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Quem pode ser um microempreendedor individual (MEI)?

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O Microempreendedor Individual (MEI) é uma forma jurídica para a formalização de trabalhadores autônomos. Com ele, é possível funcionar como uma pessoa jurídica, com um Cadastro próprio (CNPJ), emissão de nota fiscal, possibilidade de acesso a empréstimos e outros direitos e deveres.

Ao MEI é permitido faturamento de até R$ 81 mil por ano e no máximo um funcionário, que deve receber salário-mínimo ou piso da respectiva categoria. Se as receitas ultrapassarem este limite, o indivíduo passa a ter de ser enquadrado em outra categoria, como microempresa.

Como criar um?

Crie um login no portal de serviços do governo (gov.br). Este login único é utilizado para todos os serviços relacionados ao Executivo. Caso você já possua um, utilize este seu cadastro. Entre os documentos exigidos estão RG, título de eleitor ou declaração de imposto de renda e comprovante de residência.

Entre no portal do empreendedor e inicie o cadastro de seu MEI no link “formalize-se”.

Informe os dados do negócio, nome, tipo de atividade econômica e local. É preciso ver se a atividade pretendida enquadra-se entre as 500 previstas para esse tipo de forma jurídica. O cadastro permite a inscrição de mais de uma atividade, abrindo espaço para a prestação de diferentes serviços.

É preciso fornecer as informações solicitadas e conferir os dados inseridos no cadastro, bem como preencher as declarações.

Como emitir notas fiscais?

A emissão de notas é uma das formas para o pagamento de serviços. Para isso, é preciso se cadastrar conforme as regras de cada estado (procure as secretarias de fazenda para se informar sobre os procedimentos necessários para esta ação).

Quais impostos e taxas são cobrados?

O MEI deve pagar um valor relativo ao simples nacional, de R$ 51. Este montante já representa a quitação da contribuição previdenciária e de impostos estaduais. A taxa deve ser paga todo mês.

O MEI deve fazer declaração de renda?

Como explica Edson Rodrigues, sócio da Pró-contábil, firma de contabilidade em Brasília, como uma figura jurídica, o MEI possui uma declaração própria, a declaração anual. A cada ano, em maio, o responsável deve enviar a declaração à Receita Federal. É por meio dela que o órgão verifica se o faturamento ainda está dentro do previsto na legislação.

A declaração do MEI não substitui a declaração de imposto de renda do indivíduo responsável, acrescenta Rodrigues. A declaração de pessoa física deve ser feita normalmente, conforme sua renda recebida diretamente.

Como fica a aposentadoria do MEI?

O MEI contribui sobre um salário-mínimo. Assim, se cumpridos os requisitos de idade e tempo mínimo de contribuição, o microempreendedor receberá a remuneração equivalente a um salário-mínimo. Segundo Edson Rodrigues, se a pessoa desejar receber um benefício maior, deverá contribuir mais sobre uma renda que não a obtida como MEI e comprová-la, conforme as regras para pessoa física.

EBC

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Ao menos 17 políticos do RS indicaram recursos via orçamento secreto

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Entre os deputados federais senadores do Rio Grande do Sul, ao menos 17 indicaram a destinação de recursos via emenda de relator, mecanismo criado no Congresso Nacional e conhecido como orçamento secreto. Os dados constam em ofícios encaminhados pelos próprios parlamentares ao Supremo Tribunal Federal (STF), compilados pelo jornal O Globo.

Identificadas pelo código RP-9, as emendas de relator foram criadas para ampliar a quantia de verbas enviadas por congressistas para seus redutos eleitorais. Na prática, os parlamentares recomendam ao relator do orçamento do ano que inclua suas demandas no plano de investimentos do governo federal.

No início, o mecanismo não identificava o responsável por indicar a emenda. Diante disso, a ministra Rosa Weber, do STF, chegou a suspender os pagamentos. Mais tarde, ela liberou os repasses, mas determinou que deputados e senadores informassem quanto indicaram nos orçamentos de 2020 e 2021 via RP-9.

Entre os gaúchos, até a semana passada, 17 deputados (ou suplentes que exerceram mandato) e os três senadores haviam prestado informações. Destes, a deputada Fernanda Melchionna (PSOL) e os senadores Lasier Martins (Podemos) e Paulo Paim (PT) informaram que não utilizaram as emendas de relator.

Lucas Redecker (PSDB) e Ubiratan Sanderson (PL) admitiram ter indicado recursos, mas não mencionaram os valores encaminhados. Outros 15 parlamentares relacionaram as quantias encaminhadas via RP-9.

Por outro lado, 15 deputados ainda não enviaram as informações ao Supremo. Oficialmente, o prazo para o encaminhamento terminou em março, mas o Congresso tenta convencer Rosa Weber a ampliar o limite.

Embora o orçamento secreto tenha sido revelado como um mecanismo do governo federal para conquistar apoio no Congresso, todos os deputados consultados pela reportagem negaram peremptoriamente ter assumido algum compromisso com o Palácio do Planalto em troca da liberação das emendas.

Um dos deputados que utilizaram a RP-9, Jerônimo Goergen (PP) diz que a emenda de relator substituiu o que, em gestões anteriores, era conhecido como “recurso extraorçamentário”. Esses recursos também eram indicações de deputados para o orçamento. A diferença, aponta o parlamentar, é que o formato atual fica sob controle do Congresso, não do governo.

— Sou historicamente contra emendas parlamentares, penso que o ideal é que não existissem. Mas, como existem, não vou deixar de buscar recursos para a nossa base — argumenta Goergen.

Já o senador Lasier Martins rejeita o mecanismo e afirma que ele retira poderes do governo federal:

— Está se descaracterizando o poder do Executivo de dizer quais são as obras e os projetos preferenciais. Agora estamos vendo que o Legislativo chega a controlar 24% do orçamento da União, o que não é correto — aponta Lasier.

 

VEJA QUANTO CADA PARLAMENTAR GAÚCHO DECLAROU TER INDICADO VIA EMENDA DE RELATOR:

 

DEPUTADOS                                                         

  • Afonso Hamm (PP) – R$ 19.566.477,34
  • Bibo Nunes (PL) – R$ 27.400.000,00
  • Carlos Gomes (REP) – R$ 7.748.157,00
  • Covatti Filho (PP) – R$ 25.308.571,00
  • Danrlei de Deus (PSD) – R$ 9.400.000,00
  • Fernanda Melchionna (PSOL) – não indicou
  • Giovani Feltes (MDB) – R$ 26.900.000,00
  • Jerônimo Goergen (PP) – R$ 18.650.000,00
  • Lucas Redecker (PSDB) – não informou o valor
  • Marcelo Brum (REP)* – R$ 19.108.200,00
  • Márcio Biolchi (MDB) – R$ 33.742.000,00
  • Marlon Santos (PL) – R$ 13.730.000,00
  • Nereu Crispim (PSD) – R$ 18.454.900,00
  • Osmar Terra (MDB) – R$ 14.399.910,00
  • Paulo Caleffi (PSD)* – R$ 10.681.926,00
  • Pedro Westphalen (PP) – R$ 23.424.270,00
  • Ubiratan Sanderson (PL) – não informou o valor

    *Suplentes que exerceram mandato

SENADORES

 

  • Lasier Martins (Podemos) – não indicou
  • Luis Carlos Heinze (PP) – R$ 36.500.000,00
  • Paulo Paim – não indicou
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23ª Oktoberfest Santa Rosa confirma lançamento para 04 de junho

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A Comissão Organizadora da 23ª Oktoberfest Santa Rosa confirmou que realizará no sábado (04 de junho) um jantar de lançamento desta edição. O evento acontecerá no pavilhão da festa com início previsto para as 20h, quando serão anunciadas as atrações da festa deste ano.

A 23ª Edição da Oktoberfest Santa Rosa acontecerá de 07 a 15 de outubro, no Bairro Central-Vila Oliveira.

 

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Cruzeiro organiza Festa do Colono e Motorista

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Confirmada para o dia 24 de julho a tradicional Festa do Colono e Motorista do Bairro Cruzeiro. O evento, organizado pela Associação Clube Sete de Setembro desde 2015, não foi realizado nos últimos dois anos devido à pandemia.

A programação, em parceria com a Comunidade Matriz Católica do bairro Cruzeiro e com apoio do SEST/SENAT e empresas de transportes e grupos de caminhoneiros, terá início às 8h com a saída do desfile do Parque de Exposições Alfredo Leandro Carlson, que percorrerá diversas ruas de Santa Rosa. Cerca de 300 veículos devem integrar o desfile.

Às 10h será realizada a Missa na Igreja Matriz Sagrada Família de Cruzeiro, seguida da bênção dos veículos pelo padre Giani Pitol. Após o término das bênçãos, a festa segue no salão da matriz com o almoço e o sarau à tarde animado pela Banda Expressão Sul de Santa Catarina.

Os cartões para almoço são vendidos pela comissão organizadora da festa por R$ 45,00. Crianças com idade entre 7 de 12 anos pagam R$ 20,00. À tarde, o ingresso para o Sarau será de R$ 20,00.

 

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