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Política

Proposta que transforma coaching em crime será discutida no Senado

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Uma proposta popular em tramitação no Senado pode colocar em cheque o futuro do coaching no Brasil: a possível criminalização da profissão. A sugestão causou mal-estar entre os profissionais do setor de recursos humanos e treinamentos pessoais e dividiu a opinião dos especialistas da área. Há um grupo que critica a proposta e outro que defende a regulamentação, com o objetivo de acabar com os charlatões do mercado.

De autoria pelo sergipano William Menezes, a sugestão foi enviada pela plataforma de participação legislativa e-Cidadania em abril último. Como recebeu mais de 20 mil assinaturas em oito dias, foi encaminhada para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), presidida pelo senador Paulo Paim (PT/RS).

“Se tornada lei, não permitirá o charlatanismo de muitos autointitulados formados sem diploma válido. Não permitindo propagandas enganosas como ‘reprogramação do DNA’ e ‘cura quântica’, que desrespeitam o trabalho científico e metódico de terapeutas e outros profissionais das mais variadas áreas”, diz o autor da proposta.

De acordo com a International Coach Federation (ICF), a atividade do coaching é exercida atualmente por 70 mil profissionais no Brasil. Na teoria, qualquer pessoa pode se tornar um coach, desde que domine os conhecimentos da área. Entre as tarefas do coach, está ajudar os clientes a identificar limites, superar desafios e desenvolver seu potencial.

Coach há oito anos, Bárbara Nogueira, conselheira de carreira e headhunter da Prime Talent, afirma que a discussão é prudente, mas acredita que a profissão deveria ser regulamentada, não criminalizada. “Banalizaram o termo coach. Hoje, há coaching de exercícios físicos, de relacionamento, de felicidade, entre outros. A profissão é mais profunda que isso, porque ajuda a pessoa a atingir objetivos claros de vida”, diz.

Formação regulamentada
Na avaliação da profissional, o que deveria ser criminalizado são os cursos enganosos para formação de coaches. “Ninguém consegue se formar em um ou dois dias de treinamento. Um curso ideal leva um ou dois anos”, afirma a headhunter. Ela sugere que a regulamentação padronize os requisitos necessários para a formação de um coach.

Rhandy Di Stéfano, presidente do ICI (Instituto de Coaching Integrado), afirma que um bom profissional de coaching deve passar anos estudando e praticando técnicas de psicologia organizacional e liderança executiva. “Se você não tem formação adequada e tudo o que possui são frases de efeito e gritos de guerra, que tal usar outro nome para o que você faz?”, diz.

Segundo o Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), o cenário se agrava quando as pessoas confundem coaching, uma metodologia de desenvolvimento, com terapia. “É importante ressaltar o que um coach faz. Não se trata de um tratamento terapêutico, mas sim de um processo no qual se estabelece, junto ao cliente, a melhor estratégia para alcançar um objetivo determinado”, diz em nota o instituto.

Na visão da organização, que tem como presidente José Roberto Marques, o próprio mercado deve regular os preços, a qualidade dos produtos e a qualificação dos profissionais. Ou seja, não é necessário regulamentar o setor. “Aquilo que não é bom, não tem qualidade e não entrega o que promete também não sobrevive no mercado.”

Fonte Época Negócios

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Política

Governo não tem plano para resgatar brasileiros, diz embaixador

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O secretário de Comunicação e Cultura do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Leonardo Gorgulho, disse nesta quarta-feira (24) que, até o momento, o Brasil não tem um plano de resgate para retirar os brasileiros que estão na Ucrânia.

Os ataques da Rússia à Ucrânia começaram na madrugada desta quinta-feira (24). Segundo o Itamaraty, cerca de 500 brasileiros estão no país.

“Sobre a existência de plano de resgate, não há plano de resgate, não há da parte do Brasil e de qualquer outro país”, afirmou o embaixador.

O governo brasileiro estuda implementar um plano de evacuação por via terrestre, mas ainda não há data nem ponto de encontro definidos.

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Política

PROFESSORES DE ALECRIM COBRAM O CUMPRIMENTO DA LEI DO PISO

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O Ministério da Educação anunciou, no dia 27 de janeiro, o novo valor do Piso Salarial Profissional Nacional para os Profissionais do Magistério Público da Educação Básica (PSPN). Em 2022, o valor será corrigido e o piso da categoria será de R$ 3.845,63, um aumento de 33,24%.

Na noite do dia 03 de fevereiro, os professores da rede municipal de Alecrim estiveram presentes na sessão da Câmara Municipal de Vereadores de Alecrim, reivindicando o cumprimento da Lei do Piso Nacional do Magistério, e fazendo Repúdio a proposta de aumento de 13% apresentada pela administração pública municipal. Os educadores da rede municipal foram buscar apoio e foram bem recebidos em sua reivindicação pelos vereadores municipais.

A proposta de 13% foi encaminhada a comissão permanente para análise, mas os educadores discutem o valor apresentado, uma vez que o Presidente Jair Bolsonaro e o MEC já divulgaram o aumento, e que o valor deve ser retroativo a contar do dia 01 de janeiro.

Os Professores da rede apresentaram nota de Repúdio e deram um prazo de 30 dias para o cumprimento da Lei Nacional. Caso não ocorra acordo a demanda será encaminhada ao Judiciário e tomadas demais medidas necessárias.

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Destaque

Pesquisa no RS mostra Edegar Pretto e Onyx Lorenzoni empatados

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O deputado estadual Edegar Pretto (PT) e o ministro de Trabalho e Previdência de Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (PL), aparecem técnicamente empatados na primeira pesquisa de intenção de voto para o governo do Rio Grande do Sul em 2022. A pesquisa do Instituto Atlas mostra que Pretto está 0,6% na frente de Lorenzoni, o que é considerado, um empate técnico – 18,6% contra 17,8%, respectivamente.

Na sequência, aparece o senador Luis Carlos Heinze (PP), na terceira colocação somando 9,2% das intenções de voto. O vereador de Porto Alegre e ex-deputado estadual, Pedro Ruas (PSOL) está 8,4%, ocupando a quarta colocação. Já o ex-deputado federal, Beto Albuquerque (PSB), aparece com com 7,8%. O vice-governador do Rio Grande do Sul e secretário de Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior (PSDB), está com 4,5%. Enquanto o deputado federal, Alceu Moreira (MDB), tem 3,5% das intenções dos eleitores.

A margem de erro do levantamento é de 3%. Foram entrevistadas 1.001 pessoas entre os dias 17 a 23 de dezembro.

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