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Cultura

Reconhecimento à ACISAP pelas bibliotecas de rua

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A ação cultural liderada pela ACISAP foi uma das três finalistas do Prêmio Líderes e Vencedores

O Projeto Bibliotecas de Rua, criado e coordenado pela ACISAP desde 2014, foi finalista de premiação estadual organizada pela FEDERASUL. As distinções foram entregues no dia 09 de novembro, em Porto Alegre. Motivado por esse destaque e pela relevância que a iniciativa tem conseguido em Santa Rosa, o vereador Vitor de Conti propôs a entrega de uma Moção de Congratulações à Associação Comercial e Industrial.

A ação cultural liderada pela ACISAP foi uma das três finalistas do Prêmio Líderes e Vencedores, na categoria Expressão Cultural. O Prêmio é estadual e coordenado pela Federação de Empresas do Rio Grande do Sul.

A ACISAP já instalou oito pontos de leitura em paradas de ônibus e locais de grande fluxo de pessoas e prepara novas unidades para 2022. O vereador Vitor de Conti ressalta o estímulo à leitura e destaca que “há toda uma movimentação em torno das bibliotecas de rua, porque o Projeto promove o envolvimento da comunidade através da doação de livros e da circulação literária”.

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Cultura

São Paulo cancela réveillon, já Rio de Janeiro mantém Réveillon e Carnaval 2022

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O secretário de Saúde da cidade de São Paulo, Edson Aparecido, confirmou o cancelamento do réveillon na capital paulista na manhã desta quinta-feira, 02. A desobrigação do uso de máscaras ao ar livre no município a partir do dia 11 de dezembro também foi cancelada.

A informação será reforçada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) em coletiva de imprensa em Nova Iorque, por volta das 10h30 da manhã. Um estudo da Vigilância Sanitária esperado para o próximo dia 5 ficou pronto na noite da última quarta-feira, 1º de dezembro, e foi encaminhado a Nunes com as recomendações de cancelamento.

O estudo mostra que a cidade está com bons índices de vacinação, queda do número de mortes, internações e casos da Covid-19, mas reconhece a ameaça da nova variante Ômicron. “Ficou pronto o estudo da Vigilância Sanitária ontem à noite. Apesar dos dados positivos da capital, mas com o surgimento da nova variante, ela indica a manutenção do uso de máscara e o cancelamento da festa de réveillon”, disse Aparecido.

Segundo o secretário de Saúde, apesar do cancelamento da festa na Avenida Paulista, com shows e grandes aglomerações de pessoas, outras festas particulares e menores, em clubes e restaurantes, por exemplo, devem continuar com permissão para ocorrer.

A cidade de São Paulo não deverá passar por mudanças no plano de restrições. Edson Aparecido afirmou ainda que enviou um ofício para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), solicitando uma nova redução de tempo para vacinar a população com a dose de reforço. Atualmente, o intervalo entre a segunda e a terceira dose é de cinco meses, após uma redução feita pelo Ministério da Saúde, e a prefeitura de São Paulo quer que se torne de quatro meses.
O secretário de Saúde ainda disse que a capital paulista já tem vacinas suficientes para aplicar imediatamente se o intervalo for reduzido. Sobre o Carnaval de 2022, Aparecido pontuou que nenhuma decisão foi tomada até o momento e que a questão só deverá ser definida no começo do próximo ano.

RIO DE JANEIRO:

Já a Prefeitura do Rio de Janeiro mantém, por enquanto, a realização das festas de Réveillon e o Carnaval 2022. A confirmação foi feita pelo prefeito Eduardo Paes e acontece em meio ao surgimento de uma nova variante do coronavírus, a Ômicron.

Segundo o gestor, a cidade terá muito cuidado e critério para definir os rumos das duas festas. No entanto, por hora, “nada muda”. Paes afirma que vai monitorar a nova cepa para tomar a decisão correta sobre os eventos e reiterou que se não foi possível fazer o Réveillon, a festa será cancelada.

Em contrapartida, a cidade de Niterói, localizada ao lado da capital fluminense, já avisou que não vai fazer festa de Réveillon, embora vá realizar queimas de fogos em pontos distintos da cidade.

Da mesma forma, o bloco de carnaval da cantora Preta Gil, conhecido como Bloco da Preta, não vai desfilar em 2022 pela pandemia. A presidente da Sebastiana, a primeira associação de blocos de Carnaval, Rita Fernandes, afirmou à Jovem Pan que vai se basear nas orientações da ciência para definir sobre a festividade. “A gente considera precipitado o cancelamento neste momento, como considera precipitado afirmar que haverá carnaval.

O momento é de cautela, de espera, de aguardar o que a ciência vai nos dizer. Mas em paralelo é momento de planejar, caso a gente possa realizar [a festa]”, afirmou. O mês de dezembro, que costuma atrair muitos turistas ao Rio de Janeiro, já inicia com lotação dos hotéis. A expectativa dos estabelecimentos é que o Réveillon de 2021 seja o melhor desde 2016, quando a cidade sediou as Olimpíadas.

Fonte: Jovem Pan.

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Cultura

A Festuris gramado 2021 aconteceu de 4 a 7 de novembro

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Uma das maiores feiras de turismo do Brasil. A dupla Léo e Cauhã esteve no sábado dia 6 em gramado, a convite da Prefeitura de Goiânia e estado de Goiás juntamente com o Villa Mix Goiânia para fazer um show junto ao seu stand, representando o estado e a campanha #borapragoias . Estavam presentes , prefeitos , secretários e equipe de Goiânia, Caldas Novas e várias cidades

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Cultura

Há 190 anos, Brasil ganhava primeira lei contra escravidão

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Legislação previa combater o tráfico negreiro; depois de promulgada, contudo, 750 mil escravos ainda foram trazidos ao país, fazendo com que a norma ficasse conhecida como algo ‘”para inglês ver”.

Em 7 de novembro de 1831 foi promulgada a primeira lei brasileira que visava a coibir de alguma forma a escravidão. Conhecida como Lei Feijó, em alusão ao então ministro da Justiça na época, padre Diogo Antônio Feijó (1784-1843), previa, em seu texto, proibir o tráfico transatlântico de escravos, então trazidos da África para o Brasil. A legislação causou um desmanche na estrutura oficial desse comércio escravocrata mas deixou florescer um eficiente sistema de contrabando.

Como havia uma intensa pressão da Inglaterra para que a escravidão fosse extinta, costuma-se dizer que a Lei Feijó acabou se tornando uma norma “para inglês ver”. Prova de sua ineficiência é que, mesmo depois de promulgada e, portanto, com a importação de novos escravos na ilegalidade no país, foram pelo menos 750 mil africanos que aportaram em solo nacional nessas condições, de acordo com informações levantadas pelo historiador Bruno Rodrigues de Lima, pesquisador no Instituto Max Planck, em Frankfurt, na Alemanha. “O que se viu foi um contrabando sistêmico”, afirma ele. “Desses todos, apenas 11 mil foram apreendidos no porto e tiveram a situação declarada como contrabando, tornando-se então africanos livres. Uma fração mínima.” Fonte:> terra

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