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Preço para cálculo do ICMS subirá para todos os combustíveis no RS

Pável Bauken

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O preço de pauta para cálculo do ICMS da gasolina comum no Rio Grande do Sul terá um aumento de R$ 0,075 na próxima segunda-feira (16). O alerta é do Sulpetro, o sindicato que representa os postos de combustível no Estado. O valor passará de R$ 4,5495 para R$ 4,6249.

Aliás, todos os combustíveis terão aumento. Além da gasolina, também serão elevados os valores para diesel, etanol e gás natural veicular. Confira todas as variações:

Gasolina C – De R$ 4,5495 para R$ 4,6249
Gasolina Premium – De R$ 6,7880 passa para R$ 6,8702
Diesel S 10 – De R$ 3,6741 passa para R$ 3,6848
Diesel S 500 – De R$ 3,5988 passa para R$ 3,6066
Etanol (AEHC) – De R$ 4,0704 passa para R$ 4,1192
GNV – De R$ 3,5872 passa para R$ 3,5922

O preço de pauta é estabelecido a partir de uma média cobrada pelos postos de combustível do Estado e que aparece na pesquisa da Receita Estadual com as notas fiscais eletrônicas. É usado para aplicar a alíquota ICMS que precisa ser recolhido pelas empresas, projetando o valor final de venda nas bombas, para o consumidor. Apesar de consequência de elevação, a mudança costuma ter um efeito cascata. Relacionado ou não a isso, já há postos em Porto Alegre aumentando novamente os preços nesta quarta-feira (11).

Gasolina acelerou a alta

Subindo nas últimas semanas a ponto de pressionar a inflação, o preço da gasolina comum acelerou a alta no Rio Grande do Sul. A média do litro subiu sete centavos, para R$ 4,61. A última pesquisa semanal da Agência Nacional do Petróleo (ANP) foi divulgada no sábado (7).

Chama a atenção o preço máximo encontrado, que passou de R$ 5,19 da pesquisa anterior para R$ 5,35 nesse último levantamento. Como já é tradicional, o maior valor foi verificado em postos de combustíveis de Bagé.

Em novembro, após ficar mais de um mês sem mexer nos preços, a Petrobras fez duas elevações na gasolina vendida nas refinarias. Além disso, o preço do etanol está subindo nas usinas e ele precisa, obrigatoriamente, ser adicionado à gasolina nas distribuidoras, onde o preço também está subindo. A pesquisa da ANP identificou alta de sete centavos também neste elo da cadeia de combustíveis.

Em Porto Alegre, também aumentou o ritmo de alta de preços e com uma elevação ainda maior. A gasolina comum ficou, em média, onze centavos mais cara. O litro passou para R$ 4,64, inclusive, passando a média estadual.

Assim como a gasolina e o etanol, diesel e GNV também tiveram elevações. No caso do combustível tradicional de caminhões, a Petrobras determina os preços nas refinarias. Já o gás natural veicular tem definição de valores determinada pela Sulgás, que atribuiu o último aumento ao dólar.

Giane Guerra
Colaborou Daniel Giussani
Gaúcha/ZH

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Opinião Detran RS: Comunidade do trânsito em alerta

Reporter Plural

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Enio Bacci, diretor-geral do DetranRS

A lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro trará impactos profundos no nosso trânsito. Embora menos radical do que o texto original, as novas regras deixam preocupados os gestores e a comunidade do trânsito, que precisarão encontrar alternativas para que o país não retroceda nos avanços conquistados nos últimos anos, como a redução dos acidentes.

De todas as mudanças, um ponto preocupa sobremaneira: o aumento da pontuação para a suspensão do direito de dirigir. A ideia da gradação é interessante. Devem ser punidas com maior rigor infrações que atentem contra a vida. Mas da forma que passou, aumentando para 40 pontos para quem não tiver infração gravíssima, 30 para quem possuir uma gravíssima e 20 para quem tiver duas ou mais infrações do tipo, aumenta a sensação de impunidade. Para os motoristas profissionais, a mudança é ainda mais temerária: esses podem chegar a 40 pontos, independentemente das infrações cometidas.

É importante lembrar que a suspensão não é apenas uma medida punitiva complementar à multa. Como ela exige que o condutor passe por um curso de reciclagem, ela é também uma medida educativa. Oferece a oportunidade para esses motoristas repensarem suas atitudes, proporcionando uma mudança mais genuína do que o simples medo da punição. Se a regra sancionada agora estivesse valendo em 2019, 40% dos 22 mil motoristas gaúchos que foram suspensos por pontos deixariam de passar por esse processo. O número é ainda mais expressivo entre os motoristas profissionais: quase 98% dos 5,5 mil que passaram por reciclagem em 2019 não precisariam refletir sobre suas atitudes no trânsito.

As mudanças irão exigir dos gestores mais empenho e criatividade para impedir que os acidentes não voltem a crescer, matando e ferindo milhares de pessoas todos os anos. Do Estado, serão necessários reforço na fiscalização, qualificação da formação de novos motoristas e cada vez mais educação. Dos motoristas, cada vez mais consciência.

Artigo publicado originalmente no Jornal Zero Hora de 16 de outubro de 2020.

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Aprovação de Bolsonaro salta para 41,2%, diz CNT/MDA

Reporter Plural

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Desempenho pessoal de Bolsonaro é aprovado por 52% Isac Nóbrega/PR - 19.10.2020

Pesquisa realizada em outro aponta que o governo é avaliado como regular por 30,3% da população e ruim ou péssimo por outros 27,2%

A avaliação positiva do governo do presidente Jair Bolsonaro saltou 9,2 pontos percentuais e alcançou 41,2%, segundo pesquisa de opinião divulgada nesta segunda-feira (26), pela CNT (Confederação Nacional do Transporte). Em maio, a gestão era avaliada como ótima ou boa por 32% dos brasileiros.

De acordo com o levantamento, o percentual de entrevistados que consideram a atuação do presidente como regular subiu de 22,9% para 30,3%. Por outro lado, o governo é avaliado como ruim ou péssimo por 27,2%, ante 43,4% em maio. Outros 1,3% não souberam responder.

Leia mais: Bolsonaro diz que economia está se recuperando melhor que o esperado

Sobre o desempenho pessoal de Jair Bolsonaro como presidente, a aprovação disparou de 39,2% para 52%, enquanto a desaprovação caiu de 55,4% para 43,2% entre maio e outubro.

A pesquisa também perguntou como os brasileiros avaliam a atuação do governo federal em meio à pandemia do novo coronavírus. A condução é aprovada por 57,1% dos brasileiros e reprovada por 39,1%.

Ainda foi questionado como os entrevistados observam os próximos seis meses. Para 36%, a situação do emprego vai melhorar. Ao mesmo tempo, 30,1% preveem uma piora e 31,1% acreditam na estabilidade do mercado de trabalho.

A pesquisa CNT/MDA contou com 2.002 entrevistas presenciais realizadas entre os dias 21 e 24 de outubro, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro do estudo é de 2,2 pontos percentuais.

 

 

FONTE R7

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Alta dos alimentos foi sentida por 95,6% dos brasileiros, diz pesquisa

Reporter Plural

Publicado

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Preço de alimentos e bebidas saltaram nos últimos meses Pilar Olivares/Reuters - 10.9.2020

Levantamento CNT/MDA mostra que os preços dos produtos “estão aumentando muito” para 90,9% da população

A recente disparada no preço de alimentos e bebidas foi percebida por 95,6% da população brasileira, aponta pesquisa divulgada nesta segunda-feira (26) pela CNT (Confederação Nacional do Transporte).

O alta das contas mensais, como água, luz, gás, internet e TV, foi sentida por 40,6% dos brasileiros. Os combustíveis, por sua vez, ficaram mais caros para 17,8% dos consultados.

De acordo com o levantamento, os preços “estão aumentando muito” para 90,9% da população e pouco para 7,2%. Outros 1,4% dos entrevistados avaliam que os valores “não estão aumentando” e 0,4% dizem que “estão diminuindo”.

Questionados sobre a renda mensal, 47,5% disseram que a remuneração permanece a mesma do início da pandemia e 42,1% alegam uma redução da renda. Para os demais 10,1%, os ganhos aumentaram.

Já o auxílio emergencial disponibilizado pelo governo federal para conter a crise, é avaliado como muito importante para 79% da população e de importância moderada para 16,9%. Outros 3% consideram o benefício como pouco importante e 0,8% dizem que o pagamento não tem importância.

A pesquisa CNT/MDA contou com 2.002 entrevistas presenciais realizadas entre os dias 21 e 24 de outubro, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro do estudo é de 2,2 pontos percentuais.

 

FONTE R7

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