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Possibilidade de fechamento de escolas públicas preocupa comunidade de Santa Rosa

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Uma reunião na noite desta terça-feira oficializou uma preocupação de diretores de escolas estaduais e vereadores de Santa Rosa, no Noroeste do Estado. A informação de fechamento de escola e turmas de outras instituições estaduais, preocupa a comunidade escolar. A medida pode afetar centenas de estudantes.

Sônia Conti, presidente da comissão de educação da Câmara de Vereadores de Santa Rosa, revelou que o Legislativo recebeu informações sobre o fechamento da Escola Estadual de Ensino Médio Edmundo Pilz, no Centro da cidade; cancelamento da oferta de Ensino Médio no turno da noite na Escola Estadual de Educação Básica de Cruzeiro, no bairro Cruzeiro, e Escola Estadual CIEP, no bairro Auxiliadora; além do fechamento de turmas de séries iniciais na Escola Estadual de Ensino Fundamental Tiradentes, no bairro Planalto, e na Escola Estadual de Ensino Fundamental Mercedes Mota, no Centro.

A vereadora demonstra preocupação no que refere-se a realocação destes estudantes e quem irá se responsabilizar pela oferta da educação. “Nossa preocupação é para quem vai ficar esta responsabilidade. O município está com uma grande contenção de despesas. Além disso, o fechamento de turmas irá impactar na ambientação dos alunos, que deverão sair de suas comunidades”. Outra preocupação é a superlotação de turmas em escolas que receberão estes alunos, o que pode prejudicar o ensino.

Sônia alerta ainda para a possibilidade de desistência dos estudos, no caso dos alunos do bairro Cruzeiro. “Estes alunos trabalham no centro durante o dia e retornam para suas casas no final da tarde. Eles precisarão voltar ao centro para uma escola. Isso pode gerar uma evasão”. Ela entende que antes de qualquer decisão é preciso uma conversar com as comunidades. Ela relata que os pais também estão preocupados, já que não há matrículas abertas em nenhuma escola. “Eles não sabem o que fazer”.

Na reunião estiveram presentes professores, diretores, alunos, professores, vereadores e representantes da 17ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE). Todos puderam falar sobre a situação de cada escola. Nesta quarta-feira, vereadores de Santa Rosa estarão em audiência com deputados estaduais, na Assembleia Legislativa do Estado, para apurar o problema. Em nota, a secretaria estadual de educação informou que não há previsão de fechamento de escolas da rede. A informação foi reafirmada pela coordenadora regional de educação, Beatriz Cancian.

Glaci Paulina Krann, vice-diretora do núcleo do CPERS em Santa Rosa, revela que escolas já foram notificadas e que, na medida que recebem os comunicados, informam o sindicato. Disse ainda que devido a interferência do sindicato, a secretaria de educação, momentaneamente, suspendeu as ações neste sentido.

CP
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Audiência Pública debate Feminicídio e Violência Doméstica em Santa Rosa

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Sexta-feira, 22, 18h30m, Câmara de Vereadores

Será realizada nesta sexta-feira, dia 22 de outubro, a partir das 18h30min, na Câmara de Vereadores de Santa Rosa, uma Audiência Pública da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para discutir o Feminicídio e a Violência Doméstica no Município de Santa Rosa.

As pessoas também poderão acompanhar o evento de forma virtual pelo canal da Assembleia Legislativa no YouTube.

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Caminhada Outubro Rosa

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Evento se realizará sexta-feira, 22, às 16h

Nesta sexta-feira, dia 22 de outubro, , às 16 horas, o Grupo Mama Viva e a FUMSSAR realizarão a tradicional CAMINHADA OUTUBRO ROSA.
O ponto de encontro inicial da caminhada será na Praça da Bandeira, em frente ao Centro Cultural (antiga Prefeitura).

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O Senado aprovou hoje (19) a criação do Programa Gás para os Brasileiros, o chamado auxílio gás

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O programa vai auxiliar famílias de baixa renda na compra do gás de cozinha. O projeto de lei (PL) prevê que cada família receba bimestralmente o equivalente a 40% do preço do botijão de gás. O projeto retorna à Câmara.

De acordo com o PL aprovado, serão beneficiadas famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário-mínimo, ou que morem na mesma casa de beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

O programa será financiado com recursos dos royalties pertencentes à União na produção de petróleo e gás natural sob o regime de partilha de produção, de parte da venda do excedente em óleo da União e bônus de assinatura nas licitações de áreas para a exploração de petróleo e de gás natural. Além disso, serão utilizados outros recursos que venham a ser previstos no Orçamento Geral da União e dividendos da Petrobras pagos ao Tesouro Nacional.

Entre as justificativas do autor do projeto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), está o aumento do preço do gás de cozinha nos últimos meses o que tem feito com que famílias optem pelo o uso de lenha, carvão e, até mesmo, etanol para o preparo dos alimentos o que provocou o aumento de doenças pulmonares e acidentes com queimaduras.

Para ele, o projeto traz “justiça social”, devolvendo à população parte do lucro da Petrobras obtido no mercado. “Estamos fazendo uma justiça social quando estabelecemos fontes de financiamento que não são fiscais. A fonte de financiamento diz respeito aos dividendos que a União recebe pelas suas ações da Petrobras, pelo lucro que a União obtém. Estamos pegando o lucro das ações da Petrobras e devolvendo pro povo humilde.”

Na avaliação do relator do projeto no Senado, Marcelo Castro (MDB-PI), a mais recente política de preços da Petrobras, adotada na gestão do presidente Michel Temer, com a estatal sob comando de Pedro Parente, pavimentou a crise dos combustíveis vivida hoje.

“A primeira providência que ele [Parente] tomou foi eliminar os subsídios, deixar de controlar os preços da Petrobras e atrelou os preços dos combustíveis ao mercado internacional, ao preço em dólar do barril de petróleo. Então, eliminando o subsídio dos combustíveis, evidentemente, eliminou o subsídio do GLP, do gás de cozinha”, disse o senador.

“Com a política que foi feita, nós sabemos das consequências, da greve dos caminhoneiros. Mas o fato é que, à medida em que o petróleo aumenta de preço, imediatamente, de 15 em 15 dias, aumenta de preço aqui no Brasil. Se o dólar se valoriza e o nosso real se desvaloriza, aumenta de preço também. E isso levou ao que nós estamos vivendo hoje: uma gasolina de R$ 7 o litro e o GLP de R$ 100, R$ 120, R$ 130”, acrescentou.

O PL retorna para nova apreciação dos deputados porque Castro alterou a forma de financiamento do programa. O texto que saiu da Câmara previa o uso de recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), imposto sobre a importação e a comercialização de gasolina. Mas o relator entendeu que o aumento de tributos provocaria “um indesejável impacto inflacionário”.

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