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Cultura

Regina Duarte aceita fazer teste na Secretaria de Cultura de Bolsonaro

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Presidente Jair Bolsonaro e a atriz Regina Duarte se encontraram no Rio de Janeiro | Foto: Reprodução / Twitter / CP


A atriz Regina Duarte aceitou participar de uma fase de testes na Secretaria de Cultura de Jair Bolsonaro. Em comunicado enviado pela assessoria do Palácio do Planalto, o governo diz que ela estará em Brasília na quarta-feira no cargo que era de Roberto Alvim, demitido na última sexta-feira.

“Após conversa produtiva com o presidente Jair Bolsonaro, Regina Duarte estará em Brasília na próxima quarta-feira, 22, para conhecer a Secretaria Nacional de Cultura do governo federal. ‘Estamos noivando’, disse a artista após o encontro ocorrido nesta tarde no Rio de Janeiro”, diz o comunicado da Secretaria de Comunicação da Presidência. O comunicado não deixa claro se ela aceitou o convite.

O presidente Jair Bolsonaro publicou uma foto do encontro com a atriz nesta segunda-feira.

O comando da Cultura no governo federal está vago desde a última sexta-feira, quando Bolsonaro cedeu a pressões e demitiu o dramaturgo Roberto Alvim, que havia parafraseado em um discurso o nazista Joseph Goebbels.

Regina Duarte já havia sido convidada para integrar o governo no início do ano passado, mas recusou. A atriz é uma das mais famosas apoiadoras do presidente e já elogiou a política do governo no setor. “Eu não estou preparada, não me sinto preparada para isso, acho que a gestão pública é uma coisa muito complicada e uma pasta como a da cultura muito mais”, disse a atriz.

A aproximação de Duarte com Bolsonaro começou ainda na campanha eleitoral de 2018. Na ocasião, a atriz visitou o então candidato em sua casa, no Rio de Janeiro, e imagens do encontro foram divulgadas nas redes sociais. Quando Bolsonaro foi eleito, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, foi até São Paulo se encontrar com ela para discutir políticas do governo para a área da cultura.

Correio do Povo

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Cultura

CEU das Artes oferece diversas oficinas ao público estudantil

Pável Bauken

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Com a finalidade de oferecer aos estudantes santa-rosenses atividades complementares ao currículo escolar, o CEU das Artes está com inscrições abertas para uma série de atividades. São oficinas de dança, violão, informática, teatro, balé, karatê, etc, todas gratuitas e destinadas, prioritariamente, aos estudantes da rede municipal de ensino. Os alunos frequentarão as oficinas sempre no turno inverso ao da escola.

As inscrições já podem ser efetivadas (pela mãe, pai ou responsável) diretamente no CEU das Artes (situado na esquina da Av. Firmino de Paula com a Rua São João, em Cruzeiro), de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. É necessário apresentar o comprovante de matrícula na escola e uma foto 3×4 do aluno. Maiores informações pelo telefone 3511-5112.

Estas atividades oferecidas no CEU das Artes são fruto de uma parceria entre as Secretarias de Desenvolvimento Educacional, Desenvolvimento Social e Desenvolvimento de Cultura e Esporte de Santa Rosa.

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Cultura

Há 62 anos, Sílvio Santos estreava seu primeiro programa de TV

Em 07 de fevereiro de 1958, o comunicador comandava pela primeira vez o programa “Hit Parade”

Reporter Cidades

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Hoje é dia de comemoração para o apresentador Silvio Santos. Há 62 anos, o maior comunicador do Brasil estreava no comando de um programa de TV: o “Hit Parade”.

A primeira exibição da atração aconteceu no dia 07 de fevereiro de 1958, uma quarta-feira, às 21 horas, na TV Paulista. O programa, uma produção de José Castelar, era baseado na famosa audição homônima norte-americana.

Além do “Hit Parade”, Silvio fez também, ainda em 1958, “Quando os Maestros se Encontram”, “Bolada Fik-Forte”, “O Grande Espetáculo” e participou de episódios de “Teledrama”.

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Cultura

Música é remédio, diz violonista Yamandu Costa

Reporter Cidades

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TV Brasil

Morando em Portugal e com uma agenda cheia de shows no Brasil, o violonista e compositor Yamandu Costa é um dos maiores fenômenos da música brasileira quando se trata de explorar as diversas possibilidades de um violão de sete cordas. Em entrevista ao programa Impressões, da TV Brasil, que vai ao ar hoje (3), às 21h, o músico fala sobre sua recente mudança para a Europa. “Eu tenho trabalhado cada vez mais por lá. Sinto que estou no momento de ter essa experiência fora do país. Tive oportunidades de morar fora algumas vezes e nunca quis. Agora, me deu essa sensação de que vai ser um momento muito legal”.

Filho de um casal de artistas, pai multi-instrumentista e mãe cantora, o menino Yamandu começou a tocar violão aos sete anos de idade. Fez do gosto musical a sua forma de ver o mundo. “Música para mim é remédio, é forma de vida. As pessoas ainda entendem de uma maneira bastante superficial essa linguagem. Acho que se a música fizesse parte do dia a dia das pessoas, sem dúvida os dias teriam mais sentido, mais profundidade”.

Para ele, é preciso ter uma mudança de percepção das pessoas. “Eu acho que é um entendimento. Primeiro, é um entendimento e o respeito. Isso se trata basicamente de educação, uma coisa que faz bastante falta no nosso país. Então, quando se tem um pouco mais da compreensão disso, acho que a gente vai melhorar muito como ser humano”.

Completamente conectado ao mundo digital, com canal no youtube, perfil no instagram e site na internet, o músico gaúcho não para. Criou até um aplicativo com partituras para os amantes do violão.  “A gente vai tentando se aproximar das pessoas”, afirma. E analisa com entusiasmo“O lado bom que a internet nos promove é grande demais, uma quantidade de informação. A geração nova já vem de outro patamar, né? Na minha época, a gente aprendia música com fita cassete, ouvindo, tirando de ouvido… Hoje em dia está tudo aí.”

Por meio de ‘Histórias do violão’, série que ele criou no youtube para mostrar a sua rotina de músico em lugares e países diversos onde se apresenta, Yamandu aposta na revolução digital para garantir ao público um aprendizado que vai além da músicaArgentina, Brasil, Colômbia, Tóquio, Rússia são apenas alguns dos lugares retratados em seu canal. Para ele, é importante“ter um material que aproxime as pessoas da sua vida, não da sua parte artística. Poder levar as pessoas nas viagens”.

Segundo o músico, um dos maiores prazeres é conhecer o mundo levando a sua música. “O que acontece de forma natural e espontânea é muito legal. As pessoas te recebem sempre com a comida local,com a música local, com aquele carinho, com a coisa da cultura e por que não poder mostrar isso para as pessoas, né?”Para ele, uma prova de que a linguagem musical é universal. “Tratando-se de uma música que não tem palavra, só tem poesia, ela é completamente ilimitada. Você consegue rodar o planeta inteiro e se comunicar por meio dela.”

Com um virtuosismo sem limites, Yamandu também fala do recente lançamento de um trabalho inédito de voz e violão, o álbum ‘Vento Sul’, onde pela primeira vez ele aparece cantando. “É a primeira vez que eu gravo cantando. É muito difícil. Esse negócio de cantar não é uma coisa fácil, não. É um registro, aí as pessoas num momento tão agressivo do mercado, que a gente vive por meio dessas dessas redes digitais, não entendem muito bem como alguém pode lançar um produto que não tenha a intenção de ter um viés comercial.” E sem medo de rótulos, completa: “Eu acho que a gente pode fazer o que a gente quiser. Tem que ter verdade no coração”.

Aficionado pelo violão, Yamandu revela que tem mais de 30 instrumentos. Diz que escolheu o violão de sete cordas pela vasta amplitude sonora. “Há uma frase de um maestro italiano que diz que somente a música é capaz de salvar um homem da enganação das palavras, eu acredito nisso”, conclui.

EBC

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