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Prevenção é tema do Outubro Rosa no Vida & Saúde – Portal Plural
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Medicina & Saúde

Prevenção é tema do Outubro Rosa no Vida & Saúde

Pável Bauken

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Diferentes atividades estão acontecendo durante o Outubro Rosa no Hospital Vida & Saúde, mas todas tem algo em comum: o tema prevenção. Palestras, ações sociais, de embelezamento entre outras. Durante essa semana, a atividade física esteve em pauta.

Todas as manhãs, um educador físico esteve com os pacientes da quimioterapia e também com seus familiares. Na oportunidade foi falando sobre a importância da pratica de exercício físico e do alongamento. Os pacientes aproveitaram para tirar dúvidas e alongar. Durante a semana, a Oncologista Dra. Patrícia Marks e a Enfermeira Kamila Lehr, também palestraram em diversas entidades sobre os dados do câncer de mana, formas de prevenção e sobre o tratamento.

O Vida & Saúde conta hoje com cerca de 880 pacientes em tratamento na Quimioterapia, destes, a metade está tratando câncer de mama. O dado é bastante alarmante, mas também reflete o quanto as mulheres estão tendo mais acesso e buscando realizar mais exames. O Câncer de Mama é um dos tumores com mais incidência na região. Segundo a Associação Brasileira de Mastologia, ele é o segundo mais frequente no mundo. As atividades seguem até o fim do mês, e no dia 25 de outubro o Dr. Lucas Piekala irá falar sobre alimentação e a importância da prática de exercícios.

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Medicina & Saúde

10 municípios que concentram mais da metade dos casos ativos de coronavírus no RS

Reporter Plural

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boletim produzido pelo Comitê de Dados do RS aponta as 10 cidades gaúchas que concentram aproximadamente 53% dos casos ativos da doença

Semanalmente o número de casos positivos de coronavírus tem aumentado no Rio Grande do Sul.  Um boletim produzido pelo Comitê de Dados do RS,  aponta as 10 cidades gaúchas que concentram aproximadamente 53% dos casos ativos da doença.

Os dez municípios do estado que concentram mais da metade dos casos ativos de coronavírus no RS são, pela ordem: Porto Alegre, Canoas, Caxias do Sul, Gravataí, Novo Hamburgo, Santa Maria, Passo Fundo, Viamão, Rosário do Sul e Santa Cruz do Sul. Juntas, essas cidades concentram 5.346 casos (52.98%).

Os demais 487 municípios gaúchos concentram menos da metade dos casos ativos, ou 47.02%. De acordo com dados do Governo do Estado:

Porto Alegre (município que aparece primeiro na lista) há 3.145.

Canoas, com 422 casos ativos;

Caxias do Sul (372);

Gravataí (282);

Novo Hamburgo (249);

Santa Maria (213);

Passo Fundo (170 casos ativos);

Viamão (166);

Rosário do Sul (165)

Santa Cruz do Sul (159).

 

FONTE PORTAL ARAUTO

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Medicina & Saúde

Covid-19: 76% dos municípios receberam recursos para ações em saúde

Informação é da Confederação Nacional dos Municípios

Pável Bauken

Publicado

em

© REUTERS/Amanda Perobelli/Direitos Reservados Saúde

Três em cada quatro cidades no Brasil receberam recursos de custeio para ações e políticas de saúde voltadas ao enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.  Pouco mais da metade (54%) foram atendidas com verbas provenientes de emendas parlamentares, também para iniciativas nessa área.

Os dados estão em levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) sobre o alcance das políticas públicas do governo federal em diversas áreas com foco no combate à pandemia, considerando as medidas entre agosto e outubro deste ano.

Dos municípios que receberam recursos para custeio das ações de saúde, 56% aplicaram em medidas de atenção básica e 37,9% em políticas de atendimento relacionadas às alta e média complexidades.

Sobre equipamentos, 10% declararam ter sido contemplados com aparelhos permanentes empregados em unidades de terapia intensiva (UTI), como respiradores para as unidades de saúde Receberam apoio da força nacional de trabalhadores da saúde, do Sistema Único de Saúde (SUS), 6,2% das cidades.

Em relação a insumos para o combate à pandemia, 33,8% relataram ter recebido equipamentos de proteção individual (EPIs), como máscaras, luvas, toucas, sapatilhas e kits de higienização, com álcool em gel.

Doze por cento dos municípios informaram que foram beneficiados com parte dos R$ 2 bilhões encaminhados para ajuda dos atendimentos realizados por hospitais filantrópicos mantidos por entidades religiosos, conhecidos como “santas casas”.

Uso dos repasses

Quanto ao uso dos repasses, 92,5% dos que receberam algum tipo de recurso (4.218 de 4.560) utilizaram alguma parcela para a compra de equipamentos de proteção individual (EPIs). Dos consultados, 90% de prefeituras relataram ter destinado parte da verba à aquisição de material de consumo, como álcool em gel e combustível.

Quase seis em cada dez prefeituras do país (59%) empregaram verbas na compra de testes rápidos. Um quantitativo um pouco maior (64%) utilizou dinheiro oriundo dos repasses federais para o desenvolvimento de campanhas educativas.

Entre os contemplados com repasses para a saúde, 53% afirmaram ter alocado parte do dinheiro para o pagamento de prestadores de serviços relacionados ao combate à covid-19 e quase metade (49,%) com despesas de pessoal.

Lei nº 173 e assistência social

Do total, 72,9% das cidades foram contempladas com alguma parcela do auxílio a estados e municípios dos R$ 23 bilhões autorizado por meio da Lei Complementar nº 173, de 2020. Desse montante, R$ 3 bilhões foram carimbados para o Sistema Único de Saúde e o Sistema Único de Assistência Social, e o restante foi de uso livre pelas administrações municipais.

Em relação a repasses para a área de assistência social, 52% das prefeituras disseram ter recebido essa modalidade de verba. Nesse setor houve também, como na saúde, abertura de crédito extraordinário ao Ministério da Cidadania no valor de R$ 2,55 bilhões.

Segundo os autores, esses recursos foram encaminhados para aplicação na “oferta continuada das ações, dos serviços e dos programas socioassistenciais, a fim de garantir proteção social e atendimento aos usuários/famílias em situação de vulnerabilidade e risco social, na implementação de medidas para prevenir e mitigar riscos e agravos sociais decorrentes da disseminação da covid-19”.

No detalhamento da aplicação dos recursos, 96% das prefeituras contempladas compraram equipamentos de proteção individual e 58% aplicaram na manutenção dos serviços socioassistenciais, com insumos diversos.

“A pandemia se mostra, ao longo dos meses, bastante heterogênea. O uso dos recursos financeiros repassados aos municípios, nem tanto. Esta última fase da pesquisa reforça  a atenção e o rápido agir das prefeitas e dos prefeitos no enfrentamento da situação”, concluem os autores.

Estudo

O estudo teve sua terceira etapa agora. As duas primeiras foram realizadas em meses anteriores. A análise foi feita por meio de questionários enviados às prefeituras. Os autores receberam respostas de 82% dos municípios, totalizando 4.560 cidades, com percentuais maiores nos estados das regiões Sul e Sudeste.

ebc

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Medicina & Saúde

Jovens relatam mudanças de rotina e de humor em estudo sobre pandemia

Preocupação e nervosismo afetam 48,7% dos entrevistados, diz pesquisa

Pável Bauken

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© Rovena Rosa/Agência Brasil

Em um estudo coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sobre a pandemia de covid-19, jovens brasileiros relataram mudanças de rotina, alterações de humor, piora na saúde e adoção de hábitos alimentares não saudáveis. Entre diversas informações, a pesquisa revela que 48,7% dos adolescentes têm sentido preocupação, nervosismo ou mau humor, na maioria das vezes ou sempre.

Considerando apenas as meninas, o percentual sobe para 61,6%. No recorte por idade, o índice é maior entre adolescentes mais velhos, de 16 e 17 anos. Nessa faixa etária, tais sentimentos foram relatados por 55,3%, percentual superior aos 45,5% registrados no grupo entre 12 e 15 anos.

Intitulado ConVid Adolescentes – Pesquisa de Comportamentos, o estudo coordenado pela Fiocruz foi realizado em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Foram entrevistados 9.470 jovens de todo o Brasil na faixa de 12 a 17 anos. Os questionários foram respondidos de forma online entre junho e setembro. Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (1º).

O aumento dos relatos de sedentarismo é outro dado que consta do estudo. O percentual de jovens que não fazem 60 minutos de atividade física em nenhum dia da semana foi de 43,4%. Antes da pandemia, o índice era de 20,9%. Os pesquisadores chamam a atenção para esta mudança, uma vez que jovens costumam praticar esportes, aulas de dança e outras atividades.

O tempo de uso de equipamentos eletrônicos como computador, tablet e celular aumentou. Entre os adolescentes de 16 e 17 anos, 77% afirmaram ficar em frente a esses aparelhos mais de quatro horas por dia, sem contar o período em que eventualmente estão tendo aulas online.

O consumo de alimentos não saudáveis em dois dias ou mais por semana aumentou. Pratos congelados, chocolates e doces estão sendo 4% mais consumidos. De acordo com a pesquisa, 36% dos adolescentes entre 12 e 17 anos relataram queda na qualidade do sono durante a pandemia. A piora da saúde de forma geral foi apontada por 30% dos jovens.

Problemas relacionados com as aulas online também foram diagnosticados: 59% afirmaram ter dificuldades para se concentrar nas aulas a distância e 38,3% se queixaram da falta de interação com os professores. Em relação ao entendimento do conteúdo ministrado, 47,8% dos adolescentes relataram estar entendendo pouco e 15,8% disseram não estar entendendo nada.

Restrição Social

A grande maioria dos adolescentes afirmou ter aderido a medidas de restrição social. Esse grupo reuniu 71,5% dos entrevistados, e a restrição total foi relatada por 25,9%, enquanto 45,6% disseram adotar uma restrição intensa, em que só saem para supermercados, farmácias ou casa de familiares.

Há variações no recorte por regiões. O percentual alcança o maior patamar no Sul do país: 74,1% dos jovens dizem aderir a medidas de restrição social. O menor índice, de 66,1%, foi o da Região Norte. Esta foi também a região onde houve o maior índice de adolescentes que afirmaram ter tido diagnóstico positivo para covid-19: 6,1%, bem acima da média de 3,9% considerando todos os entrevistados.

ebc

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