Programa Inova RS vai conceder bolsas para profissionais com experiência em gestão de projetos de inovação – Portal Plural
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Programa Inova RS vai conceder bolsas para profissionais com experiência em gestão de projetos de inovação

Pável Bauken

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Com o objetivo de colocar o Rio Grande do Sul no mapa global da inovação, o Programa Inova RS visa a construção de parcerias estratégicas entre a sociedade civil organizada, setores empresarial, acadêmico e governamental, por iniciativa da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Governo do Estado.

Na região Noroeste e Missões a coordenação do Programa é da Unijuí, com a coordenação do professor Dr. Daniel Knebel Baggio e apoio técnico da Agência de Inovação e Tecnologia e Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica, a Criatec, vinculados à Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão. Com duração prevista de dois anos, para o desenvolvimento do Programa serão concedidas Bolsas de Gestão da Inovação e Tecnologia (GIT) a profissionais com experiência em gestão de projetos de inovação, ciência e tecnologia, para atuar nas atividades de suporte aos comitês locais e de gerenciamento de projetos estratégicos nos Ecossistemas Regionais de Inovação. “Teremos a participação, em comum acordo, de diversas Instituições e entidades que atuarão pensando em projetos. A grande preocupação é proporcionar o mapeamento de oportunidades existentes, articulando os atores em prol do desenvolvimento regional”, observa o coordenador do Programa na região, professor Daniel Knebel Baggio.

Para a sua execução contará com a contratação de três bolsistas remunerados que estarão situados nas cidades de Ijuí, Santo Ângelo e Santa Rosa. Cada bolsista será responsável por uma microrregião, apontando as oportunidades de negócio, buscando fortalecer as relações institucionais, promoção de eventos de atualização e capacitação dos atores, desenvolvimento de projetos de inovação e a futura publicização dos resultados. O prazo encerra no dia 17 de julho e as inscrições serão realizadas através do preenchimento do Formulário de Inscrição e envio de documentos pelo e-mail: [email protected]. A previsão de início do trabalho é para a segunda quinzena do mês de agosto. Confira o edital completo na página da AGIT.

O Projeto terá abrangência em 77 municípios, contemplando os COREDES Celeiro, Fronteira Noroeste, Missões e Noroeste Colonial, formando assim a região denominada no Programa Inova RS de Noroeste e Missões. Também serão parceiras no desenvolvimento da iniciativa na região, as seguintes instituições e entidades: Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS, Faculdade Horizontina – FAHOR, Horizonte Ambiente Empreendedor – HAE/FAHOR – Incubadora, Sindilojas Noroeste, Associação Comercial e Industrial de Ijuí, Associação Comercial, Industrial, Serviços e Agronegócios de Santa Rosa, Agência de Inovação de Ijuí, Agência de Desenvolvimento de Santo Ângelo, Associação dos Administradores do Noroeste do Estado, Associação dos Municípios das Missões, Faculdade CNEC Santo Ângelo, Faculdade Santo Ângelo – FASA, Faculdades Integradas Machado de Assis – FEMA, Instituto Federal Farroupilha Santo Ângelo, Mind7 Coworking e Espaço Corporativo, SebraeRS, ACISA-Associação Comercial Industrial de Santo Ângelo, Prefeitura de Ijuí, Sociedade Educacional Três de Maio – SETREM e Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e Missões – URI.

Mais sobre o Programa

Desenvolvido pela SICT, em parceria com representantes da quádrupla hélice da inovação de diferentes regiões do Rio Grande do Sul, o INOVA RS teve sua metodologia inspirada em projetos já existentes no Brasil e no mundo, os quais apresentaram resultados positivos, quanto ao desenvolvimento econômico e social das regiões onde estão inseridos. Em Porto Alegre, o Pacto Alegre – que prevê o compartilhamento de recursos e parcerias entre o poder público e a iniciativa privada para impulsionar o crescimento da capital – é uma das referências.

Outra inspiração é a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI). Foi lançada em 2008 com o objetivo de fortalecer a inovação industrial no Brasil e contribuir para o aprimoramento de políticas públicas relacionadas ao tema. Coordenada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), a mobilização cria um espaço de diálogo entre empresas, universidades e governo.

Fora do Brasil, os projetos [email protected], na Espanha, o qual provocou uma revolução urbana do distrito e a criação de uma zona de atividades econômicas diversas, e o Ruta N, em Medellín, reconhecido por promover a economia criativa e inovadora, sendo transformador da região, e colocando a cidade colombiana como referência internacional em melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, por meio da Ciência, da Tecnologia e da Inovação.

OBJETIVOS:

  • Conectar o RS para que seja referência global em inovação como estratégia de desenvolvimento local;

  • Fomentar a nova economia e promover a inovação em setores tradicionais;

  • Criar um ambiente de negócios mais ágil no Rio Grande do Sul;

  • Impulsionar a articulação regional e a participação social nesse movimento, por meio de novas políticas públicas inovadoras;

  • Fortalecer o desenvolvimento regional alinhado às políticas públicas e atividades empreendedoras mais vocacionadas em cada região do Estado;

  • Aumentar a capacidade de investimento do Estado;

  • Qualificar o aprendizado para a nova economia.

Confira todos os detalhes do Programa no site da Secretaria, neste link.

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Ensino

Senado aprova suspensão de pagamentos do Fies até o fim do ano

Projeto segue para análise da Câmara

Pável Bauken

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© Leonardo Sá/Agência Senado

O Senado aprovou hoje (5) um projeto de lei (PL) que prorroga a suspensão do pagamento das parcelas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) por um ano, a contar de 1º de janeiro de 2021. O projeto segue para a análise da Câmara.

O pagamento das parcelas foi suspenso no ano passado, mas validade era apenas até o fim do estado de calamidade, cujo decreto vigorou até o fim de 2020. A ideia do autor do projeto, senador Jayme Campos (DEM-MT), é dar alívio financeiro para os estudantes e, ao mesmo tempo, não aumentar as taxas de inadimplência do fundo diante de um cenário de crise econômica devido à pandemia.

“Diante dos sinais de persistência da crise sanitária e de incerteza quanto ao seu controle, verificasse que a proposição encerra oportunidade ímpar. Decerto, contribuirá para minorar os seus efeitos na dura realidade em que se encontra imersa parte significativa dos estudantes da educação superior privada, inclusive na segurança alimentar de muitas famílias”, afirmou o relator do projeto, Dario Berger (MDB-SC).

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Ensino

FEMA e Sygo realizam aula inaugural do Programa JOVEM Aprendiz

Pável Bauken

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O programa Jovem Aprendiz, da parceria entre a FEMA e a Sygo Internet, realizou, na tarde de segunda-feira, dia 03 de maio, a aula inaugural para os jovens selecionados para a qualificação. Proativos, curiosos, empáticos e com interesse pela área da Tecnologia, os jovens serão capacitados com conteúdos preparados por professores da Instituição.

A aula inaugural contou com a participação do diretor administrativo da FEMA, Césio Carlos Albêa; da diretora da Escola Técnica, Mônica Gasparetto; da coordenadora do Projeto, Andrillowa Friedrich; do CEO da Sygo, Charles Thiele; do diretor de Inovação e Tecnologia, Roberto Thiele; do gerente de Relacionamento, Rogério Magrão; da gerente de Recursos Humanos, Larissa Dalcin; da supervisora do Call Center, Katiele Simionatto; do gerente de contratos, Cladimir Wiest; bem como dos professores que irão ministrar as aulas.

O educador Sidnei Barbosa, Consultor de Desenvolvimento e Produtividade, comandou o primeiro encontro e mostrou aos jovens como desenvolver competências e como resolver problemas com criatividade e comunicação.

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Ensino

Escolas particulares perdem um terço das matrículas na pandemia

Instituições mais afetadas são as de pequeno e médio porte

Pável Bauken

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© Studio Formatura/Galois

As escolas particulares perderam, com a pandemia, cerca de um terço das matrículas em todo o país, de acordo com relatório produzido pelo Grupo Rabbit, consultoria de gestão escolar. As instituições mais afetadas foram as de pequeno e médio porte, com até 180 alunos. 

A estimativa é baseada nos dados do Censo Escolar de 2018 e em pesquisa feita com mais de 1,2 mil escolas em todo o Brasil entre setembro de 2020 e março de 2021. Ao todo, estima-se que 2,7 milhões de estudantes tenham deixado as escolas privadas, o que representa 34% dos alunos dessas instituições de ensino.

As escolas mais afetadas foram aquelas de pequeno e médio porte, com até 180 alunos, que compõem a maior fatia do mercado. Elas chegaram a perder de 38% a 41% de suas matrículas, respectivamente, de acordo com o relatório. Já aquelas com mais de 550 alunos foram proporcionalmente menos prejudicadas, conseguindo reter cerca de 80% das matrículas.

A estimativa é que cerca de um terço dos estudantes que deixaram as instituições particulares tenha migrado para escolas públicas. Outros dois terços permanecem sem perspectiva de estudo, sendo a maioria, mais jovem.

“A pandemia foi acachapante para todos setores produtivos”, disse o presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Ademar Batista. “Acredito que houve uma perda de alunos, a crise é grande, as pessoas estão com dificuldade de pagar”.

Segundo Batista, no entanto, a Fenep acredita que as perdas foram menores do que a estimada no levantamento. Ele afirma que só se saberá ao certo quantos estudantes deixaram as escolas particulares com os dados do Censo Escolar 2020 e 2021. Segundo o presidente da Fenep, muitas das famílias, com a suspensão das aulas presenciais, sobretudo na educação infantil, retiraram as crianças das escolas particulares. Esses estudantes devem retornar, quando a situação melhorar.

“No ano passado, as escolas tiveram mais dificuldade, mas se estruturaram, se adaptaram, fizeram formações, contrataram plataformas [para ensino online]. Temos um protocolo seguro. As escolas estão estruturadas e os alunos estão aprendendo”, diz, Batista.

Retomada

O relatório mostra ainda que, desde o início deste ano, a procura por colégios particulares cresceu 88%. Essa busca, no entanto, ainda aquém do registrado no cenário pré-pandêmico. De acordo com a consultoria, a procura agora é maior por escolas menores por fatores socioeconômicos, que fizeram com que muitas famílias reduzissem a renda na pandemia e por essas escolas serem mais acessíveis.

Enquanto colégios com mais de 500 alunos chegaram a um crescimento de 16%, as escolas com até 150 estudantes tiveram o dobro de crescimento da matrícula desde setembro do ano passado.

“Hoje, as escolas todas, inclusive as de educação infantil, se prepararam, seguindo os protocolos estaduais e municipais de saúde”, ressaltou o vice-presidente da Associação Brasileira de Educação Infantil (Asbrei), Frederico Venturini. O ensino infantil perdeu muitas matrículas, segundo ele, pela dificuldade de se adaptar ao ensino remoto. As crianças, nessa etapa, têm até 5 anos de idade e o ensino é voltado para a convivência e para o brincar.

“Foi um erro do país inteiro deixar as crianças afastadas da escola. O que estamos vendo agora é uma conscientização maior, inclusive das famílias, da necessidade desses alunos retornarem ao ambiente escolar”, defende, Venturini. De acordo com ele, as escolas estão usando estratégias como aulas em espaços externos para reduzir o risco de contágio pelo coronavírus, além do uso de máscaras, do distanciamento, da higienização e ensino híbrido – mesclando aulas presenciais e ensino remoto.

A inclusão de professores e trabalhadores em educação como grupo prioritário na vacinação é também um fator que anima o setor. Essa é uma das demandas de educadores e funcionários do setor público e privado para um retorno mais seguro às salas de aula.

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