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Porto Mauá terá primeiro free shop da região Noroeste do Estado

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O primeiro free shop da região Noroeste do Rio Grande do Sul abrirá nesta segunda-feira, às 9h, na cidade de Porto Mauá. O Liberty Duty Free comercializará produtos importados com isenção de impostos, em uma loja de 300 metros quadrados.

O município, de 2,4 mil habitantes, faz divisa com a cidade argentina de Alba Posse. O free shop está localizado na entrada da cidade, ao lado da Câmara de Vereadores. Clientes poderão realizar compras todos os dias, das 9h às 12h e das 14h às 19h. O consumidor não precisa estar em viagem internacional para adquirir produtos com isenção de impostos no local.

Elio Fernando Liedtke, CEO do Grupo Liberty Duty Free, revela que a loja franca comercializará perfumes, maquiagens, bebidas, chocolates, acessórios, roupas e eletrônicos. “São produtos 100% originais, importados dos Estados Unidos e Europa, com isenção de impostos. É uma oportunidade para a população desta região, que poderá ter acesso a produtos de alta qualidade com isenção de impostos”. O free shop mais próximo de Porto Mauá está na cidade de Uruguaiana, distante 400 quilômetros. Moradores de cidades próximas conseguem fazer compras e retornar no mesmo dia.

O empresário lembra ainda que a loja gera, de imediato, 20 empregos diretos. Os colaboradores já foram efetivados e são moradores da cidade. “Um dos compromissos de um free shop é movimentar a economia local e desenvolver municípios de fronteira. Por isso, não concorre com o comércio local. Comercializa produtos que não tem nas cidades da região”.

Cada cliente pode realizar compras de até 500 dólares em um período de 30 dias. As portas serão abertas nesta segunda-feira, e a inauguração oficial está programada para a segunda quinzena de janeiro de 2020. O grupo deve ter outros quatro free shops em 2020, nas cidades de Porto Xavier, também no Noroeste do Estado, em Barracão e nas cidades paranaenses de Santo Antônio do Sudoeste e Foz do Iguaçu. O investimento é de R$ 50 milhões.

Fonte: Correio do Povo

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Ocorrência é registrada na policia devido mau atendimento no IML de Ijuí

Proprietário de Funerária registra ocorrência na polícia devido mau atendimento por parte de uma auxiliar do Instituto Médico Legal de Ijuí

Silvio Brasil

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Proprietário da Funerária e Floricultura Santa Rosa, Gilberto Schneider

Na manhã desta quarta-feira, 26 de fevereiro, o Programa Plural Entrevistas recebeu o proprietário da Funerária e Floricultura Santa Rosa, Gilberto Schneider que no último domingo, dia 23 de fevereiro compareceu até a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Santa Rosa para efetuar o registro de um Boletim de Ocorrência (B.O) devido ao mau atendimento de uma auxiliar de legista do Instituto Médico Legal da cidade de Ijuí.

Durante a entrevista, Gilberto Schneider explicou que o trabalho de remoção de um respectivo corpo é realizado sem que a funerária receba nenhum valor sobre esse serviço. A remoção do local onde ocorreu o óbito até ao Instituto Médico Legal (IML) ou Posto Médico Legal (PML) é de responsabilidade da agencia funerária de plantão, sendo que os familiares não terão que pagar por esse trabalho conforme acordado inclusive com o sindicato da categoria. Após o corpo ser deixado no local para a realização da necropsia, a família opta pelos trabalhos fúnebres de uma funerária da sua preferência ou conforme suas condições. O problema segundo ele, é que infelizmente o Posto Médico Legal de Santa Rosa, algum tempo está com as atividades suspensas devido à falta de um médico Legista, isso obriga as agências funerárias se deslocarem com o corpo até as cidades de Ijuí, Santo Ângelo ou São Luiz Gonzaga para a realização do exame de necropsia, fato que resulta em demora excessiva e consequentemente na insatisfação e revolta de familiares que desejam chorar a morte do ente querido. Muitas vezes desconhecendo tal situação, eles acabam culpando as agências funerárias que tem sua imagem ofuscada pela irresponsabilidade do estado.

Ainda conforme Gilberto Schneider, como se todos esses problemas não fossem suficientes, os agentes funerários ainda precisam enfrentar a falta de respeito e descaso de uma auxiliar de legista do Instituto Médico Legal da cidade de Ijuí que na última sexta-feira, 22 de fevereiro, ás 21h38min após várias ligações se recusou a receber o corpo alegando que não tratava desse assunto com funerárias e que essa função era da polícia.

No registro da ocorrência, ele alegou que a auxiliar foi grossa não dispondo da devida atenção ao comunicante que se sentiu ultrajado pela forma como foi atendido. Para complicar ainda mais a situação, ele ressaltou que a auxiliar com expressiva má vontade informou que a necropsia do corpo que precisaria ser levado seria realizada somente no dia seguinte ás 09h, no entanto, o exame só foi iniciado ás 09h50min e finalizado por volta do Meio dia e quarenta do dia 23 de fevereiro.

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Professor teve o número clonado após um anúncio para a venda de uma camioneta

Silvio Brasil

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Está se tornando frequente os golpes através do aplicativo Whatsapp, as formas de aplicação são as mais variadas possíveis. Recentemente, o Professor e doutor Ariosto Sparemberger, foi uma vítima de bandidos que utilizam essa prática para obter vantagens financeiras. Ao Programa Plural entrevistas, o professor relatou como ocorreu a clonagem de seu número de Whatsapp.

Segundo ele, após fazer um anuncio buscando vender uma camioneta no site OLX, logo depois recebeu uma mensagem na qual confirmou os dados e naquele momento teve o número clonado. Os bandidos então se passando pelo titular do número, começaram a distribuir mensagem das mais variadas expondo uma situação de urgência e com isso solicitavam que uma quantia em dinheiro fosse depositada em uma determinada conta com a garantia de que o valor seria devolvido o mais rápido possível.

Preocupados e conhecendo a postura do professor e doutor, Ariosto Sparemberger, as pessoas buscaram saber o que realmente estava acontecendo e eram informadas que tudo se tratava de um golpe utilizando a clonagem do número de Whatsapp. Amigos mais próximos efetuaram postagens no Facebook alertando sobre a clonagem, o primeiro a postar foi o também professor e doutor, Pedro Luis Büttenbender, Ele postou: “Atenção! Número do Celular do prof. Ariosto Sparemberger foi clonado. Não atendam o celular dele. ééé golpe. Aguardem por orientação institucional dele”. Logo depois o colega de trabalho, Marcos Paulo Scherer também reforçou o alerta postando a seguinte mensagem: ”Pessoal, o celular do Prof. Ariosto foi clonado e estão usando para golpes pedindo dinheiro. Não respondam por favor!”

Ariosto Sparemberger procurou a delegacia de polícia onde registrou uma ocorrência e utilizou sua página no Facebook alertando seus amigos sobre o golpe “Amigos e Colegas!! Solicito à todos para não fazer nenhuma movimentação financeira ao ser abordado virtualmente em meu nome!! Muito Obrigado”! Ele destacou que foram momentos de tensão, preocupação e nervosismo, pois, um fato era que seu número havia sido clonado e outro, que seus amigos passaram a ser alvos dos bandidos utilizando seu número e nome para cometer estelionatos.

Ao final da entrevista, Ariosto Sparemberger fez um alerta! “Ao receberem mensagem solicitando a confirmação de dados pessoais procure verificar de alguma forma se realmente procede tal necessidade, caso não haja como ter a certeza não disponibilize nenhum dado e ignore”.

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Brasil tem primeiro caso de coronavírus confirmado em contraprova

Reporter Cidades

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Residentes de Hong Kong fazem fila para comprar máscaras hospitalares: escassez também de comida — 05/02/2020 Vincent Yu/AP

O exame de contraprova feito no brasileiro que chegou da Itália no último dia 21 e havia testado positivo para o novo coronavírus em uma prova inicial também deu positivo, conforme apurou VEJA. O Ministério da Saúde fará uma coletiva de imprensa às 11h desta quarta-feira, 26, para divulgar o resultado.

Com a confirmação na contraprova do exame, feita pelo Instituto Adolfo Lutz, o homem de 61 anos residente em São Paulo passa a ser oficialmente o primeiro caso da infecção no Brasil. Ele regressou ao país vindo da Lombardia, no norte da Itália, onde ficou entre os dias 9 e 21 de fevereiro. O país europeu que passa por uma explosão no número de casos de coronavírus: são mais de 220 infectados e sete mortes pela doença.

O homem, que não teve a identidade divulgada, passou por observação no Hospital Israelita Albert Einstein, na Zona Sul da capital paulista, e, segundo a instituição, foi enviado para casa – onde ficará isolado pelos próximos 14 dias. De acordo com o ministério, ele apresenta os sintomas da doença – tosse seca, febre, dor de garganta e coriza –, mas passa bem e tem “sinais brandos”.

Em nota, o Hospital Albert Einstein afirmou neste domingo que a equipe médica continuará monitorando o estado de saúde do paciente, assim como os das pessoas que tiveram contato próximo com ele.

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