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Quanto pesa uma nuvem ?

Reporter Cidades

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Quando estamos nos sentindo leves, dizemos que estamos andando nas nuvens. Entretanto, por mais que a expressão possa fazer sentido, há quem diga que alguém assim, está pisando em ovos. Isso porque, ao observarmos as nuvens, elas podem parecer agradáveis, fofas e até mais leves do que o ar. No entanto, o que vemos, através de grandes distâncias, pode enganar. Afinal, quanto pesa uma nuvem?

Não dá para pegarmos uma nuvem e simplesmente colocá-la em uma balança, como se fosse uma mercadoria ou mesmo uma pessoa. Disso, todos sabem. Contudo, com algumas medidas e densidades estudadas, pesquisadores conseguiram estipular um valor para essa resposta. Confira o resultado de quanto uma nuvem pesa.

Andando nas nuvens

Quando a pesquisadora Peggy LeMone estava no ensino médio, ela já se perguntava sobre o peso de uma nuvem. Hoje, a cientista é graduada no Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica do Colorado e consegue responder a essa pergunta. E segundo Peggy, as nuvens só parecem ser leves e delicadas se olharmos de longe.

Primeiro, ela precisou descobrir a densidade de uma nuvem. Para isso, os cientistas, envolvidos no experimento, mediram a densidade de água de uma nuvem comum. E com esse número de meia grama por metro cúbico, se pôde prosseguir com o cálculo. Contudo, a densidade será diferente para cada tipo de nuvem.

Em seguida, para descobrir o tamanho da nuvem, foi preciso medir sua sombra. E isso foi feito, no momento em que o sol estava diretamente acima dela. Portanto, no momento certo, foi possível de ver o número de sua largura, 1 km³ de diâmetro. Assim, a nuvem possui um quilômetro de comprimento e um quilômetro de altura, resultando em um bilhão de metros cúbicos de volume. Para se ter uma ideia, Peggy usou elefantes. como referência. para o peso de uma nuvem.

Uma balança para pesar nuvens

Com a fórmula pronta, tudo que restava era fazer o cálculo, para determinar o conteúdo de água. Nesse caso, são 500.000.000 gramas de água, ou seja, 600 toneladas para uma nuvem pequena. O que mesmo perto dos elefantes, faz os animais parecerem fichinha, já que essa nuvem pesa cerca de 100 elefantes. Ou ainda, 2500 burros, e no caso de dinossauros, 33 apatosaurus. Em casos de nuvens tempestades, esse número pode chegar a quase 200 mil toneladas.

Se esses elefantes, burros ou dinossauros, estivessem no céu, com toda a certeza, eles cairiam. Mas se uma nuvem pesa tanto, como ela consegue ficar suspensa lá em cima? Ao contrário do caso de elefantes, por exemplo, o peso das nuvens é muito mais distribuído. “Elas são formadas por pequenas partículas, que flutuam no ar mais quente e, por isso, conseguem se sustentar no céu”, disse a pesquisadora.

Para se ter um ideia, o peso de uma nuvem é distribuído entre trilhões de minúsculas gotas de água, que ficam espalhadas por um espaço enorme. Com isso, algumas dessas gotículas são tão pequenas, que você precisaria de um milhão delas para fazer uma gota de chuva. Além disso, nessa situação, o efeito da gravidade é fundamental para que a água caia. Em outras palavras, quando a densidade da água da nuvem aumenta, as gotículas ficam maiores e mais pesadas. E logo, a nuvem cai e, pouco a pouco, a chuva é formada.

Fonte: Fatos Desconhecidos

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Plantão 24H

Operação prende traficantes que expulsaram e usaram residências de 40 moradores de condomínio em Viamão

Reporter Plural

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Ronaldo Bernardi / Divulgação RBS

Mais de 180 policiais civis e militares, além de guardas municipais, cumprem 27 mandados de prisão e 33 de busca

 

Uma operação foi desencadeada na manhã desta sexta-feira (23) no bairro Vila Augusta, em Viamão, na Região Metropolitana. O objetivo é combater o tráfico de drogas, mas também coibir uma prática criminosa que já resultou na expulsão de moradores e na ocupação de cerca de 40 residências no condomínio popular Viver Augusta.

Parte dos apartamentos, construídos pelo município com recursos federais para moradia de pessoas que viviam à beira do Arroio Feijó, no mesmo bairro, foi usada como pontos de venda de drogas ou para armazenar entorpecentes e armas. Cerca de 180 agentes cumprem 27 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão.

Até as 8h15min, 18 pessoas haviam sido presas. A Polícia Civil não está divulgando nomes, mas entre os investigados há uma assessora parlamentar da Assembleia Legislativa.

Desde 2019, cerca de 240 famílias começaram a ser transferidas pelo Executivo para o condomínio construído com cerca de R$ 50 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da União. Já no início do ano, a Brigada Militar (BM) havia  feito uma ação no local com a vigilância do próprio município pelo fato de que traficantes estavam disputando território na área, ameaçando e amedrontando moradores.

Após este pedido de ajuda feito pelas pessoas que residem nos imóveis, houve uma ação pontual e iniciou-se uma investigação que resultou na operação desta sexta-feira. Conforme o titular da 1ª Delegacia Regional Metropolitana, delegado Juliano Ferreira, o trabalho é da 2ª Delegacia de Polícia da cidade com apoio de demais distritos da regional, do 18º Batalhão da BM e Guarda Municipal.

Ferreira diz que foram vários relatos durante quatro meses de investigação, mas todos de forma informal devido ao medo dos moradores. Segundo ele, 40 ainda é um número mínimo — que a polícia conseguiu fazer um levantamento — de pessoas que foram expulsas ou obrigadas, sempre mediante mediante violência e grave ameaça, a deixar que traficantes guardassem drogas ou armas em suas residências. Foi feito um levantamento e toda uma apuração policial para identificar e mapear as ações dos investigados.

— Impera no local uma verdadeira “lei do silêncio” e, por isso, foi necessário um trabalho minucioso para confirmar os crimes, obter as identificações dos suspeitos e conseguir a autorização judicial. Entendo que os traficantes literalmente lotearam o condomínio — ressalta Ferreira.

Ronaldo Bernardi / Divulgação
Desde 2019, cerca de 240 famílias começaram a ser transferidas para o condomínio Ronaldo Bernardi / Divulgação

Facções dividiram condomínio

O titular da 2ª Delegacia de Viamão, Júlio Fernandes Neto, identificou quatro células criminosas do município que pertencem a quatro facções que atuam no Estado. Os grupos situados no bairro Vila Augusta, mesmo do condomínio, firmaram um “acordo de paz” para evitar homicídios e chamar a atenção da polícia.

Por isso, Neto ressalta que o local foi dividido em quatro para fins de armazenamento, distribuição e venda de drogas e armas. Mas, aos poucos, os integrantes da facção começaram a agir de forma violenta contra alguns moradores com o objetivo de obter alguns imóveis para uso próprio.

— O objetivo da operação também é fazer valer o direito fundamental à moradia digna, que foi tolhido dos moradores do bairro pelo crime organizado. Também queremos restabelecer o domínio das forças de segurança — explica Neto.

A investigação identificou vários pontos de venda dentro e nas imediações do condomínio, bem como os respectivos gerentes, responsáveis por guardar e vender entorpecentes, além dos chamados “executores” das quatro facções. Neto diz que foi montado um organograma por parte das células criminosas. Ele ainda complementa que a operação coíbe outros delitos vinculados ao tráfico, como roubos de veículos, a estabelecimentos comerciais e de cargas, receptação, porte ilegal e tráfico de armas, além de homicídios.

FONTE   GHZ

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Hospitais do Estado conseguem conter casos de Covid-19

Reporter Plural

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Hospital Psiquiátrico São Pedro - Foto: Ivan de Andrade / Palácio Piratini

O último relatório semanal sobre a presença da Covid-19 nos hospitais administrados pelo Estado não apresentou nenhum novo caso positivo de coronavírus. Fazem parte do levantamento o Hospital Psiquiátrico São Pedro, o Hospital Colônia Itapuã e o Hospital Sanatório Partenon.

De 10 a 16 de outubro, foram registrados apenas oito casos suspeitos que demandaram a realização de testes, todos no Hospital Psiquiátrico São Pedro. Destes, apenas um funcionário ainda aguardava o resultado na segunda-feira (19). Os outros resultados deram negativo. Nos outros dois hospitais não foi preciso realizar nenhum teste, por não existir pessoas com suspeita de Covid-19 entre pacientes e funcionários.

Do início da pandemia até o dia 2 de outubro, 72 pacientes e 120 servidores testaram positivo nas três instituições. Cinco pacientes no São Pedro e cinco no Hospital Colônia Itapuã foram a óbito. Para o controle dos casos, diversas ações foram tomadas pela Secretaria da Saúde do Estado (SES/RS). Planos de contingência foram elaborados em março de 2020 e instituídos a fim de frear a transmissão do vírus entre profissionais, pacientes e residentes.

Todas as medidas necessárias foram tomadas para que se evitassem novos contágios. Entre as principais ações foram implementadas a diminuição da circulação de pessoas, vigilância nos pontos de entrada, distribuição de equipamentos de proteção individual (EPIs), condutas de isolamento, capacitação continuada das equipes, testagem, monitoramento e higienização dos espaços. Em cada um dos hospitais, a SES/RS criou um espaço separado para fazer a triagem e a assistência às pessoas que apresentaram sintomas ou foram confirmados com Covid-19.

A diretora do Departamento de Coordenação dos Hospitais Estaduais (DCHE), Suelen Arduin, disse que “as direções administrativas e técnicas, além das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), contribuíram junto à SES neste processo, para obter estes resultados”.

FONTE  SAUDE/GOV-RS

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Polícia Federal investiga grupos suspeitos de aplicar golpe para sacar FGTS emergencial

Reporter Plural

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Ilustração Google

Criminosos criam falsos cadastros no aplicativo da Caixa e têm acesso às contas das vítimas. Caixa diz aprimorar sistema e orienta beneficiários a procurar agências em caso de suspeita.


Criminosos sacam indevidamente FGTS emergencial

Criminosos sacam indevidamente FGTS emergencial

A Polícia Federal investiga quadrilhas que vendem e compram informações pessoais de brasileiros para fraudar o aplicativo Caixa Tem, da Caixa Econômica Federal, e roubar o saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Os criminosos usam o aplicativo oficial e acessam as contas.

A jornalista Suelen Fontoura foi uma das vítimas. Ela revela que foi checar o saldo do FGTS e viu que havia sido feito um saque. Após falar sobre o caso nas redes sociais, Suelen recebeu relatos de outras vítimas.

Os criminosos cadastram um e-mail falso no aplicativo e só eles podem abrir. Suelen revela que, quando tentou mudar a senha, foi informada de que havia um e-mail cadastrado que não era o dela.

“Primeiro, eu não acreditei. A gente vê esses golpes a toda hora e eu não acreditei que eu tinha caído em um golpe”, afirma.

Desempregada, Cleide de Almeida Leite da Costa também foi vítima do golpe. Ao notar que o dinheiro tinha sido retirado de sua conta, ela foi até uma agência da Caixa para pedir ressarcimento. Na unidade, porém, foi informada que o setor de segurança não verificou fraude e que o dinheiro não seria reembolsado.

Questionada, a Caixa afirma que está melhorando os critérios de segurança no aplicativo Caixa Tem e orienta os beneficiários que tenham sido vítimas do golpe a procurarem uma agência para contestar o saque portando documento de identificação e CPF.

Caso o pedido seja negado, é possível solicitar reanálise na agência.

Falhas no sistema de autenticação

 

Especialista em segurança, Fábio Ramos afirma que a forma de evitar o golpe é baixar o aplicativo e fazer o cadastro primeiro:

“E se elas não fizerem, a gente está vendo, em um intervalo de um dia, o criminoso faz o cadastro e chega no dinheiro antes dela”.

Ramos ainda critica o sistema de autenticação criado pela Caixa.

“Existe uma aposta muito grande de que essas informações pessoais seriam conhecidas só pelas pessoas, só pelo beneficiário, mas, talvez, eles tenham esquecido que os criminosos são superatentos e têm mais informações do que se imagina”, diz.

Na internet, bandidos anunciam e vendem números de CPF. Ainda de acordo com o especialista, a estimativa é que 600 contas sejam saqueadas por semana.

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