Acesse aqui
Rádio Web Portal Plural
Portaria com indicação de filme brasileiro ao Oscar 2020 é publicada – Portal Plural
Connect with us

Cinema / Séries

Portaria com indicação de filme brasileiro ao Oscar 2020 é publicada

Pável Bauken

Publicado

em



 

A indicação do filme A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, dirigido por Karim Aïnouz, como candidato brasileiro ao Prêmio de Longa-metragem Internacional da 92ª Premiação Anual promovida pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences, Oscar 2020, está publicada na edição desta quarta-feira (18) do Diário Oficial da União.

De acordo com a portaria nº 1.758, de 16 de setembro 2019, do Ministério da Cidadania, a seleção do longa-metragem foi feita por especialistas indicados pela Academia Brasileira de Cinema: Amir Labaki, Anna Luiza Machado da Silva Muylaert (Anna Muylaert), David Ribeiro Schurmann (David Schurmann), Ilda Maria Santiago Ribeiro (Ilda Santiago), Mikael Faleiros de Albuquerque (Mikael de Albuquerque), Jussara Nunes da Silveira (Sara Silveira), Vania Beatriz Lima Catani (Vania Catani), Walter Carvalho e Silva (Walter Carvalho) e José Viana de Oliveira Paula (Zelito Viana). A Vida Invisível de Eurídice Gusmão disputou com outros 11 filmes.

A Voz do Silêncio, de André Ristum; A Última Abolição, de Alice Gomes; Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles; Bio, de Carlos Gerbase; Chorar de Rir, de Toniko Melo; Espero tua (Re)volta, de Eliza Capai; Humberto Mauro, de André Di Mauro; Legalidade, de Zeca Brito; Los Silencios, de Beatriz Seigner; Simonal, de Leonardo Domingues; e Sócrates, de Alex Moratto.

A Vida Invisível de Eurídice Gusmão é ambientado na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, nos anos 1940 e 1950, e conta a história de duas mulheres: as irmãs Eurídice, interpretado pela atriz Carol Duarte, e Guida, personagem vivido por Julia Stockler. Com sonhos diferentes para suas vidas, enfrentam todo tipo de dificuldades impostas às mulheres naquela época. O longa-metragem é baseado no romance do mesmo nome, da escritora pernambucana Martha Batalha.

AGB
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cinema / Séries

‘O Gambito da Rainha’ se torna uma das séries mais vistas da Netflix

Pável Bauken

Publicado

em



O Gambito da Rainha, série lançada pela Netflix, estabeleceu um recorde de audiência entre produções limitadas roteirizadas, informou a plataforma em seu Twitter nesta segunda-feira, 23.

“Mais de 62 milhões de lares em todo o mundo assistiram a O Gambito da Rainha em seus primeiros 28 dias. A minissérie chegou ao Top 10 de 92 países e foi número um em lugares como Reino Unido, Argentina e Israel”, escreveu o Twitter da plataforma.

Segundo a revista Variety, o critério atual usado pela Netflix para definir a audiência é a quantidade de usuários que assistiu ao menos dois minutos de determinada produção.

Estadão
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Cinema / Séries

Ministério do Turismo assume oficialmente a Cinemateca Brasileira

Reporter Cidades

Publicado

em



Guardiã da memória cinematográfica brasileira, a Cinemateca será gerida pela Secretaria Nacional do Audiovisual, que pertence à Secretaria Especial da Cultura, ligada ao Ministério do Turismo, até 5 de outubro de 2021. O decreto 10.548 foi publicado no Diário Oficial nesta segunda-feira, 23.

Com a reabsorção temporária das atividades da Cinemateca Brasileira, foram remanejados, da Secretaria de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, do Ministério da Economia, para o Ministério do Turismo, cargos em comissão do chamado Grupo-Direção e Assessoramento Superiores.

O Ministério do Turismo prevê, para a Cinemateca, coordenadores nas áreas de marketing e fomento a eventos turísticos, além de assistentes.

Em maio, a Secretaria Especial da Cultura já havia manifestado o interesse em reincorporar a Cinemateca Brasileira, que vinha sendo gerida pela Fundação Roquette Pinto.

Desde o início do ano, um imbróglio processual envolvendo o Ministério da Educação, a Secretaria Especial de Cultura e a Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp) complicou ainda mais a situação da Cinemateca, que estava com salários de funcionários atrasados desde abril e correndo o risco de sofrer um corte de energia por falta de pagamento da conta de luz.

Vale lembrar que muitos dos filmes armazenados no local, em película, dependem de refrigeração do ambiente para sua manutenção.

O contrato de gestão, formalizado em 2018, era vinculado ao contrato que a Acerp mantinha com o Ministério da Educação para a gestão da TV Escola.

De forma unilateral, o MEC não renovou a validade em dezembro de 2019, atingindo ao mesmo tempo a Cinemateca, que, desde o começo de 2020, parou de receber verbas do Governo (da ordem de US$ 12 milhões por ano).

Em agosto, a Secretaria Especial da Cultura chegou para assumir o comando acompanhada da Polícia Federal. A Acerp demitiu funcionários e deixou o local.

Antes disso, porém, houve uma tentativa de manter a gestão com a Acerp. O Ministério Público Federal pediu, em julho, na Justiça, que o Governo fizesse um contrato emergencial para garantir a segurança do acervo, mas o pedido foi negado.

Em setembro, em entrevista coletiva durante o Festival de Cinema de Veneza, Thierry Frémaux, diretor do festival, expressou sua solidariedade à Cinemateca Brasileira e disse que ela estava “ameaçada pelo atual governo”.

Em maio, quando começou a se considerar a reabsorção da Cinemateca pela Secretaria Especial da Cultura, era esperado que Regina Duarte, que à época estava deixando o posto de secretária, assumisse a instituição, que tem sede em São Paulo.

Desde 2013, a Cinemateca vive uma das piores crises da sua história de mais de 60 anos, com sucessivas trocas de diretores e diminuição de pessoal.

Por Redação O Estado de S. Paulo

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Cinema / Séries

25 anos de “Toy Story”: como o filme revolucionou a história das animações

Reporter Global

Publicado

em



 

Primeiro longa-metragem da Pixar foi lançado em novembro de 1995

 

A Disney estava fazendo filmes animados há quase seis décadas quando um novo estúdio decidiu que era hora de mudar o jogo e apostar em uma obra completamente diferente do que já fora visto até ali. Depois de uma série de curtas e comerciais, a Pixar assinou um acordo de US$ 26 milhões com a casa do Mickey Mouse e lançou o seu primeiro longa-metragem nos cinemas: Toy Story.

Era novembro de 1995 e um filme de animação tridimensional, completamente computadorizado, nunca havia sido feito. Os maiores sucessos da animação, ao menos para plateias ocidentais, giravam ao redor de títulos como O Rei Leão, Aladdin e Bela e a Fera. Todos voltados completamente às crianças, todos se apoiando fortemente em suas canções originais. Mas as coisas estavam a ponto de mudar.

Buzz Lightyear e Woody, os protagonistas de Toy Story, tomaram os cinemas de assalto: o filme teve a segunda maior bilheteria de 1995, atrás apenas de uma sequência de Duro de Matar, e por pouco. Com US$363 milhões arrecadados ao redor do mundo, o filme garantiu vida longa à Pixar e à franquia. De lá para cá, foram mais três filmes de Toy Story. Mais 21 longas-metragens do estúdio. E mais de uma dezena de Oscars.

Mais do que isso: a própria Pixar se transformou em um selo de qualidade nas animações, sendo vendida para a Disney por Steve Jobs em 2006. Mas tudo isso só foi possível graças a uma série de peculiaridades do estúdio. Do uso inovador dos computadores até uma nova forma de olhar para os filmes para crianças, veja algumas curiosidades que explicam o sucesso de Toy Story e da gênese da Pixar como a conhecemos.

 

Computadores em ação

Não havia jeito para Toy Story não entrar para a história do cinema. Na época, ninguém sabia se animações 3D funcionariam — mas todos estavam curiosos. Para o bem ou para o mal, o filme decidiria o futuro dos longas animados, e os envolvidos sabiam disso. Assim, o longa foi tanto um resultado direto dos avanços na computação gráfica nos anos 1980 e 19r a90 quanto um motor para a nova tecnologia.

 

Inexperiência à bordo

O que isso significa? Que os funcionários da Pixar precisaram desenvolver a tecnologia necessária para Toy Story enquanto desenvolviam o próprio filme. Como colocar os brinquedos correndo atrás de um carro? Caindo de um elevador? Voando acima da cidade? O processo foi lento e cenas de minutos tomavam semanas inteiras para ser feitas.

“Naquela altura, nenhum de nós sabia o que estávamos fazendo. Não tínhamos experiência em produção, exceto curtas-metragens e comerciais“, contou Ed Catmull, que na época era engenheiro de software e agora é presidente da Pixar e da Disney Animation, à revista TIME. “Mas havia algo estimulante sobre ninguém saber o que diabos estávamos fazendo”.

 

Disney / Divulgação

 

Uma nova face

Mas a nova tecnologia, afinal, não foi só dor de cabeça para o estúdio. Novos horizontes se abriram para os filmes animados graças à computação gráfica ou, mais especificamente, novas estampas. Isto porque detalhes como a camiseta quadriculada de Woody e seu colete malhado seriam uma provação imensa para um ilustrador tradicional.

 

Nos mínimos detalhes

Ao mesmo tempo, os cenários mais intrincados resultaram em uma das marcas clássicas da Pixar: seus easter eggs. São pequenas referências escondidas dentro das produções, como um Nemo de pelúcia visto no quarto de Boo, em Monstros S.A. Desde o primeiro Toy Story, contudo, esse espírito já estava presente. Um dos livros no quarto de Andy é Tin Toy, nome de um curta da Pixar lançado em 88 sobre um outro brinquedo que ganha vida, Tinny.

 

Histórias importam

Apesar de toda tecnologia, a Pixar nunca reduziu seus filmes a uma inovação técnica. Para a história de Toy Story, trabalharam juntos no roteiro Joss Whedon (de Buffy e Os Vingadores), Andrew Stanton (de Nemo e Wall-E), Joel Cohen e Alec Sokolow (ambos de Garfield). E, de alguma forma, eles conseguiram criar um filme de crianças que ressoa de forma diferente, mas ainda significativa, com os adultos na sala.

Woody é tão tridimensional em sua aparência quanto em sua personalidade. Claro que ele cuida dos brinquedos ao seu redor, mas também é tão ciumento e inseguro que trama contra o outro protagonista, Buzz. Eles lutam e se desentendem. E o caubói é até um pouco cruel antes de baixar a guarda e descobrir o verdadeiro sentido de amizade. Mas não é uma fábula nem um conto de fadas, e sim um filme.

Não foi à toa que a obra acabou reconhecida com uma indicação ao Oscar de melhor roteiro original. Em uma época em que a categoria de melhor animação ainda não havia sido criada, coube a Pixar uma estatueta especial por seu trabalho no filme, ainda. Reconhecimentos maiores ainda viriam com o tempo, até com indicações a melhor filme. Tudo isso, de certa forma, possível graças a uma carismática turma de brinquedos.

 

 

ClicRbs

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Trending

© 2020 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×