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Relações entre Brasil e Suécia são tema de debate ao vivo na Fenadi Virtual desta sexta

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Nesta sexta-feira, dia 16 de outubro, o debate na sala 6 da Fenadi Virtual teve como tema as relações entre Brasil e Suécia. Participaram do debate o Diretor Cultural da UETI e do Centro Cultural Sueco de Ijuí, Eduardo Beckmann e o Vice-cônsul da Suécia no Brasil, Peter Johansson.

Atualmente, o Vice-cônsul sueco trabalha no Consulado Geral da Suécia em São Paulo, onde são feitos todos os atos de registro civil de cidadãos suecos que vem até o Brasil. Devido a pandemia, o consulado deu prioridade e passou a trabalhar diretamente com os cidadãos suecos que vieram ao Brasil por negócios ou turismo e desejavam retornar a seu país. Peter afirma que o inverso está acontecendo agora que as diretrizes da Organização Mundial da Saúde estão sendo relaxadas aos poucos e viagens internacionais podem ser realizadas com menos burocracia. Segundo ele, vários suecos entram em contato com o consulado questionando sobre a possibilidade de visitar o Brasil, assim como vários brasileiros buscam informações sobre uma possível visita à Suécia.

A pandemia também afetou as ações da etnia sueca de Ijuí, que teve de se adaptar à nova realidade de isolamento, realizando reuniões, ensaios e eventos à distância. O grupo étnico, que já atua na cidade desde os anos 80, foi fundado a partir de 40 famílias de descendentes suecos de Ijuí e região. O Diretor do Centro Cultural Sueco relata que existia uma grande comunidade sueca na região de Porto Lucena, que eventualmente emigrou até nossa região devido às enchentes do Rio Uruguai. Eduardo reconhece os esforços de indivíduos e a ajuda do poder público para manter viva a cultura sueca no noroeste do estado. “Felizmente os poderes municipais, tanto de cidades como Guarani, quanto de Porto Lucena, estão cientes da importância da colonização sueca na região noroeste do estado e preservam essa cultura e história em seus museus”.

Eduardo também comenta que o governo sueco preza pela identidade cultural à cima da burocracia, trazendo o exemplo do prêmio “Sueco do Ano”, que por dois anos consecutivos foi concedido à indivíduos que não eram necessariamente cidadãos suecos, mas que promoviam os valores e a cultura do país. Por fim, Peter complementa: “Eu quero acreditar que ser sueco é mais uma questão de estilo de vida e de valores do que necessariamente de possuir um passaporte ou um documento. Por que, o amor que nós enxergamos no trabalho do Centro Cultural Sueco de Ijuí e nos descendentes suecos de todo o Rio Grande do Sul é admirável. Muitas vezes nem os próprios suecos ou aqueles que possuem um passaporte desenvolvem um trabalho tão bonito, então temos que dar toda nossa admiração e todo nosso apoio”.

A programação da sala 6 continua neste sábado, com o debate promovido pela Etnia Italiana sobre a importância da preservação material e imaterial. Participarão do debate a Professora da Universidade da Fronteira Sul Cláudia Ilgenfritz Toso, o Professor da Unijuí e integrante do Centro Cultural Italiano Jaeme Luiz Callai e os professores da Universidade de Bologna, Beatrice Borghi e Rolando Dondarini.

Apoio da Unijuí e Prefeitura Municipal de Ijuí e IOV – Organização Internacional de Folclore;
PARCEIRO: CIOFF – International Council of Organizations of Folklore e Artes Populares e Comissão Gaúcha de Folclore;
Planejamento e Direção: Impacto Desenvolvimento Cultural;
Financiamento da PRÓ-CULTURA RS – GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL;
Realização do GOVERNO FEDERAL, PÁTRIA AMADA BRASIL.
Patrocínio:COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO – CORSAN GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. NOVAS FAÇANHAS.

Por Giovani Pasquali, acadêmico do curso de jornalismo da Unijuí.

 

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Intersindical Santa Rosa promove Natal Sem Fome

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De acordo com a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Pessan), em estudo publicado em outubro de 2021, 19,1 milhões de brasileiros passam fome no Brasil. Isso corresponde a quase duas vezes a população inteira do Rio Grande do Sul (11,4 milhões, conforme informação do site Brasil Escola).

Passar fome, de acordo com o critério do estudo citado, significa passar períodos de 24 horas sem ter o que comer (e provavelmente sem saber se vai comer nas próximas 24 horas). Isso é uma verdadeira tragédia humanitária, tão ou mais gravde do que pandemia de coronavírus, porque é plenamente evitável com políticas públicas.

E justamente para contrapor aquele pensamento quase instintivo de que essa crise alimentar é culpa da pandemia, precisamos lembrar que há alguns anos o combate a fome vem sendo enfraquecido no Brasil. Em 2014, quando saímos do Mapa da Fome da ONU, 77% dos brasileiros estavam em situação de segurança alimentar, de acordo com o IBGE. Já entre 2017 e 2018 esse número baixou para 63,3% (IBGE) e ao final de 2020 já estava em apenas 59% (Rede Pessan). Perceberemos que nada disso é por acaso ao considerar que em 2016 foi extindo o Ministério do Desenvolvimento Agrário, desde lá está havendo redução dos investimentos no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Em 2018, ao assumir a presidência, uma das primeiras coisas que Bolsonaro fez foi extinguir o Conselho Nacional de Segurança Alimentar (CONSEA). Tudo isso somado à desvalorização do salário mínimo e aumento do desemprego e/ou da precarização do trabalho, resulta na fome que se faz presente cada vez mais nos lares brasileiros.

A extinção do Bolsa Família, ocorrido recentemente, bem como a insuficiência do programa de renda emergencial durante a pandemia são a “cereja do bolo” da fome e da miséria do nosso povo.

Portanto, afirmamos que ações de solidariedade como a que nos engajamos nesse momento não irão resolver o problema da fome de forma definitiva, mas são extremamente necessárias nesse momento emergencial que vivemos. Pedimos encarecidamente a todos os bancários e bancárias que procurem contribuir da forma que puderem para aliviar a fome daqueles que estão ao nosso redor, garantindo o mínimo de dignidade às pessoas pelo menos durante o período do Natal, tão caro para todos os cristãos e cristãs, que são a maioria do povo brasileiro.

As doações serão recebidas em nossa sede (Av. América, 582, centro de Santa Rosa) das 8 às 11:45 e das 13 às 17. Participem!

E sigamos “esperançando” um futuro em que ações como essas não sejam mais necessárias.

Sim. Esperança pra nós, trabalhadores e trabalhadoras, é verbo indicando uma ação, uma atitude, uma luta!

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Três de Maio poderá ter Escola Cívico-Militar

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Programa deve ser implementado no CMEI Caminhos Inovadores

O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares é uma iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Defesa, e visa melhorar o processo de ensino-aprendizagem nas escolas públicas, se baseando no alto nível dos colégios militares, com um conjunto de ações pedagógicas e administrativas que primam pela busca da disciplina, patriotismo e respeito aos professores.

Com o intuito de qualificar e inovar a Educação, o município de Três de Maio realizou a adesão ao Programa das Escolas Cívico-Militares junto a Secretaria Estadual de Educação, para que o Programa seja implementado no ano de 2022 no Centro Municipal de Educação Integral (CMEI) Caminhos Inovadores, recentemente municipalizado.

Com vistas ao aprofundamento do Projeto, uma equipe do Executivo Municipal esteve participando do 4º Seminário sobre o Programa das Escolas Cívico-Militares, realizado em Santa Maria e em Santa Rosa. No momento, estão sendo realizadas reuniões nas escolas e apresentação da documentação necessária para a implantação do Programa em Três de Maio..

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Rufino e Zamboni indicam criação do Conselho das Associações de Moradores

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Os vereadores Rafael Rufino (MDB) e Maicon Zamboni (PP), encaminharam ao prefeito Anderson Mantei (PP) a Indicação 1711/2021, defendendo a criação do Conselho Municipal das Associações de Moradores de Santa Rosa. A proposta busca garantir maior participação popular nas decisões políticas e ações públicas.

Presente no dia a dia das comunidades, as Associações de Moradores conhecem em profundidade a realidade local e as principais demandas de sua população, podendo auxiliar o governo municipal no planejamento orçamentário, na criação ou na melhoria de políticas públicas e ações governamentais através de olhar diferenciado de sua própria história local.

Segundo os vereadores proponentes, é no bairro, na vila, na comunidade, que a vida acontece, com maior ou menor grau de participação estatal. Por isso, é importante ampliar o diálogo com as lideranças comunitárias na elaboração dos projetos públicos, planos e ações de governo para acertar mais e fazer melhor. A proposta é democrática em sua essência, buscando tratar os conflitos e superar dificuldades de forma compartilhada e responsável.

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