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Redução do quadro de funcionários sobrecarrega servidoras

Sindicato pede redução da jornada de trabalho

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Foto: Gerson Rodrigues/Afinal News


por Gerson Rodrigues/Afinal News

O professor Jonas Fusiger, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Santa Rosa, foi recebido na última segunda-feira (12), pela Secretária Municipal de Educação, Líris Zimmermann Führ. Na pauta, a proposta de redução da jornada de trabalho para as servidoras das escolas de ensino fundamental nestas duas semanas finais do mês de julho. Fusiger justifica o pedido alegando que haverá redução da carga de trabalho devido ao recesso escolar.

“Foi um semestre bastante carregado para as servidoras em função da redução do quadro de funcionários. Nosso pleito para reduzir duas horas da jornada seria um reconhecimento” – argumentou o presidente do sindicato.

No entanto a secretária não se sensibilizou com o pedido e afirmou que uma das propostas de campanha da atual administração era não implantar o turno único de seis horas.

Fusiger defendeu ainda o recesso para todos os professores da rede municipal e o cumprimento do calendário escolar. Mas a Secretaria de Educação optou por manter os professores de educação infantil – de 0 a 3 anos -, nas escolas.

– Infelizmente nossos pleitos não foram atendidos. Respeitamos as decisões da administração e seguimos na defesa dos direitos e cumprimento dos deveres da nossa categoria – concluiu.

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5 situações em que o trabalhador não pode ser demitido da empresa

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O trabalhador possui algumas situações em que não pode ser demitido, de modo a garantir a estabilidade financeira e profissional de modo a evitar abusos por parte das empresas, as situações são previstas em lei e deve ser de conhecimento de todos.

Conhecer essas situações que garantem a estabilidade por parte do trabalhador é importante para que os profissionais possam buscar seus direitos caso tenham seus direitos violados, bem como por parte das empresas de modo a evitar processos trabalhistas, multas e indenizações por simples falta de conhecimento.

Acidente de trabalho e doença ocupacional.
Um dos pontos principais e que precisa ser respeitado, diz respeito a saúde do trabalhador. Caso o empregado sofra um acidente durante o trabalho ou ainda caso o mesmo sofra uma doença ocupacional que seja em decorrência da atividade que o mesmo exerce, o trabalhador passa a ter direito à estabilidade.

Sendo assim a legislação trabalhista prevê que o trabalhador tenha 12 meses de estabilidade após o fim do recebimento do auxílio-doença em casos que a licença seja superior a 15 dias e o empregado, obrigatoriamente precisa acionar o INSS.
É importante esclarecer também que no período de permanência na empresa após o afastamento, caso o trabalhador não consiga exercer a atividade prevista, a empresa deverá realocar o funcionário sem qualquer prejuízo salarial.
Pré-aposentadoria
O funcionário que esteja em pré-aposentadoria também tem direito a estabilidade, para essa situação, o funcionário não pode ser demitido e o período de estabilidade pode variar entre 12 e 24 meses que antecedem ao período da concessão da aposentadoria, conforme as convenções coletivas.

Gravidez ou aborto
Nessa situação a lei entende que é necessário proteger a infância e a maternidade, assim as mulheres possuem estabilidade desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. Todavia o direito não é estendido em casos onde a mulher esteja em período de experiência.

Se por ventura a empresa demitir a mulher que não tinha conhecimento da gravidez e a mesma descubra a gestão a empresa é obrigada a reintegrá-la a sua ocupação ou pagar os vencimentos até o fim do período de estabilidade, ou seja, até cinco meses após o parto.
A única observação aqui é que caso a mulher sofra de aborto involuntário a mesma não terá direito à estabilidade, porém, mediante atestado médico, a mesma possui direito de duas semanas de repouso remunerado.

Pré-dissídio
Conforme diretrizes da categoria, o trabalhador não poderá ser demitido nos 30 dias que antecedem a data base para convenção coletiva. Conforme a legislação, caso ocorra a demissão nesse prazo, sem justa causa, a empresa deverá indenizar com um salário mensal o empregado demitido.

Dirigentes sindicais e integrantes da Cipa
A empresa não pode demitir o funcionário que seja representante dos trabalhadores no sindicato ou seus suplentes. A estabilidade é valida a partir da candidatura ao cargo até um ano após o término do mandato.

Fonte: Redejornalcontabil

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Vacinação contra a COVID-19

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Santa Rosa está vacinando contra a COVID-19, pessoas a partir dos 18 anos. A aplicação das doses está sendo feita em todas as Unidades Básicas de Saúde, até terminarem os estoques. O atendimento é mediante agendamento prévio por telefone ou presencial, ou conforme o gerenciamento de cada UBS.

Até o momento, já foram realizadas 87.004 vacinas. Do total, 54.184 foram de D1 (Primeira Dose), essa quantidade corresponde a 73,9% da população vacinada, 30.560 de D2 (Segunda Dose) e 2.260 de D.U (Dose única), sendo assim temos 32.820 pessoas com a imunização completa, 44,8% dos santa-rosenses. Os moradores de Santa Rosa que forem se vacinar precisam levar documento com foto, CPF, cartão SUS e caderneta de vacinação.

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Caminhoneiros mantém manifestação em Ijuí, mas sem paralisação

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Após a circulação de um áudio do Presidente Jair Bolsonaro, orientando pelo fim das obstruções nas rodovias do país, sob alegação de prejuízo à economia, os caminhoneiros apoiadores do presidente em Ijuí optaram por manter a manifestação, mas liberar o trânsito no entroncamento da ERS 342 e BR 285, no trevo do Posto 44.

Os manifestantes permanecem organizados até o pronunciamento do presidente, que deve acontecer através de live nas redes sociais, no final da tarde. Após a manifestação do presidente, o grupo deve decidir se as manifestações permanecem ou serão dissolvidas.

 

Fonte: Rádio Progresso de Ijuí

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