Petrobras reajusta gasolina em 2,8% nas refinarias – Portal Plural
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Petrobras reajusta gasolina em 2,8% nas refinarias

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A Petrobras reajustou hoje (19), no Rio de Janeiro, o preço da gasolina em 2,8% em suas refinarias. O último aumento do combustível ocorreu em 29 de setembro. Também houve reajuste de 1,2% no preço do óleo diesel.

O aumento foi no combustível vendido nas refinarias para os distribuidores, ou seja, os postos de gasolina. O valor final que o motorista pagará para abastecer seu carro dependerá de cada posto.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina cobrado nos postos era de R$ 4,407 por litro, na última semana.

O valor teve majorações consecutivas nas últimas três semanas e acumula uma alta de 0,66% no período.

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Início de obra no Ouro Verde em Santa Rosa

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Semana começou com obras em Santa Rosa. O Prefeito Anderson Mantei assinou mais uma importante ordem de início. A primeira quadra da Avenida das Camélias, localizada no Bairro Ouro Verde, vai receber asfalto. O prefeito visitou o local juntamente com o vice Aldemir Ulrich. Também participaram do ato o Engenheiro Civil Mauricio Lenz, o Secretário de Obras Rodrigo Burkle e representantes da empresa que fará a obra asfáltica. O prazo para execução é de 120 dias. O valor investido é de R$253.402,54, oriundo de emenda parlamentar do Deputado Federal Luis Carlos Heinze e contrapartida do Município.

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RS tem queda de 29% nos homicídios em maio

Também houve redução de 25% nos latrocínios e de 47,1% nos roubos de veículo

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Ação integrada dos órgãos de segurança pública - Foto: Grégori Bertó/SSP

   Pelo sétimo mês consecutivo, o Rio Grande do Sul registrou redução no principal indicador de criminalidade do Estado. O número de vítimas de homicídio em maio caiu 29% na comparação com igual período de 2020, passando de 176 para 125. No acumulado desde janeiro, a queda é de 20,2%, com uma soma de 673 óbitos contra os 843 registrados do primeiro ao quinto mês do ano anterior. Em ambos os recortes, o dado atual é o menor desde 2007. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (10/6) pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), mostram que o planejamento do RS Seguro é o principal fator para aprofundar as reduções recordes verificadas nos últimos dois anos.

O foco territorial aplicado pelo programa, com a concentração de esforços para combate ao crime nos locais onde ele mais se faz presente, impacta na diminuição dos indicadores como um todo. Dos 23 municípios priorizados pelo RS Seguro, 16 municípios fecharam o mês com queda ou estabilidade no número de assassinatos. Oito encerram maio sem nenhum homicídio: Bento Gonçalves, Cachoeirinha, Capão da Canoa, Farroupilha, Ijuí, Lajeado, Rio Grande e Sapucaia do Sul. Em Farroupilha, é o quarto mês consecutivo sem assassinatos na cidade. O indicador está zerado há dois meses em Capão da Canoa e Lajeado.

 

Card com os dados dos últimos meses

“Depois de um momento mais acentuado de distanciamento ao longo de 2020 em razão da pandemia da Covid-19, estamos agora em um momento de quase normalidade, com as pessoas já tendo retomado praticamente todas as suas atividades. Mesmo assim, seguimos reduzindo os indicadores. Importante salientar que já havíamos reduzido em 2019 e repetimos o resultado em 2020. Ou seja, estamos no terceiro ano de diminuição, num trabalho constante após a implementação do nosso programa estruturante e transversal, o RS Seguro”, comentou o vice-governador e secretário da Segurança Pública, delegado Ranolfo Vieira Júnior. 

Outro destaque é o município de Alvorada, também integrante do bloco, que apresentou a maior retração de homicídios em maio. O número de assassinatos na cidade caiu de 17, no quinto mês de 2020, para 4, em igual período deste ano, o que representa diminuição de 76% ou 13 vidas preservadas.

O impacto da estratégia também se impõe quando observado o indicador no acumulado de cinco meses. As 10 maiores quedas de homicídio, na comparação de períodos deste ano e do anterior, ocorreram em municípios priorizados pelo programa. Além disso, o conjunto de 23 municípios elencados pelo RS Seguro para monitoramento intensivo pela Gestão de Estatística em Segurança (GESeg) foi responsável por 72,9% da redução de homicídios em todo o Rio Grande do Sul –  significa que a cada 10 homicídios a menos, sete deixaram de ocorrer nas cidades priorizadas.

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Em Porto Alegre, que lidera o ranking de reduções de homicídios desde o início do ano, o recorde positivo foi mais uma vez quebrado. A comparação do acumulado em cinco meses mostra queda de 18,1% na soma de vítimas de assassinato, de 138 em 2020 para 113 neste ano – o menor total da década. Em maio, houve uma vítima a menos que no mesmo mês de 2020, passando de 27 para 26 (-3,7%).

Conforme o secretário-executivo do programa RS Seguro, delegado Antônio Padilha, o rápido e constante reflexo na redução dos indicadores é resultado da metodologia para acompanhamento contínuo e sistematizado das evidências estatísticas que orientam o foco territorial das ações na ponta de forma integrada. “Sem dúvida nenhuma, uma ação muito bem articulada entre os órgãos de Segurança Pública, e agora também da Administração Penitenciária, juntando os esforços e concentrando as ações estratégicas nessas localidades definidas a partir de análises técnicas e científicas, com métricas muito bem estabelecidas, tem sido um grande diferencial”, afirma Padilha.

Número de latrocínios no RS em maio é o menor da série histórica

Outro crime que apresentou redução recorde em maio no Rio Grande do Sul foi o latrocínio, que atingiu o menor número para o mês em toda a série histórica de contabilização, iniciada em 2002. Foram registrados três casos em todo o Estado, um a menos (-25%) que no mesmo período do ano passado. A comparação com o pico de ocorrências, justamente no primeiro ano do monitoramento, com 16 casos, o dado atual representa uma redução de 81,3%.

Além do alto índice de elucidação, que nos últimos anos tem se mantido entre 80% e 90% dos casos investigados, o aprofundamento na redução de latrocínios está relacionado com a retração também constante nos crimes patrimoniais (leia mais abaixo) como roubo de veículos e ataques a transporte coletivo, geradores dos roubos com morte.

Na leitura acumulada desde janeiro, a soma de latrocínios no Estado também é a menor desde o início da série histórica. O total de delitos em cinco meses baixou de 28, no ano passado, para 25, neste ano, o que representa retração de 10,7%. Frente ao pico de casos entre janeiro e maio, ocorrido em 2016, quando houve 84 roubos com morte, o dado atual significa uma diminuição de 70,2%.

Estado reduz roubos de veículo quase pela metade em maio

Quebra de recorde também foi a marca no monitoramento dos roubos de veículos no Rio Grande do Sul. O número de ocorrências, que em maio do ano passado foi de 719, caiu 47,1%, para 380 registros. É o menor total para o período em toda a série histórica, iniciada em 2002, e apenas quatro casos a mais que a marca mais baixa já verificada no intervalo de um mês desde o início da contabilização – em novembro do ano passado.

Na comparação com o pior momento já vivenciado pelos condutores gaúchos, em 2017, quando o número de veículos levados por assaltantes só no mês de maio chegou a 1.517, o dado atual representa uma redução de 75%.

O acumulado de roubos de veículos entre janeiro e maio também caiu neste ano para a menor soma desde que a SSP começou a contabilizar esse tipo de crime no RS. Foram 2.312 casos, 44,9% menos que os 4.195 registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

O roubo de veículos é um dos indicadores permanentes do foco territorial da GESeg no RS Seguro, o que também garante acompanhamento intensivo nos municípios que concentram a maior parte desse tipo de crime e repercute na queda no âmbito geral do Estado.

Porto Alegre, por exemplo, foi responsável por 55% da redução verificada em todo o Estado em maio. Dos 339 casos a menos no RS, 187 deixaram de ocorrer na Capital. A cidade teve 155 roubos de veículos no mês, o que representa retração de 54,7% em relação aos 342 registros de igual período no ano anterior e é o menor total desde 2012.

Entre janeiro e maio, o resultado também é de redução recorde de roubos de veículo em Porto Alegre. Os cinco meses somam 940 casos, o que corresponde a 46,9% menos que as 1.771 ocorrências do tipo em igual período de 2020 e também é o menor total na série histórica.

Ataques a banco e a transporte coletivo atingem menor nível já verificado em maio

Nos crimes patrimoniais, os indicadores de maio também alcançaram reduções inéditas entre os ataques a banco e os roubos a transporte coletivo no Rio Grande do Sul, na comparação com igual mês de 2020. Os delitos contra estabelecimentos financeiros, na soma de roubos e furtos, baixaram de oito para cinco (-37,5%).

Os assaltos a usuários e profissionais do transporte coletivo diminuíram de 102 para 80 (-21,6%). Em ambos os casos, os números deste ano são os menores para o mês na série de contagem em separado destes tipos de crime, iniciada em 2012.

Em relação aos ataques a banco, o resultado de maio ajudou a encolher a alta verificada no cenário acumulado. Entre janeiro e maio, o RS soma 27 casos, quatro a mais que em igual período do ano passado, o que representa alta de 17,4% (até abril, esse índice estava em 46,7%, puxado pelo aumento pontual em ocorrências de furto naquele mês). O dado atual é o segundo menor para o período na série de contagem.

Já nos roubos a transporte coletivo, os registros acumulados entre janeiro e maio estão em queda na comparação com o mesmo intervalo de 2020. O Estado soma 503 casos frente aos 544 do ano anterior, uma baixa de 7,5% e o mais baixo total em cinco meses desde o início do monitoramento.

Maio encerra com um feminicídio a mais que em 2020

O crime contra a vida que ainda apresenta resistência em reduzir no Estado é o assassinato de mulheres em razão de gênero. Maio encerrou com oito feminicídios, um a mais que no mesmo mês do ano passado (14,3%). No acumulado desde janeiro, contudo, o Estado ainda mantém redução nesse tipo de crime, com 42 casos, um a menos na comparação com igual intervalo de 2020 (-2,3%).

Os dados reforçam a necessidade de ampliar na sociedade gaúcha o engajamento por uma mudança de cultura de proteção, que valorize o respeito e a igualdade às mulheres em todos os âmbitos. Além disso, destacam a importância de que as denúncias sejam levadas às autoridades para adoção de medidas preventivas, uma vez que o feminicídio é o ponto final de um ciclo de violência prolongado, do qual a maioria das vítimas não consegue se libertar sem ajuda. Por isso, é fundamental que familiares, amigos, vizinhos e mesmo desconhecidos denunciem qualquer suspeita de abuso.

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Regiões Covid de Erechim, Palmeira das Missões, Cachoeira do Sul e Cruz Alta devem reforçar restrições, afirma Gabinete de Crise

Duas reuniões ocorreram na manhã desta segunda (14) e foram coordenadas pela secretária da Saúde, Arita Bergmann

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Secretária da Saúde, Arita Bergmann (ao centro na foto), comandou as reuniões - Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini

Ao dar continuidade às reuniões com as regiões Covid que estão com Alerta dentro do Sistema 3As de Monitoramento há pelo menos mais de duas semanas, a secretária da Saúde, Arita Bergmann, coordenou, na manhã desta segunda-feira (14/6), duas reuniões com as regiões Covid de Erechim, Palmeira das Missões, Cachoeira do Sul e Cruz Alta. Os encontros contaram com a participação de presidentes de associações regionais, prefeitos e integrantes de comitês técnicos das cidades.

Na sexta-feira (11/6), as reuniões foram feitas com as regiões Covid de Ijuí, Santa Rosa e Passo Fundo. Os encontros ocorreram a partir de determinação do governador Eduardo Leite na última reunião do Gabinete de Crise, na quarta-feira (9/6).

“Em todas as quatro regiões, se observou a disposição de buscar alternativas concretas visando a diminuição da transmissão do vírus por meio de medidas bem objetivas. Foram reuniões com diálogo, com respeito, com participação, e sempre com orientação dos técnicos do GT Saúde mostrando no que os planos de Ação podem melhorar. Cada uma das regiões assumiu o compromisso objetivo de atualizar e adequar os planos de Ação regionais para diminuir o contágio, aplicando protocolos obrigatórios mais restritivos, objetivando justamente diminuir o número de casos, a taxa de ocupação de leitos e o número de óbitos. Ao mesmo tempo, assumiram o compromisso de agilizar a vacinação e aumentar a testagem”, destacou a secretária Arita.

A mensagem do Gabinete de Crise a essas regiões é a mesma já emitida na sexta-feira (11): as medidas adotadas nos planos de Ação das regiões não estão sendo eficazes na diminuição do contágio pelo coronavírus. Nas sete regiões que foram alvo de reuniões, está sendo observado um agravamento da situação da Covid-19. Por isso, o governo do Estado decidiu fazer reuniões específicas, com acompanhamento do Ministério Público do Rio Grande do Sul. O procurador-geral de Justiça, Marcelo Dornelles, estará presente em todos os encontros – realizados de forma híbrida.

“A gestão do Sistema 3As de Monitoramento é compartilhada. Estamos juntos para dar apoio técnico, para ajudar. Estamos prontos para dar o suporte necessário, inclusive na ampliação de leitos, caso haja capacidade de expansão nas regiões, mas será difícil termos leitos suficientes se não pararmos a circulação do vírus. Os planos precisam ser executados em conjunto pelos municípios, é uma decisão coletiva da região”, explicou Arita.

Nesta segunda (14), a primeira reunião ocorreu com prefeitos, associações regionais e integrantes dos comitês técnicos das regiões de Erechim e Palmeira das Missões. Palmeira das Missões está com Alerta desde 20 de maio. A região de Erechim, por sua vez, está nessa condição desde 26 de maio. Em seguida, foi a vez das regiões de Cachoeira do Sul e Cruz Alta, ambas com Alerta desde 18 de maio.

“Os prefeitos precisam reforçar as medidas nas cidades. É uma gestão das regiões, por meio da parceria e do diálogo. Houve uma reivindicação muito grande nesse sentido por parte dos prefeitos, e o governador Eduardo Leite acatou o pedido”, destacou o secretário de Articulação e Apoio aos Municípios, Luiz Carlos Busato.

Novas reuniões para detalhamento dos planos de Ação e das medidas restritivas adotadas nas regiões já estão marcadas entre os técnicos do GT Saúde e as regiões de Cruz Alta e de Erechim. Na região de Cachoeira do Sul, se observou que o plano de Ação é consistente, mas há uma necessidade de operacionalização do plano em toda região, de modo a ter ações conjuntas, para evitar que pessoas circulem, inclusive indo e vindo de cidades próximas. Por fim, na região de Palmeira das Missões, os prefeitos que compõem a região também chamaram atenção para a necessidade de ações regionais.

“Sabemos o que vocês estão passando e somos solidários, mas as orientações dos comitês regionais de saúde precisam ser obedecidas. Estamos à disposição para dar apoio aos prefeitos para reforçarmos essa ideia de que todos são responsáveis pela redução da circulação do vírus. Estamos falando, desde o início do enfrentamento à pandemia, em equilíbrio. Não podemos deixar que tudo que avançamos se perca neste ano por não colocarmos mais restrições quando for necessário”, reforçou o procurador-geral de Justiça, Marcelo Dornelles.

Dados regionais

Na região de Erechim, a taxa de ocupação em leitos de UTIs neste domingo (13/6) é de 87,7% – restam, ainda, sete leitos livres de UTI. A taxa de mortalidade acumulada nos últimos sete dias foi de seis óbitos a cada 100 mil habitantes.

A incidência de novos casos confirmados para Covid-19 em Erechim é maior que a média estadual – 507,4 casos por 100 mil habitantes na última semana. No Estado, essa incidência foi de 341,1 a cada 100 mil habitantes.

Na região Covid de Palmeira das Missões, a incidência de novos casos na última semana foi de 490 a cada 100 mil habitantes. É uma taxa maior que a do Estado, de 341,1 casos a cada 100 mil habitantes na última semana.

A taxa de mortalidade acumulada de Palmeira das Missões – 9,3 a cada 100 mil habitantes na última semana – também foi maior que a do RS, de 7,7. Além disso, a taxa de ocupação de leitos de UTI na região está em 112% – isso significa que todos os leitos estão ocupados e há déficit de seis vagas nesse tipo de leito.

Em Cachoeira do Sul, a incidência de novos casos na última semana foi de 501,9 a cada 100 mil habitantes. É uma taxa maior que a do Estado, de 341,1 casos a cada 100 mil habitantes na última semana. A taxa de mortalidade acumulada de Cachoeira – 8,9 a cada 100 mil habitantes na última semana – ficou abaixo da média do RS, de 7,7.

Mesmo assim, a taxa de ocupação de leitos de UTI preocupa na região – está em 145%. Isso significa que todos os leitos estão ocupados e há déficit de nove vagas nesse tipo de leito.

Por fim, na região de Cruz Alta, a incidência de novos casos na última semana foi de 405 casos a cada 100 mil habitantes. É uma taxa maior que a do Estado, de 341,1 casos a cada 100 mil habitantes na última semana.

A taxa de mortalidade acumulada da região, de 13,8 a cada 100 mil habitantes na última semana, é maior que a do RS, de 7,7. A taxa de ocupação de leitos de UTI está em 88,1%. Restam ainda cinco leitos livres de UTI na região.

Os demais dados dessas e das demais regiões podem ser conferidos nos boletins regionais, disponíveis no site do Sistema 3As de Monitoramento, assim como os relatórios do GT Saúde. Todos os dados citados acima são desta segunda-feira (14).

• Clique aqui e veja a apresentação sobre a região de Erechim.

• Clique aqui e veja a apresentação sobre a região de Palmeira das Missões.

• Clique aqui e veja a apresentação sobre a região de Cachoeira do Sul.

• Clique aqui e veja a apresentação sobre a região de Cruz Alta.

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