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Possível fim do Fiat Uno ?

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Durante reunião com a imprensa, a Fiat do Brasil revelou um pouco de seus planos para o mercado nacional ao longo de 2021.

 

Uma das coisas que ainda não está completamente definida é o destino de um de seus carros mais antigos ainda em produção: o Uno, lançado originalmente em 1984.

De acordo com Herlander Zola, diretor da marca Fiat para o Brasil, “o Uno hoje ainda atende um público que usa o carro para trabalhar, apesar dos números menores de vendas”. Em 2020, o carro emplacou apenas 22.737 unidades. “Se você for em uma concessionária da Fiat, dificilmente vai ver um Uno, em qualquer versão, no showroom”, afirmou o executivo em relação ao perfil utilitário do hatch.

Em tom bem humorado, Zola citou ainda o meme de internet do “Uno com escada no teto” para reforçar a posição atual do carro como boa escolha para frotistas e empresas. Apesar de tudo isso, o executivo da Fiat foi realista e afirmou que a Stellantis, formada após a fusão dos grupos Fiat-Chrysler e Peugeot-Citroën, tomará uma decisão sobre o destino do carro antes do final do ano. Neste momento, tirá-lo de produção não está fora de cogitação.

Isso acontece não só por conta dos números mais baixos de vendas. O Uno também encontra concorrência dentro da própria Fiat, que lançou mais dois hatches de categorias similares desde o lançamento do modelo. Um deles é o Mobi, menor, mais barato e feito para atrair um público mais jovem, mas também caiu no gosto das empresas por conta do preço menor. O outro é o Argo, maior e mais refinado, que oferece melhor relação custo benefício.

Segundo Herlander Zola, nada está confirmado, porém. Além de ainda ter participação relevante nas vendas diretas por CNPJ, o Uno também tem boa aceitação em outros mercados para os quais é exportado, como Argentina e Uruguai, por exemplo. O executivo diz ser possível descontinuar o hatch por aqui, mas mantê-lo em produção para venda em outros países.

 

Um pouco da história do Uno

Com praticamente 37 anos de história no mercado brasileiro, o Uno é um projeto original do estúdio italiano Italdesign, do renomado designer Giorgetto Giugiaro. Sua primeira geração conseguiu o feito de continuar em produção no Brasil até 2013, quando a legislação que exigia a instalação de airbags e freios ABS em todos os carros novos entrou em vigor. Com bom aproveitamento de espaço interno, mecânica simples e preços baixos, foi o escolhido por diversas empresas em seus últimos anos.

 

Fiat Uno SX, primeira geração

A segunda e atual geração foi apresentada por aqui em 2010 e conviveu com a antiga por alguns anos. Ela evoluiu as linhas retas do antecessor em favor de contornos mais arredondados, mas sem perder a praticidade do formato mais quadrado. O Fiat Uno recebeu então duas atualizações visuais, uma em 2014 e outra em 2016, já como linha 2017.

 

FONTE: CNN

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Carros

Com nova lei de trânsito, quem já tem 20 pontos pode ser beneficiado

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Pontos não serão zerados, mas novas regras vão ampliar limite de pontuação para quem não cometeu infrações gravíssimas

 

Com a proximidade da entrada em vigor da nova lei de trânsito, a partir do próximo dia 12, motoristas que já atingiram 20 pontos ou mais podem acabar beneficiados pelas mudanças. De acordo com o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), caso o condutor não tenha cometido nenhuma infração gravíssima, seu limite de pontuação subirá automaticamente para 40 pontos – eliminando, assim, o risco de suspensão da CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

No entanto, se o motorista já tiver cometido uma infração gravíssima, o limite cai para 30 pontos. Na hipótese de duas penalidades gravíssimas, vale a regra dos 20 pontos. E, nesse caso, se o condutor já tiver alcançado a pontuação, terá que se submeter ao procedimento padrão, mesmo com as mudanças na legislação: entregar a CNH, cumprir o prazo de suspensão e fazer o curso de reciclagem.

Vale lembrar que foi mantida no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) a possibilidade de suspensão direta do direito de dirigir. Isso significa que o motorista infrator pode ser punido mesmo se não tiver alcançado os 20 pontos. A punição para os casos de suspensão direta pode variar de dois a oito meses, ou de oito a dezoito meses se houver reincidência.

Entre as infrações que levam a essa punição estão dirigir sob efeito de álcool ou outra substância psicoativa, recusar-se a ser submetido ao bafômetro e disputar corrida por espírito de emulação (rachas) em vias públicas.

A nova lei de trânsito também beneficia os motoristas profissionais. Para essa categoria, passa a valer a regra de 40 pontos, independentemente da natureza das infrações cometidas. Essa mudança era uma antiga demanda de caminhoneiros.

De acordo com o Denatran, o legislador entendeu que, por permanecerem mais tempo ao volante do que os demais condutores, o limite para esses profissionais deveria ser diferenciado, posto que a suspensão do direito de dirigir impactaria a própria capacidade de subsistência de suas famílias.

Ações educativas

Para Luiz Luiz Vicente Figueira de Mello Filho, especialista em mobilidade urbana, o risco dessa flexibilização pode ser o aumento das infrações de trânsito e do risco de acidentes. “São três os pilares da engenharia de tráfego: a engenharia (vias públicas), a educação e a fiscalização. Se você flexibiliza a fiscalização, precisa reforçar os trabalhos em engenharia e educação para equilibrar essa equação”, afirma.

Mello Filho afirma que a criação do Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), prevista na nova lei de trânsito, é uma medida nessa direção. O RNPC pretende estimular a condução responsável ao incluir os dados dos condutores que não cometeram infração de trânsito sujeita à pontuação nos últimos 12 meses. “Mas é preciso definir quais os benefícios para o bom motorista”, diz. “Descontos no IPVA ou no seguro obrigatório, por exemplo, seriam boas ideias.”

O especialista conta que, em outros países, é comum conceder benefícios a motoristas que passam a utilizar bicicletas e só usam o carro em situações emergenciais. “Ao promover outros meios de mobilidade, o governo pode contribuir para um trânsito mais sustentável.”

 

FONTE: R7

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Carros

Venda de carros novos recua e de usados aumenta no Rio Grande do Sul

Reporter Global

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Influenciado pelos efeitos da pandemia na economia do País, o mercado de carros ganhou nova dinâmica no Rio Grande do Sul na largada de 2021.

 

Enquanto as vendas de automóveis e comerciais leves novos apresenta queda de 13,3%, a comercialização desses veículos seminovos e usados apresenta crescimento de 5,8% no primeiro bimestre deste ano frente a igual período de 2020.

Dados da Fenabrave/Sincodiv-RS, entidade que representa concessionárias e distribuidoras, indicam que o Estado emplacou 16,9 mil automóveis de passeio e comerciais leves zero-quilômetro em janeiro e fevereiro de 2021. Nos mesmos meses de 2020, ainda sem o cenário de incertezas causado pela pandemia, foram 19,5 mil.

Por outro lado, a comercialização de veículos de passeio e comerciais leves seminovos e usados ganhou impulso. Segundo a Fenauto/Agenciauto-RS, que congrega as revendas, no Estado foram negociadas 132,5 mil unidades entre janeiro e fevereiro. Em igual período do ano passado, haviam sido 125,2 mil.

O movimento no mercado gaúcho segue a mesma direção verificada no País. No Brasil, as vendas de veículos de passeio e comerciais leves novos apresenta queda de 14,9%. Já a comercialização dos no mesmo nicho de seminovos e usados acumula 3,5% de elevação.

Presidente da Fenabrave/Sincodiv-RS, Paulo Siqueira avalia que o mercado de novos entrou em “bandeira vermelha”. O agravamento da pandemia, com mais restrições para abertura das empresas, o fechamento das plantas da Ford no País anunciado em janeiro e a dificuldade de obtenção de matéria-prima pelas fábricas afetam o volume de vendas neste momento e devem ainda se refletir nos negócios dos próximos meses.

Já no mercado de usados, a diminuição de margens fez com que os preços dos veículos não tivessem reajustes expressivos nos últimos meses. Além disso, a baixa nos juros, puxada pela queda da taxa Selic a 2% ao ano, é vista como fator que ajudou a impulsionar as vendas na largada do ano.

 

FONTE: O Sul

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Carros

Quanto custariam os carros sem impostos

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Levantamento apontou que taxações sobre veículos 0 km podem representar até 43,13% do preço final

 

Um levantamento da consultoria BDO revelou o quanto de impostos os brasileiros estão pagando quando compram um carro 0 km. Segundo o estudo, um veículo com motor de até 1 litro (1.0) pode ter 36,53% de seu preço final representado por impostos. Para carros entre 1.0 e 2.0, tal número chega a 43,13%.

O levantamento da BDO foi realizado no início de 2021, antes mesmo de o governo de São Paulo estabelecer um aumento no ICMS cobrado sobre a comercialização de veículos no estado.

Separamos quanto custariam alguns dos veículos mais vendidos do Brasil se os impostos fossem zerados. Foram deixados de fora apenas as picapes e os utilitários, que possuem um regime tributário diferente.

Chevrolet Onix
Preço atual da versão básica: R$ 61.090
Valor sem impostos: R$ 38.773

Hyundai HB20
Preço atual da versão básica: R$ 52.290
Valor sem impostos: R$ 33.188

Chevrolet Onix Plus
Preço atual da versão básica: R$ 66.520
Valor sem impostos: R$ 42.220

Jeep Renegade
Preço atual da versão básica: R$ 83.990
Valor sem impostos: R$ 47.765

Volkswagen Gol
Preço atual da versão básica: R$ 56.190
Valor sem impostos: R$ 35.663

Volkswagen T-Cross
Preço atual da versão básica: R$ 99.070
Valor sem impostos: R$ 62.879

Jeep Compass
Preço atual da versão básica: R$ 133.990
Valor sem impostos: R$ 75.858

Fiat Argo
Preço atual da versão básica: R$ 56.590
Valor sem impostos: R$ 35.917

Fiat Mobi
Preço atual da versão básica: R$ 40.990
Valor sem impostos: R$ 26.016

Chevrolet Tracker
Preço atual da versão básica: R$ 92.850
Valor sem impostos: R$ 58.931

Hyundai Creta
Preço atual da versão básica: R$ 78.990
Valor sem impostos: R$ 44.921

Renault Kwid
Preço atual da versão básica: R$ 39.390
Valor sem impostos: R$ 25.000

Volkswagen Nivus
Preço atual da versão básica: R$ 92.440
Valor sem impostos: R$ 58.671

 

 

FONTE: CNN

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