Quem vai indenizar o PT, Lula e Dilma pelas calúnias que fizeram sobre supostos desvios no BNDES? – Portal Plural
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Orlando Desconsi

Quem vai indenizar o PT, Lula e Dilma pelas calúnias que fizeram sobre supostos desvios no BNDES?

Orlando Desconsi

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Quem vai indenizar o PT, Lula e Dilma pelas calúnias que fizeram sobre supostos desvios no BNDES durante os governos petistas? Agora depois do Governo Bolsonaro abrir a tão falada caixa preta, pagando uma empresa a um custo caríssimo (R$ 48 milhões), as perícias concluíram que não houveram irregularidades nas contratações do banco durante os governos petistas. Quem espalhou fake news para atacar o PT e os governos petistas foi Bolsonaro e a direita e agora ele atesta que não houve desvios, nem roubo e nem irregularidades. Pergunto, quantas mentes foram contaminadas contra o PT com informações falsas e mentirosas? Quantos petistas foram prejudicados em suas campanhas eleitorais pelo antipetismo construído pelas mentiras que foram espalhadas pelas redes sociais e por setores da mídia, que se repetiam em todos os telejornais, e agora não fazem o mesmo com o resultado da auditoria. Ficam calados. Mostrando sua parcialidade.

Governo Bolsonaro (direita), governa para investidores e rentistas, esquece do povo. Não apresentou em mais de 1 ano de governo nada para gerar empregos, para a inclusão social, nem para aperfeiçoar as políticas públicas que existiam, só pensa e age contra os trabalhadores. Sofrem os jovens, neste cenário, que tendem ao subemprego, ao trabalho precário e a menos possibilidades de estudo.

Governador Eduardo Leite (direita) governa com crueldade, autoritarismo, manifesta compromisso só com o capital enquanto massacra os servidores públicos, especialmente o magistério. Em mais de 1 ano de governo não cumpriu a promessa de pagar em dia os salários, não defende os interesses do estado perante a União na busca da compensação da Lei Kandir, da renegociação da dívida sem se submeter à lógica privatista. Pelo contrário, faz tudo o que o governo federal quer e não consegue nada. Uma decepção.

Temos hoje, sem dúvida, o pior Ministro da Educação que o Brasil já teve. Como vamos melhorar a educação com um nazista desses? E ainda despreparado para função. Mas o presidente se cercaria de técnicos. Técnico de que mesmo é este inútil?

Os Governos de Lula e Dilma deixaram de reservas cambiais aproximadamente 380 bilhões de dólares e o governo Bolsonaro está torrando este dinheiro. É bom lembrar que quando Lula assumiu em 2003, tinha 37 bilhões de dólares, portanto, aumentou a economia em mais de 10 vezes. Também, neste governo, o país registrou a maior fuga de dólares em 37 anos. O discurso era “só tirar o PT que tudo melhora”, o que estamos vendo é cada dia as coisas piorarem para a maioria da população. Poucos estão ganhando.

Em nível local continuam as perguntas: O que fizeram com as máquinas que deixamos para o atual governo?

Quanto ao projeto do Centro Cultural, que tem 4 etapas, por que o governo local não garantiu, nestes últimos 7 anos, nenhum novo convênio para os módulos 3 e 4, se são governos afinados e com tantos deputados em sua base, inclusive com Ministro de Santa Rosa? É falta de interesse? Incompetência?

Por que a escola de educação infantil do Bairro Sulina ainda não está concluída?           

Orlando Desconsi – ex-Prefeito de Santa Rosa e Ex-Deputado Federal.

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Orlando Desconsi

Dia 13 de fevereiro no Governo Bolsonaro foi dia de Terra arrasada

Orlando Desconsi

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Dia 13 de fevereiro de 2020, o Ministro Osmar Terra vira ex- Ministro, Pois por ironia do destino foi demitido exatamente no dia em que completou 13 meses e 13 dias de governo Bolsonaro.

Sua demissão foi após uma fritura pública do próprio Presidente a que ele servia. Deve ter sentido a dor da humilhação pública, pois serviu  ao golpe contra a Dilma e depois ajudou a eleger o Presidente miliciano fascista, e agora foi descartado pelo seu líder. O que não esperara era ser demitido pelo pior Presidente dos últimos anos e ainda por incompetência e suspeita de corrupção. Lembro bem de seus gritos contra nós em cima da camioneta em Santa Rosa. Quem diria que o feitiço virou contra o feiticeiro.

O então ministro teria recebido uma proposta para assumir uma embaixada o qual teria recusado, pois sepultaria a carreira política, renunciando ao mandato. Daí Ficaria sem foro privilegiado para se defender das acusações de fraude.

As causas de sua demissão transpareceram que foram duas: a primeira a incompetência, pois neste período não deixou nenhuma marca social positiva para o Governo e sim só o aumento das filas, onde mais de um milhão de pessoas esperam pelo benefício do Bolsa Família, cortes e escândalos. O segundo motivo foi os escândalos que Terra poderia ter evitado na sua pasta e para o governo se tivesse ouvido os órgãos oficiais. (Suspeita de irregularidades amplamente divulgadas pela imprensa do centro do país).

Dia 13 de fevereiro no Governo Bolsonaro foi dia de Terra arrasada.

Esse novo Ministro da Casa Civil, tudo indica, está recebendo o pagamento por ter poupado o escândalo envolvendo a família Bolsonaro durante a campanha. Escândalo que envolve os matadores de Marieli. Lembrem que o então Ministro Raul Jugmann disse que tinha gente poderosa, por trás dos assassinatos, pois era no condomínio do então candidato a Presidente, aliado da milícia, que se elegeu Presidente que residiam envolvidos no assassinato segundo a polícia. Triste saber que quem controla a polícia é Sérgio Moro juiz que condenou sem provas o principal adversário e que foi agraciado com o Ministério da Justiça e depois receberá uma vaga no STF. Para isso, se comporta como disse esta semana o Deputado Glauber,  de “capanga da milícia”. Esta semana, mataram o Adriano, que estava sendo apontado como matador de Marieli. Que estava foragido fora da lista de Moro. Queima de arquivo para não chegar na família Bolsonaro ou não? Com a proteção do Ministro ou não?

A seca atinge 100 municípios do Rio Grande do Sul, Bolsonaro e Leite governam de costas para este povo. Nunca se viu tamanho desprezo pelos atingidos.

Orlando Desconsi ex- prefeito e ex- deputado Federal

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Orlando Desconsi

Governador aprovou junto com a sua base aliada, 49 projetos prejudiciais aos servidores público

Orlando Desconsi

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Governador Eduardo Leite(PSDB), aprovou junto com a sua base aliada, 49 projetos prejudiciais aos servidores públicos, e em decorrência ao serviço público, em apenas 5 dias. Mudou do avesso a vida dos servidores públicos estaduais, sem diálogo, impondo o que seus burocratas trazidos de fora do estado elaboraram, para sem mediação e bom senso impor sua vontade. Esse Governador tucano e seus aliados prejudicaram a vida dos trabalhadores do setor público e o reflexo é a piora do serviço público em nosso estado para a população que mais precisa. Lamentável.

Leite foi o primeiro Governador que foi vaiado na romaria de navegantes em Porto Alegre. Saiu de fininho depois de aprovar o pacote de maldades.

Deputados da base do Governador Leite estão encontrando dificuldade de circular no meio do povo, pois ficaram do lado do capital e não do povo. Até familiares de deputados estaduais estão indignados com os seus apoios ao pacote de maldades do Governo Eduardo Leite. A conta está chegando e chegará para muitos ainda que mentem para o povo.

Esta semana, depois de uma crítica que fiz ao governo Municipal por não ter efetuado a regularização fundiária no Bairro Auxiliadora fui convidado pelo Prefeito Vicini para uma conversa sobre este tema. Queria ele entender melhor a minha crítica. Estive no seu gabinete e ele reuniu pessoas responsáveis pela área de habitação. Quando fiz a minha cobrança recebi o retorno que o dinheiro previsto para a regularização foi utilizado para outras obras de infra estrutura na Vila Santa Inês que foi o asfalto da rua de acesso e a ciclovia na auxiliadora e não na regularização. Cobrei mesmo assim a regularização, pois existe uma lei que facilita e isenta de taxa a primeira documentação.  Triste saber que após 7 anos de governo local a regularização não aconteceu por terem desviado o dinheiro para outra finalidade. Mas a partir da cobrança efetuada na presença do Prefeito e de citarmos que hoje a lei atual é mais benéfica e com menor custo é possível legalizar. O Prefeito se comprometeu junto com sua equipe de fazer mutirões nas vilas do bairro auxiliadora para resolver o problema. Porém a vontade é fazer só do terreno, quando deveria ser também da casa. Espero que em breve o assunto se resolva. Estaremos de Olho.

Orlando Desconsi ex- prefeito e ex- deputado Federal

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Orlando Desconsi

Recorde de empregos com carteira assinada é fake news de Guedes

Orlando Desconsi

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Em 2014, havia pleno emprego e, desde então, houve a redução de 1.314.571 empregos formais; desse total, a Indústria de Transformação desempregou 1.094.1253 pessoas segundo Cyntia Campos.

Em seu primeiro ano de governo (2002), Lula gerou mais de 800 mil postos de trabalho. No primeiro ano do segundo mandato (2007), a geração de empregos formais chegou a 1,9 milhão — um crescimento que superou o já excelente resultado de 2006, quando o País registrou  1,5 milhão de vagas com carteira assinada.

São resultados expressivos, perto dos quais o desempenho do primeiro ano de mandato de Jair Bolsonaro empalidece e fazem desafinar as fanfarras com as quais o atual governo tenta vender como “espetacular” a criação de 644.079 vagas de trabalho formal em 2019.

O desempenho de Bolsonaro fica muito longe do alcançado no primeiro ano de governo da presidenta Dilma (2011), quando o Brasil, a caminho do pleno emprego, criou mais 1,9 milhão de vagas com carteira assinada.

Quantidade e qualidade: O resultado do primeiro ano de Dilma é mais impressionante quando se leva em conta que o País teve um fortíssimo crescimento em 2010, último ano de Lula na Presidência, quando a geração de empregos foi de 2,5 milhões de postos formais. Mas as comparações não devem levar em conta apenas a quantidade, mas também a qualidade dos empregos gerados, alerta o economista Bruno Moretti, assessor da Bancada do PT no Senado. Das 644 mil vagas geradas sob a batuta de Bolsonaro e seu ministro Paulo Guedes, 85 mil são para o chamado trabalho intermitente. Formal, mas precário.

Nessa modalidade precária de contratação, o trabalhador fica à disposição do empregador, mas só recebe as horas trabalhadas — sem limite mínimo de carga horária. Ou seja, esse tipo de vaga, criada pela Reforma Trabalhista de 2017, só é formal porque é regida por um contrato. “Vale lembrar que o trabalhador, nessa modalidade, pode nem ser chamado para trabalhar ou pode trabalhar pouquíssimas horas. Mas, desde a reforma trabalhista, conta como emprego formal”, explica Bruno Moretti.

Menos garantias e direitos:  “Apesar do saldo positivo na geração de empregos em 2019, o resultado é compatível com um mercado de trabalho que gera majoritariamente vagas precárias”, aponta Moretti. As ocupações que surgem, atualmente, tendem a oferecer menos garantias, segurança e menos ou nenhum direito ao trabalhador. Um exemplo é o trabalho por conta própria, categoria onde se enquadram os motoristas de aplicativos, os fornecedores de quentinha e os entregadores de refeições.

Recorde da conta própria: O País tem hoje 24,6 milhões de pessoas sobrevivendo desse tipo de ocupação, um recorde da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua (PNADC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em novembro de 2019, o Brasil registrou quase 12 milhões de desocupados e mais de 26 milhões de subutilizados — gente que desempenha uma carga horário inferior à sua disponibilidade e necessidade. Em 2020, a taxa de desemprego deve fechar o ano em 11,4%.

Desemprego de dois dígitos: Moretti ressalta que 30% da melhora do saldo de emprego formal entre 2018 e 2019 é intermitente. O economista não vê com otimismo o cenário de 2020: “O Brasil deve chegar ao final deste ano com uma taxa de desemprego de 11,4%”.

A manutenção da taxa de desemprego em dois dígitos, explica Moretti, é principalmente fruto das políticas de austeridade defendidas e implementadas pelo ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes. “São medidas que afetam o investimento público e o consumo das famílias.

Orlando Desconsi Ex- Prefeito e Ex- Deputado Federal

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