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Política

PSB realiza filiações em Santa Rosa

Pável Bauken

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O Partido Socialista Brasileiro de Santa Rosa (PSB), realizou ato político de filiação, estiveram presentes mais de 100 pessoas, foi grande o número de novos filiados. Na oportunidade filiou-se uma liderança Marcos Volnei dos Santos, mais conhecido como Marcão.

Com este evento o PSB manifesta a sua importância no cenário político de Santa Rosa, com a decisão de projetar candidatura a Prefeito, também amplia nominata de pré-candidatos a vereador.

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Política

Sonia quer que prefeito atenda o apelo das comunidades

Reporter Cidades

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Durante a última sessão ocorrida nesta segunda-feira na Câmara Municipal, a vereadora Sonia Conti demonstrou insatisfação ao falar da situação das ruas, especialmente nas vilas. Sonia citou como exemplo a Avenida Augusto Pestana, uma importante via de tráfego do Bairro Cruzeiro, com intenso fluxo de veículos e deteriorada pelos buracos.

“Ao andar pelas vilas, percebemos a precariedade de nossas ruas, e a falta de um cronograma efetivo de manutenção”, analisa a parlamentar.

A vereadora pede que o governo municipal atenda ao apelo da população, tendo em vista os inúmeros pedidos e encaminhamentos realizados solicitando operações tapa buracos e melhorias nos pavimentos.

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Destaque

CNM, Famurs e prefeitos apoiam adiar eleição

Confederação que representa os municípios encaminhou carta aberta ao Congresso apontando razões pelas quais o pleito não deve ocorrer

Reporter Cidades

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Um dia após o ministro Luís Roberto Barroso ter tomado posse na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) encaminhou ontem carta ao Congresso Nacional pedindo a não realização das eleições municipais neste ano, previstas para outubro. O documento traz uma série de apontamentos que, segundo a CNM, violam as condições ideais para a realização da eleição.

Um dos fatores é que 1.313 prefeitos em exercício têm mais de 60 anos e, destes, 1.040 podem correr à reeleição. A carta cita ainda o fato de que a “democracia assegura a todos os cidadãos o direito de votar e de ser votado”, além do fato de que haveria risco à democracia se a participação popular fosse “tolhida por medo da infecção, pelo desconhecimento das plataformas políticas e até mesmo dos candidatos”. A carta conclui pela “não realização das eleições municipais no corrente ano” e “no sentido da unificação dos mandatos com a realização de uma eleição geral em 2022”. O documento assinado pelo presidente da CNM, Glademir Aroldi, foi elaborado após a assembleia geral da CNM, na segunda-feira.

No Estado, ontem, a Famurs e os presidentes e representantes das 27 Associações Regionais de Prefeitos também discutiram o assunto e, de maneira unânime, apoiaram o cancelamento do pleito neste ano. O presidente da Famurs, Dudu Freire, afirmou existir muitas incertezas, como o avanço da pandemia no país nos próximos meses e as dificuldades enfrentadas pelos prefeitos nas suas gestões, que vão seguir até o final do ano. “Os gestores estão intranquilos de tomar medidas necessárias e sofrerem contestações. Estão mais suscetíveis, por ser um ano eleitoral”, enfatizou. Listou ainda o impacto no calendário eleitoral, que será maior a partir de julho, quando devem ocorrer as convenções. Reconheceu, porém, que há discussão sobre qual seria o melhor momento para o pleito, ou em alguma data de 2021 ou a unificação em 2022, com as eleições gerais.

Mudança gera divergência entre gestores

A mudança no calendário eleitoral gera divergências entre prefeitos. Ontem, os prefeitos da Associação de Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal) discutiram o assunto. Apesar de opiniões diferentes, os prefeitos defendem que haja espaço para eles se manifestarem. “A pauta avança no Congresso e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sem que os prefeitos sejam devidamente escutados”, critica a presidente da entidade e prefeita de Nova Santa Rita, Margarete Ferretti (PT).

O prefeito de Esteio, Leonardo Pascoal (Progressistas) defende que o calendário seja mantido. “Construímos planos de governo de 2016 até 2020, e ouvir a população é necessário”, enfatiza. O prefeito de Cachoeirinha, Miki Breier (PSB), também defende o pleito neste ano.

Na outra ponta, o prefeito de Guaíba, José Sperotto (PTB), apoia que haja a transferência da eleição para 2022, diante do momento e da fragilidade da economia. “Precisamos reequilibrar a sociedade e canalizar recursos para saúde”, diz, sendo seguido, pelo prefeito de Viamão, Valdir Jorge Elias (MDB).

Para Daiçon Maciel (MDB), de Santo Antônio da Patrulha, fazer as eleições em dezembro “compromete o fim de mandato, inviabiliza a transição e pode, inclusive, trazer problemas para o processo de prestação de contas.” Todos os prefeitos acreditam que realizar o pleito no último mês do ano seria um erro, porque atrapalharia o fluxo da gestão pública.

Discussão

O presidente do TSE, Luiz Roberto Barroso, voltou a defender ontem o mínimo adiamento das eleições diante da epidemia de Covid-19 no país. Para o ministro, prorrogar os mandatos vigentes esbarra em um impasse constitucional e democrático. “O mandato desses vereadores e prefeitos é um mandato de quatro anos. Não há como, legitimamente, você prorrogar eleições sem um motivo de força maior. A periodicidade das eleições e a possibilidade de alternância do poder são fundamentais para a democracia”, declarou.

Para mudar a data da eleição é preciso haver a aprovação no Congresso de uma PEC. O projeto estudado no Congresso Nacional, que prevê adiar o primeiro turno deste ano para 15 de novembro ou 6 de dezembro. Na sexta-feira, Barroso e o presidente do Congresso, David Alcolumbre, vão se reunir para discutir o assunto.

Correio do Povo
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Política

Lires e Schmidt pedem providências para a ponte do Santo Cristo

Reporter Cidades

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Os vereadores Lires Zimmermann (Progressistas) e Cláudio Schmidt (MDB), em pedido conjunto apresentado na Câmara nesta segunda-feira, solicitaram providências do DNIT para as comunidades do entorno da ponte do Rio Santo Cristo. Os parlamentares requisitaram que a Prefeitura e o Legislativo busquem conseguir a construção de um trevo de acesso junto à BR 472 que dê mais segurança aos moradores da Vila Cascata e Linha Cascata, bem como arredores.

Esse trecho da rodovia, que dá frente à Comunidade Católica São Pedro, está localizado logo após a ponte e tem visibilidade bastante dificultada em virtude das inclinações da pista e das curvas que há no local. Além disso, devido à proximidade da cascata do Rio Santo Cristo, é comum a presença de intensa cerração. Some-se a isto um acostamento estreito e sempre danificado por buracos. Neste trajeto já foram verificados vários acidentes graves, alguns com vítimas fatais.

A rodovia é de bastante tráfego no itinerário Santa Rosa e Santo Cristo e, em geral, também de alta velocidade. O trecho ao qual os vereadores pleiteiam um trevo de acesso é entrada e saída de centenas de veículos durante o dia, tendo em vista que os moradores daquelas comunidades são trabalhadores em empresas da cidade ou granjas próximas. “Há anos buscamos solução para este problema. Vamos unir nossas forças para que haja melhoria naquele local”, justificou o vereador Cláudio Schmidt.

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