Professores e Equipe Diretiva realizam visitas às propriedades dos jovens da Casa Familiar Rural – Portal Plural
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Agro

Professores e Equipe Diretiva realizam visitas às propriedades dos jovens da Casa Familiar Rural

Pável Bauken

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Dentro da proposta pedagógica da Escola de Ensino Médio Casa Familiar Rural Filhos da Terra, foram realizadas atividades de visitas às propriedades rurais dos jovens.

Acompanhadas e orientadas pela Diretora da Escola, Mariéle Röpke, e os professores Ivar Kreutz, Ademir Amaral e Carine Giehl, foram realizadas 18 visitas, com o objetivo de conhecer e identificar potencialidades, orientar sobre possíveis alternativas para a propriedade e auxiliar o jovem educando na elaboração/construção do seu Projeto de Vida.

“Um dos objetivos da Escola é estabelecer laços com a família. Além de reforçar estes vínculos, as visitas também são um importante momento para que o(a) jovem possa interagir sobre suas ideias quanto a elaboração do Projeto de Vida com a equipe da área técnica da escola”, afirma a Diretora Mariéle.

O Projeto de Vida está incluso na proposta pedagógica da Escola. Durante os 3 anos do Ensino Médio, cada jovem desenvolve o seu projeto, a fim de propor alternativas para melhorar as condições de geração de renda e qualidade de vida das propriedades rurais.

Neste segundo semestre acontecerá mais uma rodada de visitas, com o propósito de verificar as atividades realizadas pelos jovens, além de dialogar sobre possíveis alternativas de geração de renda e qualidade de vida para as famílias, dentro das potencialidades de cada propriedade.

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Agro

Exportações do agro negócio registram alta no segundo trimestre

Portal Plural News HZ

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As exportações do agro negócio gaúcho somaram US$ 3,1 bilhões no segundo trimestre de 2020, uma alta de 5,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O crescimento do valor exportado foi puxado pelas vendas externas do complexo soja (US$ 1,7 bilhão; +15,4%), carnes (US$ 492,7 milhões; +29,3%) e do setor de cereais, farinhas e preparações (US$ 189,2 milhões; +110,7%). Entre os cinco principais setores exportadores do agro negócio, fumo (US$ 246,4 milhões; -23,9%) e produtos florestais (US$ 220,6 milhões; -33,8%) registraram baixas.

No acumulado do primeiro semestre, as exportações do agro negócio totalizaram US$ 4,9 bilhões, uma queda de 6,7% quando comparado com janeiro a junho de 2019. Em valores absolutos, foram US$ 354,7 milhões a menos no comércio exterior no período, puxado pelo desempenho negativo no período dos setores de produtos florestais (-56,9%) e fumo (-33%).

As informações fazem parte do boletim Indicadores do Agro negócio do Rio Grande do Sul, divulgado na manhã desta quarta-feira (12/8) pela Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) e elaborado pelos analistas do Departamento de Economia e Estatística (DEE/SPGG) Rodrigo Feix e Sérgio Leusin Júnior.

Setores e principais destinos

Mesmo com uma queda expressiva na produção de soja no Rio Grande do Sul, estimada pelo IBGE em 39,3%, em virtude da estiagem, as vendas externas do complexo não foram afetadas no segundo trimestre de 2020, com destaque para a soja em grão (US$ 1,39 bilhão; +13,3%). A desvalorização cambial favoreceu a comercialização no setor, possibilitada também pelos estoques disponíveis no território gaúcho.

No setor de carnes, as vendas de carne suína (+69%) e de carne bovina (+60,8%) tiveram resultados positivos e expressivos. No setor de cereais, farinhas e preparações, o bom resultado do período entre abril e junho é justificado pela alta nas exportações de arroz (+169,7%).

Entre os principais destinos dos produtos do agro negócio gaúcho, a China segue no topo do ranking, responsável por 53,7% das vendas do Estado no segmento. As exportações para o gigante asiático tiveram aumento de US$ 264 milhões no segundo trimestre, alta de 18,9% em relação a 2019. União Europeia (9,7%), Estados Unidos (3,5%), Coreia do Sul (3,3%) e Arábia Saudita (2,1%) completam a lista dos principais países compradores, representando 72,4% do valor exportado no trimestre.

Primeiro semestre

No acumulado do ano, o complexo soja (US$ 2 bilhões) e carnes (US$ 948,2 milhões) foram os setores com maior presença nas vendas. O resultado negativo do semestre decorre principalmente dos setores de produtos florestais e fumo. No primeiro, a redução em valor nas vendas da celulose (-66,3%) foi o principal destaque, enquanto no segundo, o item de maior peso da pauta de exportações, o fumo não manufaturado, registrou variação negativa de 34,9%. Em ambos os casos, destaca o documento, as quedas podem ser atribuídas, em parte, a “movimentos atípicos ocorridos em trimestres anteriores, que alteraram o padrão sazonal dessas exportações”.

China (43%), União Europeia (11,8%) e Estados Unidos (4,4%) foram os principais compradores dos produtos do agro negócio gaúcho no semestre. Os asiáticos registraram alta de 8,7% no período, enquanto os europeus (-27%) e os Estados Unidos (-29,2%) tiveram quedas percentuais, os primeiros por conta da redução nas vendas de celulose e o segundo, além da celulose, também por conta da baixa das compras de fumo não manufaturado do Estado.

Fonte: Assessoria de Imprensa
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Agro

RS obtém reconhecimento como zona livre sem vacinação para aftosa

Secretário Covatti Filho comemora conquista histórica, que permitirá aos pecuaristas acessarem novos mercados

Pável Bauken

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Retirada da vacinação tem potencial de abrir mercados como Japão, Coreia do Sul, México, Estados Unidos e Canadá - Foto: Seadpr / Arquivo

O Rio Grande do Sul obteve uma conquista histórica para o setor da pecuária. A Instrução Normativa (IN) 52, assinada pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, na terça-feira (11/8), reconhece o Estado como zona livre de vacinação contra a febre aftosa.

A mudança passa a vigorar em 1° de setembro, e a IN deve ser publicada no Diário Oficial da União. Na semana passada, auditores do ministério estiveram na Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) para avaliar o cumprimento das exigências feitas para a obtenção do novo status sanitário.

Secretário Covatti Filho crédito foto Emerson Foguinho

“Estado poderá alcançar 70% dos mercados mundiais disponíveis”, afirma secretário Covatti Filho – Foto: Emerson Foguinho / Seapdr

“Trata-se de uma mudança que vem sendo gestada e planejada há um bom tempo pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural. Vai gerar imenso impacto na economia gaúcha. Com a retirada da vacina, o Estado poderá alcançar 70% dos mercados mundiais disponíveis”, afirma o secretário da Agricultura, Covatti Filho. Ele observa que 2020 será o último ano com vacinação no Estado.

A partir do reconhecimento pelo ministério, a secretaria comunica a mudança para a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que concede a certificação da evolução do status sanitário, abrindo portas para mercados não acessados pelos criadores gaúchos.

Técnicos e especialistas apontam que a retirada da vacinação tem potencial de abrir mercados como Japão, Coreia do Sul, México, Estados Unidos, Chile, Filipinas, China (carne com osso) e Canadá. No setor dos suínos, a expectativa é de que haja aumento nas exportações de cerca de R$ 600 milhões anuais.

O documento também reconhece como área livre de vacinação os Estados do Acre, Paraná, Rondônia e regiões do Amazonas e de Mato Grosso. Conforme o texto, o ingresso de animais e produtos de risco para a febre aftosa em Santa Catarina, com origem nas áreas consideradas livres de vacinação, devem observar as diretrizes definidas para origem em zona livre da doença com vacinação, até seu reconhecimento pela OIE como zonas livres de aftosa sem vacinação.

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Agro

Trigo entra na fase de floração no RS

Pável Bauken

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O clima dos últimos períodos, com elevação das temperaturas e predomínio de sol no Rio Grande do Sul, favorece o desenvolvimento do trigo, que está com 2% das lavouras em floração e 98%, em germinação e desenvolvimento vegetativo. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (06/08), em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) nas regiões de Pelotas, Frederico Westphalen e Santa Rosa, as lavouras de trigo estão em desenvolvimento vegetativo. Na de Pelotas, há áreas com ciclo atrasado que têm se ressentido com o efeito dos dias frios que vêm ocorrendo, favorecidas pelo aumento gradual da temperatura. Em geral, os cultivos se apresentam bem implantados e com bom estande de plantas.

Na região da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, o ciclo da canola avança com plantas já entrando em maturação, mas a fase predominante é a floração (68%). As geadas ocorridas em julho, associadas à queda de granizo em algumas áreas, provocaram danos nas lavouras em floração e início da formação da síliqua, o que fez reduzir a expectativa da produtividade média para 1.567 quilos por hectare. Em geral, os cultivos se apresentam com bom estado e bom estande de plantas, e o florescimento proporciona uma linda paisagem.

Nas regiões de Santa Maria, Ijuí e Frederico Westphalen, a predominância de dias ensolarados favoreceu o desenvolvimento da aveia branca. Na de Santa Maria, 18% das lavouras já chegaram na floração. Na de Ijuí, os cultivos apresentam plantas bem desenvolvidas, evoluindo para o estágio reprodutivo. Já na região de Frederico Westphalen, 80% das lavouras se encontram em enchimento de grãos e em bom estado, com estimativa de produtividade de 2.800 quilos por hectare.

Na cevada, nas regionais de Ijuí, Erechim e Frederico Westphalen, predomina a fase de desenvolvimento vegetativo. Na de Ijuí, há preocupação dos produtores com chuvas no período de maturação, pois frustrações em anos anteriores – resultantes do excesso de precipitações – não possibilitaram atingir o padrão de qualidade estipulado pela indústria cervejeira. Na região de Erechim, as lavouras estão sendo monitoradas para realização de tratamentos fúngicos. Na regional da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, 50% das áreas se encontram em fase de emergência e desenvolvimento vegetativo, 20% em floração e 30% em enchimento de grãos. O desenvolvimento da cultura é bom, e a produtividade esperada é de 3.600 quilos por hectare.

CULTURAS DE VERÃO

Soja – Os produtores seguem planejando as atividades da próxima safra. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, o momento é de planejar e adquirir insumos. Em geral, os custos de aquisição estão semelhantes aos da safra passada, situação que permite estimar boa rentabilidade, já que os preços da soja estão mais elevados. Os preços tiveram nova elevação em relação à semana passada: a saca de 60 quilos foi cotada na média em R$ 106,00.

Milho – Produtores intensificam o planejamento das atividades e a busca de financiamento para a safra seguinte. Na região da Emater/RS-Ascar de Ijuí, realizam atividades de preparo com rolagem e dessecação das plantas de cobertura, preparando para implantação da cultura. Os agricultores se informam sobre o comportamento do tempo em agosto, principalmente sobre temperatura e possibilidade de formação de geadas, a fim de definir o melhor momento de semeadura. Os preços vêm sendo cotados entre R$ 42,00 e R$ 45,00/sc. de 60 quilos. Com os preços elevados da soja e a expectativa de manutenção da cotação para a próxima safra, a área de milho para essa safra deverá ser menor, em virtude de os produtores optarem pelo cultivo da oleaginosa. O preço médio se encontra estável, a R$ 43,50/sc. de 60 quilos.

PASTAGENS E CRIAÇÕES

O clima ensolarado da semana favoreceu as pastagens anuais de inverno em todas as regiões do Estado, propiciando excelente taxa de crescimento e oferta de forragem aos animais. A diminuição do excesso de umidade nos solos e as boas condições de luminosidade colaboraram para o rebrote das pastagens cultivadas de inverno. Na regional de Porto Alegre, as pastagens de inverno estão em pleno pastejo e desenvolvimento vegetativo; no entanto, seu potencial produtivo não vem sendo satisfatório.

Ovinocultura – De modo geral, os ovinos se encontram em boas condições nutricionais, principalmente os manejados em pastagens de inverno. Com a maior oferta de pastagens cultivadas de aveia e azevém, melhora o escore corporal do rebanho. Nos campos nativos, continua baixa a oferta de biomassa. Na regional de Bagé, rebanhos mantidos em campo nativo apresentam redução de peso.

É bom o estado sanitário dos ovinos. Os produtores monitoram a infestação de verminose, avaliando a condição sanitária, especialmente das fêmeas gestantes. No final da gestação, é importante a imunização contra clostridioses. Além disso, o baixo volume de chuvas registrado durante o mês de julho também refletiu em melhores condições de piso e consequentemente baixa incidência de problemas de casco.

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