Pesquisa Ipec: avaliação positiva do governo Lula sobe de 33% para 37%; reprovação cai de 32% para 31%
Connect with us

Política

Pesquisa Ipec: avaliação positiva do governo Lula sobe de 33% para 37%; reprovação cai de 32% para 31%

Publicado

em

portal plural pesquisa ipec avaliação positiva do governo lula sobe de 33% para 37%; reprovação cai de 32% para 31%
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

NuveraAcademia Personabanner plano0 gold15 topo humberto pluralFAST AÇAÍ

A pesquisa do instituto Ipec revela que a avaliação positiva do governo Lula aumentou de 33% em março para 37% em julho. Paralelamente, a reprovação ao governo do petista caiu de 32% para 31%.

Outros 31% dos entrevistados classificaram a gestão de Lula como regular, enquanto 2% não souberam ou não responderam. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi realizado com 2 mil pessoas com 16 anos ou mais em 129 municípios brasileiros, entre os dias 4 e 8 de julho.

A avaliação positiva inclui aqueles que consideram o governo federal como ótimo ou bom, enquanto a avaliação negativa engloba os que o consideram ruim ou péssimo.

De acordo com o Ipec, esse resultado indica uma leve melhora na percepção do terceiro mandato de Lula. Na pesquisa anterior, as avaliações positiva e negativa estavam tecnicamente empatadas. Agora, a diferença entre elas é de 6 pontos percentuais.

O maior aumento na avaliação positiva ocorreu na Região Nordeste, onde subiu de 43% para 53%, e entre os entrevistados com renda familiar mensal de até um salário mínimo, que passou de 39% para 48%.

O Ipec também destaca que a avaliação ótima ou boa de Lula é mais alta entre os eleitores que declararam ter votado nele em 2022 (66%), moradores do Nordeste (53%), eleitores com 60 anos ou mais (48%), menos instruídos (48%), com renda familiar de até um salário mínimo (48%) e católicos (44%).

Por outro lado, a avaliação ruim ou péssima é mais prevalente entre os que afirmaram ter votado em Jair Bolsonaro em 2022 (61%) e entre os evangélicos (39%).

Fonte: Jornal o Sul

Compartilhe

Política

Biden está mais receptivo a apelos para desistir de candidatura

Publicado

em

portal plural biden está mais receptivo a apelos para desistir de candidatura
Foto: Jacquelyn Martin/AP
banner plano0 goldAcademia PersonaNuveraFAST AÇAÍ15 topo humberto plural

Os líderes democratas estão cada vez mais persuadindo o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a considerar desistir de sua candidatura à reeleição, segundo membros do Partido Democrata. Essa mudança de postura ocorreu após conversas particulares entre Biden e os principais líderes do Congresso, onde expressaram preocupações sobre suas chances eleitorais e o impacto nas corridas democratas para a Câmara e o Senado.

Embora Biden não tenha indicado uma mudança iminente em sua decisão, ele está receptivo a ouvir relatórios preocupantes e dados de pesquisas. Em particular, tem feito perguntas sobre como a vice-presidente Kamala Harris poderia liderar a campanha de forma mais eficaz. Fontes familiarizadas com as discussões afirmam que Biden adotou uma postura mais aberta em conversas privadas recentes, contrastando com sua reação anterior quando confrontado por democratas da Câmara que o pressionaram a encerrar sua candidatura.

Uma fonte próxima ao presidente enfatizou que não há indicações de que ele esteja pronto para mudar de rumo neste momento, embora esteja disposto a ouvir as preocupações levantadas.

As conversas entre Biden e os líderes do Congresso ocorreram em segredo devido à delicadeza do assunto. O senador Chuck Schumer e o deputado Hakeem Jeffries, preocupados com a viabilidade eleitoral de Biden, expressaram essas preocupações diretamente ao presidente em uma reunião recente. A Casa Branca afirmou que Biden reafirmou sua intenção de seguir como candidato do partido e colaborar com os líderes democratas para avançar sua agenda.

O debate interno sobre a continuidade de Biden se intensificou em meio a críticas crescentes à sua performance em debates e aparições públicas, bem como desafios persistentes nas pesquisas eleitorais. Uma pesquisa recente indicou que uma maioria dos democratas deseja que ele desista da corrida presidencial, refletindo a preocupação com sua capacidade de garantir a vitória em novembro.

A pressão interna sobre Biden aumentou ainda mais após um período de pausa, quando conversas sobre a substituição do candidato começaram a ressurgir entre os democratas. A decisão sobre o futuro de Biden continua sendo uma questão central para o partido, influenciada por dados eleitorais desfavoráveis e o desempenho em estados cruciais como Pensilvânia, Michigan e Wisconsin.

A discussão sobre o adiamento da nomeação de Biden reflete a incerteza crescente sobre sua capacidade de liderar uma campanha bem-sucedida e fortalecer as chances democratas no Congresso.

Fonte: Estadão

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Política

Lula reclama de críticas por política fiscal e afirma que “não custa nada fazer universidades”

Publicado

em

portal plural lula reclama de críticas por política fiscal e afirma que “não custa nada fazer universidades”
Foto: Ricardo Stuckert/PR
NuveraAcademia Persona15 topo humberto pluralbanner plano0 goldFAST AÇAÍ

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quarta-feira (17) as críticas à política fiscal do governo e defendeu que “não custa nada fazer universidades”. As declarações foram feitas durante o encerramento da Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em Brasília.

Lula lamentou a reação negativa de alguns setores à discussão de temas importantes, como investimentos em educação. “Sempre que discutimos qualquer assunto, aparece um artigo no jornal, na revista, ou um comentarista na televisão dizendo que vai haver muito gasto”, afirmou o presidente.

Ele questionou o custo de não priorizar investimentos essenciais no passado. “Quanto custou ao país não cuidar das coisas certas no momento certo?”, indagou Lula. Segundo ele, investir em universidades, institutos federais e na formação de pessoas é algo fundamental e de baixo custo.

Lula reiterou seu compromisso em governar para todos, enfatizando a importância das políticas públicas para os mais necessitados. Suas declarações surgem após uma declaração vazada à TV Record, na terça-feira (16), que gerou impacto no mercado financeiro ao mencionar resistência a cortes de gastos sem justificativa clara.

Fonte: Jornal o Sul

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Política

Lula diz que o “povo pobre não compra dólar” e sugere que a economia brasileira crescerá mais de 2,5% neste ano

Publicado

em

portal plural lula diz que o “povo pobre não compra dólar” e sugere que a economia brasileira crescerá mais de 2,5% neste ano
Foto: Ricardo Stuckert/PR
Nuvera15 topo humberto pluralFAST AÇAÍbanner plano0 goldAcademia Persona

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que para o Brasil alcançar um crescimento maior do que o previsto, é necessário distribuir o Produto Interno Bruto (PIB) de forma mais equitativa. Ele acredita que o país pode superar a taxa de 2,5% de crescimento em 2024, se os recursos injetados pelo governo começarem a gerar impacto na economia.

“O que queremos é fazer com que o dinheiro circule, por isso aumentamos o salário mínimo de acordo com o PIB. Historicamente, o PIB não era distribuído de maneira justa. Este país chegou a crescer 14% na década de 1970 e o povo ficou mais pobre”, disse Lula durante uma reunião com empresários da indústria alimentícia no Palácio do Planalto.

Lula mencionou que as previsões de crescimento econômico estão aumentando gradualmente: “O mercado começou dizendo que cresceríamos 1%, depois subiram para 1,5%, então 2%, e agora até os mais pessimistas falam em 2,5%. Se o dinheiro que colocamos em circulação começar a fluir, cresceremos mais que 2,5%”.

Ele também comentou sobre o câmbio: “O povo mais pobre, quando tem um pouco de dinheiro, não compra dólar; ele compra comida. Ele compra coisas para a família. É esse país que queremos ver prosperar. Queremos que o dinheiro circule, por isso aumentamos o salário mínimo de acordo com o PIB, para que o crescimento seja distribuído entre todos: empresários, trabalhadores, aposentados. Afinal, é o crescimento do país”.

A declaração foi feita durante um encontro no Palácio do Planalto, que contou com a presença de ministros, representantes da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) e da empresa Nestlé.

Investimento

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, confirmou que a Abia investirá R$ 120 bilhões até 2026. Este investimento será destinado à construção de novas fábricas, ampliação das já existentes, e inovação.

“Hoje, a Abia anunciou que o setor da indústria de alimentos investirá R$ 120 bilhões entre 2023 e 2026, em novas fábricas, ampliação de fábricas, inovação, pesquisa e desenvolvimento”, disse Alckmin em coletiva de imprensa.

Parte desse valor, R$ 36 bilhões, já foi investida em 2023, com o restante previsto para ser aplicado ao longo dos próximos dois anos.

Fonte: Jornal o Sul

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Compartilhe

[DISPLAY_ULTIMATE_SOCIAL_ICONS]

Trending

×

Entre em contato

×