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Programação de férias: dicas para unir lazer e atividade física

Pável Bauken

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Tire as crianças do sofá porque as férias chegaram! E a melhor maneira de curtir esse período é com práticas que unem o lazer à atividade física. Pode parecer contraditório, mas a ideia é reviver a parte mais saudável do recreio da escola durante o recesso.

Segundo Ulisses Masseli, profissional de Educação Física do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, de Campo Grande (MS) e vinculado à Rede Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), uma maneira muito rica de explorar experiências psicomotoras e psicossociais é por meio das atividades lúdicas e das brincadeiras em grupo, que exigem grande repertório motor. Melhor ainda se elas ocorrerem em contato com a natureza.

A proposta de resgatar as brincadeiras de infância de outras gerações, como dos pais e avós, se opõe à moda dos eletrônicos, que apresentam limitações quando o assunto é explorar a capacidade criativa, imaginária e interpessoal das crianças.

São inúmeras as formas de diversão e, por isso, separamos algumas dicas que vão fazer a criançada esquecer do celular, tablet e videogame para sair do comportamento sedentário sem perder a diversão.

Não importa o lugar, a diversão é garantida!

Você sabia que é possível ser saudável brincando? Além de muito divertido, unir lazer e atividade física pode ser muito bom para a saúde. Ulisses explica que os jogos, as danças e as atividades lúdicas, entre outras similares, apresentam efeitos positivos para a saúde física e psicológica.

Elas geram aumento da temperatura corporal, diminuição da percepção da dor, liberdade de movimentos, sensação de afetividade, bem-estar, motivação, satisfação, sociabilização e alegria, entre outras diversas sensações que estão intimamente ligadas às respostas hormonais, afirma Ulisses. Entre outros benefícios para a saúde está ainda a prevenção de doenças como, obesidade, diabetes e hipertensão arterial.

Fazendo uma viagem no tempo, o que não faltam são opções de brincadeiras antigas que os pais e responsáveis podem resgatar e passar para as crianças e adolescentes. Tem jogos com bola, esconde-esconde, pique bandeira, pula-corda, pega-pega, amarelinha. São tantas opções baratas e divertidas que eles vão amar!

Valem os esportes coletivos também. Eles ainda têm a vantagem de ajudar a desenvolver nas crianças a sociabilização, além das capacidades físicas. Não importa qual a escolha, a única regra é não ficar parado!

Segundo o profissional, vale destacar, sobretudo, que há brincadeiras e atividades de lazer que por natureza exigem grande aptidão física relacionada com habilidades motoras, e são caracterizadas por movimentos básicos como correr, saltar, equilibrar, rolar, arremessar, receber, chutar, rebater e quicar.

Alguns cuidados são necessários!

A segurança é condição inegociável para garantir que as brincadeiras ou atividades relacionadas ao lazer atinjam seu objetivo. Mas em todos os casos, os cuidados com a exposição solar, hidratação e uso de vestimentas e calçados adequados, quando disponíveis, são importantes.

Outro ponto a ser lembrado são as condições do ambiente em que a brincadeira está rolando. Nem sempre o parque da vizinhança tem aquele espaço completamente plano, né? Dessa forma, é importante que a criança esteja atenta às barreiras físicas que possam existir no local da brincadeira.

Vamos lá. É 1, 2, 3 e já!

O Ministério da Saúde acaba de lançar, juntamente com o novo Guia Alimentar para Crianças Brasileiras menores de 02 anos, a primeira campanha de prevenção da obesidade infantil. Para prevenir são 3 passos: mais comida de verdade e menos ultraprocessados, mais atividade física e menos tempo de tela.

A atividade física pode estar presente no pula-corda, pega-pega e na amarelinha, por exemplo. Vale deixar de lado um pouco o computador, o videogame e o celular para resgatar aquelas brincadeiras da infância e da adolescência.

É 1, 2, 3 e já!

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Conselho de Administração e Direção do Vida & Saúde reúnem-se com Prefeito

Pável Bauken

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Nesta segunda-feira (18), o presidente do Hospital Vida & Saúde, Rubens Zamberlan; a diretora-geral Vanderli de Barros e integrantes do Conselho de Administração do Hospital realizaram uma visita ao prefeito Anderson Mantei.

Na oportunidade, o grupo apresentou o panorama atual do Hospital. Entre os temas abordados, o Presidente do HVS destacou o andamento da obra do novo prédio, que deverá contar com a conclusão de mais dois pavimentos ainda no primeiro semestre, abrigando o novo espaço do Bloco Cirúrgico do Hospital.

Além disso, Rubens ressaltou a qualidade do novo mamógrafo com estereotaxia, que já está disponível na Mamografia – localizada no Centro de Diagnóstico por Imagem – e a expectativa em torno da Cintilografia, que está com equipamento instalado, aguardando apenas a liberação da Comissão Nacional de Medicina Nuclear (CNEN) para o início dos atendimentos e o Hospital se colocou a disposição do Município para novos projetos na área da saúde.

Ao agradecer a visita, o Prefeito falou sobre a importância de ampliar os serviços do Hospital, mantendo a qualidade do atendimento para os pacientes de Santa Rosa e região.

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Cinco gaúchos de grupos de risco recebem juntos as primeiras doses da vacina contra Covid-19 no RS

Ato simbólico no Hospital de Clínicas de Porto Alegre na noite desta segunda (18) marcou início da campanha de imunização no RS

Pável Bauken

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Às 23h45 da segunda (18), foram aplicadas as primeiras cinco doses da vacina contra a Covid-19 no RS - Foto: Felipe Dalla Valle/ Palácio Piratini

O enfrentamento à pandemia de Covid-19 no Rio Grande do Sul ganhou nomes, sobrenomes e esperança. Depois de 10 meses de luta contra um vírus até então desconhecido, às 23h45 desta segunda-feira (18/1), o Rio Grande do Sul não teve o primeiro, mas os cinco primeiros vacinados.

Pertencentes aos grupos de risco prioritários do Plano Nacional de Imunizações, Eloina Gonçalves Born, de 99 anos, moradora do Residencial Geriátrico Donna Care; Jorge Amilton Hoher, 68 anos, médico-chefe do serviço de Medicina Intensiva da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre; Carla Ribeiro, 32 anos, da etnia kaingang e residente da Aldeia Fag Nhin, na Lomba do Pinheiro; Joelma Kazimirski, 48 anos, auxiliar de higienização do Grupo Hospitalar Conceição; e Aline Marques da Silva, 40 anos, técnica de Enfermagem CTI Covid do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), se tornaram símbolos do início da imunização no RS.

Os cinco receberam a primeira dose da CoronaVac em um ato simbólico no saguão do HCPA, nos últimos minutos do dia.

Eloina Goncalves Born vacinação
No HCPA, governador Leite cumprimenta Eloina Gonçalves Born, 99 anos, a pessoa com mais idade entre as cinco primeiras vacinadas – Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini

“Talvez uma noite nunca foi tão clara, iluminada pela ciência, que rompe com a escuridão daqueles que negam a importância da pesquisa e da ciência no nosso país. São aproximadamente 23h40min, e nós estamos aqui, com toda disposição e animação como se fossem as primeiras horas do dia pela expectativa deste momento”, declarou o governador Eduardo Leite, que foi a São Paulo nesta manhã para o ato simbólico de recebimento das primeiras doses pelos Estados, mas, devido a dificuldades logísticas do Ministério da Saúde, acabaram sendo enviadas ao RS somente no fim da noite.

De um total de quase 6 milhões de doses da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan produzida em parceria com o laboratório chinês Sinovac, o RS recebeu 341,8 mil unidades. Dessas, 170,8 mil – aproximadamente a metade do recebido – serão encaminhadas para o interior, a partir de Porto Alegre, na manhã desta terça (19/1) por via terrestre e aérea, com o apoio da frota de aviões da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

A quantidade remanescente das vacinas ficará armazenada pelo Estado para o posterior envio e aplicação da segunda dose desse público, cuja previsão para aplicação é entre duas e quatro semanas após a primeira aplicação.

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Por conta da pandemia, participação foi restrita: no final, jornalistas puderam fazer perguntas ao governador em videocoletiva – Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini

“A gente começa essa imunização hoje, mas é o início ainda desse processo. Precisamos que todos continuem colaborando no cumprimento dos protocolos do Distanciamento Controlado”, destacou Leite, fazendo, ainda, um agradecimento especial a todos os profissionais da saúde que estão na linha de frente do combate à Covid-19.

Depois de 10 meses liderando o trabalho da Secretaria Estadual de Saúde (SES) e a coordenação com todas as instâncias para garantir a preservação da vida dos gaúchos, a titular da pasta, Arita Bergmann, se emocionou ao fazer seu pronunciamento:

“Acima de tudo, acreditamos que a vacina, juntamente com os cuidados básicos, como uso da máscara e evitando aglomerações, vamos vencer esse inimigo. Estávamos há 10 meses esperando esse dia. É um dia de esperança, é um dia de emoção. Eu não pensei que eu viveria esse dia”, afirmou a secretária.

Também participaram da cerimônia o vice-governador e secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior, os secretários da Comunicação, Tânia Moreira, e do Meio Ambiente e Infraestrutura, Artur Lemos Júnior, bem como o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ernani Polo, e o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, além de outras lideranças políticas e da área da saúde.

A diretora-presidente do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Nadine Clausell, destacou que a luta exaustiva que todos os profissionais da saúde e funcionários da rede de atendimento enfrentam para salvar vidas. “A vacina é uma injeção de esperança”, sintetizou a cardiologista.

Público-alvo

Ainda nesta terça-feira (19/1) serão definidas as quantidades por município, após o trabalho nas coordenadorias regionais de saúde (CRS) de separar as caixas para cada cidade, seguindo os critérios populacionais dos grupos prioritários. Após, as prefeituras dos 497 municípios devem retirar na respectiva CRS o quantitativo proporcional à população a ser vacinada.

Inicialmente, o público a ser vacinado são os profissionais de saúde da linha de frente em hospitais, Atenção Básica e rede de urgência e emergência; pessoas acima de 60 anos que vivem em Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI) – asilos – e população indígenas aldeadas.

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Frascos foram transportados em térmica até o HCPA para manter a temperatura adequada das doses – Foto: Felipe Dalla Valle/ Palácio Piratini

Pelo perfil do público-alvo, nesta primeira fase a aplicação das doses vai ocorrer diretamente nos hospitais para os profissionais da saúde que atuam nestes locais. Nos postos de saúde, somente os trabalhadores daquela própria unidade serão vacinados. Moradores idosos e trabalhadores de instituições de longa permanência (asilos) serão vacinados no próprio residencial. Indígenas recebem na própria comunidade. Essa mesma estratégia é usada nas campanhas de gripe anuais.

Nas próximas fases, a população poderá se vacinar nos postos de saúde próximos de onde moram nas datas respectivas.

Entre o público destinado para o início da campanha, 138 mil doses são destinadas aos trabalhadores da saúde. Isso representa 34% estimado para esse grupo no Estado. Por isso, a orientação é que sejam vacinados aqueles que lidam de forma mais direta com pessoas com a Covid-19, em hospitais, Samu e na Atenção Básica.

De acordo com o recebimento de doses, os demais integrantes da área da saúde serão gradativamente incluídos. No total, o público de trabalhadores do setor da saúde estimado é de 400 mil pessoas no RS.

Outras 9,8 mil doses estão previstas para as pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas, deficientes institucionalizados e trabalhadores de Instituições de Longa Permanência de Idosos. Para a comunidade indígena que vive em aldeias, são mais 14 mil doses destinadas.

Local de destino e número doses a serem enviadas nesta terça (19):

Porto Alegre: 51.600
1ª CRS (sede Porto Alegre – 65 municípios): 26.000
2ª CRS (sede Frederico Westphalen – 26 municípios): 4.360
3ª CRS (sede Pelotas – 22 municípios): 12.400
4ª CRS (sede Santa Maria – 32 municípios): 8.400
5ª CRS (sede Caxias do Sul – 49 municípios): 14.000
6ª CRS (sede Passo Fundo – 62 municípios): 10.200
7ª CRS (sede Bagé – 6 municípios): 1.760
8ª CRS (sede Cachoeira do Sul – 12 municípios): 2.720
9ª CRS (sede Cruz Alta – 13 municípios): 1.920
10ª CRS (sede Alegrete – 11 municípios): 4.000
11ª CRS (sede Erechim – 33 municípios): 5.360
12ª CRS (sede Santo Ângelo – 24 municípios): 3.560
13ª CRS (sede Santa Cruz do Sul – 13 municípios): 4.400
14ª CRS (sede Santa Rosa – 22 municípios): 2.360
15ª CRS (sede Palmeira das Missões – 26 municípios): 6.040
16ª CRS (sede Lajeado – 37 municípios): 4.240
17ª CRS (sede Ijuí – 20 municípios): 3.200
18ª CRS (sede Osório – 23 municípios): 4.280

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Região de Santa Rosa vai receber 2.360 doses da vacina Covid-19

A primeira leva de vacinas contra a Covid-19 para o Rio Grande do Sul é de 341,8 mil unidades

Pável Bauken

Publicado

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. - Foto: Felipe Dalla Valle/ Palácio Piratini

A Secretaria da Saúde (SES) prepara para esta terça-feira (19/01) o envio das doses da vacina contra a Covid-19 para todos os municípios do Estado. Um lote de 341,8 mil unidades deverá ser recebido ainda nesta segunda-feira (18/01), fabricadas pelo Instituto Butantan e distribuídas pelo Ministério da Saúde. Após a separação por regional, por critérios populacionais, as doses serão despachadas para a Capital e às18 coordenadorias regionais (CRS). Inicialmente, o público a ser vacinado são os profissionais de saúde da linha de frente em hospitais, Atenção Básica e rede de urgência e emergência, pessoas acima de 60 anos que vivem em Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI) e população indígenas aldeadas.

Serão encaminhadas nesta terça-feira 170,8 mil doses aos municípios, aproximadamente a metade do recebido. A quantidade remanescente fica reservada para o posterior envio destinado à segunda dose desse público, prevista para aplicação entre 2 e 4 semanas após a primeira aplicação. O envio – a partir de Porto Alegre – será realizado por via terrestre e aérea, com o apoio da frota de aviões da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Ainda nesta terça-feira serão definidas as quantidades por município, após o trabalho nas coordenadorias de separar as caixas para cada cidade, seguindo os critérios populacionais dos grupos prioritários.

Entre o público destinado para o início da campanha, 138 mil doses são destinadas aos trabalhadores da saúde. Isso representa cerca de 34% estimado para esse grupo no Estado. Por isso, a orientação é que sejam vacinados aqueles que lidam de forma mais direta com pessoas com a Covid-19, em hospitais, Samu e na Atenção Básica. Conforme mais doses sejam recebidas, os demais integrantes da área da saúde serão gradativamente incluídos. No total, o público de trabalhadores do setor da saúde estimado é de 400 mil pessoas no RS.

Outras 9,8 mil doses estão previstas para as pessoas 60 anos ou mais institucionalizadas, deficientes institucionalizados e trabalhadores de Instituições de Longa Permanência de Idosos. Para a comunidade indígena que vive em aldeias são mais 14 mil doses destinadas.

Local de destino: número doses a serem enviadas nesta terça-feira

Porto Alegre: 51.600
1ª CRS (sede Porto Alegre – 65 municípios): 26.000
2ª CRS (sede Frederico Westphalen – 26 municípios): 4.360
3ª CRS (sede Pelotas – 22 municípios): 12.400
4ª CRS (sede Santa Maria – 32 municípios): 8.400
5ª CRS (sede Caxias do Sul – 49 municípios): 14.000
6ª CRS (sede Passo Fundo – 62 municípios): 10.200
7ª CRS (sede Bagé – 6 municípios): 1.760
8ª CRS (sede Cachoeira do Sul – 12 municípios): 2.720
9ª CRS (sede Cruz Alta – 13 municípios): 1.920
10ª CRS (sede Alegrete – 11 municípios): 4.000
11ª CRS (sede Erechim – 33 municípios): 5.360
12ª CRS (sede Santo Ângelo – 24 municípios): 3.560
13ª CRS (sede Santa Cruz do Sul – 13 municípios): 4.400
14ª CRS (sede Santa Rosa – 22 municípios): 2.360
15ª CRS (sede Palmeira das Missões – 26 municípios): 6.040
16ª CRS (sede Lajeado – 37 municípios): 4.240
17ª CRS (sede Ijuí – 20 municípios): 3.200
18ª CRS (sede Osório – 23 municípios): 4.280

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