulho de estar à frente deste grupo, a cada ano renovando, mas sempre chegando. É a terceira semifinal em três anos”, avaliou. Ele disse que fará de tudo, mas, se a classificação não vier, afirmou que vai torcer para o Flamengo na final da Libertadores. “Ainda mais se tratando de um time argentino”, brincou.

Duelo com Jorge Jesus

Questionado sobre as declarações do técnico português Jorge Jesus, Renato disse que esse ambiente ajuda a valorizar ainda mais o duelo. “É normal, é bom, porque ninguém está menosprezando ninguém. Tenho o maior respeito pelo Jesus. A única coisa que falei é que ele faz um excelente trabalho há quatro meses diante de um grande elenco, mas até então o Flamengo não ganhou nada. Tenho certeza que teremos nas duas partidas um futebol competitivo e bonito”, projetou, dizendo que os confrontos atrairão até mesmo torcedores de outros times.

O ex-camisa 7 considerou que o comandante dos rivais é extremamente capacitado e tem mais experiência por ter trabalhado na Europa. Também afirmou que apoia a presença de treinadores estrangeiros, pois “tem espaço para todos”. “É só mostrar competência. O Sampaoli também está fazendo um grande trabalho com o Santos. O Grêmio tem ganhado, eles não, mas nem por isso vamos falar que não são bons treinadores”, disse.

CP
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Esportes

VOLTA DO ESPORTE EM SANTA ROSA ⚽

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– Passeio ciclístico
– Futebol de Várzea
– Nova sede da Secretaria de Esportes

No IMPRENSA LIVRE desta terça-feira, 27, às 14h, o Secretário de Esportes de Santa Rosa, FERNANDO CLASSMANN, fala dos projetos para retomada do esporte em Santa Rosa.

IMPRENSA LIVRE, apresentação, ANDRÉ CHRISTENSEN GARCIA, no Portal Plural (Facebook e Youtube)

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Esportes

Novos esportes em Tóquio: 16 brasileiros competem no surfe e no skate

As outras três novas modalidades olímpicas não têm atletas nacionais

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© Gaspar Nóbrega/COB/Direitos Reservados

Vai ter onda, vai ter rampa. E torcida por manobras radicais, em 360 graus, por exemplo. Surfe e skate, que estão entre as cinco modalidades que estreiam na Olimpíada de Tóquio, terão, ao todo, 16 atletas brasileiros – alguns dos favoritos ao pódio. Nas outras três novidades (karatê, escalada e beisebol/softbol), não teremos representantes, mas as provas também vão despertar a curiosidade do público. 

No surfe, as ondas japonesas terão as presenças de quatro brasileiros acostumados a vitórias e títulos: Silvana Lima, Tatiana Weston-Webb (segunda colocada no ranking mundial entre as mulheres), Gabriel Medina (o primeiro na liga entre os homens) e Ítalo Ferreira. Eles têm chances reais de brilho nos mares e nos pódios para o Brasil. As baterias começam no domingo (25), e estão previstas para ocorrer até o dia 28, podendo se estender até o dia 1º de agosto (no surfe, o calendário prevê janelas para que as provas aconteçam, por conta da necessidade de condições meteorológicas ideais).

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) considera que o Brasil está entre as três potências do surfe, e carrega em suas pranchas três títulos mundiais, com Gabriel Medina (2014 e 2018), que estará em Tóquio, e com Adriano de Souza, o Mineirinho (2015). Um adversário forte para os brasileiros pode ser o norte-americano Kelly Slater (11 títulos mundiais), que é reserva na equipe do seu país.

Mesmo estreando apenas em 2021, em Estocolmo (1912), o surfe ficou conhecido porque o norte-americano Duke Kahanamoku, praticante da modalidade, ganhou duas medalhas na natação. No Brasil, a primeira prancha que se tem notícia foi feita na década de 1930, em Santos.

Saiba mais sobre o surfe no #EBCemTóquio:

“Prancha” com rodinha

No skate, 12 brasileiros vão competir nas rampas na primeira experiência do esporte em Jogos Olímpicos. Os competidores (feminino e masculino) estão em duas categorias: park (com Dora Varella, Isadora Pacheco, Yndiara Asp, Luiz Francisco, Pedro Barros e Pedro Quintas) e street (com Letícia Bufoni, Pâmela Rosa, Rayssa Leal, Felipe Gustavo, Giovanni Vianna e Kelvin Hoefler).

Trata-se de um esporte com DNA norte-americano, e inspirado no surfe. Quando precisavam lidar com a falta de ondas, surfistas na Califórnia passaram a simular em prancha de madeira com rodinhas os movimentos que queriam fazer nos mares. Os primeiros skates brasileiros só chegaram na década de 1960, e a Confederação Brasileira de Skate está estabelecida desde 1999.

O Brasil entra forte para a briga por medalhas no skate: no street feminino Pâmela Rosa (primeira), Rayssa Leal (segunda) e Letícia Bufoni (quarta) estão entre as melhores do mundo. Kelvin Hoefler é o quarto colocado no ranking mundial no street masculino e Luiz Francisco (terceiro) e Pedro Barros (quarto) estão no topo desta lista no park masculino. Dora Varella, em nono, é a brasileira melhor colocada no ranking do park feminino.

Entenda a origem e a disputa do skate no #EBCemTóquio:

Taco e bolinha

Não haverá atletas brasileiros nas outras três modalidades estreantes nos Jogos de Tóquio, mas fazer parte do programa olímpico é algo que pode encorajar futuras participações nacionais. As competições de beisebol/softbol, escalada e karatê colocarão mais medalhas em disputa.

No caso do beisebol/softbol, não é tão inédito assim. A modalidade apareceu na Olimpíada pela primeira vez em 1992 (em Barcelona, com o time de Cuba levando o ouro). Em 1996 (Atlanta, com título para os anfitriões norte-americanos), o softbol estreou. Mas, em Londres 2012, as modalidades deixaram de ser olímpicas – e retornam agora em Tóquio.

Veja também: Japão abre Olimpíada com vitória sobre Austrália no softbol

A diferença entre beisebol e softbol relaciona-se ao espaço, à organização e algumas regras. O softbol permite a prática em ginásios cobertos e campos fechados e menores. A bola é maior e o tempo de jogo menor. Outra diferença é que o arremesso é feito com um movimento com o braço de baixo para cima (com o punho, abaixo, e o cotovelo obrigatoriamente alinhados verticalmente), de acordo com o Comitê Olímpico do Brasil.

No softbol, os Estados Unidos conquistaram três ouros (Atlanta 1996, Sidney 2000 e Atenas 2004). No beisebol, três títulos são de Cuba (Barcelona 1992, Atlanta 1996 e Atenas 2004). A Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol organiza o esporte por aqui.

Sabia que o beisebol é o esporte mais popular no Japão? Descubra neste episódio do #EBCemTóquio:

Nova luta no tatame

Um esporte que estreia no Japão é uma prática do próprio anfitrião. E no início do século 19 já era praticado como atividade para prática de educação física. No Brasil, chegou com os imigrantes japoneses no início do século 20. Nas telas do cinema, a sabedoria do mestre Miyagi para ensinar o aprendiz Daniel San, em Karatê Kid, comoveram o mundo e chamaram atenção para o esporte.

De acordo com a Confederação Brasileira de Karatê, a palavra japonesa que dá nome ao esporte significa “mãos vazias”, e prevê o “mais eficaz uso de todas as partes do corpo para fins de autodefesa (…).  Nos últimos anos, foram formuladas regras de combate simulado para se evitar ferimentos graves, com o propósito de introduzir o karatê como um esporte competitivo”.

Olhar para cima

A escalada é outra debutante nos jogos de Tóquio. A modalidade tem três categorias: velocidade, dificuldade e bouldering. Todos os competidores olímpicos participarão nas três. A classificação final leva em conta o resultado de todas juntas.

Em relação à velocidade, dois atletas fazem um percurso numa parede de 15 metros. Vence quem chega primeiro. Na dificuldade, os atletas tentam subir o mais alto possível em uma parede com mais de 15 metros de altura em um tempo fixo. No bouldering, os competidores têm outro desafio: seguir uma rota fixa em uma parede de 4 metros de altura em um tempo determinado. A Associação Brasileira de Escalada Esportiva divulga a modalidade no país.

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Esportes

Prefeitura organiza atividades esportivas para Cruzeiro

As inscrições para as ações que serão realizadas no CEU estão abertas para karatê e futebol

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As Secretarias de Esporte e de Assistência Social estão trabalhando em conjunto para o desenvolvimento de ações em Cruzeiro. A ideia é voltar com as atividades físicas. Aulas de Karatê e Futebol estão previstas para serem desenvolvidas nesse semestre. As ações devem ocorrer no espaço CEU das Artes do Bairro Cruzeiro.

Estimular crianças e jovens para a prática de ações esportivas. Esse é o objetivo da Prefeitura com as realizações das aulas de esporte para os moradores de Cruzeiro. Estes, têm um espaço qualificado para a realização das atividades no CEU das Artes. O local possui uma ampla área destinada ao desenvolvimento social, cultural e esportivo para crianças e jovens. Também possui uma biblioteca moderna, um laboratório de informática, pista de Skate, sala de anfiteatro, sala de jogos e quadra de esporte. As inscrições são gratuitas e realizadas diretamente no CEU das Artes pelo fone 3511-5133 a partir desta segunda-feira(19).

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