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Pesquisa indica que 87% das pessoas acham conta de luz cara no país

Pável Bauken

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Um levantamento feito pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) em parceria com o Ibope, mostrou que 79% dos entrevistados gostaria de ter um mercado livre para escolher a sua fornecedora de energia. O percentual é 10% maior do que o obtido na avaliação de 2018. Segundo a Pesquisa de Opinião Pública 2019 sobre o que pensa e quer o brasileiro do setor elétrico, lançada hoje (12) na capital paulista, 68% dos entrevistados trocariam hoje a sua fornecedora de energia.

Os dados revelam que 87% das pessoas consideram sua conta de energia cara, número que subiu 4% em relação ao ano passado. Aqueles que consideram excessivos os impostos cobrados em sua conta de luz são 65% e 64% disseram fazer esforço para economizar energia para não atrapalhar o orçamento familiar. Para 57% da população o custo da energia cairia caso houvesse abertura do mercado.

De acordo com a Abraceel, o objetivo da pesquisa foi o de saber a opinião dos cidadãos sobre a possibilidade de escolher seu fornecedor e até mesmo de produzir sua própria energia. Foram ouvidas 2.002 pessoas, entre os dias 23 e 27 de maio, de 16 a 55 anos, em todas as regiões do Brasil.

“Os resultados apontam um crescimento constante no interesse do brasileiro em ter liberdade de escolha. O Brasil não pode caminhar na contramão do mundo. Países desenvolvidos abriram seus mercados de energia e desfrutam de uma economia e de um crescimento de produção que o nosso mercado também merece”, disse o presidente da Abraceel, Reginaldo Medeiros.

Segundo Reinaldo Medeiros, o mercado livre no Brasil já existe, embora restrito a grandes consumidores, que alcançaram uma economia em torno de R$ 185 bilhões nos últimos 16 anos.

Fonte Agência Brasil

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Criança realiza o sonho de visitar Quartel da Brigada Militar em Santa Rosa

Pável Bauken

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A pequena Yasmin é de Campestre da Serra, e em visita a Santa Rosa realizou o sonho de conhecer um Quartel da Brigada Militar.

Na tarde do dia 23 de janeiro familiares da menina e o Comando do 4º BPAF organizaram a visita surpresa para Yasmim à Sede do Batalhão. Yasmim foi recebida em Quartel por policiais militares, e logo que chegou foi convidada a experimentar “ser policial”, vestindo uma farda do Brigada Mirim.

Os policiais tiveram a oportunidade de falar sobre sua profissão e demonstrar um pouco da rotina policial militar. Durante o passeio a pequena Yasmin vivenciou um pouco dessa rotina e conheceu de perto uma viatura, e o mais interessante, aprendeu que a polícia é amiga e protege a sociedade não só nas ocorrências policiais, mas também prestando socorro e ensinando bons hábitos. Até mesmo o cão Soni do Canil do 4º BPAF veio dar as boas vindas para Yasmim! Ela ficou encantada dentro da viatura e seus equipamentos, brincou com o cão, demonstrou interesse sobre o centro de operações. Disse ainda que tem um sonho de participar do projeto Brigada Mirim e “ser policial militar quando crescer”.

Os policiais também gostaram da pausa na rotina para prestigiar a admiração e interesse pelo seu trabalho, e ficaram emocionados com o reconhecimento da Yasmim e seus familiares, pois é gratificante ser referência para a comunidade e em especial para as crianças e jovens, que são o nosso futuro.

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Associação com mais de 200 clientes da Unick busca reaver valores investidos

Reporter Cidades

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Entidade é formada por moradores do Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina, Bahia, Ceará e Acre

A entidade é liderada por uma cliente da Unick de 39 anos, que vive na Região Metropolitana, que prefere não ser identificada. O advogado Demetrius Barreto, de Porto Alegre, é um dos representantes da associação. Barreto é especializado em regulamentação econômica no mercado de criptomoedas e argumenta sobre a vantagem jurídica de as vítimas se reunirem.

— O processo criminal tem prazo para acontecer. Se você começa a ter várias pessoas pedindo habilitação no processo, isso causa tumulto processual. Posterga o tempo. Acaba produzindo a prescrição da ação penal. O tempo corre a favor dos réus. Nós (da associação) vamos entrar como assistente de acusação e por isso é interessante que o processo seja célere. Se todo mundo for entrar em ações separadas, será um transtorno para o processo — explica.

Como fazer parte

Para ingressar na associação, é necessário pagar taxa de R$ 50. Não há cobrança de mensalidade. Segundo a presidente, o valor é usado para locação de espaços para reuniões. No dia 31 de janeiro, haverá assembleia no Canoas Parque Hotel (Avenida Getúlio Vargas, 7.421), às 20h. No encontro, novos associados serão aceitos. Também serão discutidas alterações no estatuto e feitos esclarecimentos sobre o andamento do processo.

Pessoas de fora do Estado podem entrar em contato com os advogados e efetuar a inscrição por e-mail com envio de documentos digitalizados.

— Tenho convicção de que vamos reaver este dinheiro. Estamos bem assessorados. Meu sentimento é ter de aguardar isso, por tempo ainda indeterminado, por enquanto. Porque dinheiro para pagar eles têm — afirma a presidente.

Moradora da Região Metropolitana, a líder da associação diz que investiu R$ 170 mil na Unick e convenceu outros familiares a aplicarem mais R$ 70 mil.

— Assim como fui induzida ao erro, também levei pessoas próximas — lamenta.

Ela passou a aplicar valores em janeiro de 2019. Nos primeiros três meses — fevereiro, março e abril —, recebia retorno com valores entre R$ 45 mil e R$ 50 mil. A partir de junho, passou a ganhar apenas metade da quantia prometida, até que os repasses foram interrompidos. Conforme Barreto, essa é uma característica do esquema de pirâmide: no começo se cumpre os depósitos para que o cliente fidelize e siga investindo.

— O discurso que eles tinham para o atraso era convincente. Faziam reuniões, mandavam áudios explicando. Tu te sentes ingênuo a ponto de acreditar. Todo mundo que investiu tinha um sonho. Eles têm de pagar pelo sofrimento e desespero que causaram nas pessoas. Teve gente que abandonou emprego e fechou empresa para trabalhar para eles. Nos sentimos roubados. É o sonho que tu tinhas e se desfaz — explica a líder da associação.

A advogada Cristiane Menegussi, de Sapucaia do Sul, explica que a associação pretende reunir o máximo de clientes da Unick possível. Ela explica que a maior dificuldade é encontrar mais vítimas ocorre porque muitos investidores nem sequer admitem às famílias que perderam dinheiro:

— A depressão é comum em muitos casos. Tem gente que não disse nem para o seu cônjuge que perdeu este dinheiro. Segundo ela, os nomes dos integrantes da associação serão mantidos em sigilo.

— Nesse grupo não tem só pessoas muito ambiciosas, existem pessoas que tinham sonhos e esperança de vida melhor — argumenta a defensora.

Na Justiça, o processo está a cargo da juíza Karine da Silva Cordeiro. Entre os acusados, seis estão presos e dois com medidas restritivas. O caso encontra-se no final da fase de citação — quando dos denunciados apresentam suas defesas e apontam testemunhas. Após isso, começa a fase de audiências.

Como entrar na associação

Próxima assembleia

Dia 31 de janeiro, sexta-feira, às 20h

Canoas Parque Hotel (Avenida Getúlio Vargas, 7.421)

Fonte: Gaúcha ZH

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Governo publica decreto para contratar militares no serviço público

Decreto foi assinado pelo presidente em exercício, Hamilton Mourão

Reporter Cidades

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O Presidente em exercício Hamilton Mourão fala à imprensa | Valter Campanato/Agência Brasil

O decreto que regulamenta a contratação de militares inativos para atividades em órgãos públicos foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União na noite desta quinta-feira (23). De acordo com o Palácio do Planalto, os militares poderão ser contratados, por meio de um edital específico de chamamento público, para trabalhar em órgão ou entidade federal ganhando adicional com valor igual a 30% sobre o salário recebido na inatividade.

Pelo texto do decreto, assinado pelo presidente em exercício Hamilton Mourão, a contratação dependerá de autorização prévia tanto do Ministério da Defesa quanto do Ministério da Economia. A pasta da Defesa vai examinar se a contratação não compromete eventual necessidade de mobilização de pessoal, além de estabelecer o quantitativo máximo de militares inativos passíveis de contratação, por posto ou graduação, observada a compatibilidade com as atividades indicadas pelo órgão ou pela entidade requerente. Já a equipe econômica vai examinar se há recursos para o pagamento do adicional e se há necessidade real de contratação.

“Como já de conhecimento público, existe a intenção de aplicar o ato para resolver problema do INSS [Instituto Nacional de Seguridade Social]. Contudo, tecnicamente, o decreto não se restringe ao INSS e poderá ser utilizado em dezenas de outras situações. A hipótese do INSS é apenas destacada por ser a com maior escala”, informou o Planalto, em nota enviada à imprensa.

Ainda segundo o governo, a contratação não será automática. “Ainda se precisará analisar o pleito de cada órgão ou entidade interessado na nova forma de alocação de mão de obra, fazer o edital de chamamento público para cada hipótese e verificar a disponibilidade orçamentária e financeira em cada caso”, acrescenta a nota.

Militares da reserva
Na semana passada, o governo anunciou que pretende contratar temporariamente cerca de 7 mil militares da reserva para atuar nos postos da Previdência, pagando o adicional de 30%. Esse percentual está definido na lei que trata da estrutura da carreira militar, aprovada em 2019 pelo Congresso Nacional.

A medida foi a forma encontrada pelo governo para reduzir o estoque de pedidos de benefícios em atraso no INSS. A expectativa é que o acúmulo de processos caia para próximo de zero até o fim de setembro. Atualmente, o número de pedidos de benefícios previdenciários com mais de 45 dias de atraso está em cerca 1,3 milhão.

A contratação direta dos militares pelo INSS chegou a ser questionada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que considerou que o governo poderia estar rompendo o princípio da impessoalidade, ao direcionar a contratação exclusivamente para o grupo militar. Nesta quinta pela manhã, antes de embarcar para Índia, o presidente Jair Bolsonaro disse que o governo estava aguardando apenas um ajuste no entendimento com o TCU para poder publicar o decreto e iniciar o processo de contratação temporária dos militares. Para o presidente, a medida está prevista na legislação e exige menos burocracia que a contratação de civis. “Não é privilegiar militar, até porque não é convocação, é um convite, é a facilidade que nós temos desse tipo de mão de obra”, disse.

Custo
De acordo com o Ministério da Economia, caso haja o pagamento do adicional de reserva remunerada para os militares, no caso do INSS, a medida custará R$ 14,5 milhões por mês ao governo, mas o custo deve ser compensado pela diminuição da correção monetária paga nos benefícios concedidos além do prazo máximo de 45 dias depois do pedido. A proposta inicial do governo é que os militares sejam treinados em fevereiro e março, devendo começar a trabalhar nos postos em abril.

O decreto que regulamenta a contratação dos militares inativos ainda define que, para o órgão contratante, o prazo máximo de contrato é de até quatro anos, vedada a prorrogação. Para o militar inativo, esse prazo máximo é de até oito anos, consecutivos ou não, ainda que em diferentes órgãos ou entidades.

EBC

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