Produtores e técnicos de Santo Cristo conhecem empreendimentos de vitivinicultura na região – Portal Plural
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Produtores e técnicos de Santo Cristo conhecem empreendimentos de vitivinicultura na região

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Em visita técnica realizada a empreendimentos voltados à vitivinicultura da região, o casal Pitter Zamboni e Suelene Andrade Zamboni, de Santo Cristo, teve a oportunidade de inspirar-se em novas oportunidades de profissionalização e acesso a mercado para a produção que mantém na Vila Bom Princípio Alto. A visita técnica aos municípios de Tucunduva e Três de Maio, no último dia 12/07, foi viabilizada através da parceria com o escritório municipal da Emater/RS-Ascar e com a Prefeitura de Santo Cristo.

A visita foi acompanhada pelo engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, Leandro Seger, e pelo coordenador municipal de Agricultura, Elton Backes. “O objetivo foi propiciar ao casal de viticultores, conhecimentos em agroindustrialização e canais de comercialização para a produção de uvas, que é expressiva, uma vez que o casal dispõe de uma parreira com três hectares em sua propriedade”, comenta Seger, ao destacar também que a Emater/RS-Ascar e a Coordenadoria Municipal de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Econômico tem prestado assistência técnica a diversas atividades no município, entre as quais a vitivinicultura, levando conhecimentos às famílias de agricultores, para que possam, produzir uva com qualidade e ter condições de agroindustrializar a produção e buscar mercados para os seus produtos.

Roteiro

A primeira visita foi à cooperativa Coopervino, em Tucunduva, onde se acompanhou o processo de vinificação em grande escala, além da produção de suco integral através do método de extração enzimática, o qual garante que o suco produzido é isento de água. Também se destacou o cooperativismo que viabiliza a agroindustrialização da uva e a comercialização dos produtos dos associados.

Os técnicos e produtores santo-cristenses também visitaram a Casa Tertúlia, vinícola recém-inaugurada no interior de Três de Maio. Além do suco integral de uva tinto e branco, produzido por extração enzimática, a vinícola também tem em seu mix de produtos, vinhos varietais como Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat, Sirah, e um corte de Isabel com Merlot.

Para oferecer mais um atrativo aos visitantes da Casa Tertúlia, foi realizado um investimento na área de gastronomia, com a construção de um restaurante, onde a proprietária Viviane Hilgert, que é enológa e sommelier, serve vinhos e pratos da cozinha italiana, e promove eventos para hormonização dos mesmos. A propriedade também visa o turismo rural, proporcionando visitas para que se possa conhecer as demais atividades desenvolvidas, como é o caso da ovinocultura de corte.

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Três municípios da Região Celeiro estão entre os 15 municípios em situação de emergência no RS

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Lavoura prejudicada em Espumoso — Foto: Reprodução/RBS TV

A falta de chuvas no Rio Grande do Sul está provocando grandes prejuízos nas lavouras. A Emater informou que ainda está levantando oficialmente os prejuízos, porém diversas cidades já registraram perdas de mais de 80% nas produções.

Até a noite desta terça-feira (21), 15 municípios haviam decretado situação de emergência em razão da estiagem, conforme a Defesa Civil. Outras cinco cidades registraram perdas significativas mas ainda não decretaram emergência. A maioria delas é do Norte ou Noroeste do estado. Veja lista abaixo.

Das 15, apenas uma teve teve a situação homologada pelo estado e pela União até esta terça. Júlio de Castilhos decretou situação de emergência no dia 6 de dezembro e teve homologação no dia 16. As outras cidades ainda tem prazo de 180 dias para comprovar a situação, apresentando laudos de pessoas afetadas, situação da agricultura, entre outros aspectos.

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Agro

SEAPDR detecta gafanhotos nativos em Coronel Bicaco e outros quatro municípios da região

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Fiscais estaduais agropecuários e engenheiros agrônomos da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) realizaram na sexta-feira (17), fiscalização de áreas agrícolas para monitoramento de gafanhotos.
Nesta fiscalização, realizada através de denúncia, foram feitas vistorias nas áreas agrícolas do município de Ajuricaba. Os gafanhotos, das espécies Zoniopoda iheringi e Chromacris speciosa, são nativos do Rio Grande do Sul, não se tratando de gafanhotos migratórios presentes na Argentina.
“As culturas comerciais de grãos, como milho e soja, atualmente implantadas em condições de estresse hídrico, não apresentam danos significativos causados pelo inseto. No entanto, a incerteza em relação ao clima e o desconhecimento dos hábitos dos gafanhotos podem gerar preocupação entre os agricultores”, destaca Rita Grasselli, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal.
A recomendação para os agricultores é para permanecer em alerta em relação a novos focos e que, em caso de alta infestação associada a danos verificados nas lavouras, entrar em contato com a Inspetoria de Defesa Agropecuária do seu município ou com a Emater. E também através do email: [email protected]
Além de Ajuricaba, foram feitas 19 vistorias nos municípios de Coronel Bicaco, Nova Ramada, Santo Augusto e São Valério do Sul neste ano de 2021.
A SEAPDR é participante do Comitê de Emergência Fitossanitária para Schistocerca cancellata, conforme Portaria de Emergência MAPA nº 201/2020 e Instrução Normativa SEAPDR nº 17/2020 e, por isso, tem realizado vistorias de monitoramento de populações acridianas em áreas agrícolas do Rio Grande do Sul.
Fonte: SEAPDR
Foto: André Ebone/Divulgação SEAPDR
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Agro

Preço ao produtor de leite teve queda real de 5% neste ano

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A pesquisa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, mostra que o preço do leite captado em outubro e pago aos produtores em novembro recuou 6,2% e chegou a R$ 2,1857/litro na “Média Brasil” líquida, uma retração de 2,5%, em comparação ao mesmo mês do ano passado.

É a segunda queda consecutiva dos preços no campo. Com isso, a variação acumulada em 2021 (de janeiro a novembro) está, pela primeira vez neste ano, negativa, em 5%, em termos reais.

A pesquisa do Cepea mostra que, de setembro para outubro, o Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) recuou 0,87% na “Média Brasil”.

Os dados mostram que, mesmo com o retorno das chuvas da primavera, que favorecem a disponibilidade de pastagem, a produção de leite segue limitada neste ano pelo aumento dos custos de produção e por consequentes desinvestimentos na atividade.

CUSTO DE PRODUÇÃO
De janeiro a outubro, o poder de compra do pecuarista frente ao milho, insumo essencial para a alimentação animal, recuou, em média, 29,5% – no ano passado, enquanto o pecuarista leiteiro precisava de, em média, 33 litros de leite para adquirir uma saca de milho de 60 kg (com base no Indicador ESALQ/BM&FBovespa, Campinas – SP), em 2021, são precisos 43 litros para a mesma compra.

Os preços dos grãos registraram quedas recentemente, mas o patamar ainda está elevado. Segundo o Cepea, outros importantes insumos da atividade leiteira também encareceram de forma intensa, como é o caso dos adubos e corretivos, combustíveis e suplementos minerais.

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