Previsão do tempo para o Rio Grande do Sul: calor e chuva a vista
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Previsão do tempo para o Rio Grande do Sul: calor e chuva a vista

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Os próximos dias serão quentes e com pancadas de chuva de verão no Rio Grande do Sul, de acordo com um boletim meteorológico divulgado nesta sexta-feira (5) pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação.

 

Neste sábado (6), o tempo firme, com sol e temperaturas elevadas, predomina em todo o Estado. Neste domingo (7), a presença do ar quente mantém o forte calor e haverá pancadas de chuva no decorrer do dia na maioria das regiões.

Na segunda-feira (8), o deslocamento de uma área de baixa pressão provocará chuva em todo o Estado, com possibilidade de temporais isolados, especialmente nos setores Oeste e Noroeste.

Na terça (9), o tempo permanecerá seco com temperaturas em gradativa elevação. Já na quarta-feira (10), o deslocamento de uma nova frente fria deverá provocar chuva em todo o RS.

Porto Alegre

Neste sábado, o dia será de sol com algumas nuvens e névoa ao amanhecer em Porto Alegre, com temperatura mínima de 21°C e máxima de 32°C, de acordo com a Climatempo. Neste domingo, o sol também aparece com algumas nuvens, e os termômetros marcam entre 21°C e 36°C.

Na segunda, as pancadas de chuva atingem a Capital à tarde e à noite, com mínima de 23°C e máxima de 33°C.

Litoral

Neste sábado e domingo, em Capão da Canoa, no Litoral Norte, o sol aparece em meio a nuvens, com temperaturas entre 22°C e 27°C e 22°C e 32°C, respectivamente.

Torres registra, neste sábado, sol com algumas nuvens e névoa ao amanhecer. As temperaturas ficam entre 22°C e 25°C. Neste domingo, o tempo permanece semelhante, com mínima de 22°C e máxima de 30°C.

Em Cassino, no Litoral Sul, este sábado será de sol com algumas nuvens, com mínima de 20°C e máxima de 27°C. Neste domingo, pancadas de chuva devem atingir a praia à tarde e à noite, com temperaturas entre 21°C e 28°C.

 

Fonte: O Sul

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Calor persiste em Santa Rosa, mas a chuva se aproxima

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A Região da Fronteira Noroeste segue com altas temperaturas nesta quarta-feira (12). Em Santa Rosa, a previsão é de sol e tempo firme, com a máxima chegando aos 31ºC.

No entanto, a MetSul alerta para a chegada de uma frente fria no fim de semana, que trará instabilidade e chuva a partir de sábado. Essa mudança no tempo é resultado da formação de um canal de umidade e do bloqueio atmosférico no Centro do Brasil.

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Massa de ar seco prolonga veranico no Brasil

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Foto: Getty Images
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Uma vasta e robusta massa de ar seco continua dominando o território brasileiro. O epicentro desse sistema encontra-se sobre a região Sudeste, mas todos os cantos do país estão sendo influenciados por essa massa de ar seco. A baixa umidade do ar está dificultando a formação de nuvens e a ocorrência de chuvas na maior parte do território nacional. É essa extensa massa de ar seco que está mantendo as condições para o veranico observado nos últimos dias e que persistirá até o dia 20 de junho.

Devido a esse veranico, muitas áreas do país estão experimentando temperaturas muito acima do normal para o mês de junho, inclusive no Sul do país. Por enquanto, essa massa de ar seco ainda está vigorosa e está afastando as frentes frias para longe, impedindo que avancem sobre a região Sul para alcançar o Sudeste ou o Centro-Oeste.

Nesta terça-feira, uma nova frente fria está se movendo pelo oceano em direção à costa paulista, porém, sem causar alterações significativas no clima. As nuvens de chuva estão se formando no extremo norte do Brasil e em áreas próximas ao litoral do Nordeste, onde o ar úmido está concentrado.

Região Sul:

O ar seco continua predominante sobre o Sul do Brasil, e a maior parte da região terá um dia de terça-feira ensolarado, sem condições para chuva. O ar úmido proveniente do mar ingressa sobre o Rio Grande do Sul, resultando na formação de muitas nuvens sobre o estado.

Durante a madrugada e pela manhã, pode ocorrer chuvisco em áreas do sul, centro, leste e nordeste gaúcho, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre, além de chuva leve no litoral sul. Contudo, todas essas áreas terão períodos de sol ao longo da tarde.

Na serra, sul e litoral de Santa Catarina, a umidade aumenta durante a tarde, culminando em um final de dia com predominância de muitas nuvens.

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O Impacto dos recordes de temperatura dos oceanos em nosso planeta

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Foto: Getty Images/via BBC
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Os oceanos do planeta desempenham o papel de uma espécie de bateria global, absorvendo enormes quantidades de calor e liberando-o gradualmente. Até o momento, mais de 90% do calor retido na atmosfera terrestre pelo aumento das emissões de gases do efeito estufa foi absorvido pelos nossos oceanos. No entanto, nos últimos tempos, esse processo de aquecimento tem se acelerado consideravelmente.

Desde o final de março de 2023, as temperaturas da superfície dos oceanos têm quebrado recordes diariamente, com 47 desses dias registrando temperaturas superiores aos recordes anteriores por uma margem maior do que qualquer outra já observada na era dos satélites, conforme dados do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia.

Em fevereiro de 2024, o mundo completou um ano com temperaturas do ar acima de 1,5 °C, e algumas regiões oceânicas se aproximaram perigosamente do que seria esperado caso o aquecimento global atingisse 3 °C acima dos níveis pré-industriais. Essas medições sugerem um aquecimento oceânico mais rápido do que o previsto.

Esse rápido aumento das temperaturas oceânicas tem desconcertado os cientistas, que se perguntam por que o aquecimento recente dos oceanos está superando as projeções dos modelos climáticos.

A professora de impactos das mudanças climáticas, Hayley Fowler, da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, descreve o salto nas temperaturas oceânicas como “enorme” e expressa preocupação com a incapacidade de simular e compreender esses aumentos repentinos.

O aquecimento dos oceanos já está causando danos significativos a pessoas e ecossistemas. No verão de 2023, as temperaturas da água nas proximidades da Flórida atingiram níveis comparáveis aos de uma banheira quente, enquanto os recifes de coral enfrentam a quarta onda de branqueamento global, considerada a mais severa até então.

Além disso, há consequências menos evidentes, como o aumento da intensidade das chuvas e a desoxigenação das profundezas oceânicas, sugerindo que os recordes de temperatura dos oceanos estão perturbando o equilíbrio do planeta.

Dois fatores principais são responsáveis por esse aquecimento recorde dos oceanos: o aumento da concentração de gases do efeito estufa na atmosfera e o fenômeno El Niño de 2023. O El Niño aqueceu as águas superficiais do Oceano Pacífico tropical, causando uma intensa transferência de calor para a atmosfera.

Os impactos desses recordes de aquecimento oceânico já estão sendo sentidos em todo o mundo, especialmente no aumento da precipitação e na intensificação das tempestades. Com temperaturas superficiais mais altas, a evaporação aumenta, levando a uma maior quantidade de chuvas. Esse efeito é agravado pelo aquecimento global, que permite que o ar mais quente retenha mais umidade, resultando em tempestades mais intensas.

Os oceanos mais quentes também alimentam a formação de furacões mais poderosos, um fenômeno particularmente preocupante à medida que o recente El Niño pode dar lugar a uma La Niña. Essa transição pode aumentar a atividade de furacões, especialmente no Atlântico Norte, com possíveis consequências devastadoras.

Diante desses desafios, entender e mitigar os impactos do aquecimento dos oceanos é uma prioridade urgente para proteger nossos ecossistemas e comunidades costeiras.

Fonte: CNN Brasil

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